Transhumanismo - Humanismo e a Desconstrução do Mundo Ocidental

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JESUS, O SUBSTITUTO POR SEU POVO

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"Quem os condenará? Pois foi Cristo quem morreu, e ainda mais, quem ressuscitou, está à direita de Deus e também intercede por nós." — Romanos 8:34

Os verdadeiros filhos de Deus não devem viver sob o medo da condenação, porque "agora, pois, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus". E Deus não deseja que temamos aquilo que jamais nos alcançará. Se você ainda não é cristão, não demore em buscar escapar da condenação, lançando mão de Cristo Jesus. Mas se você já creu verdadeiramente no Senhor Jesus, você não está sob condenação e nunca estará, nem nesta vida nem na que há de vir. Deixe-me refrescar sua memória com algumas verdades preciosas a respeito de Cristo, que mostram que os crentes estão absolutamente livres diante de Deus.

1. A MORTE DE CRISTO – "Cristo morreu"

Os verdadeiros crentes não podem ser condenados, primeiramente, porque Cristo morreu. O crente tem Cristo como seu substituto, e sobre esse substituto o seu pecado foi lançado. O Senhor Jesus foi feito pecado por seu povo. "O Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos... Pelas transgressões do meu povo ele foi ferido... Ele levou sobre si o pecado de muitos." (Isaías 53:6,8,12). Agora, nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de sua morte, sofreu a penalidade do nosso pecado e fez reparação à justiça divina. Observe, então, o consolo que isso nos traz. Se o Senhor Jesus foi condenado em nosso lugar, como poderíamos nós ser condenados? Enquanto a justiça subsiste no céu e a misericórdia reina na terra, não é possível que uma alma já condenada em Cristo seja também condenada em si mesma. Se o castigo já foi aplicado ao substituto, não é coerente com a misericórdia nem com a justiça que a pena seja executada uma segunda vez.

Deixo com vocês esta bendita consolação: o seu fiador já quitou a dívida por você e, sendo justificado no Espírito, saiu do sepulcro. Não imponham sobre vocês mesmos um fardo por causa da incredulidade. Não aflijam a consciência com obras mortas, mas voltem-se para a cruz de Cristo e busquem uma consciência renovada do perdão mediante o sangue que purifica.

2. A RESSURREIÇÃO DE CRISTO – "Antes, que ressuscitou"

Em segundo lugar, lembrem-se de que, assim como Jesus é, o seu povo também é, pois são um com ele. Sua condição e posição são figuras da nossa própria realidade. "Que está à direita de Deus." Isso significa amor, pois a mão direita é para o amado. Isso significa aceitação. Quem se sentaria à direita de Deus senão aquele que lhe é querido? Isso significa honra. A qual dos anjos Deus deu o privilégio de se assentar à sua direita? Poder também está implícido. Nenhum querubim ou serafim pode ser descrito como estando à direita de Deus. Cristo, que uma vez sofreu na carne, está em amor, aceitação, honra e poder à direita de Deus. Vejam, então, a força da pergunta: "Quem os condenará?"

Isso pode ser mostrado de duas maneiras. "Quem pode me condenar enquanto tenho um amigo tão influente na corte? Enquanto meu representante está perto de Deus, como posso ser condenado?" Mas, além disso, eu estou onde ele está, pois está escrito: "Ele nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus" (Efésios 2:6). Vocês podem imaginar que seja possível condenar alguém que já está à direita de Deus? A mão direita de Deus é um lugar tão próximo e tão excelso que não se pode supor que um adversário apresente uma acusação contra nós ali. No entanto, é lá que o crente está em seu representante, e quem ousaria acusá-lo?

Se vocês estivessem realmente à direita de Deus, teriam algum medo de serem condenados? Acham que os espíritos brilhantes diante do trono têm algum temor de condenação, embora tenham sido outrora pecadores como vocês? "Não", diriam vocês, "teria perfeita confiança se estivesse lá." Mas vocês já estão lá, em seu representante. Se acham que não estão, eu lhes pergunto: "Quem nos separará do amor de Cristo?" (Romanos 8:35). Cristo está dividido? Se vocês são crentes, são um com ele, e os membros devem estar onde está a cabeça. Até que condenem a cabeça, não poderão condenar os membros. Não é claro? Se vocês estão à direita de Deus em Cristo Jesus, quem os condenará? Que condenem aquelas hostes vestidas de branco que rodeiam para sempre o trono de Deus e lançam suas coroas aos seus pés; que tentem fazer isso, digo eu, antes de lançar qualquer acusação contra qualquer crente em Cristo.

