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AS INFLUENCIAS MALIGNAS POR TRÁS DE IDEOLOGIAS ANTICRISTÃS

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C. J. Jacinto

 

Dois livros distópicos do qual eu tive conhecimento e li há muitos anos atrás, me fizeram refletir acerca de tudo o que nós vivenciamos nesses últimos tempos. O primeiro livro é "Admirável Mundo Novo" (Brave New World), de Aldous Huxley, do qual narra toda a humanidade numa sociedade distópica, ela praticamente perde o seu sentido original e as pessoas são condicionadas em castas sociais, e sofrem um condicionamento psicológico e também social, de modo que toda a vida ganha o sentido através de estados alterados de consciência, de um tipo de uma droga entorpecente chamada Soma. É um cenário sombrio, onde a humanidade se torna menos humana.

 Na verdade, neste mundo distópico do qual Huxley falou no seu "Admirável Mundo Novo", a maior parte das pessoas, senão quase todas, são criadas em laboratório. De modo que tudo indica que nesse romance, o mundo imaginado pelo autor, não admita abertamente, na verdade, apresenta a abolição da família tradicional e do casamento monogâmico. Fato esse que vai se repetir em um outro livro com o título "A Ilha", no qual é o inverso do "Admirável Mundo Novo": enquanto que neste primeiro, todo o romance é de caráter distópico, no romance "A Ilha", o autor inverte e faz desse romance uma utopia. O outro livro é do escritor russo Yevgeny Zamyatin, com o seu livro Nós, publicado em 1924. Desse livro, que foi uma das principais influências e inspiração para que Aldous Huxley pudesse escrever Admirável Mundo Novo, o escritor russo fala acerca de um mundo em que os humanos não têm mais nomes, apenas números. E, de certa forma, a obra também segue a mesma linha em relação ao tema da abolição dos valores judaico cristãos. A tecnologia deu a possibilidade de que os seres humanos possam ser reproduzidos em série. Isso, sem dúvida nenhuma, nos remete a uma questão muito atual para os nossos dias. Mesmo há tanto tempo atrás, quando o escritor russo Zamyatin escreveu o romance Nós — em 1924 , mais de 100 anos se passaram —, parece que ele estava prevendo algo a respeito do futuro. E é isso que nós estamos vivendo hoje. Aliás, quem lê Admirável Mundo Novo percebe que o autor Aldous Huxley parece ser contemporâneo da nossa sociedade. É como se ele tivesse um conhecimento claro sobre tudo o que envolve relativismo moral, pós-modernidade e tecnologia, principalmente a biotecnologia. A  abolição do casamento monogâmico não é apenas uma idéia ideológica, qualquer pesquisador serio, encontra em psicanalistas clínicos de segmento freudiano como William Reich, a ideai primaria da revolução social pela desconstrução, outros como Jacques Derrida também contribuiu para o processo da desconstrução, mas Reich em particular, começou a desenvolver suas idéias desconstrucionistas, inclusive minando as bases do casamento monogâmico, o que seria correto subentender; um ataque direto aos valores judaicos cristãos e a isso ele chamou de processo “Freudo-Marxista”. Há uma influencia demoníaca por trás dessa tendência, é a ssustador que, escritos místicos de renome em nossos dias como Donald Neale Walsh tenha recebdio mensagens da “divindade” que ele comunga e recebe revelações espirituais, de que em sociedade altamente “desenvolvidas” não existe o casamento ou outras construções artificiais para manter a sociedade unida (1).  Walsh segue na mesma direção de Reich, e das tendências revolucionarias de nossa era secular, cuja inclinação diabólica tende a inverter os valores para romper com os fundamentos da civilização. O que envolve nos dois romances aqui citados no inicio deste artigo é, primeiramente, o seu cenário, onde tudo ocorre: um Estado unificado e globalizado. E, por fim, o fim do nascimento natural do ser humano. Agora, o que se leva em conta é a técnica de fertilização in vitro em larga escala, a indústria genética de seres humanos. Isso parece ser um tanto assombroso. Portanto, os próprios romances em si mesmos trazem esse cenário sombrio. Mas, o que falar na vida real? Pois parece que existem muitos paralelos entre aquilo em que Zamyatin e Huxley escreveram e o que ocorre em nossos dias, pois estamos vivendo coisas muito parecidas, de modo que, como cristãos, precisamos fazer uma reflexão a respeito deste assunto.


