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Contra Heresia do Egocentrismo

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INSTINTOS E REGENERAÇÃO

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Temos um mecanismo interno que produz os impulsos e os desejos no coração, comumente é chamado de instintos, Jesus fala sobre coisas que procedem do coração que contaminam o homem (Mateus 15:18) veja bem, Jesus usa a palavra contaminar (Grego: koinoi) então a fonte imoral e espiritual poluente está dentro do coração do homem, não era parte da natureza original, mas aparece apos a queda.

Este instinto está localizado no homem interior, nas profundezas de ser é de natureza psico espiritual, mas está arraigada nas profundezas da nossa existência e afeta tudo, por isso a natureza geme, a ação rebelde do homem e a prática do pecado polui tudo e arruinou com o universo, toda a criação foi afetada

 

É uma força que precisa ser controlada PELA NOSSA VONTADE OU PELO ESPÍRITO SANTO. Pela nossa própria vontade só podemos alcançar algum êxito em alguns momentos da vida, só uma vida controlada pelo Espírito Santo pode produzir as forças necessárias para reduzir os instintos do velho homem a morte e inatividade, está escrito que aquele que não tem o Espírito de Cristo não pertence a Ele (Romanos 8:9) devemos andar segundo o Espírito e não segundo a carne. A vida espiritual autêntica é aquela que está debaixo do controle do Espírito Santo, o contrário é andar na carne, e quem anda na carne nunca pode agradar a Deus.

 

Creio que o ego está dentro do nosso coração e corrompe os instintos de tal forma que faz do coração uma fonte de malignidade e paixões. O ego escraviza o pecador, corrompe-o de tal maneira  reduz a pessoa a escravidão

 

Todos os sentimentos, desejos, anseios, aspirações estão lá dentro de nós e o ego faz uso desses impulsos para criar os anelos e afetos necessários que precisam ser satisfeitos, as vezes o ego tem uma sede violenta e uma fome voraz por satisfação desses instintos. O homem auto-deifica-se mesmo sem perceber, infringe uma posição impossível: ser o centro de todas as coisas (Dessa inclinação surgiu o termo "egocêntrico"). Todos os que não possuem o Espírito de Cristo, não podem se sujeitar ao Senhorio de Cristo, ainda que combatam com tenacidade para tentar dominar os instintos, podem ir até um nível, muitos cristãos antigos perceberam o potencial de malignidade que flui do coração, então usaram de flagelos, mortificações e privações físicas a fim de combater essas inclinações maléficas, porém só o sangue da cruz de Cristo, só a cruz que verteu o sangue de Cristo, tem poder sobre o ego e os instintos que se alojam no homem interior.

O Espírito do Senhor precisa habitar dentro de nós e presidir a nossa vida, isso só é possível quando há uma verdadeira obra regeneradora dentro de nós, sem um verdadeiro novo nascimento, algo que procede do poder de Deus e não da religião, da carne ou da vontade humana, não haverá habitação eterna do Espírito Divino dentro de nós. Só podemos andar segundo o Espírito, se de fato houve uma regeneração dentro de nós, de outra forma, estaremos fadados ao fracasso final, ainda que tenhamos uma religião polida cheia de boas obras e boas intenções, nada disso pode nos ajudar, pois quando deixamos de fora a obra da cruz e o poder do Evangelho para a restauração do homem caído, chegaremos ao fracasso, só o ser uma nova criatura pode nos conduzir ao caminho triunfante.

 

Clavio J. Jacinto

Contra a Heresia do Egocentrismo

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EGOCENTRISMO (Contra a Heresia do Egoismo)

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Um dos maiores empecilhos para alcançarmos novamente alegria que perdemos com a nossa falta de fé e deslizes é a nossa preocupação com nós mesmos. Através de alguma forma de auto-cultura religiosa, tentamos melhorar aquilo que não pode ser melhorado. Temos como objetivo a felicidade, a vitoria sobre o pecado e o serviço são formas sutis desta coisa horrível: o egocentrismo.

