INSTINTOS E REGENERAÇÃO
Temos um mecanismo
interno que produz os impulsos e os desejos no coração, comumente é chamado de
instintos, Jesus fala sobre coisas que procedem do coração que contaminam o
homem (Mateus 15:18) veja bem, Jesus usa a palavra contaminar (Grego: koinoi)
então a fonte imoral e espiritual poluente está dentro do coração do homem, não
era parte da natureza original, mas aparece apos a queda.
Este instinto está
localizado no homem interior, nas profundezas de ser é de natureza psico
espiritual, mas está arraigada nas profundezas da nossa existência e afeta
tudo, por isso a natureza geme, a ação rebelde do homem e a prática do pecado
polui tudo e arruinou com o universo, toda a criação foi afetada
É uma força que precisa
ser controlada PELA NOSSA VONTADE OU PELO ESPÍRITO SANTO. Pela nossa própria
vontade só podemos alcançar algum êxito em alguns momentos da vida, só uma vida
controlada pelo Espírito Santo pode produzir as forças necessárias para reduzir
os instintos do velho homem a morte e inatividade, está escrito que aquele que
não tem o Espírito de Cristo não pertence a Ele (Romanos 8:9) devemos andar
segundo o Espírito e não segundo a carne. A vida espiritual autêntica é aquela
que está debaixo do controle do Espírito Santo, o contrário é andar na carne, e
quem anda na carne nunca pode agradar a Deus.
Creio que o ego está
dentro do nosso coração e corrompe os instintos de tal forma que faz do coração
uma fonte de malignidade e paixões. O ego escraviza o pecador, corrompe-o de
tal maneira reduz a pessoa a escravidão
Todos os sentimentos,
desejos, anseios, aspirações estão lá dentro de nós e o ego faz uso desses
impulsos para criar os anelos e afetos necessários que precisam ser
satisfeitos, as vezes o ego tem uma sede violenta e uma fome voraz por
satisfação desses instintos. O homem auto-deifica-se mesmo sem perceber,
infringe uma posição impossível: ser o centro de todas as coisas (Dessa
inclinação surgiu o termo "egocêntrico"). Todos os que não possuem o
Espírito de Cristo, não podem se sujeitar ao Senhorio de Cristo, ainda que combatam
com tenacidade para tentar dominar os instintos, podem ir até um nível, muitos
cristãos antigos perceberam o potencial de malignidade que flui do coração,
então usaram de flagelos, mortificações e privações físicas a fim de combater
essas inclinações maléficas, porém só o sangue da cruz de Cristo, só a cruz que
verteu o sangue de Cristo, tem poder sobre o ego e os instintos que se alojam
no homem interior.
O Espírito do Senhor
precisa habitar dentro de nós e presidir a nossa vida, isso só é possível
quando há uma verdadeira obra regeneradora dentro de nós, sem um verdadeiro
novo nascimento, algo que procede do poder de Deus e não da religião, da carne
ou da vontade humana, não haverá habitação eterna do Espírito Divino dentro de
nós. Só podemos andar segundo o Espírito, se de fato houve uma regeneração
dentro de nós, de outra forma, estaremos fadados ao fracasso final, ainda que
tenhamos uma religião polida cheia de boas obras e boas intenções, nada disso
pode nos ajudar, pois quando deixamos de fora a obra da cruz e o poder do
Evangelho para a restauração do homem caído, chegaremos ao fracasso, só o ser
uma nova criatura pode nos conduzir ao caminho triunfante.
Clavio J. Jacinto
EGOCENTRISMO (Contra a Heresia do Egoismo)
Um dos maiores empecilhos para alcançarmos novamente alegria
que perdemos com a nossa falta de fé e deslizes é a nossa preocupação com nós
mesmos. Através de alguma forma de auto-cultura religiosa, tentamos melhorar
aquilo que não pode ser melhorado. Temos como objetivo a felicidade, a vitoria
sobre o pecado e o serviço são formas
sutis desta coisa horrível: o egocentrismo.
É bom recordarmos o que ficou para trás, examinado
cuidadosamente os nossos atos e julgando-os sem misericórdia, mas só isto nunca
poderá devolver a alegria. Certa vez entrei numa sala onde certa menina estava
tocando ao piano i,a ária simples. Confusa com uma entrada inesperada de uma
visita começou a tocar muitas notas erradas. Sentindo-se apurada, tirou os
olhos da musica, passando a olhar para os próprios dedos, tentando colocá-los
nas notas certas. Com isto só conseguiu errar cada vez mais até que teve de
abandonar o instrumento. Olhar para os dedos foi a pior coisa que poderia ter
feito. Se tivesse ficado com os olhos fixos na musica que e estava a sua
frente, talvez pudesse ter corrigido seus erros, continuando, assim, a tocar.
E se nós também ficarmos absorvidos conosco, com nosso
fracasso, com nossa falta de fé e de poder, certamente seremos leva os a
desistir Este não é o caminho de volta. Mas, se enquanto nos julgamos por nossa
falta de atenção e toda a nossa tolice, olharmos para Cristo, buscando a Sua
presença, pode ser que,a aliás, sem duvida, então conseguiremos a harmonia da música
novamente.
