Mostrando postagens com marcador Pequenos Textos Apologeticos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pequenos Textos Apologeticos. Mostrar todas as postagens

Contra Heresia do Fisicalismo

0 comentários

 


Com relação ao fisicalismo reducionista, é uma idéia errônea, um equivoco, partindo do campo da experiência de idéias. Por exemplo, um inventor pode desenvolver no campo mental uma maquina, e depois na pratica da exteriorização da idéia mental, vai criar essa maquina. Portanto temos um dualismo, a maquina criada não é a parte ou emanação do seu criador, mas algo distinto. Se ele criar milhares de maquinas, haverá mil coisas distintas do criador, e aqui temos um dualismo, a mente cria algo que se emancipa para fora dela mesmo. De certa forma, mesmo depois de morto, o criador tem uma emancipação da sua consciência na obra que criou. Aqui temos uma prova absolutamente concreta de que a mente se manifesta para fora de si mesma.

 

C. J. Jacinto

Sobre o Logos (Defesa da Cristologia Ortodoxa)

0 comentários

 Os vários nomes de Jesus nos dizem muito sobre quem Ele é e o que Ele veio fazer. Até agora vimos três títulos diferentes usados ​​para Jesus no Novo Testamento: “Cristo”, “Senhor” e “Filho do Homem”. Hoje veremos o título dado a Jesus no prólogo do evangelho de João: “Logos”.

Nas traduções para o inglês, João 1:1 diz: “no princípio era o Verbo”. O termo grego traduzido por “Palavra” neste versículo é a palavra logos . Vemos essa palavra incorporada a uma variedade de termos técnicos, como biologia (uma palavra sobre coisas vivas) e teologia (uma palavra sobre Deus).

Embora a tradução do termo logos seja a palavra simples , deve-se notar que logos carregava muita bagagem filosófica no mundo grego antigo. A filosofia grega antiga estava preocupada em responder às questões últimas da realidade. Eles estavam procurando encontrar a verdade suprema. Eles queriam encontrar a realidade última que está por trás de todas as outras coisas.

Com o tempo, à medida que os antigos filósofos ponderavam sobre essas questões, eles criaram um termo para descrever essa realidade última, e o termo que criaram foi logos . logos passou a ser entendido como aquilo que dava vida e sentido ao universo. No âmbito da filosofia grega, no entanto, esse logos era amplamente entendido como uma força impessoal, não um ser pessoal.

Quando chegamos a João 1 , vemos que o apóstolo fez duas coisas com o termo que seriam impensáveis ​​para os filósofos gregos. Em vez de uma força impessoal, o logos do evangelho de João é um ser pessoal que pode ser recebido ou rejeitado por outras pessoas (vv. 11-12). Este logos também se encarnou como ser humano e manifestou a glória de Deus (v. 14).

logos é o Deus pessoal revelado a nós no Antigo Testamento. João, movido pelo Espírito Santo, nos diz isso indiretamente começando 1:1 com “no princípio”, assim como Gênesis 1:1 começa. Ele também nos diz isso mais diretamente quando em 1:1 ele escreve: “o Verbo era Deus”. Esse logos , que dá sentido e propósito a todas as coisas, está longe de ser um princípio impessoal. Em vez disso, este logos é Jesus Cristo, o próprio Deus do universo.


FONTE: https://www.ligonier.org/learn/devotionals/logos

Contra a Heresia do Fisicalismo Reducionista

0 comentários

 Com relação ao fisicalismo reducionista, é uma ideia errônea, um equívoco partindo do campo da experiência de ideias. Por exemplo, um inventor pode desenvolver no campo mental uma máquina, e depois na prática da exteriorização da ideia mental, vai criar essa maquina. Portanto temos um dualismo, a máquina criada não é a parte ou emanação do seu criador, mas algo distinto. Se ele criar mil maquinas, haverá mil coisas distintas do criador, e aqui temos um dualismo, a mente cria algo que se emancipa para fora dela mesmo. De certa forma, mesmo depois de morto, o criador tem uma emancipação da sua consciência na obra que criou. Aqui temos uma prova absolutamente concreta de que a mente se manifesta para fora de si mesma.