3. A INTERCESSÃO DE CRISTO – "Que também intercede por nós"

Esta é outra razão pela qual o medo da condenação nunca deveria passar pela nossa mente, se de fato confiamos nossas almas a Cristo. Pois se Jesus intercede por nós, ele certamente intercede para que nunca sejamos condenados. Ele não direcionaria sua intercessão para questões menores e deixaria a principal de lado. "Pai, quero que os que me deste estejam comigo onde eu estou" (João 17:24) inclui o perdão de todos os seus pecados, pois não poderiam estar lá se seus pecados não fossem perdoados. Tenham certeza de que o rogo do Salvador assegura a absolvição do seu povo.

Reflitam que a intercessão do nosso Senhor deve ser prevalecente. Cristo não pede em vão. Ele não é um humilde suplicante distante que, com gemidos e suspiros, pede o que não merece; mas, com o peitoral brilhando com as joias que trazem os nomes do seu povo e trazendo seu próprio sangue como uma expiação infinitamente satisfatória ao propiciatório de Deus, ele pleiteia com autoridade inquestionável.

Se o sangue de Abel, clamando da terra, foi ouvido no céu e trouxe vingança, muito mais o sangue de Cristo, que fala dentro do véu, garantirá o perdão e a salvação do seu povo. O pleito de Jesus é indiscutível e não pode ser ignorado. Ele argumenta: "Eu sofri em lugar daquele homem." Pode a justiça infinita de Deus negar esse pleito? "Por tua vontade, ó Deus, eu me entreguei como substituto por estes meus. Não removerás o pecado daqueles por quem eu me coloquei?"

Não é este um bom argumento? Há a aliança de Deus para isso, há a promessa de Deus para isso, e a honra de Deus está envolvida. Quando Jesus intercede, não é apenas a dignidade da sua pessoa que tem peso, nem apenas o amor que Deus tem por seu unigênito, mas sua reivindicação é irresistível, e sua intercessão é onipotente.

Quão seguro é, então, o cristão, pois Jesus "vive sempre para interceder por ele" (Hebreus 7:25). Eu me entreguei em suas mãos amadas? Então nunca o desonre com desconfiança. Confio realmente nele como aquele que morreu, ressuscitou, está à direita do Pai e intercede por mim? Posso permitir-me alimentar uma única suspeita? Então, meu Pai, perdoa esta grande ofensa e ajuda teu servo a ter uma confiança maior, para que, em Cristo Jesus, eu me alegre e diga: "Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Romanos 8:1).

Vão, vocês que amam a Cristo e descansam nele, com o perfume desta doce doutrina em seus corações. Mas, ó vocês que ainda não confiaram em Cristo, há condenação presente para vocês. Vocês "já estão condenados, porque não creram no Filho de Deus" (João 3:18); e há condenação futura para vocês, pois o dia vem, o terrível dia, em que os ímpios serão como palha no fogo da ira do Senhor (Malaquias 4:1). A hora se aproxima. Venha, pobre alma, venha e confie no Crucificado, e você viverá, e conosco se alegrará, pois ninguém o condenará.


Adaptado de um sermão de Charles Spurgeon

 

A ARCA DE NOÉ - Informações Tecnicas e Biblicas

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A história de Noé e da Arca é uma das mais conhecidas da humanidade. Infelizmente, como muitas narrativas bíblicas, é frequentemente tratada como uma simples lenda. No entanto, a Bíblia é o verdadeiro livro de história do universo. À luz disso, as perguntas mais comuns sobre a Arca e o Dilúvio podem ser respondidas com autoridade e confiança.

O tamanho da Arca

De acordo com Gênesis 6:15, a Arca deveria ter 300 côvados de comprimento, 50 de largura e 30 de altura. Isso equivale a cerca de 137 metros de comprimento, 23 metros de largura e 14 metros de altura. Diferente das representações infantis, a Arca não era um barco pequeno. Ela era uma embarcação gigantesca, com capacidade estimada em cerca de 1,5 milhão de pés cúbicos. Apenas no final do século XIX é que foram construídos navios que superaram suas dimensões. Para se ter uma ideia, a Arca poderia conter mais de 500 contêineres modernos, como os usados hoje em navios de carga.

Quantos animais havia na Arca?

Deus ordenou que entrassem na Arca dois de cada tipo de animal com respiração terrestre, e sete de alguns (provavelmente para sacrifício). Muitas criaturas aquáticas, insetos e anfíbios poderiam sobreviver fora da Arca. Além disso, a variedade imensa de espécies que vemos hoje não existia na época de Noé. Apenas os "tipos" básicos de animais — os grupos originais criados por Deus — precisavam estar a bordo para repovoar a Terra. Cientistas criacionistas estimam que o número mínimo de animais necessário estaria entre 16 mil e 35 mil. Isso seria perfeitamente viável dentro do espaço da Arca.

Como Noé construiu a Arca?

