Tem Cuidado de Ti Mesmo e da Doutrina (I Timoteo 4:16)

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Tem cuidado de ti mesmo, exorta o apostolo Paulo, acaso há para nossos dias uma exortação que seja mais necessária do que essa? Não vivemos dias de tantas vozes contraditórias repetidas por ações que são uma antítese das declarações do Novo Testamento? Nosso mundo religioso não promove mais confusão do que fruto do Espírito Santo? Então precisamos ter cuidado. Muitas almas adotam um estilo inconsistente de fé, acreditam que qualquer pessoa com um titulo eclesiástico, tenha uma bíblia e fale alguma coisa, está longe de qualquer suspeita, da mesma forma, nutre-se uma superstição pertinaz que confere muita força ao espírito do erro, a crença de que não se deve criticar pastores e pregadores, porque eles são “ungidos” uma classe especial intocável, que na cátedra do oficio jamais podem ser rebatidos, criticados e desmascarados. Para muitas mentes supersticiosas um ministro é uma divindade, está num patamar mais elevado, por isso, sentem-se em posição elevada quando estão num púlpito, da mesma forma, os ouvintes percebem que estão abaixo dessa plataforma onde erguem-se pregadores, pastores e ministros da Palavra. Todas essas superstições são ferramentas que o espírito do erro usa como meio de usar falsos pregadores para disseminar apostasia e promover toda sorte de heresias e falsas doutrinas (I Timóteo 4:1) é bom lembrar que o diabo usa mestres falsos para alcançar seus objetivos. Até bem pouco tempo, o liberalismo se espalhou por todo mundo por causa de falsos mestres, professores do erro, que começaram negar as doutrinas centrais da fé cristã, inclusive a inspiração plena das Escrituras desde os seminários onde se alojaram para promover essas idéias descabidas e anticristãs.  Agora vivemos nesses dias, onde o misticismo neoplatonico medieval que de forma processual entrou na cristandade através dos escritos de pseudo Dionísio Aeropagita, e influenciou muitos místicos da idade media, até chegar a nossos dias e agora está sendo adotado por lideres da igreja emergente e outros mestres cristãos pós-modernos. Estudando a vida de Cristo e a igreja atual, a diferença como um e outro tratam a questão do materialismo é gritante! poucos percebem isso. E porque não? não estão tendo o devido cuidado de tomar os ensinos do Novo Testamento e confrontar as próprias crenças e convicções, nem sequer colocam os ensinos que ouvem em confronto com o que a bíblia ensina, vivem uma vida descuidada, uma vez que raciocinar exige esforço, estudar e se aprofundar nas doutrinas cristãs exige um bom tempo e uma dedicação tenaz, então a maioria não quer viver a vida espiritual por esse processo, então aceitam de bom grado que cegos e falsos mestres lhe orientem sobre questões de vida eterna. Não será admirável que no final de uma escolha tão insensata, muitos cristãos professos, sejam heréticos, nominais e pior de tudo, sofrerão uma grande decepção, quando perceberem que a omissão ao conselho de Paulo “Tem cuidado de ti mesmo” tem uma conseqüência terrível. As advertências das Escrituras é que falsos mestres conseguem fazer negocio com almas humanas, e o engano espiritual sempre traz resultados desastrosos, muitos farão negocio com a fé e muitos serão persuadidos a crerem no erro. muitos seguirão a dissolução desses enganadores, revestidos com uma fina camada de cristianismo , mas que por dentro são lobos famintos e devoradores, que arrastarão após si, muita gente sem discernimento que não levaram a serio a advertência de Paulo “Tem cuidado de ti mesmo”. Muitas vezes esses pobres enganados, ardilosos na ação de difamar e combater os apologistas amará apaixonadamente muitos erros doutrinários, porque é com esses erros, que os enganados recebem dos enganadores, o material falso necessário para construir seus impérios de ilusão. Os que não têm cuidado, mas vivem de forma superficial, serão seduzidos com facilidade, buscarão para si doutores que preguem o que constam de ouvir, com o coração treinado no engano, na superstição e nas mais terríveis heresias, não suportarão ouvir mais a sã doutrina, de modo que, qualquer pregação bíblica e contextualizada que envolva assuntos desagradáveis aos seus ouvidos, será taxada de pregação religiosa e legalista, de modo que desenvolverão um ódio terrível pelas doutrinas mais sacras do Novo Testamento, estarão estes que não seguiram o conselho de Paulo “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina” buscando sempre ouvir doutores que quebrem o que desejam ouvir, pois a omissão ao conselho divino provocará uma coceira no ouvido desses, de modo que ficarão viciados em espiritualismo, misticismo, experiências subjetivas, pensamento positivo, falsas profecias, humanismo etc.  Assim, ao negligenciarem a voz piedosa do Espírito Santo: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina, persevera nessas coisas...” tomaram um rumo que não aponta o Novo Testamento. Seguiram as dissoluções dos falsos mestres, ficaram hipnotizados pelo espírito do erro e suas seduções fatais. O que resta aos remanescentes senão alertar, advertir, pregar, clamar em voz altissonante, e exortar a todos a nossa volta e assim, de algum modo, onde uma alma se despertar de sua condição de engano, salvaremos aqueles que nos ouve.