CJJ

Novas Criaturas e Não Deuses.

0 comentários

 

 


Em II Pedro 2:4 Pedro ensina que os cristão são participantes da natureza divina. Ora isso não significa que somos pequenos deuses ou que herdamos a natureza divina do criador, somos criaturas que podem por meio da regeneração receber as virtudes daquele que nos salvou. Vejam bem:

Em primeiro lugar as Escrituras afirmam que os que estão em Cristo são novas criaturas (II Coríntios 5:17) não divindades mas novas criaturas. Esse texto por si mesmo já seria uma prova cabal para denunciar essa heresia.

Em segundo lugar, participar da natureza divina é por imagem e não por natureza, Tiago 3:9 diz que somos feitos a imagem e semelhança de Deus, ou seja, os seus aspectos morais e suas virtudes refletem no nosso coração. Não se trata por assim dizer que temos atributos de onipotência onisciência e onipresença, mas tão somente aquelas capacidades e qualidades nobres que fazem do homem a coroa da criação. Todavia, homens e anjos ainda são criaturas e não divindades.

Em terceiro lugar, sendo, pois regenerado, o pobre e miserável pecador não deve cair na armadilha da superstição ou do cerimonialismo que caducou quando Cristo realizou uma expiação perfeita e inaugurou uma superior aliança com seu próprio sangue. Pois nos é dito : “Porque em Cristo Jesus nem circuncisão, nem a incircucisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura”( Gálatas 6:15 ACF) Devemos agir como homens transformados para adorar e glorificar a Deus e não para sermos escravos de superstições.

Em quarto lugar, pregadores neopentecostais e carismáticos, hinduístas e adeptos da Nova era erram por não conhecerem as Escrituras, quando apelam para o erro decorrente da má interpretação de II Pedro 2:4. Esse erro já foi denunciado em Atos por Paulo quando denunciou o antropocentrismo da idolatria dos pagãos, pois eles esculpiram divindades por artifício e imaginação de homens (Atos 17:29) o erro é o mesmo, a única diferença é que a crença herética da idolatria pagã se arremessa para dentro de corações que esculpem pela má hermenêutica divindades corporais de modelo antropocêntrico o que não deixa de ser um erro menos grave.

 

C. J. JACINTO

Contra a Heresia do Mundanismo

0 comentários

 Aquele que foi justificado gratuitamente pela obra de Cristo jamais rastejará  no pó sujo e poluído desse mundo


H. Bonar

Contra a Heresia da Dissolução

0 comentários

 

Somos justificados pela graça soberana de Deus por meio de Jesus Cristo e Seu sangue expiatório. Obras nada têm a ver com nossa justificação. Somos salvos pela graça de Deus para a salvação por meio de Cristo. Nossa santificação, entretanto, é definitivamente uma questão de nosso crescimento em obediência. A fé sem obras é morta. Se não há evidência de santificação, então não há fé. Nossa santificação é pela obediência à lei de Deus. Isso é o que Lutero e Calvino disseram, a regra de fé (esse é o meio de santificação) é a lei. E nosso Senhor no Sermão da Montanha disse que uma árvore boa só dá bons frutos, mas uma árvore corrupta dá frutos corrompidos. Agora, nossas obras são simplesmente aquele bom fruto. Estamos mortos para a lei como uma acusação, como uma pena de morte. Nesse aspecto, estamos mortos para a lei. Agora, algumas pessoas ficam assim distorcidas. Eles dizem que a lei está morta. A Escritura nunca diz que a lei está morta, mas que estamos mortos para a lei como uma pena de morte, como uma acusação, mas estamos vivos para ela como a justiça de Deus. Agora está escrito na mesa de nossos corações. Antes a lei era uma pena de morte, uma sentença, agora é um aspecto do novo homem em nós e somos salvos, diz São Paulo, para que a justiça da lei se cumpra em nós.

-RJ Rushdoony

 

Contra a Heresia do Naturalismo Filosofico

0 comentários

 

A depravação do homem é ao mesmo tempo a realidade mais empiricamente verificável, mas ao mesmo tempo o fato mais resistido intelectualmente.