É necessário ser sensato com relação a este assunto: a tecnologia, a biologia (e, principalmente, a biologia) e a medicina têm trazido grande progresso para o mundo e para a civilização, de modo que, hoje, sabemos que muitas doenças são combatidas e que há uma eficiência muito grande no sistema de saude, justamente por causa desse avanço tecnológico. Esse é o lado bom: tudo aquilo que vai trazer benefício, que não vai violar a sacralidade da vida, que não vai colocar o homem no lugar do Criador, e tudo aquilo que possa trazer benefício social, isso sim deve ser declarado como bom. É próprio da natureza humana o desenvolvimento e o progresso. Lemos isso e entendemos nas primeiras páginas, nos primeiros capítulos do livro de Gênesis, que o desenvolvimento industrial, tecnológico e musical já começa mesmo dentro de uma sociedade de seres caídos, que já estão sob a condenação do pecado. Mesmo assim, o progresso continua, mas devemos estar cientes: a história nos ensina que, muitas vezes, uma tecnologia avançada pode também sustentar uma ideologia sinistra, os acordes da sinfonia da evolução tecnologia e filosófica não levaram a humanidade ao Paraiso, mas ao dilúvio, e algo sinistro está lá: “casaram e deram-se em casamento” (Mateus 24:39) ou melhor, banalizaram e começaram a destruir os fundamentos da civilização. Acredito que qualquer pessoa que faça uma análise histórica e faça uma pesquisa detalhada a respeito da Alemanha na época da Segunda Guerra Mundial, dentro da era nazista, vê que há ali uma característica distinta, um avanço tecnológico, mas é dali que também nasce um processo macabro, assim como também, posteriormente, nos Estados Unidos, quando começam a desenvolver a primeira bomba atômica que é jogada na cidade de Hiroshima e Nagasaki. Então, tanto na Alemanha nazista — que desenvolveu uma máquina de guerra, tinha os melhores equipamentos de guerra e desenvolveram aparelhos tecnológicos e até mesmo na biologia —, todavia, podemos notar que, ao lado disso, também estava paralelo a uma ideologia sinistra, que era o nazismo, caracterizado por ser uma indústria de morte. A grande questão não é a ciência em si mesma. Quando tratamos de bioética e coisas relacionadas a esse assunto, muitas vezes nós temos que notar, ou simplesmente perceber, que elas não são neutras. Há sempre ideologias que estão por trás desse desses progressos do qual, ou, é, fazem parte da história da civilização. De modo que muitas vezes uma ideologia associada ao desenvolvimento do progresso ou de uma tecnologia pode trazer consequências sérias. E, de certa forma, nós podemos notar que essas implicações podem ser notadas, por exemplo, quando a tecnologia ou a biologia está associado ao evolucionismo darwiniano. Isso pode trazer conceitos errôneos e equivocados, de modo que, quando uma ideologia associada ao progresso e à tecnologia, tende sempre a trazer, é, benefícios ou malefícios, mas geralmente o último tem sido, é, no percurso da história, o que se tornou mais evidente. Voltando a dar o exemplo da Alemanha nazista, e não somente isso, porque a ideia da eugenia não se desenvolveu somente no período da Segunda Guerra Mundial, na Europa, mas também nos Estados Unidos, ou seja, em um ambiente completamente fora do nazismo, e não é somente nesses contextos políticos, mas religiosos também, a idéia da eugenia já germinava em “O Fenômeno Humano” de Teilhard de Chardin, portanto nos círculos místicos e religiosos assim como Blavatski vai desenvolver muitas idéias que tecem a teia eugênica. Mais uma vez temos a ideologia e a política expondo algo que o mundo espiritual proclama através de seus canais. Quando Darwin começou a desenvolver a teoria da evolução das espécies, seu amigo Alfred Russel Wallace converteu-se ao espiritualismo, e evolução começou a ser proclamada dentro dos circulos espiritualistas bem como se popularizou entre as variadas escolas esotéricas. Veja bem a repetição do principio, por mais cética que seja a natureza da teoria da evolução e tenha sido o corolário estrutural onde se apóia todo o ateu militante, a mesma ideia é defendia numa performance mais mística e espiritual entre as mais variadas tradições do esoterismo e do espiritualismo.  O mundo espiritual caído não se coloca contra o que é antibiblico, e as filosofias seculares anticristãos tem apoio aberto do mundo espiritual caído. Isso é um fato pouco observável entre nós, mas é de fato uma verdade absoluta! Podemos agora apresentar um exemplo, um exemplo para os nossos dias. Ocorre que há um movimento chamado transumanismo e outro chamado extropianismo, do qual seus cientistas, filósofos e pensadores acreditam piamente que a ciência e a tecnologia darão a possibilidade do homem alcançar a imortalidade e tornar-se uma espécie de divindade. Tudo isso acreditando no potencial humano e no desenvolvimento tecnológico ultravançado pelo qual nós estamos vivendo hoje, inclusive agora com a ajuda da inteligência artificial. De modo que os transumanistas crêem piamente e de forma muito convicta de que o homem superará suas próprias limitações, vencerá a morte, a doença e se transcenderá em um ser superior onde alcançará a imortalidade. Ou seja, o homem salva-se a si mesmo através da tecnologia. Então, podemos perceber que, de uma maneira ou de outra, é inevitável que a tecnologia acabe cedendo aos caprichos de ideologias, quer sejam políticas, esotéricas ou humanistas.