É bom recordarmos o que ficou para trás, examinado cuidadosamente os nossos atos e julgando-os sem misericórdia, mas só isto nunca poderá devolver a alegria. Certa vez entrei numa sala onde certa menina estava tocando ao piano i,a ária simples. Confusa com uma entrada inesperada de uma visita começou a tocar muitas notas erradas. Sentindo-se apurada, tirou os olhos da musica, passando a olhar para os próprios dedos, tentando colocá-los nas notas certas. Com isto só conseguiu errar cada vez mais até que teve de abandonar o instrumento. Olhar para os dedos foi a pior coisa que poderia ter feito. Se tivesse ficado com os olhos fixos na musica que e estava a sua frente, talvez pudesse ter corrigido seus erros, continuando, assim, a tocar.

E se nós também ficarmos absorvidos conosco, com nosso fracasso, com nossa falta de fé e de poder, certamente seremos leva os a desistir Este não é o caminho de volta. Mas, se enquanto nos julgamos por nossa falta de atenção e toda a nossa tolice, olharmos para Cristo, buscando a Sua presença, pode ser que,a aliás, sem duvida, então conseguiremos a harmonia da música novamente.

Para isto, teremos ajuda poderosa e cheia de amor do Espírito Santo porque, deixando de olhar para nós mesmos, buscando antes contemplar a Cristo, tendo-O sempre em mente, estamos fazendo exatamente o oposto de entristecer o Espírito Santo: estamos agradando-O.

Uma pequena coisa pode entristecê-lo; uma pequena diferença quanto àquilo que Ele quer levar-nos a experimentar; uma pequena falta de atenção ao Seu ministério de amor. Um desejo, ainda que pequeno, de conhecer mais a Cristo; a esperança, ainda que pequena, de ser mais bem instruído nos propósitos de Deus; mesmo isto agradará ao Espírito Santo, assegurando a sua ajuda amorosa e pronta

 

H. P Baker

Traduzido por Agnes M Penna

Tempos Dificeis

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Tempos Dificeis

 

Os tempos em que vivemos são difíceis, por isso as Escrituras chama de presente século mau (Gálatas 1:4) geração perversa e corrompida (Filipenses 2:5) jamais devemos se conformar com esse sistema vigente (romanos 12:1 e 2) ele está sob o domínio e influência do maligno (I João 5:19) o Deus deste século (II Coríntios 4:4) imerso em vãs filosofias (Colossenses 2:8). Os tempos são difíceis porque o a amor se esfriou, e continuará ainda mais se esfriando. Um sentimento com caráter de cadáver, frio, sem o fogo da devoção e o amor pelo evangelho, assim, não somente o mundo perecerá mas a igreja e os cristãos sofrerão as duras conseqüências desse esfriamento espiritual.

São certas as palavras de Paulo: “Sabe porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos” (II Timóteo 3:1) essa é a revelação profética do Espírito Santo para os últimos dias. Creio que devemos perceber isso, atualmente estamos vivendo um esfriamento mundial, por conta de vãs filosofias que já predominam na sociedade e se infiltraram de maneira sorrateira e já se encontra em vigência em todos os lugares. Gostamos muito de falar de heresias, quando o campo em que abordamos é a apologética. De certo modo a apologética está ligada completamente a vida cristã, falamos sobre tempos perigosos com uma apostasia crescente na cristandade, pouco se importamos em declarar como herética, uma vida espiritual fria. cadavérica, onde o amor se esfria e congela os sentimentos e endurece a consciência e o coração.

Primeiramente quero verificar a palavra grega que a ACF (Almeida Corrigida e Fiel) traduziu para o português como tempos “trabalhosos”, a palavra grega é “chalepoi” e segundo vimos no léxico de Strong, se define assim:

5467 xalepós (um adjetivo, derivado de xaleptō , "oprimir, irritar", J. Thayer) - propriamente, irritantemente difícil de suportar ( LS ); ferozmente difícil de lidar por ser tão severo (até mesmo prejudicial).