-Malcolm Muggeridge

Con tra a Heresia do Mundanismo

0 comentários


 

Contra a Heresia do Amor ao Mundo

0 comentários


 

Contra a Heresia do Teísmo Aberto

0 comentários

 


A Heresia da Falsa Unidade

0 comentários

 

Unidade sem verdade é um veneno mortal, eis a armadilha do relativismo religioso. A ênfase dada ao amor como mais importante do que a doutrina é outro erro grave. É certo que a sã doutrina sem o amor é apenas uma manifestação fria de intelectualismo ortodoxo, mas amor sem a sã doutrina é um erro gravíssimo, é a manifestação clara do espírito do erro que obscurece completamente o sentido dos ensinos e advertências sobre a apostasia descritas no Novo Testamento. Primeiro o amor verdadeiro deve ser aplicado aos fundamentos da fé cristã e só assim ele será legitimo aplicado da vida cristã, sem um amor aplicado a  verdade, não haverá fidelidade e compromisso verdadeiro com as verdades do Evangelho.


CLAVIO J. JACINTO

Duplicidade a Heresia Moral da Nossa Epoca

0 comentários

 

“Entre os pressupostos fundamentais da vida realmente moral da pessoa, está também a veracidade. Um homem insincero, mentiroso, não é apenas portador de uma grande desvalia moral, como o avarento ou intemperante; toda a sua personalidade está doente, toda a sua vida ética, tudo o que nele possa haver de moralmente positivo está ameaçado, tudo é problemático. A sua atitude perante o mundo dos valores como um todo está atingida no nervo vital”

Atitudes Éticas Fundamentais. Dietrich Von Hildebrand. Editora Quadrante. Pagina 32

Contra a Heresia dos Salvos Carnais

0 comentários

 

 

  “Os chamados crentes carnais lotam as igrejas apoiados pelo ensino de que viverão na carne e depois entrarão no céu. A bíblia não aceita isso. Esta verdade é para mim também; se eu for carnal, não tenho direito de transpor os portais do lar celestial. A verdade deve ser dita, doa aquém doer. Deus será honrado pela verdade da Sua Palavra

 

Antonio Abuchaim. Importa Renascer. Pagina 65

Contra a Heresia do Secularismo

0 comentários

 

Todo sistema de crenças tem uma construção doutrinária, não importa o quanto ela possa ser materialista ou secular, niilista ou cética, será um sistema com uma cosmovisão, um conjunto de crenças que se dogmatize, na medida em que tenta justificar-se por conta da antítese.  Reprovando as idéias contrárias oi opondo-se contra o que concorda. De certa forma, tudo é religioso, até mesmo o mais cético dos homens, acaba por ceder altar a própria razão, motivo pelo qual faz tanta gente ser arrogante sustentando os pressupostos da própria racionalidade Na expressão de Nancy Pearcey: “A própria secularidade está fundamentada em crenças básicas, da mesma maneira que o cristianismo”. A razão pela qual isso ocorre é que cada homem que nega a existência do DEUS bíblico, acaba cedendo a própria razão como divindade para preencher o vazio posterior a negação de uma verdade absoluta.


CLAVIO J. JACINTO

COXEANDO ENTRE DOIS PENSAMENTOS

0 comentários

 


A sedução final e o fruto degenerado produzido por falsos profetas no coração humano

 