A Bíblia não diz que Noé e seus filhos construíram a Arca sozinhos. Eles poderiam ter contratado trabalhadores. De qualquer forma, não há razão para duvidar de sua capacidade. As pessoas daquela época eram tão inteligentes e fortes quanto nós — provavelmente mais. Elas tinham ferramentas e técnicas eficientes para cortar, transportar e erguer as enormes vigas de madeira. Se um grupo pequeno de homens hoje pode construir uma casa grande em poucas semanas, imagine o que três ou quatro homens poderiam fazer em alguns anos. Os descendentes de Adão já faziam instrumentos musicais, forjavam metais e construíam cidades. A ideia de que as civilizações antigas eram primitivas é um conceito evolucionista, não bíblico.

Como os dinossauros caberiam na Arca?

A maioria dos dinossauros não era tão grande. Muitos tinham o tamanho de uma galinha, e a maioria dos cientistas concorda que o tamanho médio de um dinossauro era o de uma ovelha. Além disso, Deus provavelmente trouxe espécimes jovens de dinossauros, como os saurópodes, em vez de adultos gigantes. O mesmo valeria para elefantes, girafas e outros animais de grande porte. Embora existam centenas de nomes para diferentes espécies de dinossauros, acredita-se que existam cerca de 50 tipos distintos. Isso reduz ainda mais a quantidade necessária.

Como os animais foram reunidos?

Gênesis 6:20 diz: "Das aves conforme a sua espécie, e dos animais conforme a sua espécie, e de todo réptil da terra conforme a sua espécie, dois de cada espécie virão a ti, para os guardar em vida." Isso indica que Noé não precisou viajar para buscar os animais; eles vieram até ele, guiados por um instinto divino — um comportamento programado pelo Criador. Embora isso seja sobrenatural, Deus é poderoso para fazer isso. Até hoje, vemos comportamentos incríveis nos animais, como a migração de pássaros, borboletas-monarca e baleias, além da hibernação e sensibilidade a terremotos.

Os dinossauros já estavam extintos antes do Dilúvio?

Não. Gênesis 1 e 2 mostram que todos os animais terrestres foram criados no sexto dia, junto com Adão e Eva. Portanto, os dinossauros viveram junto com os humanos. Além disso, dois de cada tipo de animal terrestre entraram na Arca. Não há razão para crer que algum tipo já estivesse extinto antes do Dilúvio. O livro de Jó (capítulo 40) descreve o "beemote" de forma que só se encaixa em um dinossauro saurópode. Portanto, seu ancestral estava na Arca.

Como Noé cuidou de todos os animais?

Assim como Deus trouxe os animais, Ele também os preparou para o evento. Muitos criacionistas acreditam que Deus deu aos animais a capacidade de hibernar, algo que vemos em muitas espécies hoje. Além disso, a Arca provavelmente tinha sistemas engenhosos para armazenar água, comida e remover resíduos. Um pequeno grupo de agricultores hoje pode cuidar de milhares de animais em espaços reduzidos. Dispositivos simples movidos por gravidade, vento ou pelo movimento da própria Arca poderiam ter ajudado os oito tripulantes a alimentar e cuidar dos animais. No entanto, mesmo sem esses dispositivos, cuidar de 16 mil animais não seria impossível para oito pessoas.

Como o Dilúvio destruiu toda a vida?

O Dilúvio foi muito mais destrutivo do que uma simples tempestade de 40 dias. Gênesis 7:11 diz que "as fontes do grande abismo se romperam". Isso indica que terremotos, vulcões e jatos de água escaldante irromperam da crosta terrestre. Essas fontes continuaram ativas por cerca de cinco meses. Comparado a isso, qualquer desastre local moderno é insignificante. Toda vida terrestre que não estava na Arca foi destruída, e seus restos foram preservados nos fósseis que encontramos hoje.

De onde veio tanta água?

A água veio de duas fontes: de baixo da terra (fontes subterrâneas) e de cima (as "janelas do céu" abertas). Acredita-se que essas fontes alimentavam os rios do Éden e o resto do mundo antes do Dilúvio.

Para onde foi a água?

O Salmo 104 sugere que Deus formou as bacias oceânicas e elevou os continentes, fazendo as águas recuarem para um lugar seguro. Muitos criacionistas acreditam que a separação dos continentes foi parte do mecanismo que causou o Dilúvio.

O Dilúvio foi global?

Muitos cristãos hoje defendem que o Dilúvio foi apenas local, por terem aceitado a visão evolucionista da história da Terra. Porém, a Bíblia deixa claro que foi global. Se fosse local, Noé poderia ter fugido para outra região. Além disso, as pessoas de fora não teriam sido afetadas, e Deus teria quebrado Sua promessa de nunca mais enviar outro dilúvio desse tipo. Jesus comparou o julgamento vindouro ao Dilúvio, indicando que ambos seriam universais. A Bíblia afirma que as águas cobriram todas as montanhas — algo impossível em uma inundação local.