Clavio J. Jacinto

SOBRE CORREÇÃO

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“As pessoas reagem de acordo com o verdadeiro coração. Elas odeiam ou amam á quem as corrige e isso depende ou não de serem  verdadeiros convertidos”

Dias atrás fiz uma correção sobre algo que ouvi que era notavelmente um equivoco doutrinário sem base no Novo Testamento. O pregador que ouvir minha correção insistiu na idéia de que ele não estava errado Infelizmente o orgulho pessoal  falou mais alto do que as Escrituras. Ainda há pouco tempo, antes de escrever esse artigo, conversei e aconselhei um irmão que passou por uma situação um pouco mais delicada, pois ao tentar corrigir uma heresia decorrente de uma pregação que ouviu algum tempo atrás, acabou recebendo ofensas do pregador que defendeu uma falsa doutrina publicamente. Infelizmente preciso admitir:  “Pessoas que não querem ser corrigidas não desejam se sujeitar ao Espírito de Cristo”  Posteriormente quando foi corrigido, defendeu com sua  opinião de forma absurda, sem considerar que de fato a bíblia não ensinava o que estava defendendo. Ao defender uma opinião equivocada contra a Palavra de Deus, o que se pratica nada mais é do que a idolatria á razão pessoal. Embora a fabilidade seja um fato e a correção e ajustes de muitas idéias seja um fato irrefutável na vida das pessoas, você não encontra com facilidade almas humildes dispostas a serem corrigidas, e esse comportamento apenas sinaliza que elas não são nem humildes e muito menos sabias. Na verdade o homem espiritual tem por amigo o que o corrige, e não aquele que encobre os erros com elogios hipócritas. Na verdade, quem odeia a repreensão e a correção, é classificado pelo Espírito Santo como escarnecedor (Provérbios 9:8) do mesmo modo, a Palavra de Deus diz que quando o sábio é repreendido, ele amará mais ainda aquela pessoa que o corrigiu. Tudo o que ameaça o orgulho do homem carnal é visto como ofensa pessoal, o orgulhoso nunca tem desejo de correção, quem age assim hoje em dia? o dileto leitor possui essa bendita qualificação? de se sentir feliz ao invés de ofendido quando é corrigido?  Porque pessoas não gostam de serem corrigidas? porque isso irá ferir o ego e o orgulho. É lógico que a condição espiritual para suportar a correção deve ser a verdadeira santidade e humildade, de outra forma, sabemos que é muito desagradável ser repreendido ou corrigido. Grande parte das pessoas irão resistir a tudo aquilo que os humilha, ainda outro fator determina isso, uma opinião pode ser colocada numa posição maior em questão de autoridade do que as Escrituras, daí o fato de muitas vezes quando confrontados,  muita gente rejeita a bíblia e fica com as opiniões pessoais. Não sei de que modo o leitor reage diante de uma correção, porém quero afirmar aqui que o amor é a primeira coisa que desabrocha quando um homem espiritual é repreendido e corrigido, e o fruto desse desabrochar espiritual é a gratidão, pois quando você consegue abandonar um equivoco em troca de uma verdade, isso o tornará mais sábio. Será um ganho espiritual muito grande, mas receio ser muito raro hoje em dia, encontrar pessoas que estejam sujeitas a correção. Estou afirmando algo que faz parte da minha experiência, é muito difícil encontrar pessoas que estejam dispostas a correção, principalmente se quem as corrige é mais nova, ou se a pessoa que precisa ser corrigida é um líder. Aliás, em certos círculos evangélicos, pastores e são visto como infalíveis e intocáveis. Essa superstição crassa aumenta sempre a gravidade da situação. Verdadeiros lideres não se enxergam nas alturas do senhorio inabalável, mas descem ao solo da humildade e da servidão.  Corações regenerados estão sempre dispostos á correção, e quando são corrigidos, são ainda mais felizes, porque percebem as próprias limitações, sabem que as pessoas estão prestando atenção ao que estão dizendo, e isso corresponde ao fato de que elas não são infalíveis. O problema não está na correção que é necessária, mas raridade em encontrarmos pessoas que estejam dispostas á isso, há muito orgulho escondido por trás de mascaras de falsa piedade, que emerge sempre quando a fantasia da opinião equivocada é quebrada pela força da evidência da verdade. Em suma, aprendemos através do Evangelho que aquele que está disposto a reconhecer seus erros, este está ainda mais apto para receber mais misericórdia divina.