Em I Reis 18 e 19 lemos a história do confronto de Elias contra os apóstatas desvairadas, Acabe, Jezabel e os profetas idólatras. Elias é um homem quase solitário, vivendo num cultura eclética, a realidade espiritual daquela época era uma religião oficial relativa, sincrética e ecumênica, nada de separação bíblica, servir a Deus e aos baalins, coxear em dois pensamentos era a regra religiosa vigente.(I Reis 18:22) A mesa de Jezabel era um caldeirão de crenças, e os falsos profetas estavam na moda sendo sustentados e financiados por Jezabel e Acabe. Elias então é chamado de “perturbador de Israel” a verdade dita incomoda quem está conformado com a mentira, verdades duras incomodam os que amam as fabulas, a pregação das verdades do evangelho é ofensiva aos apóstatas, a regra de ouro para a fidelidade em tempos de confusão é manter-se num relacionamento pessoal com Deus e com a Sua Palavra e desvincular-se da maioria dos que professam o erro. Você nunca encontra Elias almoçando ao lado dos profetas falsos financiados por Jezabel. Os verdadeiros estão sendo assassinados e os falsos estão sendo alimentados. Basta que um “Elias” se levante com firmeza contra os pecados que o mundo venera e ele recebera um ataque massivo de ofensas do mundo secular e do sistema religioso. Aqui vemos claramente a separação bíblica, não há tolerância com relação a prática da idolatria, no caso estudado, a exegese do texto nos leva para uma conclusão óbvia, de acordo com o sentimento da oposição: Elias era um intolerante, fanático e fundamentalista. Qualquer que tenha o interesse de ser sóbrio e biblicamente  ortodoxo em nossos dias será acusado da mesma maneira. Será tomado como um perturbador da sociedade, um inimigo da unidade e da paz, um fundamentalista e um intolerante. Elias não comungava com o grupo “jezabeliano” de profetas, não comparecia as suas celebrações comemorativas, sua vida era reservada porque era consagrada, não havia alinhamento com a era secularizada de uma religião que tolerava o erro e comungava com a idolatria do culto a Baal. Ali estava Elias entre aqueles que não beijavam os pés das divindades.  Era uma atitude ridícula aos olhos dos religiosos de visão elástica que acreditavam ser a verdade mais relativa e menos absoluta. Afinal de contas, Baal também deveria ser uma divindade respeitada, porque seus profetas tinham prestígio popular e toleravam os pecados que Yaweh condenava, a religião da moda tinha então um colégio de profetas que emitiam pareceres favoráveis ao gosto humano pelas coisas erradas, ainda que a Escrituras emitam o parecer de que a inclinação da carne adâmica é inimizade contra Deus (Romanos 8:7) os falsos profetas pregavam que a prática do pecado trazia paz com Baal. Só um fanático pode ir contra a religião do estado, adotada por Jezabel e que representava a tolerância e a unidade de todos. Por trás de toda a riqueza de tradições e liturgias e tantos profetas, já que Elias conseguiu reunir do monte Carmelo um número bem considerável deles, era a moda daquela época ter posse de um título de profeta, e as vantagens para isso? comer á mesa no palácio de Jezabel é uma posição de Status. Tudo indicava a ostentação, fama,  vida boa. Enquanto os verdadeiros profetas eram perseguidos e mortos, porquanto um homem piedoso chamado Obadias tinha escondido cem deles em cavernas, para preservá-los da inquisição jezabeliana. Aqui temos mais uma lição, em tempos de crise espiritual são poucos aqueles que arriscam a vida para sustentar, defender e proteger os verdadeiros profetas, a maioria ficava do lado dos falsos, é inclinação do homem amar falsamente quem não lhe ofende e odiar de verdade quem prega a verdade.

 Tal era a condição de apostasia daquela época, uma crise espiritual de identidade e pratica da verdade marcava aquele momento tão difícil para quem desejava servir a Deus em amor e fidelidade aos seus mandamentos. “Mas que diz a resposta divina? reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos a Baal”(Romanos 11:4)