Não há uma neutralidade em movimentos filosóficos e científicos, e muito menos políticos, o mundo espiritual está atuando e inspirando seus profetas blasfemos. Não desejo demonizar todas as esferas e instituições da sociedade, mas é necessário que se creia que a bíblia tem toda a razão quando diz que o mundo todo jaz no maligno (I João 5:19) e que Paulo fala a cerca de uma oposição feita pela falsa ciência (I Timóteo 6:20) o Espírito Santo fala e adverte acerca da aquela antiga serpente que enganou Eva em Genesis 3 e continua enganando todo o mundo em Apocalipse 12:9. Ideologias, filosofias, idéias, doutrinas, dogmas, nada disso tem caráter de neutralidade, há um mundo espiritual caído que atua, apóia, faz seu jogo logístico por trás das cortinas do materialismo, apresentei exemplos desse paralelo neste artigo e creio que cada cristão que tomou conhecimento deste estudo compreenderá minhas palavras e advertências.

 

(1) Citado em Falsa Aurora – Lee Penn – Pagina 562

Eu recomendo muito a aquisição desse livro e a leitura bem como a sua leitura como essencial para entender os processos de desconstrução que ocorre em nossos dias.

 

 


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DESCONSTRUÇÃO: SINAIS DE UMA SOCIEDADE EM COLAPSO

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“Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza” (II Pedro 3:17)

 

No livro "Mentalidade Cristã - O Posicionamento do Cristão em uma Sociedade Não Cristã", John Stott argumentou que a abordagem mais adequada e coerente com os princípios cristãos para as complexas questões da atualidade reside no cultivo de uma mente cristã. Essa mente, imbuída dos pressupostos fundamentais das Escrituras e plenamente informada pela verdade bíblica, é a única capaz de deliberar com integridade cristã sobre os desafios do mundo contemporâneo.

 Uma reflexão sobre o postura do profeta  Daniel evoca também a memória de José como lições profundas acerca de como ele manteve suas convicções pessoais no Egito e também vem a lembrança de Elias, em meio à apostasia de sua época. Considero ainda a Igreja Cristã primitiva, especialmente a Igreja descrita em Atos dos Apóstolos. Paulo e Pedro, entre outros, são figuras que me vêm à mente. Esses homens notáveis confrontaram a cultura e as tendências de seus tempos, enfrentando com coragem os desafios que ameaçavam a fé cristã na sua época.

 Diante do contexto de oposição e perseguição enfrentado pelos apóstolos e profetas, em uma sociedade que rejeitava os princípios bíblicos e levava muitos à morte, observamos a declaração de um deles, registrada em Atos, capítulo 5, versículo 29: "Importa obedecer a Deus antes que aos homens". Creio que, frente aos desafios atuais, cada um de nós precisará reapropriar-se desta passagem, utilizando-a como resposta firme e constante quando confrontados a comprometer nossa fé e fidelidade a Deus em favor de ideologias ou do Estado.

 No livro "Passaporte 2030", Guilherme Fiúza aborda a ascensão do "totalitarismo frouxo". A expressão, em si, requer uma análise mais aprofundada para sua completa compreensão. Contudo, pode-se hipotetizar que a idéia central se assemelhe à previsão de Aldous Huxley sobre um tempo em que a sociedade e seus indivíduos estariam aprisionados em uma "prisão sem grades".
Sob essa ótica, o "totalitarismo frouxo" descreveria um processo de estabelecimento do poder progressivo e sutil, quase imperceptível. Diferentemente da ascensão abrupta de regimes totalitários do passado, como o de Hitler na Alemanha, que se consolidaram rapidamente e com notória violência, o "totalitarismo frouxo" se manifestaria de forma gradual e lenta ,quase imperceptível seguindo padrões de adaptações psicológicas, fazer com que a sociedade se acostume coma inversão de valores.

 Essa dinâmica poderia conduzir a um cenário em que, sem percebermos, nos confrontaríamos com desafios relacionados à nossa fé e convicções. Poderíamos ser compelidos a negar nossos valores e crenças ou a defendê-los, mesmo que isso implicasse em sofrimentos, perdas financeiras ou, em casos extremos, até a morte. Talvez estejamos caminhando para isso, todos os sinais são evidentes!