Evidências do Dilúvio

Em 2 Pedro 3:5-6, lemos que o mundo antigo pereceu afogado em água. Em todo o planeta, há evidências disso: aproximadamente 75% da crosta terrestre é formada por rochas sedimentares, depositadas pela água. Nelas estão bilhões de fósseis de plantas e animais, enterrados rapidamente. De montanhas ao fundo do mar, os sinais de uma catástrofe passada são claros.

Onde está a Arca hoje?

Gênesis 8:4 diz que a Arca pousou sobre as montanhas de Ararate, na atual Turquia. Muitas expedições já buscaram seus restos, mas não há evidências conclusivas de sua localização. Como isso aconteceu há cerca de 4.500 anos, a madeira provavelmente se deteriorou. Alguns acreditam que Deus pode preservá-la para revelá-la no futuro, como um lembrete do julgamento passado e do que está por vir.

O significado espiritual do Dilúvio

Gênesis 6:5-13 mostra que o Dilúvio foi o julgamento de Deus contra o pecado. Todo ser humano merecia punição, mas Noé encontrou graça. A Arca era o único refúgio. Da mesma forma, hoje, o pecado e a rebelião contra Deus continuam sendo o grande problema da humanidade. Assim como no Dilúvio, um julgamento final virá — desta vez pelo fogo (2 Pedro 3:7).

Noé foi salvo pela graça, e a Arca aponta para Cristo, o único lugar de salvação. Assim como todos os que estavam fora da Arca pereceram, todos os que rejeitam a Cristo enfrentarão o juízo. Mas todo aquele que crê no Filho tem a vida eterna (João 3:36).

Traduzido do inglês – Adaptado para a publicação

 

PRINCIPIOS PARA VENCER A APOSTASIA

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O apóstolo Paulo advertiu que os últimos dias seriam marcados por grandes dificuldades e provações, conforme registrado em 2 Timóteo 3:1. O texto sagrado aponta que alguns se desviariam da fé devido à influência de doutrinas enganosas e atividades espirituais contrárias ao Evangelho. Seria uma geração que não suportaria a sã doutrina, como Paulo descreveu em 2 Timóteo 4:3, impulsionada pela multiplicação da iniqüidade e pelo esfriamento do amor, fenômenos profetizados pelo próprio Jesus em Mateus 24:12. Diante desse cenário, surge o questionamento: como manter a fé inabalável em tempos tão desafiadores? A apostasia é apresentada como um sinal que precede o retorno de Cristo, conforme indicado em 2 Tessalonicenses 2:3. Em meio a estes dias tenebrosos, a exortação bíblica é clara: deve-se professar o que é conforme a sã doutrina, conforme Paulo instruiu a Tito em sua epístola (Tito 2:1). Em suma, é imperativo fundamentar-se na Bíblia, tanto em convicções quanto na prática cotidiana. Demonstrar prudência e integridade em uma época de desorientação espiritual é o caminho para o discernimento. Temos exemplos nobres de prudência, que servem como sinais de firmeza. Enquanto o mundo cambaleia sob o peso de suas próprias contradições, torna-se necessário observar e emular aqueles que permanecem inabaláveis na fé, exemplos os quais pretendo analisar a seguir.


O primeiro exemplo é Enoque. Sua biografia é sucinta, restringindo-se ao capítulo 5 do livro de Gênesis, com breves menções posteriores na Epístola aos Hebreus. Contudo, o texto destaca que Enoque andava com Deus. Em uma era de profunda crise espiritual, na qual a depravação moral e a violência contra a verdade predominavam — quando a imaginação humana se inclinava continuamente ao mal —, Enoque permanecia como a luz naquele mundo antigo. Enquanto a civilização caminhava para a ruína, ele preservava sua profunda intimidade e amizade com o Criador. Enoque era um solitário, pois a verdade, invariavelmente, ilumina o caminho estreito. Ele caminhava só, mas acompanhado por Deus, em contraste com a multidão submersa em iniquidades. A santidade nunca foi um padrão socialmente aceito; a apostasia, por outro lado, sempre encontrou maior receptividade. O mundo, historicamente, favorece aqueles que corroboram seus costumes e persegue os que denunciam suas falhas. Não tem sido assim desde o princípio? Para preservar a integridade e a firmeza espiritual, é imperativo seguir o caminho estreito, o cristianismo da minoria. O caminho bíblico é a única rota segura para a vontade de Deus.