CLAVIO J. JACINTO

PORQUE SER POBRE DE ESPIRITO?

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Pobres de Espírito (Mateus 5:3)

A primeira descrição que Cristo faz de um homem piedoso e cidadão do Reino, é que ele será pobre de espírito (Mateus 5:3) a questão da essência dessa descrição choca-se com o estilo de vida da cristandade moderna. O coração que ama as coisas espirituais não se prende ás coisas materiais. É verdade que temos aqui um amplo aspecto espiritual, interior, que parte do coração do homem regenerado, mas todo o sermão da montanha tem no seu todo, implicações interiores e exteriores, e isso de forma profunda de modo a impactar o homem de Deus. Nossa visão a respeito do Reino de Deus deve transcender a visão desse mundo passageiro.  Assim como nossa visão a respeito de Deus também deve transcender a visão que temos a respeito de nós mesmos. Aqui temos a ênfase cristalina do Mestre de Nazaré o Divino Salvador, da pobreza de espírito, todo o verdadeiro cristão é um mendigo, ele é um completo dependente da graça de Deus. Qualquer um que rejeite essa noção do ser espiritual deve rever seus conceitos, pois sai fé é um equivoco. Somos dependentes da graça e da providencia divina durante todo tempo, a seqüência é uma vida debaixo da soberania completa do Rei, sem esses fatores não há nenhuma realidade espiritual que possamos experimentar dentro do Reino de Deus. Simplicidade, humildade, desprendimento das coisas terrenas, uma mordomia sabia e sensata, a vida no seu todo como um sacrifício vivo de inteira dependência de Deus. Quem vive assim hoje? Somos chamados a viver dentro de um sistema glamorizado, empresarial, de ostentação, orgulho, disputas. O materialismo é a matiz que tinge a cor da cristandade da maioria dos professos de hoje. O perfil desse cristianismo pouco tem a ver com o estilo de vista de Cristo. Em Cristo há aquele contato permanente com os excluídos, com os fracos, com os doentes, com os descriminalizados,  até no ultimo instante Cristo está lá ao lado de um ladrão na cruz, ligar que a maioria rejeitaria, pela vergonha e pela encenação póstuma de que um ladrão não tem nada a oferecer, ainda mais um pregado em uma cruz. O pobre de Espirito é aquele que entende a miséria humana e estende a mão para tentar resgatar alguns das abissais condições que chega um ser humano. Se as riquezas desse mundo falarem mais alto do que o evangelho, então nosso coração ficará completamente surdo para a verdade. Cristo tinha sua alma apegada à dor humana, tinha seu coração repousado nas recamaras sangrentas do tormento humano, estava pregando ao rejeitado que rejeitava o evangelho, tocando nas feridas dos mortais. Uma alegria que flui das fontes superficiais das coisas desse mundo revela apenas o estado miserável da alma que a usufrui. Mas suas mãos eram puras, nenhum leproso espiritual tem o direito de tocar nas feridas emocionais alheia. Mas Cristo tinha mãos imaculadas e comissionou os seus seguidores a curar a humanidade caída, os filhos de Adão submersos das chagas do pecado, e ninguém mais que Cristo revelou de forma correta o quanto o homem sofreu emocional, espiritual , psicológico e fisicamente com a queda. Não podemos nos desviar desse caminho, é nele que vamos encontrar sempre as pegas daquele que decidimos seguir.  A pobreza espiritual é uma afronta a todo o ego auto-suficiente, é uma ofensa ao coração independente. Estejamos cientes dessa pobreza como condição espiritual fixa, pois ela é a nossa marca distintiva, estamos seguindo os passos de Cristo (I Pedro 2:21) então, a conclusão é que somos peregrinos que atravessam o caminho das coisas passageiras para ir de encontro ás coisas que permanecem.


CLAVIO J. JACINTO

No Mundo Tereis Aflições (João 16:33)