 Diante da inegabilidade dos fatos, vislumbra-se um embate de natureza espiritual, que em sua essência, constitui uma guerra espiritual. Observamos, na atualidade, um processo de reconfiguração social com viés contrário aos princípios cristãos.   

 Um imperialismo ideológico, caracterizado pela intolerância aos valores judaico-cristãos, é implementado em nossa sociedade. Tal ideal, em verdade, representa um projeto de desconstrução radical dos valores evangélicos e cristãos, buscando a aniquilação do bom senso, da individualidade, da sensatez e dos princípios éticos e morais que sustentam a estrutura tradicional da sociedade, nesse contexto totalitarista, a ciência e a ideologia podem andar em sentido contrario, mas esse paradoxo é amenizado pelo relativismo. A verdade não estaria na realidade perpétua, mas na circunstância do contexto do individuo.

 Essa redução da verdade, tornando-a elástica e plural, culminando num paradoxo de ideologia, resulta na subjetivação do conhecimento. Tais nuances remetem à obra "1984", de George Orwell, onde se descreve uma sociedade com valores invertidos: guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força. Inversão de valores, aceitas silnciosamente por causa da pressão de uma liderança unilateral que não aceita quem pense o oposto. A realidade torna-se abstrata, o conceito da verdade é estabelecido pela filosofia do subjetivismo do “grande Irmão”.
 Recordando a frase de Santo Agostinho, "Este é o nosso preço, estarmos sujeitos à verdade", percebemos que, como outrora, devemos, também, arcar com o preço que a verdade vale. Para o cristão bíblico, a manutenção da ortodoxia e dos fundamentos da fé representa um desafio frente ao movimento de desconstrução que se manifesta na sociedade.

 Como podemos apreender o conceito de objetos concretos, fatos e verdades absolutas na perspectiva pós-moderna? A resposta parece residir na fragmentação inerente a essa corrente de pensamento, que questiona a própria noção de verdade objetiva. A verdade, nesse contexto, perde sua pretensão de universalidade e se torna relativa à experiência individual, às convenções sociais e aos contextos culturais. Em uma sociedade onde a desconstrução equivale a determinar tudo pelo relativismo, perde-se o rumo com relação a determinar o que é verdade e o que é mentira, a verdade será sacrificada para que a mentira ocupe o seu lugar, não sei se um cristão bíblico possa permanecer indiferente frente a essa anomalia diabólica. Mas isso está acontecendo hoje!

 Observando a realidade contemporânea, percebemos uma crescente descrença em valores morais tradicionais, impulsionada em parte pela percepção de uma decadência ética. O indivíduo pós-moderno, muitas vezes, adota uma postura de ceticismo em relação às expectativas sobre os outros, o que pode mitigar desilusões.
 A proliferação de verdades subjetivas e ambíguas, especialmente no âmbito moral, acompanha uma crescente tolerância à conduta imoral. Essa realidade parece ecoar a profecia bíblica que previa o esfriamento do amor, notadamente o amor à verdade, como um prenúncio da multiplicação da iniquidade, termo que, em seus originais, sugere uma transgressão da lei divina, uma anomalia moral.
 O termo "impiedade" assume, centralmente, em conformidade com as Escrituras e com a orientação do Espírito Santo, o significado de uma acomodação ou adaptação do senso crítico aos padrões sociais. A sociedade, nesse processo, gradualmente se habitua a comportamentos anômalos e a práticas consideradas incorretas, invertendo valores e normalizando-os. Essa inversão, com o tempo, leva à indiferença, impedindo a reação diante de tais situações. Este é um processo efetivo, plenamente compreendido pelo adversário, que emprega todos os esforços e meios para sua implementação na sociedade pós-moderna.  Somente dessa forma o filho da perdição, o homem do pecado, o íniquo, como Paulo o descreve em 2 Tessalonicenses, capítulo 2, versículos 3 e 8, poderá se manifestar livremente. Não é por acaso que, com a aparição deste ser maligno e ímpio, a maioria das pessoas o acolherá e apoiará, incluindo muitos cristãos, senão todos os cristãos nominais?

 Com pesar, desejo compartilhar algo que pode ser desagradável. Ao analisarmos a história e a realidade global, onde regimes ditatoriais e totalitários se estabeleceram, tanto no passado quanto no presente, observamos que, em contextos de supressão da verdade, a sua restauração ou manutenção e defesa,  em uma sociedade que cedeu ao totalitarismo, freqüentemente se dá por meio do sacrifício daqueles que a defendem como um princípio inegociável. Essa é uma constatação dolorosa, especialmente em nossos dias, nos quais a Igreja, por vezes, parece negligenciar a ascensão de um sistema contrário aos princípios cristãos, em virtude de um envolvimento com o consumismo, o capitalismo e a busca por entretenimento e experiências agradáveis, ao invés de viver a realidade ultima objetiva, uma comunhão com Deus e um amor puro e forte pelos fundamentos da fé cristã.