O segundo exemplo que desejo citar é o do profeta Elias, que preservou sua fidelidade em um período marcado pelo relativismo religioso, em franco desacordo com os padrões bíblicos. O cenário era de crescente apostasia, fomentada pelo sincretismo promovido por Jezabel, que mesclava o judaísmo a práticas pagãs — uma religião de conveniências que buscava conciliar interesses mundanos à fé. Diante disso, Elias estabeleceu uma clara distinção. Embora rotulado como fundamentalista ou intolerante por confrontar os profetas de Baal, o profeta manteve-se inabalável em sua rejeição à idolatria e ao sincretismo. Elias não se associou ao politeísmo de sua época, posicionando-se de forma estritamente bíblica, e não ecumênica. Comprometido com a verdade, ele permaneceu solitário na preservação da identidade da fé verdadeira, sustentando os princípios absolutos mesmo em meio ao desprezo e à solidão.



Ao lamentar a apostasia generalizada, Elias clamou ao Senhor por acreditar ser o único remanescente fiel. A resposta divina, registrada em Romanos 11:4, revelou que sete mil homens haviam sido preservados por não terem dobrado os joelhos a Baal. É Deus quem sustenta os santos em tempos de crise; o remanescente constitui a minoria que busca a comunhão com o Criador e vive sob a graça, enquanto o mundo se submerge na iniquidade. Sejam como Elias: não se impressionem com multidões nem com o sincretismo. Deus não é autor de confusão; mantenham a fé em Cristo e permaneçam convictos na obra consumada e perfeita realizada na cruz.



O terceiro exemplo refere-se aos amigos de Daniel, conforme descrito no capítulo 3 do livro homônimo, durante o episódio da estátua erguida na planície de Dura. Embora o decreto real exigisse que todos se prostrassem perante a imagem, Hananias, Misael e Azarias resistiram à ordem do monarca, adotando uma postura de desobediência civil. No Novo Testamento, encontramos a mesma convicção na resposta dos apóstolos ao enfrentarem o espírito do erro: "Mais importa obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29). Sempre que o espírito do erro influencia o mundo e os reinos sob o domínio de Satanás, surge uma oposição direta aos princípios bíblicos que revelam a santa vontade de Deus. Portanto, é a Ele que devemos honra e fidelidade absoluta, e não ao espírito que atua nos filhos da desobediência. Enquanto os poderes das trevas devem sujeitar-se à autoridade dos redimidos do Senhor, nenhum servo fiel deve curvar-se às ordens demoníacas. Aqueles jovens hebreus arriscaram a própria vida para manterem a sua integridade e obediência. Esse é o caminho dos remanescentes, conforme registrado em Apocalipse 12:11: "E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte". Manter uma postura de fidelidade em tempos difíceis é possível quando cultivamos um amor profundo pelas doutrinas bíblicas e pelo nosso Mestre e Salvador, o Senhor Jesus Cristo.

O quarto exemplo que desejo apresentar é o de João Batista. A trajetória do profeta é marcada pela dignidade e por uma postura inegociável diante dos erros. João não transigia com o que era reprovável; ao contrário, denunciava publicamente as injustiças, ainda que sob risco de perseguição e morte, pois priorizava a verdade acima da própria vida. Ele foi a voz que clamou no deserto. Naquela época, os púlpitos das sinagogas eram ocupados por eruditos que rejeitavam a encarnação do Verbo — aquele que veio para morrer como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. As praças eram povoadas por escribas de cultura sofisticada, cuja erudição servia apenas como símbolo de soberba e sabedoria falida. O templo, por sua vez, era frequentado por fariseus que ostentavam longas orações e exibiam seus filactérios como meros ornamentos de vestes ultraconservadoras. João Batista, contudo, posicionou-se fora desse sistema. Ele estava distante do templo e das sinagogas; encontrava-se no deserto, em um ambiente inóspito e ermo. Ali, o profeta bradava, conclamando os homens ao arrependimento. Sua mensagem era impopular e, para muitos, ofensiva. Exortar religiosos e frequentadores assíduos do templo a se arrependerem era uma atitude que desafiava os padrões espirituais vigentes. Manter a nossa visão de Cristo como o Cordeiro que tira o pecado do mundo — e reconhecer que os homens, em sua condição ímpia, necessitam da graça divina — é fundamental. A consciência da necessidade do arrependimento bíblico é uma marca distintiva daqueles que buscam a firmeza espiritual. Portanto, somos chamados a cultivar o arrependimento constante, a amar a Deus sobre todas as coisas e a convocar o próximo ao arrependimento, crendo no Evangelho de Cristo como nosso único Senhor e Salvador.
Conclusão: Devemos reter inabalavelmente a confissão de nossa esperança, pois fiel é aquele que fez a promessa, conforme nos exorta Hebreus 10:23. É imprescindível permanecer na graça e na dependência absoluta da misericórdia divina, cultivando um relacionamento pessoal e contínuo com o Senhor. Não devemos nos conformar aos moldes deste século, marcado pelo secularismo e pelo relativismo, advertência esta feita pelo apóstolo Paulo em Romanos 12:1-2. Ao contrário, convém mantermo-nos firmes nas doutrinas fundamentais do cristianismo, vivificando nossa fé através da prática da verdade e da transformação integral de nossa vida, em conformidade com os valores do Novo Testamento e os princípios espirituais de todas as Escrituras. Amém.