Então aqui temos luz espiritual suficiente para entender as implicações severas desses dias trabalhosos para os cristãos, e que já estamos vivendo agora. Primeiro são dias de opressão espiritual tremenda. Estamos sob ataque na linha de front, tanto física quanto espiritual. Embora seja verdadeiro que não lutamos contra a carne e o sangue, se faz necessário dizer que o diabo faz uso de seus instrumentos para oprimir a igreja de modo que ela se enfraqueça contra o combate no reino espiritual. Aqui está uma tática terrível. A igreja precisa se enfraquecer, os métodos que o inimigo usa é destruir a convicção, tentar minar com os fundamentos. De certa forma, suas táticas são as mais sutis, porém elas estão expostas nas Escrituras para nossa advertência. Temos o caso de Balaão, por exemplo, o diabo usou meios físicos, usando instrumentos carnais para corromper espiritualmente os israelitas. A opressão, porém se dá de outras formas também, tendo em vista que as ideologias prevalecem na sociedade e se enraízam cada vez mais nas instituições, tal fato leva apenas para uma direção, uma igreja encurralada e oprimida pelas tendências do nosso século, a pós modernidade é também o tempo da pós-verdade, do relativismo moral da nova tolerância que não tolera o exclusivismo, mas o relativismo e estamos nós dentro desse contexto social dos últimos dias. Dias trabalhosos porque a igreja de Cristo sofre as mais duras sanções e está sendo espremida na parede das proibições e amarrada com as mordaças do relativismo moral. Assim esses dias trabalhosos serão dias difíceis de suportar justamente porque os valores judaicos cristão estão sendo completamente rejeitados e atacados como sendo de índole intolerante e fundamentalista, no termo mais pejorativo possível, de modo que se promove um sentimento coletivo de que os cristãos bíblicos são inimigos da sociedade vigente e do progresso e da paz mundial. A nova ordem que se aproxima no limiar dessa era de trevas, é uma falsa de luz de esperança que não permite em hipótese alguma competir com a  luz da glória do evangelho. Num mundo globalizado onde o sistema político unificado permite um governo mundial, não haverá muito entusiasmo em proteger os que se consideram inimigos da causa da  “paz e do bem estar coletivo mundial” Digo com pesar que de certa forma, nossa sociedade está sendo treinada a troca toda a sua liberdade pela sua segurança, e de certo modo torna-se muito perigoso viver agora no atual momento sem perceber o perigo dessa tendência maligna e estarmos com a vida espiritual ajustada para nunca trocar nossa liberdade de amar a Cristo e servir a Ele segundo as Escrituras por uma falsa segurança que o mundo nos oferece em troca da fidelidade ao espírito do anticristo que já opera em nosso meio sob as demandas de uma política de intolerância ao exclusivismo e uma abertura completa ao relativismo moral.

Serão trabalhosos porque trarão dificuldades, seremos oprimidos, recuados, abordados, perseguidos. Essa época será distinta por causa do amor, mas não o amor a Deus, senão um amor egoísta, egocêntrico ao extremo, a sociedade será composta na sua maioria de homens que pregam um amor doentio, amor a si mesmos, serão amantes de si mesmos, de modo que de tão apostata aspecto moral, isso se encaixa perfeitamente da redução de uma verdade ao indivíduo. É essa tendência filosófica que está predominando hoje em dia e se estabelece como regra que define a verdade, a minha verdade é pessoa,, a outra verdade oposta da outra pessoa deve ser respeitada como também legitima, porque a verdade nada mais é do que uma expressão local, social, temporal e pessoal. Não há absolutos em hipótese alguma, de modo que se um indivíduo crer ser uma arvore, o deixe em paz se comportar como se fosse um vegetal, pois essa é a verdade a nível pessoal e precisa ser respeitada como norma que estabelece uma Nova religião mundial. A tese e a antítese devem se harmonizar, assim que se oferece nada mais é do que o convite a cada cristão bíblico a se prostituir espiritualmente com a mentira e o engano. Então numa situação tão delicada e extrema, a negação a essa conjunção de idéias opostas, compromete a nossa segurança e nosso bem estar no mundo que jaz no maligno.