Que Elias seja o exemplo, quando em nossos dias se erguem altares para tantos deuses estranhos dentro da cristandade, olhem para nosso mundo atual, veja quantas divindades surgiram, o panteão imenso de celebridades adoradas como se fossem divindades, as coisas terrenas sendo buscadas e veneradas como se fossem deuses, pastores e pregadores sendo idolatrados como sendo “Este é o grande poder de Deus”(Atos 8:10) o egoísmo sendo erguido dentro do próprio coração humano, a entronização da razão humanista como um deus potente capaz de dar ao homem a venerável posição de juiz relegando ao coração a autoridade final nas coisas relacionadas ao certo e errado. Olhe em nossa volta e veja como as ideologias enraizadas no marxismo são divinizadas, veja como toda sorte de ideologias políticas e seus falsos profetas são veneradas com extremo fanatismo, todos esses deuses são novos baalins defendidos por movimentos jazebelistas como o feminismo, este ultimo uma perfeita expressão da predominância da autoridade feminista contra os princípios bíblicos, nas melhores das expressões, uma rebelião contra as Escrituras e a vontade de Deus. O cenário atual clama por homens idôneos como Elias, que sejam corajosos e firmes, não corrompendo-se diante do cenário caótico e confuso que se instaurou no mundo atual. Clama por sete mil que representam um remanescente que está firme contra o sistema que estejam no rol dos novos heróis da fé “ “E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho, e não amaram as suas vidas até a morte” (Apocalipse 12:11) Deus procura homens que realmente estejam firmes nos princípios fundamentais das Escrituras.

Veja o amado leitor que em I Reis 18:21 vimos que os falsos profetas e falsos doutores induzem o povo a serem fracos nas convicções doutrinárias e relativos em relação as doutrinas espirituais verdadeiras, de um modo geral o que predominava era gente coxeando entre dois pensamentos sem saber de fato se o monoteísmo era uma verdade absoluta ou não.

“Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o, Porém o povo nada respondeu” (I Reis 18:21) O povo estava numa encruzilhada e não sabia qual era a direção certa. Jesus afirmou: “Ninguém pode servir a dois senhores;porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom”(Mateus 6:24)