Para isto, teremos ajuda poderosa e cheia de amor do Espírito
Santo porque, deixando de olhar para nós mesmos, buscando antes contemplar a Cristo,
tendo-O sempre em mente, estamos fazendo exatamente o oposto de entristecer o Espírito
Santo: estamos agradando-O.
Uma pequena coisa pode entristecê-lo; uma pequena diferença
quanto àquilo que Ele quer levar-nos a experimentar; uma pequena falta de
atenção ao Seu ministério de amor. Um desejo, ainda que pequeno, de conhecer
mais a Cristo; a esperança, ainda que pequena, de ser mais bem instruído nos propósitos
de Deus; mesmo isto agradará ao Espírito Santo, assegurando a sua ajuda amorosa
e pronta
H. P Baker
Traduzido por Agnes M Penna
Tempos Dificeis
Tempos Dificeis
Os tempos em
que vivemos são difíceis, por isso as Escrituras chama de presente século mau (Gálatas
1:4) geração perversa e corrompida (Filipenses 2:5) jamais devemos se conformar
com esse sistema vigente (romanos 12:1 e 2) ele está sob o domínio e influência do maligno (I João 5:19) o Deus deste século (II Coríntios 4:4) imerso em vãs
filosofias (Colossenses 2:8). Os tempos são difíceis porque o a amor se
esfriou, e continuará ainda mais se esfriando. Um sentimento com caráter de cadáver,
frio, sem o fogo da devoção e o amor pelo evangelho, assim, não somente o mundo
perecerá mas a igreja e os cristãos sofrerão as duras conseqüências desse
esfriamento espiritual.
São certas
as palavras de Paulo: “Sabe porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos
trabalhosos” (II Timóteo 3:1) essa é a revelação profética do Espírito Santo
para os últimos dias. Creio que devemos perceber isso, atualmente estamos vivendo
um esfriamento mundial, por conta de vãs filosofias que já predominam na
sociedade e se infiltraram de maneira sorrateira e já se encontra em vigência em
todos os lugares. Gostamos muito de falar de heresias, quando o campo em que
abordamos é a apologética. De certo modo a apologética está ligada
completamente a vida cristã, falamos sobre tempos perigosos com uma apostasia
crescente na cristandade, pouco se importamos em declarar como herética, uma
vida espiritual fria. cadavérica, onde o amor se esfria e congela os sentimentos
e endurece a consciência e o coração.
Primeiramente
quero verificar a palavra grega que a ACF (Almeida Corrigida e Fiel) traduziu
para o português como tempos “trabalhosos”, a palavra grega é “chalepoi” e
segundo vimos no léxico de Strong, se define assim:
5467 xalepós (um adjetivo, derivado de xaleptō ,
"oprimir, irritar", J. Thayer) - propriamente, irritantemente difícil
de suportar ( LS ); ferozmente difícil de
lidar por ser tão severo (até mesmo prejudicial).
Então aqui temos luz espiritual suficiente
para entender as implicações severas desses dias trabalhosos para os cristãos,
e que já estamos vivendo agora. Primeiro são dias de opressão espiritual
tremenda. Estamos sob ataque na linha de front, tanto física quanto espiritual.
Embora seja verdadeiro que não lutamos contra a carne e o sangue, se faz necessário
dizer que o diabo faz uso de seus instrumentos para oprimir a igreja de modo
que ela se enfraqueça contra o combate no reino espiritual. Aqui está uma tática
terrível. A igreja precisa se enfraquecer, os métodos que o inimigo usa é
destruir a convicção, tentar minar com os fundamentos. De certa forma, suas táticas
são as mais sutis, porém elas estão expostas nas Escrituras para nossa
advertência. Temos o caso de Balaão, por exemplo, o diabo usou meios físicos,
usando instrumentos carnais para corromper espiritualmente os israelitas. A
opressão, porém se dá de outras formas também, tendo em vista que as ideologias
prevalecem na sociedade e se enraízam cada vez mais nas instituições, tal fato
leva apenas para uma direção, uma igreja encurralada e oprimida pelas tendências
do nosso século, a pós modernidade é também o tempo da pós-verdade, do relativismo
moral da nova tolerância que não tolera o exclusivismo, mas o relativismo e
estamos nós dentro desse contexto social dos últimos dias. Dias trabalhosos
porque a igreja de Cristo sofre as mais duras sanções e está sendo espremida na
parede das proibições e amarrada com as mordaças do relativismo moral. Assim
esses dias trabalhosos serão dias difíceis de suportar justamente porque os
valores judaicos cristão estão sendo completamente rejeitados e atacados como
sendo de índole intolerante e fundamentalista, no termo mais pejorativo possível,
de modo que se promove um sentimento coletivo de que os cristãos bíblicos são
inimigos da sociedade vigente e do progresso e da paz mundial. A nova ordem que
se aproxima no limiar dessa era de trevas, é uma falsa de luz de esperança que
não permite em hipótese alguma competir com a
luz da glória do evangelho. Num mundo globalizado onde o sistema político
unificado permite um governo mundial, não haverá muito entusiasmo em proteger
os que se consideram inimigos da causa da “paz e do bem estar coletivo mundial” Digo com
pesar que de certa forma, nossa sociedade está sendo treinada a troca toda a
sua liberdade pela sua segurança, e de certo modo torna-se muito perigoso viver
agora no atual momento sem perceber o perigo dessa tendência maligna e estarmos
com a vida espiritual ajustada para nunca trocar nossa liberdade de amar a
Cristo e servir a Ele segundo as Escrituras por uma falsa segurança que o mundo
nos oferece em troca da fidelidade ao espírito do anticristo que já opera em nosso
meio sob as demandas de uma política de intolerância ao exclusivismo e uma
abertura completa ao relativismo moral.