Esse tempo será muito prejudicial para nós cristãos, primeiro é que de fato, o pecado está muito próximo de nossos olhos e mãos, a tecnologia coloca o pecado disponível com muita facilidade á frente de cada ser humano. Nós estamos inseridos nessa era, a projeção deste presente século é enorme, uma enorme demanda de iniqüidade que pode ser acessível a qualquer um. Estamos dispostos a gastar muito tempo em oração de modo a enfrentar a tentação e correr dela ao invés de correr ao encontro dela? Esse tem sido o nosso dilema, cada um de nós está dentro do contexto que me refiro aqui. Somos nós que estamos vivendo a era em que o entretenimento nos consome e rouba nossa vida de oração e devoção, e estamos fracos porque não temos reuniões de oração, não temos profundidade na nossa fé, e isso corresponde a uma igreja fraca, uma espiritualidade fraca, e um cristão que tem uma espiritualidade fraca não pode vencer tentações fortes. O resultado é uma devastação espiritual sem precedentes na história, mão temos outra alternativa, senão comparar o nosso tempo com os dias de Noé tal como advertiu o próprio Salvador em Mateus 44:37 a 39.

Estamos caminhando para a direção que corresponde exatamente ao que lemos em Apocalipse 12:11: “E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho, e não amaram as suas vidas até a morte” Agora preste atenção, “não amaram as suas vidas até a morte”. Onde está a coragem cristã que caracterizava os crentes antes de Constantino? onde está a mesma coragem dos mártires que foi tão bem apresentado por John Fox no seu livro que narra o martírio dos santos fiéis de todas as épocas da história da igreja? Onde está a coragem de um João Batista, que com a voz de um trovão bradou contra um casamento ilícito quando a maioria dos cristãos hoje em dia são favoráveis ao divórcio e ao segundo casamento? Um Batista que não se vende diante da oportunidade de agradar os políticos quando ele tinha toda a oportunidade de fazer com que seu ministério fosse levado pelas conveniências e interesses pessoais, é uma expressão cada vez mais rara em nossos dias. Deus tenha misericórdia de nós.

São dias trabalhosos por causa da severidade das coisas malignas que ficam impregnadas na sociedade, é difícil com relação anos mesmos, pois temos que usar o tempo de forma sabia, vigiar e ter todo cuidado e prudência com relação a tudo. É difícil por causa da tendência humana que cede as ideologias decorrentes desse declínio espiritual de multiplicação de iniqüidade.  A iniqüidade é sinalizada pela adequação de todo mundo ao que é contrário a sensatez e tudo o que corresponde oposição a vontade de Deus, assim a iniqüidade prevalece por causa do sentimento de conformismo com as coisas erradas. Assim, inseridos nesse contexto cultural e social, a dificuldade é tanto a nível pessoal quanto nos relacionamentos, acredito que quanto mais se acentua a iniqüidade, mas o homem piedoso, o cristão bíblico, tomará o rumo da solidão. Eu não defendo qualquer tipo de monasticismo, apenas ressalto que em grandes épocas de crises espirituais profundas, os santos acabam escolhendo a peregrinação solitária, as Escrituras apresentam muitos exemplos de santos que tiveram que caminhar sozinho, porque não se conformaram com as tendências culturais e espirituais de sua época, Elias e Enoque são dois exemplos no Antigo Testamento que apontam para o caminho santo da peregrinação solitária como conseqüência de uma escolha: a fidelidade a Deus, é bem possível que a igreja do final dos tempos seja caracterizada por uma boa quantidade de homens piedosos que estejam peregrinando por um caminho estreito e solitário, tal como Jesus mesmo ensinou no Sermão da montanha “E porque  estreita é a porta e apertado o caminho que conduz que leva a vida, e poucos há que a encontrem”(Mateus 7:14)