 

C. J. Jacinto

A CLASSIFICAÇÃO DOS SALMOS

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Ajuda sistemática para mergulhar nos Salmos e extrair pérolas espirituais para enriquecer a fé

1. Instrutivos

Ensina sobre a vida, a lei e a justiça.

• Sobre a perfeição da lei de Deus: 19, 119 • Sobre a bênção da justiça e a miséria dos ímpios: 1, 5, 7, 9-12, 14, 15, 17, 24, 25, 32, 36, 37, 50, 52, 53, 58, 73, 75, 84, 91, 92, 94, 112, 119, 121, 125, 127, 128, 133
• Sobre a vaidade da vida humana: 39, 49, 90
• Sobre o dever dos governantes: 82, 101

2. Oração

• Penitência: 6, 32, 38, 51, 102, 130, 143
• Resignação / Confiança: 3, 16, 27, 31, 54, 56, 57, 61, 62, 71, 86 • Contrição /
•  Angústia da alma: 13, 22, 69, 77, 88, 143
• Em grande aflição / perigo: 4, 5, 11, 28, 41, 55, 59, 64, 70, 109, 120, 140, 141, 143
  • Em aflição (do povo): 44, 60, 74, 79, 80, 83, 89, 94, 102, 129, 137
•  Quando privado do culto público: 42, 43, 63, 84
•  Intercessão: 20, 67, 122, 132, 144  3.

3. Louvor

• Pelo cuidado providencial de Deus: 23, 34, 35, 91, 100, 103, 107, 117, 121, 145, 146
• Pelos atributos de Deus: 8, 19, 24, 29, 33, 47, 50, 65, 66, 76, 77, 93, 95-97, 99, 104, 111, 113-115, 134, 139, 147, 148, 150  4.

4. Ação de Graças

• Por misericórdias individuais: 9, 18, 22, 30, 34, 40, 75, 103, 108, 116, 118, 138, 144 • Por misericórdias gerais ou nacionais: 46, 48, 65, 66, 68, 76, 81, 85, 98, 105, 124, 126, 129, 135, 136, 149  5.

5. Messiânicos

• Apontam para o Messias: 2, 8, 16, 22, 23, 24, 40, 41, 45, 68, 69, 72, 89, 102, 110, 118

6. Históricos

•  Relembram a história de Israel: 78, 105, 106


@C. J. Jacinto. 

OS TÍTULOS DE JESUS

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 OS TÍTULOS DE JESUS


Abra a Bíblia em cada passagem e decore os títulos de Cristo

Pense e medite no  nome que cada titulo significa para você


Cordeiro de Deus — João 1:29
Pão da Vida — João 6:35
Luz do Mundo — João 8:12
Bom Pastor — João 10:11
A Porta — João 10:9
Videira Verdadeira — João 15:1
Alfa e Ômega — Apocalipse 22:13
Rei dos Reis — Apocalipse 19:16
Senhor dos Senhores — Apocalipse 19:16
Grande Sumo Sacerdote — Hebreus 4:14
Mediador — 1 Timóteo 2:5
Redentor — Isaías 59:20
Noivo — Mateus 9:15
Leão da Tribo de Judá — Apocalipse 5:5
Raiz de Davi — Apocalipse 22:16
Resplandecente Estrela da Manhã — Apocalipse 22:16
Rocha — 1 Coríntios 10:4
Pedra Angular — Efésios 2:20
Emanuel (Deus Conosco) — Mateus 1:23
A Palavra (o Verbo) — João 1:1
Primeiro e Último — Apocalipse 22:13
Salvador — Lucas 2:11
Messias (Cristo) — João 4:25–26
Filho de Deus — João 20:31
Filho do Homem — Marcos 10:45
O Santo — Atos 3:14
Fiel e Verdadeiro — Apocalipse 19:11
A Ressurreição e a Vida — João 11:25
O Caminho, a Verdade e a Vida — João 14:6
Autor e Consumador da Fé — Hebreus 12:2
O Amém — Apocalipse 3:14
Príncipe da Paz — Isaías 9:6
Deus Forte — Isaías 9:6
Pai da Eternidade — Isaías 9:6

@Clavio Jacinto 

A Dinamica da Leitura Proveitosa das Escrituras

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“Antes e depois de ler as Escrituras, ore fervorosamente para que o Espírito que as escreveu as interprete para você, o livre da incredulidade e do erro e o conduza à verdade”. (Richard Baxter)

 