  Unir tese e antítese, essa era a política religiosa de jezabel, Para que o erro predomine, não é necessário negar uma verdade, basta enfraquecer o conceito de importância dela até o ponto de não mais ser considerada como uma verdade fundamental, e então o falso ganhará domínio sobre o mundo e enganará todos aqueles que não tem convicções fortes, mas que se iludem com as falsas aparências. Acaso não é este o tempo da confusão? Não é agora um tempo difícil cheio de placas de indicações e poucas certas? Embora Deus não seja um Deus de confusão, o mundo é um mundo religiosamente confuso, e porque é confuso? Justamente porque os fundamentos da verdadeira vida espiritual estão sendo corrompidos  pelos falsos profetas, os fundamentos da fé cristã foram abalados pro exemplo pela teologia liberal. O modernismo acrescido de outros fatores vem corroendo as bases fundamentais da fé cristã histórica veja o exemplo claro de coxear em dois pensamentos quando se professa em cartilha  a autoridade e suficiência das Escrituras e na experiência mística se coloca os sentimentos e as revelações acima delas. Isso é coxear em dois pensamentos. Outro exemplo é acreditar na obra consumada e perfeita de Cristo na cruz e professar que a salvação é por fé somente, mas na prática prega e defende a salvação pelos méritos e pelas obras, isso é coxear em dois pensamentos. (Veja Tito 3:5) Outro exemplo é acreditar que a Bíblia é a Palavra de Deus inspirada e ao mesmo tempo defende paráfrases e traduções modernistas e corrompidas como sendo da mesma autoridade de uma versão tradicional. Coxear em dois pensamentos tem muitos outros exemplos, é defender o direito a vida e depois votar em candidatos pró aborto, é ser um professo defensor da família tradicional e depois  apoiar quem luta contra os princípios morais da família tradicional. Coxear em dois pensamentos é uma prova contundente de hipocrisia no seu estado mais avançado de degeneração, é mostrar-se infectado pela filosofia eclética e relativista de Jezabel e sua associação de falsos profetas. Assim como também muitos professam uma religião morta com uma confissão de fé e crença na existência de Deus mas como está escrito: “confessa que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra” (Tito 1:16).  O comportamento de muitos cristãos professos é um verdadeiro coxear em dois pensamentos, estão mortos, estão fingindo que estão vivos, mas estão mortos como alguns na igreja de Sardes (Apocalipse 3:1)  Ainda outros professam uma teologia de riquezas e bênçãos materiais, porém eram miseráveis e pobres espirituais “Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; o que não sabes que és um desgraçado, e miserável e pobre, cego e nu”(Apocalipse 3:17) as palavras saíram da boca daquele que nunca proferiu mentiras ou engano;  Cristo Jesus o Senhor, se ele proferisse publicamente isso hoje em dia, seria arrastado novamente para o Calvário por muitos lideres eclesiásticos, se subisse no púlpito da maioria das igrejas de hoje em dia, seria expulso do templo.  Mas aqui temos verdades solenes, você coxeia entre dois pensamentos quando não segue a norma ética do Sermão da montanha: “Seja porém o vosso falar: Sim, sim: Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna”(Mateus 5:37) Assim temos uma serie de exemplos do que significa coxear em dois pensamentos, entre verdade e a mentira escolhe os dois simultaneamente e pedir para ser duas vezes condenado, primeiro por amar a mentira e depois por rebaixar a verdade e adulterá-la para se ajustar com o erro. Coxear em dois pensamentos é professar viver por fé e ao mesmo tempo ser viciado em sentimentos, de modo que toda a vida espiritual não passa de um amontoado de experiências místicas subjetivas e contraditórias entre si mesmas e contra a Palavra de Deus,  O Dr Samuel F. M. Costa, em seu excelente livro “Século 21 Estamos Sendo Seduzidos” escreveu: “A sedução mística está nos cercando a cada passo e, sem perceber, estamos assimilando muitas doutrinas alienígenas à Palavra de Deus. O que era esdrúxulo, passou a ser visto como normal. O que era demoníaco passou a ser considerado divino e o que era restrito ao meio esotérico tornou-se aceitável no circulo cristão”. Essa declaração vem de um estado de confusão que se instaurou na cristandade de hoje, o que temos atualmente senão uma enorme quantidade de religiosos que se encaixam perfeitamente na descrição de Paulo: “Tendo a aparência de piedade, mas negando a eficácia dela, destes afasta-te” (II Timóteo 3:5) Coxear em dois pensamentos nos tiram das certezas do Novo testamento e nos remetem para o lamaçal das duvidas e das incertezas. Como poderá permanecer firme em suas convicções doutrinarias um cristão que segue doutrinas falsas e estranhas como a negação da autoria mosaica do Pentateuco? Como podem viver na firmeza doutrinaria com convicções firmes aqueles que estão freqüentando reuniões supostamente cristãos que negam as doutrinas fundamentais e promovem todo o tipo de dúvidas e confusões? não é uma assembléia cristã local a igreja que é a firmeza,a coluna e o baluarte da verdade? Como pode descansar na obra consumada e perfeita de Cristo na cruz, alguém que ouve falsos evangelhos? Poderia um homem confiar naquilo que Cristo realizou na cruz quando aceita como verdadeira a heresia de que a salvação de adquire pelo esforço humano? Não é coxear em dois pensamentos aceitar a graça ensinadora de Deus e ao mesmo tempo confiar na observância da lei como via meritória de merecimentos auto-redentores? Enquanto que a sã doutrina, os fundamentos da fé nos colocam na Rocha e na firmeza espiritual, a confusão promovida pelo relativismo nos leva de um lado para outro como a moinha carregada pelo vento. A W Tozer no livro “Recuperando o Cristianismo” escreveu: “O fato de haver muitas questões nos dias de hoje, é uma péssima indicação de que não estamos sendo iluminados. Quem tem a luz de Cristo não faz perguntas; tem as respostas” Muitos séculos separam Elias de nossos dias, porém o espírito do erro dos falsos profetas daquela época ainda prevalecem hoje em nossos dias, lembre-se que mesmo depois de muito tempo, a influencia espiritual misteriosa de Jezabel vai aparecer numa igreja cristã dos primeiros séculos; a igreja de Tiatira (Apocalipse 2:19 a 28) e tem atuado hoje em dia em nosso meio. Assim pela revelação progressiva, vimos no de texto de Apocalipse que a Jezabel de Tiatira induzia suas presas a praticarem a fornicação e o adultério espiritual se envolvendo coma idolatria. Coxear em dois pensamentos é comprometer a nossa fidelidade à Cristo, de modo que amamos a Deus e também queremos amar o presente século, assim muitos desejam chegar ao céu, mas não querem sair do mundo, como os hebreus que no deserto comendo maná desejavam os alhos, os pepinos e as cebolas do Egito, a proposta era retornar para o antigo mundo com a velha vida e deixar a terra prometida para outra oportunidade. A idolatria na sua forma mais sutil nada mais é do que manter o foco do coração nas coisas falsas e passageiras é priorizar a vaidade como necessidade e celebrar uma devoção amorosa por aquilo que está corrompido pelo pecado, a prostituição espiritual é ter um relacionamento apaixonado por coisas que Deus abomina e manter uma estima por aquilo que Deus detesta e nutrir uma afeição doentia por coisas passageiras e cultivar a crença de que possuímos para sempre as coisas que jamais podemos levar para a eternidade.