Paulo em II Timóteo 3:1 a 5 faz uma abordagem bem clara sobre o comportamento desses indivíduos ímpios, e então termina com a admoestação: “destes afasta-te”. O espírito santo clama pelo afastamento dos santos quando o mundo está potencialmente corrompido, uma afastar-se da sociedade que é composta na sua maioria por pessoas que evidenciam todos os comportamentos denunciados por Paulo em II Timóteo 3:1 a 4. Mas  não posso terminar aqui, isso pode significar um afastamento de tudo aquilo que nos liga a essa sociedade, sugere um cuidado como podemos ver em Salmos 1, há o conselho dos ímpios, o caminho dos pecados e a roda dos escarnecedores. Isso fala sobre filosofias de vida comportamentos, o outro fala sobre direção e inclinações e o outro sobre contexto cultural.

Como devemos enfrentar todas essas tendências, esses dias difíceis que estamos vivendo agora? Ainda buscamos respostas no contexto do capitulo 3 de II Timóteo, antes é necessário que se apresente a advertência solene do apóstolo com relação a esses dias e o que eles podem trazer para os cristãos: “E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus, padecerão perseguições” (II Timoteo 3;12) qual a causa dessa oposição aos santos nos dias difíceis? certamente é pelo fato dos cristãos bíblicos não cederem as tendências malignas do século mau. Eles não concordaram com toda a corrupção moral que no seu todo corresponde aos comportamentos demoníacos apresentados em II Timóteo 3;1 a 4.  O cristão não deve ceder ao relativismo e nenhuma vã filosofia mundana, então segue alguns conselhos de Paulo em II Timóteo 3 para enfrentarmos os dias difíceis;

Primeiro: II Timóteo 3:14. “Tu porém permanece naquilo que aprendestes” aqui temos um grande principio, permanecer nos absolutos divinos. A divindade e Salvação através de Cristo somente, inerrancia, inspiração verbal e total e autoridade das Escrituras em assuntos espirituais e teológicos, Salvação pela graça, retorno literal e triunfante de Cristo, morte vicária e ressurreição literal de Cristo e enfim, todas as doutrinas fundamentais da fé cristã.

Segundo: II Timóteo 3:10. “Tu porém tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, amor, paciência” Aqui temos outro grande conselho: que os santos sejam teu exemplo. Vá para as Escrituras, olhe Daniel e seus amigos, como eles se comportaram na Babilônia? Olhe para a vida de Elias, como ele se comportou diante da apostasia que reinava na sua época? Olhe para Enoque e Noé, veja como era a situação cultural e espiritual daquela civilização e como eles se comportaram dentro dela, estude Hebreus 11 e veja cada um daqueles apresentados na galeria dos heróis da fé, estude a vida de cada um deles e tome para si o exemplo de suas vidas e comportamentos e devoção, a fidelidade diante de tempos difíceis e cada um deles venceram. Quando Paulo apresenta esse conselho para Timóteo, que siga o exemplo de Paulo, vemos no seu todo o exemplo de cada homem santo que enfrenta dias difíceis e de severidades extremas como o apostolo na época de Nero.

Terceiro: II Timóteo 3:15. “As sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para salvação, pela fé que há em Cristo Jesus” os últimos versículos concluem a importância das Escrituras. Uma igreja que prega a bíblia de modo correto, que valoriza mais a exposição das Escrituras do que a musica, o entretenimento etc. Uma igreja  que tenha pregadores íntegros e bem formados teologicamente, são regras fundamentais para se viver debaixo da proteção do Espírito Santo, pois em época de trevas espirituais, as Escrituras nos fornecem a luz necessária para não tropeçarmos nas heresias que precedem a apostasia. Sigamos esses três conselhos, pois eles nos fornecem os recursos espirituais necessários para vivermos no presente século com sobriedade e possamos vencer as tendências e permanecermos firmes diante dos confrontos que ainda temos que enfrentar.