 A negligência das igrejas contemporâneas reside precisamente na relutância em pregar a sã doutrina e os fundamentos da fé cristã, demonstrando pouco interesse por esses aspectos. Essa ausência de apreço pelas verdades do Evangelho, traduzida na falta de dedicação à leitura e estudo das Escrituras, representa um problema que poderá acarretar sérias consequências para muitos cristãos no futuro. A incapacidade de suportar a pressão espiritual inerente à batalha que se trava no mundo invisível, aliada a um cristianismo superficial, torna-se um obstáculo intransponível.
 Em sua epístola, no capítulo 6, versículos 10 a 18, o apóstolo Paulo aborda a realidade espiritual e exorta os cristãos a se revestirem de toda a armadura de Deus. Essa armadura engloba tanto equipamentos defensivos quanto ofensivos, de modo que nenhuma guerra espiritual pode ser enfrentada com um cristianismo superficial.

 Observamos, portanto, que Satanás tem empreendido esforços significativos em promover transfigurações, infiltrando-se em diversos ambientes que se autodenominam cristãos, sem que haja discernimento bíblico e espiritual. Ele se apresenta, muitas vezes, como um anjo de luz, mas trata-se, na realidade, de um disfarce, um engano, uma fraude espiritual. Essa estratégia é particularmente eficaz em locais onde a valorização da Bíblia e o amor pela Palavra de Deus são secundários à busca por experiências místicas e sensações. Ao experimentarem a presença de demônios transfigurados, essas pessoas podem erroneamente acreditar que estão diante da presença divina, pois essa vivência desperta uma falsa sensação de segurança e convicção de que estão sendo abençoadas e que a verdade se manifesta através de fenômenos espirituais e sobrenaturais, que seriam interpretados como prova da atuação de Deus. Por meio dessa artimanha, o diabo tem iludido e desviado milhões de pessoas que se dizem cristãs, conduzindo-as ao engano. Da mesma forma esse fenômeno pode ocorrer de outra maneira, a institucionalização do relativismo pode vir pelo argumento de justiça social e igualdade comunitária. A teologia da libertação apresenta exatamente essa proposta para em seguida cair em erros abissais, a política atrelada a certas ideologias pregam exatamente o que o povo deseja ouvir mas não sabe discernir, pois a tática da “novilingua” o uso de silogismos, apaga a realidade semântica dos termos. Trata-se da retórica configurada não para levar o entendimento, mas a ilusão.

 É imperativo, agora mais do que nunca, que nos voltemos ao Senhor e permaneçamos firmes em nossa fé. Assim como o apóstolo Paulo, que frequentemente exortava seus ouvintes e leitores, especialmente ao abordar a questão da guerra espiritual nos últimos tempos, devemos adotar a mesma ênfase que Cristo.  

 Jesus, em seus sermões proféticos, frequentemente nos instava a vigiar e orar. Paulo também nos encoraja a sermos firmes, e essa firmeza espiritual só é alcançada e mantida através da participação ativa em uma igreja onde a Palavra de Deus é pregada com diligência e os fundamentos da fé cristã são ensinados a todos os membros. Essa instrução visa orientar cada cristão a permanecer inabalável diante das verdades absolutas, preparando-nos para o dia mau, conforme Paulo nos exorta e adverte em Efésios 6:10-18. Nesse trecho, somos instruídos a nos revestir completamente da armadura de Deus para resistir a este terrível dia, e a exortação não foi dada para os ímpios, foi dada aos cristãos. Os ímpios aceitam o erro, os cristãos combatem o erro. Essa é a linha que a principio define um santo de um ímpio.

 

 

C. J. Jacinto

 

Marxismo Cultural e Ideológico e a Desconstrução da Sociedade Ocidental

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C. J. Jacinto

 

Atualmente, uma força poderosa e nefasta atua em nosso mundo, declarando uma guerra contra o Ocidente e, preeminentemente, contra o cristianismo bíblico. Observa-se um esforço considerável para remodelar nossa sociedade e cultura em moldes irreconhecíveis e inimagináveis para as gerações passadas. É imperativo que não apenas discernamos os eventos em curso e suas motivações subjacentes, mas que também identifiquemos as forças atuantes e a influência preponderante que orquestra esse processo. Essa força, em sua essência, é absolutamente anticristã. Embora inúmeros indivíduos que se autodenominam cristãos, assolados por uma profunda cegueira espiritual, tenham se alinhado a tais tendências e movimentos de caráter anticristão, a verdade é que essa força tem adquirido notável proeminência na contemporaneidade, precisamente em virtude de uma militância exacerbada e de uma cegueira espiritual igualmente profunda. No longo prazo, acredito que, se a Igreja não despertar para a urgência e a gravidade desse movimento destrutivo que emerge com força crescente no mundo, as repercussões de sua indiferença serão profundas.