“Conhecimento sem devoção é inútil. Devoção sem conhecimento é irracional. Mas o verdadeiro conhecimento de Deus inclui compreender tudo a partir de sua perspectiva e isso é vívido, pessoal e valioso. Teologia é a arte de aprender a pensar os pensamentos de Deus. Seguindo-o é aprender o que Deus ama e odeia e ouvir, pensar e agir de maneira que Deus deseja. Conhecer os pensamentos de Deus é o primeiro passo para se tornar piedoso. Em Hebreus, capítulo 5, versículo 11 até o capítulo 6, versículo 3, ensina que aprofundar o entendimento teológico capacita a pessoa a discernir o bem do mal, exorta os crentes a amadurecer e no conhecimento de Deus. De Deus e dos seus caminhos.” (Introdução a Teologia - Alpha Institute)  

 

“Geralmente pensamos nos métodos de assimilação da Palavra como pertencentes a quatro categorias: ouvir a Palavra ensinada por nossos pastores e mestres (Jeremias 3:15), ler a Bíblia por nós mesmos (Deuteronômio 17:19), estudar as Escrituras atentamente (Provérbios 2:1-5) e memorizar passagens-chave (Salmo 119:11). Todos esses métodos são necessários para uma assimilação equilibrada da Palavra... [Mas] devemos fazer mais do que ouvir, ler, estudar ou memorizar as Escrituras. Devemos [também] meditar nelas (Josué 1:8).” (Jerry Bridges)

 

Recentemente, durante um estudo bíblico semanal, um dos participantes formulou uma questão profunda: "Como posso alcançar a iluminação e a compreensão das coisas espirituais na leitura das Escrituras?". Esta indagação revela-se extremamente pertinente aos nossos dias, visto que observamos uma escassez crescente de pessoas que possuam tal discernimento. É uma experiência extraordinária abrir as Escrituras e ser alcançado por uma iluminação espiritual que nos permite compreender, com maior profundidade, a riqueza dos ensinamentos sagrados, ver as verdades mais profundas e preciosas se revelarem diante de nossos olhos. Considero o estudo da Palavra um mergulho em um oceano profundo, onde se encontram pérolas capazes de enriquecer nossa jornada espiritual. Contudo, o acesso a esses tesouros exige a observância de certos princípios, os quais gostaria de apresentar a seguir.


A primeira condição  para o estudo das Escrituras e para a recepção de revelações profundas é a prática do temor, acompanhada de um respeito reverente pela Palavra de Deus. Não manuseamos um livro comum, mas a Palavra de Deus revelada e inspirada; por isso, devemos tratá-la com a máxima preciosidade e profunda reverencia, conferindo ao texto sagrado a dignidade que lhe é intrínseca.


A segunda condição que desejo apresentar é a necessidade de cultivar um amor profundo e inabalável pelas Escrituras. Esse zelo não deve apenas manter-se constante, mas crescer continuamente; sem uma devoção fervorosa aos textos sagrados, o progresso no conhecimento será limitado, impossibilitando o alcance da profundidade espiritual que tanto almeja. Tenha em mente que a conquista de grandes objetivos exige um amor intenso e a disciplina necessária para traduzi-lo em ações e em uma busca incansável. Portanto, estabeleço este como um princípio fundamental: a ausência de um profundo amor pelas Escrituras torna impossível o progresso no conhecimento de seus mistérios, valores e riquezas.


O terceiro princípio que desejo apresentar refere-se à humildade, que se desenvolve progressivamente pelo reconhecimento de nossas limitações e falhas. É essencial manter a consciência constante de nossas fraquezas, dispondo-nos a humilharmo-nos diante da soberania do Senhor e a confessar nossos pecados. Ao ler atentamente as Sagradas Escrituras, perceberemos que elas revelam, inevitavelmente, nossa própria imperfeição. De fato, a Bíblia não pode servir como luz para o próximo sem que, primeiramente, funcione como um espelho para nós mesmos.

“Lembre-se de que não é a leitura apressada, mas a meditação séria sobre as verdades sagradas e celestiais que as torna doces e proveitosas para a alma. Não é o mero toque da flor pela abelha que recolhe o mel, mas sim a sua permanência por um tempo na flor que extrai a doçura. Não é aquele que lê mais, mas sim aquele que medita mais, que se revelará o cristão mais escolhido, mais doce, mais sábio e mais forte.” (Thomas Brooks)


O quarto princípio que gostaria de apresentar refere-se à consagração da sua capacidade intelectual e da sua mente ao Senhor. É permitir que o Espírito Santo dirija e assuma o governo da sua consciência, a fim de que você alcance o discernimento espiritual necessário para glorificar a Deus através da sua vida. Cultivar esse espírito de servidão, mediante a entrega completa da mente e do coração ao Criador, é um requisito fundamental para que Ele, por meio do Santo Espírito, possa atuar em seu entendimento, revelando as preciosas profundezas contidas nas Escrituras. Deus ilumina a mente do homem santo com o propósito supremo de que Ele seja glorificado. Lembre-se sempre de que o caminho da erudição é, essencialmente, o caminho da piedade; ambos são pilares indispensáveis para a formação do verdadeiro homem santo. Portanto, uma mente, uma vida e um coração consagrados proporcionarão a necessária clareza para compreender as verdades divinas.