“O truque principal de Satanás é enganar as pessoas, fazendo-as imaginar que podem misturar com sucesso o mundo com Deus, andando na carne enquanto clama no Espírito. E então eles "se beneficiam de ambos os mundos". Mas Cristo declarou enfaticamente que ninguém pode servir a dois senhores (Mateus 6:24). Muitos entendem mal a força dessas palavras penetrantes. A verdadeira ênfase não está no "dois", mas em "servir", ninguém pode servir a dois senhores. E Deus deve ser servido - temido, submeter-se e obedecer a Ele é o imperativo maior. Que sua vontade regule a nossa vida em todos os seus detalhes e aspectos. Veja 1 Samuel 12: 24-25. Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás (Mateus 4:10).” Arthur Pink

 

 

Clavio J. Jacinto

Comunhão Biblica Bereiana

Paulo Lopes SC

(48) 999947392

 


A Heresia da Religião Secular

0 comentários

 


Todo sistema de crenças tem uma construção doutrinaria, não importa o quanto ela possa ser materialista ou secular, niilista ou cética, será um sistema com uma cosmovisão, um conjunto de crenças que se dogmatiza, na medida em que tenta justificar-se por conta da antítese.  Reprovando as idéias contrarias oi opondo-se contra o que concorda. De certa forma, tudo é religioso, até mesmo o mais cético dos homens, acaba por ceder altar a própria razão, motivo pelo qual faz tanta gente ser arrogante sustentando os pressupostos da própria racionalidade Na expressão de Nancy Pearcey: “A própria secularidade está fundamentada em crenças básicas, da mesma maneira que o cristianismo”. A razão pela qual isso ocorre é que cada homem que nega a existência do DEUS bíblico, acaba cedendo a própria razão como divindade para preencher o vazio posterior a negação de uma verdade absoluta.

 

 

Clavio J. Jacinto

A Heresia da Regeneração Carnal

0 comentários

 


“Os chamados crentes carnais lotam as igrejas apoiados pelo ensino de que viverão na carne e depois entrarão no céu. A bíblia não aceita isso. Esta verdade é para mim também; se eu for carnal, não tenho direito de transpor os portais do lar celestial. A verdade deve ser dita, doa aquém doer. Deus será honrado pela verdade da Sua Palavra

 

Antonio Abuchaim. Importa Renascer. Pagina 65

Contra a Heresia de Idolatrar Politicos

0 comentários

 Jesus Cristo e Alexandre o Grande Jesus e Alexandre morreram aos trinta e três anos. Um viveu e morreu para si mesmo; o outro morreu por você e por mim. O grego morreu num trono; o judeu, numa cruz. A vida de um pareceu um triunfo; a do outro, somente uma perda. Um deles comandou imensos exércitos; o outro andou só. Um deles derramou o sangue do mundo inteiro; o outro deu o seu próprio sangue. Um, enquanto vivia, ganhou o mundo e, na morte, tudo perdeu. O outro perdeu sua vida a fim de ganhar, de todos nós, a fé. Jesus e Alexandre morreram aos trinta e três anos. Um morreu na Babilônia; o outro, no Calvário. Um ganhou tudo para si mesmo; o outro deu a si mesmo. Um conquistou todos os tronos; o outro, todos os sepulcros. Um fez a si próprio deus; o próprio Deus fez-se servo. Um viveu para vangloriar-se; o outro, para abençoar. Quando o grego morreu, ruiu para sempre o seu trono de espadas. Jesus, contudo, morreu para viver para sempre como o Senhor dos Senhores. Jesus e Alexandre morreram aos trinta e três anos. O grego fez a todos seus escravos; o judeu a todos libertou. Um construiu um trono sobre sangue; o outro, sobre o amor. Um é nascido da terra; o outro é nascido do alto. Um conquistou toda esta terra e perdeu a terra e o céu. O outro deu tudo a fim de que tudo lhe fosse concedido. O grego morreu para sempre; o judeu vive para sempre. Aquele que tudo recebe perde; e aquele que tudo dá recebe! -- Anônimo