Os fundamentos da fé cristã estão sendo profundamente solapados e, por meio de correntes anticristãs, almeja-se sua completa abolição. Diante desse cenário, torna-se imperativa uma redefinição abrangente de conceitos basilares: a reavaliação da noção de pecado, a reinterpretação da instituição do casamento e, em síntese, de todos os aspectos que caracterizaram a formação da sociedade ocidental. Tais aspectos, vale ressaltar, possuem uma expressão intrínseca e inegável do cristianismo bíblico, ortodoxo e, de forma mais acentuada, do fundamentalista.
 A mídia se posiciona em um determinado viés ideológico, com o intuito de remodelar o pensamento coletivo. Essa estratégia tem se revelado notavelmente eficaz, pois se observa que indivíduos suscetíveis à influência do sistema midiático – o qual, reitero, veicula uma agenda ideológica para difundir novas concepções – exercem um impacto considerável sobre vasta parcela da sociedade. Consequentemente, aqueles que não aderem ativamente a essa militância acabam por adotar uma postura, no mínimo, passiva diante de tais transformações, o que facilita a rápida e ampla expansão dessa tendência deletéria por todo o mundo ocidental. Este panorama, convém salientar, acarretará consequências funestas para o cristianismo bíblico.

 Visando à manipulação, os agentes políticos que lideram essa contenda cultural valem-se de uma retórica de falsa compaixão e suposta caridade, bem como de outros expedientes análogos, para disseminar e consolidar preceitos anticristãos em nosso território nacional e em todo o mundo ocidental. Desse modo, evidencia-se um engajamento pleno, impulsionado por uma militância incessante e, por vezes, violenta, cujo objetivo é a concretização de profundas transformações no seio de nossa sociedade. O que subjaz a esse processo é um trabalho meticuloso e uma atuação coordenada, que visam à instauração de um poder global e, finalmente, de uma cosmovisão universal, moldada nos fundamentos de um neossocialismo de matriz marxista.
Adicionalmente a essa tendência, emerge uma outra faceta que desempenha um papel crucial na concretização dessa visão utópica, política, ideológica e anticristã. A obra "Guerra Cultural", de Stephen Hicks, publicada no Brasil pela editora Avis Rara, por exemplo, oferece insights relevantes sobre esse movimento anticristão e, mais especificamente, sobre a vertente que ora se pretende abordar: o pós-modernismo. Hicks apresenta a seguinte análise acerca do pós-modernismo: Prevalece a concepção de que adentramos uma nova era intelectual. Segundo os intelectuais proeminentes, vivemos hoje a era pós-moderna. Argumenta-se que o modernismo findou e que uma era revolucionária é iminente. Esta é concebida como uma era liberta das estruturas opressivas pretéritas, ainda que mantendo preocupações com as projeções futuras. Inclusive os críticos do pós-modernismo, que acompanham o panorama intelectual com certo ceticismo, admitem a emergência de uma nova vertente dominante.
 Na perspectiva pós-moderna, a narrativa de libertação das estruturas opressivas do passado, indubitavelmente, remete a uma questão central. Isso se deve à menção velada de órgãos e instituições, a exemplo do cristianismo bíblico, que são percebidos como sistemas de opressão. Tal dinâmica é observada, por exemplo, no movimento feminista, que interpreta o Antigo Testamento e, em certa medida, também o Novo Testamento como um sistema patriarcal. Consequentemente, fomenta-se um engajamento pela libertação da sociedade desse sistema, frequentemente acusando o cristianismo de sua perpetuação. Este é apenas um vislumbre de como essas transformações se processam a passos largos, embora de forma sutilmente imperceptível. Qual, então, seria a força motriz por trás dessa tendência maligna e demoníaca que se consolida em nossa sociedade?

 Em sua obra "Guerra Cultural", já mencionada, Stephen Hicks cita, à página 10, Jacques Derrida, um dos principais expoentes da pós-modernidade e notório defensor da desconstrução cultural. Hicks destaca em seu livro que Derrida identifica o marxismo como a fonte filosófica e inspiradora do pós-modernismo, conectando seus aspectos abstratos e técnicos da linguística e da epistemologia ao ativismo político.

 Dessa forma, percebe-se que o principal vetor político e força motriz dessa desconstrução e desse anticristianismo é o marxismo cultural, que se infiltrou em todo o sistema ocidental, notadamente nas instituições de ensino e no ambiente midiático. Neste último, jornalistas e canais de televisão abertos se engajam numa militância em prol de uma transformação social que, biblicamente interpretada como decadência, é por eles conceituada como progresso.