 

Amém

A batalha Cristã Contra o Próprio Ego

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Não significa que o novo convertido na medida que cresce, não enfrenta batalhas. Temos nas Escrituras, muitas admoestações sobre isso
Devo lembrar-me que meu próprio pecado pode me cegar, e cega de tal modo que parece não existir qualquer perigo em cometê-lo de modo que nada mãos pode ser tão enganador para mim mesmo quanto um pecado que não esteja disposto a abandonar. John Owen ensinou que  ”o velho homem se fortalece ou decai de acordo coma  renovação do novo homem“, assim entendemos que os ensinos do Novo Testamento produz uma excelência de caráter em quem rende-se a Cristo e pratica o que Ele ensinou, de outra forma, se assim não for, sem evidencias claras dessa transformação espiritual estaremos vivendo uma fraude espiritual, como disse o escritor Sigisfredo Wanderley: ”Um cristianismo sem um compromisso radical com a vontade de Deis é uma fraude“ . Andrew Murray fala da batalha cristã, e devemos vencer o nosso eu, a nossa vontade (Mateus 6:10) ele explica sobre o assunto da obediência á vontade de Deus dessa maneira: A palavra OBEDECER vem de uma palavra latina composta, a qual significa que você faz algo em conseqüência daquilo que você ouve.
Deus transforma o coração do homem, por natureza o homem ama o pecado e odeia a obediência, ele gosta da iniqüidade e não a santidade, mas a graça de Deus trabalha no coração regenerado, pois através dessa criação se faz uma nova criatura (II Coríntios 5:17) e o novo homem passa a mar as coisas certas e detestar as coisas erradas, acima de tudo está disposto a obedecer a Deus mesmo contra a sua vontade e a vontade de todos os outros homens. 



I-          Abstenhais-vos das concupiscências carnais que combatem contra a alma (I Pedro 2: 11)
II-       Ter o muito critério para não se alimentar de comida espiritual falsificada, pois compromete totalmente o crescimento e o progresso da vida espiritual (II Pedro 2:2)
III-   Também devemos reagir de modo a nos livrarmos das coisas do velho homem, como bem disse São Paulo, um despojamento de tudo o que pertence a velha natureza, como ira, cólera, malicia maledicências e palavras torpes.(Colossenses 3:8)
IV-     Assim também somos convocados a mortificar nossos membros que estão sobre a terra, afeições desordenadas, a impureza, a vil concupiscência e até mesmo a avareza. (Colossenses 3:5)
V-        Há necessariamente um despojamento do velho homem, o tudo se fez novo da nova criatura procede o novo homem criado em verdadeira justiça e santidade (Efésios 4:22 a 24)
VI-     A ordem de seguir a Cristo não está divorciada dessa verdade ;Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santificação” (U Tessalonicenses 4:7 veja também Romanos 6:22) e isso é obvio pois  a ordem é “O pecado não terá domínio sobre vós” (Romanos 6:14)
VII-  É um grande engano dos nossos tempos, pensar que a pratica do pecado não traz conseqüências terríveis e devastadora sobre o mundo e particularmente sobre as pessoas. (Veja I Coríntios 5:1 a 5 e 15:33)
VIII-      Os devidos cuidados com a nossa língua pois esse há uma alerta descrito em Mateus 12:36 e 5:37, sobre o modo como deve ser nossas conversas, por isso devemos ser coerentes com a nossa linguagem para ser mos santos em nossa postura.
IX-     O ato radical da graça de Deus é tirar o pecador imundo do mundo, em seguida purificá-lo para colocá-lo novamente no mundo, a fim de que viva e brilhe em santidade para a glória de Deus e seja testemunha da ressurreição de cristo e alerta para a Sua vinda triunfante.
X-        Deve o homem redimido viver em espírito de quebrantamento, um coração quebrantado é um meio pelo qual teremos uma visão adequada da graça de deus e a gravidade do pecado (Veja Mateus 15:14 Salmos 34:18 e 51:17)
XI-     Por isso a importância de aplicarmos na nossa vida, os princípios espirituais do sermão da montanha, como disse Santo Agostinho, que o sermão da montanha é uma regra perfeita para uma vida cheia de virtudes
XII-  Dessa forma, a vida espiritual e a vitoria sobre o pecado só ocorre quando estamos crucificados com Cristo e Cristo vive em nós (Gálatas 2:20)
XIII-      Assim estamos cientes de que há tido um conjunto de princípios que atuam em conjunto, um processo por etapas que leva a até a morte como conseqüência da pratica do pecado (Tiago 1:14 e 15) Henry Scougal adverte: “Todo o pecado ou vicio provem da qualidade da nossa própria vontade. Toda a virtude ou perfeição nasce e cresce da mortificação da vontade pessoal e da entrega dela totalmente ao prazer e a vontade de Deus” John Owen também disse: “Mate o pecado ou o pecado te matará. Se estás morto com Cristo e se ressuscitastes com Ele, não deve existir desculpas para se descuidar dessa responsabilidade”
XIV-       Finalmente acredito que a vida cristã procede de um despojamento e de um revestimento, veja que a obra do revestimento da justiça é de iniciativa divina (Genesis 3:7 a 21) devemos nos despojar do velho homem com e seus impulsos pecaminosos (Colossenses 3:8 com Efésios 4:22) e nos revestir das coisas apropriadas a um santo regenerado; amor (Colossenses 3:4) Humildade (I Pedro 5:5) Virtudes (Colossenses 3:12) da armadura de Deus (Efésios 6:12 a 18) de poder (Lucas 24:49) e de Cristo (Romanos 13:14)