O MEDIADOR DA ALIANÇA

0 comentários

 



– C. H. Spurgeon

“E te farei mediador da aliança do povo.” (Isaías 49.8)

O próprio Senhor Jesus é a essência e a síntese da aliança. Como um dos dons da aliança, o Senhor Jesus é propriedade de todo crente. Crente, você pode avaliar o que recebeu em Cristo? “Nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade” (Colossenses 2.9). Considere a palavra Deus e a infinitude de seu significado; depois, medite em Cristo, o Homem perfeito e toda a beleza dele; pois é seu tudo o que Cristo possui, como Deus e como homem, por meio de favor absoluto e sincero, passou a ser propriedade pessoal sua, para sempre.

Nosso bendito Jesus, como Deus, é onisciente, onipresente, onipotente. Não lhe consola saber que todos estes grandes e gloriosos atributos são seus? Ele tem poder? Esse poder é seu, para sustentá-lo e fortalecê-lo, a fim de que vença os inimigos e persevere até ao fim. O Senhor Jesus tem amor? Não existe qualquer gota de amor, no coração dele, que não seja sua. Você pode mergulhar no imenso oceano do amor dele e dizer sobre aquela abundância: “É tudo meu”. Ele possui justiça? Esse atributo talvez lhe pareça severo, mas também é seu; pois Ele, por meio de sua justiça, cuidará que lhe seja garantido tudo o que foi prometido na aliança da graça.

É seu tudo o que o Senhor Jesus possui como homem perfeito. O deleite de Deus estava sobre Ele, como homem perfeito. Ele foi aceito pelo Altíssimo. Ó crente, a aceitação de Cristo, por parte de Deus, é a sua aceitação. Você sabe que o amor do Pai colocado sobre o Filho também está colocado sobre você agora? Pois todos os feitos de Cristo são seus. Aquela perfeita retidão que Jesus constituiu, por meio de sua vida santa, também é sua, e foi imputada a você. Cristo está na aliança.

Que conforto divino! Do meu Deus eu sou! E que bênção saber que o Salvador é meu! No Cordeiro celeste, muito feliz estou,

Meu coração pulsa ao som do seu nome. JESUS

Charles Spurgeon

O Testemunho do Deus Vivo e Onipresente

0 comentários

 


Uma dose de fé para os adeptos da heresia da religião do conformismo e da conformação com essa era, mas conhecida como neo-evangelicalismo pós moderno.

 

Eu Fiquei em confinamento solitário nesta cela por dois anos. Eu não tinha nada para ler nem qualquer material para escrever; eu apenas tinha meus pensamentos como companhia, e eu não era um homem meditativo, mas uma alma que raramente havia conhecido silêncio.
     Será que eu cria em Deus? Agora havia chegado a hora do teste. Eu estava completamente só. Sem salário para receber, sem opinião de ouro para considerar. Deus apenas me ofereceu sofrimento – será que eu continuaria a amá-Lo?
     Lentamente, aprendi que na árvore do silêncio está o fruto da paz ... descobri que mesmo aqui [em isolamento] meus pensamentos e sentimentos se voltavam para Deus, e que eu podia passar noite após noite em oração, em exercícios espirituais e em louvor. Eu sabia agora que não estava brincando de crer. EU CRIA! (Richard Wurmbrand. Nos subterrâneos de Deus, p. 120)