 Assim, configura-se um processo contínuo de desconstrução e de implantação de uma nova ordem de coisas, a qual proverá todo o amparo para uma religião global e universal e, por fim, para a chegada do anticristo, cuja vinda será aclamada por seus próprios adeptos, inclusive por aqueles que se intitulam cristãos, mas que, na realidade, são falsos cristãos engajados nesta militância anticristã.

Pode parecer paradoxal que indivíduos professos cristãos lutem contra a própria Igreja; contudo, trata-se, na verdade, de falsos cristãos deliberadamente envolvidos em um movimento diabólico e anticristão, o qual, mais cedo ou mais tarde, empregará sua própria força para destruir a Igreja que permanece comprometida com a verdade e com seus fundamentos. No Salmo 11, versículo 3, encontramos uma indagação de profunda relevância para a contemporaneidade, para a Igreja, e para cada indivíduo justo, redimido e cristão sincero e biblicamente alinhado. Essa pergunta se destina a um seleto remanescente que persevera na postura de homens transformados pelo Evangelho, engajados em uma incessante batalha contra as hostes espirituais da iniquidade que habitam as regiões celestiais, e contra governos e sistemas corrompidos e manifestamente anticristãos. Convém, portanto, que também nós nos debrucemos sobre essa questão, meditando profundamente a seu respeito. A indagação do Salmista nos conduzirá a uma reflexão mais aprofundada acerca de todas as considerações previamente expostas. O Salmista, então, nos interpela: "Se os fundamentos forem destruídos, aonde irá comparecer o justo?" Tal questionamento conserva sua irrefutável pertinência e ressonância em nossos dias.

Transformação ou Guerra Cultural?

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Transformação cultural ou Guerra Contra a Fé Cristã?


Vivemos em uma era de profundas transformações culturais, onde conceitos como identidade, sexualidade e verdade têm sido redefinidos. Para compreender essas mudanças, é essencial analisar as raízes históricas e filosóficas que moldaram a sociedade contemporânea. Carl Trueman, em suas obras "The Rise and Triumph of the Modern Self" e "Strange New World", oferece uma análise abrangente sobre como pensadores e ativistas redefiniram a identidade e desencadearam a revolução sexual.

A reengenharia social procura destruir os valores judaicos cristãos, minar as bases e os fundamentos da civilização ocidental, há uma guerra cultural em processo, usa-se um neologismo, conhecido como “progressismo” esse termo é um paradoxo, esconde algo que deve ser comprrendido dentro do viés ideológico como revolução cultural, e que numa perspectiva cristã, se encaixa perfeitamente no tipo de imoralidade e decadência moral que Paulo descreve em Romanos 1. Nossa sociedade está sendo atacada de todos os lados, o objetivo é destruir todos os fundamentos que ergueram a nossa civilização: os valores judaico cristãos.

1. O Surgimento do Individualismo Expressivo

O conceito de "individualismo expressivo" sustenta que cada pessoa possui um núcleo único de sentimentos e intuições que devem ser expressos para a realização da individualidade. Essa ideia ganhou força com pensadores como Jean-Jacques Rousseau, que argumentava que a sociedade corrompe a autenticidade do indivíduo. Posteriormente, poetas românticos como William Wordsworth e Percy Bysshe Shelley disseminaram essas ideias, enfatizando a importância da expressão dos sentimentos internos como forma de autenticidade.

Essa perspectiva apóia-se no relativismo, a verdade não é mais absoluta, ela é reduzida a cada pessoa em particular, cada um tem a sua própria verdade, é a noção da síntese, opostos devem ser tolerados, a verdade do outro, não importa o quão equivocada esteja, é a verdade dele, e deve ser completamente respeitada, em simples palavra, seria o fim da fé bíblica como ela é, o fim da pratica de evangelismo e a pregação publica da fé cristã, pois a verdade do pagão é tão “verdadeira’ quanto a verdade de um cristão bíblico.

Essa visão, do individualismo expressivo, apresenta outros problemas, contrasta com a perspectiva bíblica, que reconhece a natureza pecaminosa do coração humano:

"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?" (Jeremias 17:9)

A Bíblia nos chama a não confiar cegamente em nossos sentimentos, mas a buscar a verdade revelada por Deus.