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Quando a terra for rasgada pelo arado, lembra que a dor também é um arado que rasga nossa vida. As brechas muitas vezes são profundas, elas ferem, são cruéis, deixam cicatrizes na nossa memória. Mas sem a ação do arado da dor na nossa vida, não haverá semeadura em nosso caráter, não haverá desabrochar pungente de sabedoria e inspiração e nem o outono da arte. Tudo tem a sua parcela de dificuldades para florescer e frutificar. Se as estrelas não se sujeitarem a escuridão noturna, jamais poderão brilhar, se as águas não debaterem-se contra as mais duras pedras, nunca chegarão ao vale. Não importa o quão profundo seja o mistério do sofrimento, é inacreditável que as mais belas rosas carreguem os mais cruéis espinhos. A vida tem suas parcelas de primaveras e invernos, momentos em que nosso coração se extasia com aromas e coloridos e momentos em que se congela de tensão, medo e ansiedades, mas devemos permanecer em longanimidade, no sofrimento devemos cultivar o amor para colhermos a esperança. Há beleza quando se estende a mão ao aflito assim como o êxtase da inspiração poética pode vir das horas mais difíceis da vida. Ninguém pode ver a forma do arco-iris antes da tempestade, e não importa o quanto escura foram as nuvens, mas o céu sempre volta a brilhar, esse é o ciclo da existência terrena, e em tudo isso, apenas precisamos dar nosso coração á paciência, porque ela é a via mais segura para afastar o desespero.

CLAVIO J.JACINTO

Infiéis no Contrato

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Em Romanos 1:31 Paulo termina o primeiro capítulo dessa epistola com uma lamentável de falhas morais conseqüentes de uma vida profana e ímpia, e entre elas se encontra os “infiéis nos contratos”. Não há ambigüidades aqui, a infidelidade nos contratos aborda uma serie de reações ímpias sobre algo que deveria ter aplicações praticas do Santo Evangelho. Então quero apenas fazer menção do fato de que muitos cristãos são infiéis nos contratos, o que é uma demanda evidente de que não tenham piedade na vida pratica. Quero apresentar aqui um exemplo comum, já que um contrato pode ser a condição de algo sob uma demanda de princípios que precisam ser aplicados sob uma circunstancia, um exemplo é o casamento, mas quero me deter num exemplo, mas comum, como o empréstimo de um objeto, um livro por exemplo. Quem de fato devolve um livro depois de ter lido? Você tomou emprestado sob a circunstância de devolver-lo após a leitura, mas nunca devolveu? Então você foi infiel num contrato. Reter para si mesmo, algo que não lhe pertence, é um roubo! Sei que isso pode afetar muitos leitores desse artigo, mas você terá que conordar com isso, pois a infidelidade no contrato de algo que teve uma condição, e uma das partes não cumpriu com essas condições irá sofrer as sanções de Romanos 1:31. Há no Novo Testamento uma série de princípios práticos que precisam ser ensinados aos salvos, a parte pratica do Santo Evangelho tem o objetivo de fazer com que o regenerado viva dentro dos padrões estabelecidos por Deus para a Nova Criatura que está em Cristo.

Clavio J. Jacinto

Livreto Gratis: Principios Praticos Para Vida Cristã

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Jargões e Frases de Efeito Emocional

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Devemos ter cuidado com o modo como tentamos pregar o evangelho, acredito que o uso de jargões, frase de efeito emocional e moral, não contribuem para a apresentação correta da verdade. Frases como “existe um vazio no coração do homem do tamanho de Deus” é uma frase de efeito emocional carregada de implicações negativas e pode conduzir um ouvinte que não tem um bom conhecimento teológico e nem tem um raciocínio arguto a ter um entendimento errado da Divindade. Ora, se o tamanho Deus é proporcional ao vazio do coração do homem, então é verdade o conceito que o coração do homem é do tamanho da divindade. Olhe as implicações disso, se um ouvinte não entender essa figura de linguagem, ele adotará a crença de que o tamanho de Deus é do tamanho do seu coração. Quando surge esse tipo de efeito na mente dos ouvintes, o pregador que profere uma frase dessa passa a ser um falso mestre, pois está ensinado um conceito errado de Deus e contrario há algumas passagens bíblicas como Isaias 66:1. Mas o que dizer das promessas de Cristo de que Ele e o pai farão morada nos salvos? aqui é aplicado a onipresença divina, não sua pessoa na totalidade, pois na sua totalidade Cristo assentou-se a destra de Deus (Hebreus 1:1) e voltará literalmente. Enfim, devemos evitar jargões e frases de efeito como se a pregação fosse um jogo psicológico. O cuidado com as palavras deve ser uma qualificação necessária para não sermos responsáveis pelo desenvolvimento de heresias na cabeça dos outros. Além disso, durante muitos anos, tenho observado que muita gente não quer corrigida quanto a isso. É necessário que se diga que um conceito errado é uma deformação da verdade, mas insistir em conceitos errados é uma deformação do caráter. Sei que muitos não desejam abandonar seus jargões, pois eles são as ferramentas psicológicas que condicionam os ouvintes a manterem um conceito elevado de si mesmos. Além disso, poucos desejam ser corrigidos, o homem orgulhoso não deseja abandonar suas opiniões, porque elas são as mascaras necessárias para amparar suas ilusões.




CLAVIO J. JACINTO