“Leia a Bíblia com sincera oração, pedindo o ensino e o auxílio do Espírito Santo. Aqui está a rocha na qual muitos naufragam logo no início. Eles não pedem sabedoria e instrução, e por isso encontram na Bíblia um livro obscuro, do qual nada extraem. Você deve orar para que o Espírito o guie a toda a verdade. Você deve suplicar ao Senhor Jesus Cristo que “abra o seu entendimento”, como Ele fez com os Seus discípulos” (JC Ryle)

“Muitas vezes, ao ler [a Bíblia], cada palavra parecia tocar meu coração. Sentia uma harmonia entre algo em meu coração e aquelas palavras doces e poderosas. Parecia-me ver tanta luz manifestada em cada frase, e um alimento tão refrescante ali comunicado, que não conseguia prosseguir com a leitura; freqüentemente me detinha longamente em uma única frase, para contemplar as maravilhas nela contidas; contudo, quase todas as frases pareciam repletas de maravilhas.” (Jonathan Edwards)


O quinto princípio que desejo apresentar é o da constância e da resiliência. Devemos disciplinar nossa vontade para realizar uma leitura atenta, pausada e meditativa, de modo que a mente esteja plenamente engajada no conteúdo estudado. O objetivo é que, ao concluir a leitura ou a pesquisa nas Escrituras, o conhecimento não seja esquecido, mas sim assimilado, tornando-se parte do seu íntimo para o desenvolvimento de reflexões profundas. Ao interiorizar a Palavra, você transforma seu coração em um verdadeiro tesouro espiritual. Esse arsenal de passagens e ensinamentos, consultável a qualquer momento, servirá como combustível para manter vivo o seu fervor e, acima de tudo, como bússola e luz para guiar a sua caminhada diária.


O sexto princípio fundamenta-se na oração do apóstolo Paulo, na qual ele suplica que o Senhor ilumine o entendimento dos efésios para a compreensão das verdades sagradas. Tal prática deve ser constante em nossa vida: sempre que abrirmos as Escrituras, é indispensável rogar humildemente ao Senhor, com fervor e profunda devoção, que ilumine o nosso coração e a nossa mente. Devemos clamar intensamente para que o Espírito Santo nos conduza a toda a verdade durante o estudo da Palavra. O Espírito Santo é o nosso guia supremo.


O sétimo princípio que desejo apresentar consiste na tríade: escrever, anotar, revisar e memorizar. Este processo demanda concentração elevada, força de vontade, determinação e longanimidade; é um exercício contínuo de aprofundamento e imersão. Tal prática requer uma dedicação rigorosa e uma constância inabalável para que haja uma crescente familiaridade com o texto bíblico e com os temas estudados nas Sagradas Escrituras. Lembre-se: o domínio do conteúdo exige o uso diligente de papel e caneta, o hábito metódico das anotações, a memorização sistemática e, acima de tudo, um nível profundo e ininterrupto de atenção.


Como um complemento ao sétimo princípio, é fundamental que você adquira o hábito de registrar versículos bíblicos relevantes, elaborar diagramas, realizar análises e promover comparações. Ao transcrever trechos, rascunhar paralelos entre passagens distintas sobre o mesmo tema e realizar apontamentos detalhados, você internalizará a aplicação desse princípio com maior eficácia. Tais práticas — que incluem a investigação minuciosa de textos, a articulação de notas temáticas e a síntese de descobertas — são essenciais para o seu aprimoramento acadêmico e para o desenvolvimento contínuo da sua percepção espiritual.
Para concluir, apresento duas diretrizes adicionais que devem ser consideradas além das que já expus.


Primeiramente, a gratidão. É imprescindível agradecer a Deus por, mediante o Seu Santo Espírito, revelar progressivamente as verdades contidas nas Escrituras. Você tem alcançado crescimento na graça e no conhecimento por meio do processo de leitura, estudo, anotação e meditação que aqui demonstrei. A oração é fundamental, tanto no que concerne ao pedido de auxílio do Espírito Santo quanto ao agradecimento pela assistência recebida.

Em segundo lugar, desejo reiterar uma verdade essencial: não existem "verdades novas" nas Escrituras. O que existe são verdades que, embora presentes, ainda não foram percebidas devido à falta de discernimento. Elas sempre estiveram lá.

 

“Nas Escrituras não existem verdades novas, existem verdades que não foram percebidas, elas estão sempre lá, o que existe é a falta de discernimento para percebê-las.”

 

Amém.


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C. J. Jacinto