A verdade não é relativa. o individualismo é a doutrina da serpente satânica, foi ela quem sugeriu a independência e uma verdade relativa e alternativa a verdade divina. O diabo que engana todo o mundo (Apocalipse 12:9) usa a mesma estratégia hoje em dia, usando seus instrumentos, para enganar os homens que pode existir duas verdades, ainda que antagônicas, invariavelmente podem ser alternadas, abandona-se uma para satisfazer os caprichos pessoas de outra, Eva caiu nessa armadilha ideológica e diabólica, ao aceitar o relativismo, foi a primeira a experimentar um individualismo expressivo (Leia Genesis 3)

2. A Revolução Sexual e a Politização da Identidade

A revolução sexual do século XX não foi apenas uma mudança nos comportamentos, mas uma reconfiguração da identidade humana. Sigmund Freud desempenhou um papel crucial ao sexualizar a psicologia, propondo que a sexualidade está no cerne da identidade humana. Wilhelm Reich e Herbert Marcuse, influenciados por Freud e Marx, politizaram a sexualidade, argumentando que a liberdade sexual era essencial para a libertação social.

Essa transformação levou à ideia de que a identidade sexual deve ser reconhecida e afirmada pela sociedade. Qualquer discordância é vista como opressão ou violência. Essa perspectiva desafia a visão cristã de que a identidade é encontrada em Cristo e não em desejos ou sentimentos:

"Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim." (Gálatas 2:20)

 O que se propõe na verdade é uma justificativa para todo o tipos de relações sexuais condenado pelas escrituras, lemos em Judas 1:7 que transpor os limites, promovendo a promiscuidade e lascívia, recorre em juízo divino, as tendências progressistas modernas são somente querem destruir a sociedade atual, querem induzi-la a uma ruína catastrófica. “E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia; assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue á fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno” (Judas 1:6 e 7 ACF)

Essa “revolução sexual” promovida em Sodoma e Gomorra é um exemplo claro de que essas tendências perniciosas sempre existirem e são sempre defendidas pelos homens que vivem sob as trevas e os instintos do homem caído.

3. A Imaginação Social e a Reconfiguração Cultural

Charles Taylor introduziu o conceito de "imaginação social", referindo-se à maneira como as pessoas percebem coletivamente o mundo. Na cultura contemporânea, essa imaginação tem sido moldada por narrativas que promovem a autonomia individual e a rejeição de normas tradicionais. A mídia, a educação e o entretenimento desempenham papéis significativos na disseminação dessas ideias, promovendo uma visão de mundo onde a autodefinição é suprema.

Essa reconfiguração cultural desafia os cristãos a viverem de acordo com os princípios bíblicos, mesmo quando contrários às normas sociais prevalentes:

"E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente." (Romanos 12:2)

 A dinâmica por trás da desconstrução é processada por todos os meios, frente a uma enorme multidão de cristãos analfabetos funcionais que não possuem a mínima capacidade de perceber esse processo desconstrutivo, a maioria perceberá as conseqüências dessa devassidão promovida pela desconstrução progressista, muito tarde, a maioria não suportará as pressões e terá que se conformar com este mundo, por pura segurança pessoal.

4. O Papel da Igreja em um Mundo Pós-Cristão

Diante dessas transformações, a igreja é chamada a ser uma comunidade contracultural que testemunha a verdade do evangelho. Carl Trueman destaca a importância de fortalecer as comunidades cristãs, enfatizando a doutrina, a adoração e a vida em comunhão. Assim como a igreja primitiva floresceu em um ambiente hostil, os cristãos hoje são chamados a viver com fidelidade e coragem.

Essa fidelidade será fruto de um engajamento que virá com uma pregação voltada para as Escrituras, um compromisso com o Evangelho, um retorno a um cristianismo enraizado nos fundamentos da fé cristã. A superficialidade promovida hoje nos púlpitos,  o culto aos sentimentos e a ignorância quanto aos fatos atuais que estão transformando o mundo, serão fatores que só darão mais força para os agentes demoníacos que estão lutando com ferocidade e militância para que esses terríveis mudanças sejam implantadas definitivamente em nossa sociedade.

"Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte." (Mateus 5:14)

Conclusão

A compreensão das raízes históricas e filosóficas das mudanças culturais atuais é essencial para que os cristãos possam responder com sabedoria e graça. As obras de Carl Trueman oferecem uma análise profunda dessas transformações, equipando os crentes para viverem com fidelidade em um mundo que freqüentemente rejeita os valores bíblicos.

"Não podemos nos colocar numa ladeira escorregadia de concessões, para ver caindo ao lado dessas concessões, verdades fundamentais da fé cristã" (C. J. Jacinto)

 

Inspirado em outro artigo que pode ser lido aqui:

https://www.ressourceschretiennes.com/article/comprendre-notre-nouveau-monde-%C3%A9trange

 

Recomendo a leitura do livro:

Guerra Cultural – Como a pós-modernidade criou uma narrativa de desconstrução do ocidente

Autor: Stephen R. C. Hicks – Avis Rara Editora.

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C. J. Jacinto