Clavio J. Jacinto



EGOISMO:UMA ENFERMIDADE ESPIRITUAL

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Agir por interesse próprio ou por conveniência de modo a trazer benefícios pessoais e tão somente isso é a forma de egoísmo que mais predomina entre cristãos hoje em dia. Essa tendência malévola de trazer interesses para a nossa vida independente da vontade de Deus e muitas vezes induzindo o próximo à perdas , muitas delas espirituais e irreparáveis é uma maneira maligna de agir por trás de uma capa religiosa. Não há disfarce tão diabólico, quanto o vestir-se de um manto de santidade falsa para coagir outros a agirem de acordo com os nossos interesses pessoais, isso é agir de modo diabólico. Veja que para tentar usurpar a vontade humana satanás de transfigura em anjo de luz (II Coríntios 4:4) e por motivações abomináveis gosta de se passar por teólogo (Mateus 4:6) Assim a busca por interesses egoístas é uma forma de expressão carnal e  maligna, e isso é muito comum devido a tendência do coração humano em desejar ser o centro da vida comunitária. O que predomina no  mundo é esse espírito egoísta, e por isso vimos lá todo o tipo de trapaças, porque é necessário que mundanos tenham uma plataforma para exibir e dominar os outros, receber honras e todas as parafernálias que o induzem a sentimentos de satisfações que satisfazem o ego.  É notável que os sentimentos de um coração regenerado tendem sempre a buscar os interesses pessoais, sem se importar com os meios e as conseqüências. Devido a essa inclinação a satisfazer o ego, desejam ocupar cargos eclesiásticos,motivados pelos sentimentos de orgulho, não desejam o episcopado  ou diaconato para o serviço, mas para satisfazer o ego, da mesma maneira desejam cantar ou pregar, apenas para achar um meio de erguer o ídolo do ego perante os olhos alheios, nada mais que isso.Gosto muito de meditar nas palavras de C. H. Mackintosh, pois elas são sabias e verdadeiras “"Que o Senhor possa nos livrar desse costume tão comum em nossos dias que é o de agirmos por interesse, atitude essa à qual não falta religiosidade, mas que é inimiga da cruz de Cristo. O que é necessário para permanecermos firmes contra essa terrível forma de mal não são opiniões peculiares, princípios especiais ou uma fria exatidão intelectual. Precisamos de uma profunda devoção à Pessoa do Filho de Deus; uma completa consagração de coração, corpo, alma e espírito, ao Seu serviço; um desejo sincero por Sua gloriosa vinda. Possamos, portanto, eu e você, nos unir em um só clamor que saia do fundo de nosso coração, a dizer: "Não tornarás a vivificar-nos, para que o Teu povo se alegre em Ti?" (Sl 85:6)."

CLAVIO J. JACINTO