Serão trabalhosos porque trarão
dificuldades, seremos oprimidos, recuados, abordados, perseguidos. Essa época será
distinta por causa do amor, mas não o amor a Deus, senão um amor egoísta, egocêntrico
ao extremo, a sociedade será composta na sua maioria de homens que pregam um amor
doentio, amor a si mesmos, serão amantes de si mesmos, de modo que de tão apostata
aspecto moral, isso se encaixa perfeitamente da redução de uma verdade ao indivíduo. É essa tendência filosófica que está predominando hoje em dia e se
estabelece como regra que define a verdade, a minha verdade é pessoa,, a outra
verdade oposta da outra pessoa deve ser respeitada como também legitima, porque
a verdade nada mais é do que uma expressão local, social, temporal e pessoal.
Não há absolutos em hipótese alguma, de modo que se um indivíduo crer ser uma
arvore, o deixe em paz se comportar como se fosse um vegetal, pois essa é a
verdade a nível pessoal e precisa ser respeitada como norma que estabelece uma
Nova religião mundial. A tese e a antítese devem se harmonizar, assim que se
oferece nada mais é do que o convite a cada cristão bíblico a se prostituir espiritualmente
com a mentira e o engano. Então numa situação tão delicada e extrema, a negação
a essa conjunção de idéias opostas, compromete a nossa segurança e nosso bem
estar no mundo que jaz no maligno.
Esse tempo será muito prejudicial para
nós cristãos, primeiro é que de fato, o pecado está muito próximo de nossos
olhos e mãos, a tecnologia coloca o pecado disponível com muita facilidade á
frente de cada ser humano. Nós estamos inseridos nessa era, a projeção deste presente
século é enorme, uma enorme demanda de iniqüidade que pode ser acessível a
qualquer um. Estamos dispostos a gastar muito tempo em oração de modo a
enfrentar a tentação e correr dela ao invés de correr ao encontro dela? Esse
tem sido o nosso dilema, cada um de nós está dentro do contexto que me refiro
aqui. Somos nós que estamos vivendo a era em que o entretenimento nos consome e
rouba nossa vida de oração e devoção, e estamos fracos porque não temos
reuniões de oração, não temos profundidade na nossa fé, e isso corresponde a
uma igreja fraca, uma espiritualidade fraca, e um cristão que tem uma
espiritualidade fraca não pode vencer tentações fortes. O resultado é uma
devastação espiritual sem precedentes na história, mão temos outra alternativa,
senão comparar o nosso tempo com os dias de Noé tal como advertiu o próprio Salvador
em Mateus 44:37 a 39.
Estamos caminhando para a direção que corresponde exatamente ao que lemos em Apocalipse 12:11: “E eles o venceram pelo
sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho, e não amaram as suas vidas
até a morte” Agora preste atenção, “não amaram as suas vidas até a morte”. Onde
está a coragem cristã que caracterizava os crentes antes de Constantino? onde
está a mesma coragem dos mártires que foi tão bem apresentado por John Fox no
seu livro que narra o martírio dos santos fiéis de todas as épocas da história da igreja? Onde está a coragem de um João Batista, que com a voz de um trovão
bradou contra um casamento ilícito quando a maioria dos cristãos hoje em dia
são favoráveis ao divórcio e ao segundo casamento? Um Batista que não se vende
diante da oportunidade de agradar os políticos quando ele tinha toda a oportunidade
de fazer com que seu ministério fosse levado pelas conveniências e interesses
pessoais, é uma expressão cada vez mais rara em nossos dias. Deus tenha misericórdia
de nós.
São dias trabalhosos por causa da
severidade das coisas malignas que ficam impregnadas na sociedade, é difícil com
relação anos mesmos, pois temos que usar o tempo de forma sabia, vigiar e ter
todo cuidado e prudência com relação a tudo. É difícil por causa da tendência humana
que cede as ideologias decorrentes desse declínio espiritual de multiplicação
de iniqüidade. A iniqüidade é sinalizada
pela adequação de todo mundo ao que é contrário a sensatez e tudo o que corresponde
oposição a vontade de Deus, assim a iniqüidade prevalece por causa do
sentimento de conformismo com as coisas erradas. Assim, inseridos nesse
contexto cultural e social, a dificuldade é tanto a nível pessoal quanto nos
relacionamentos, acredito que quanto mais se acentua a iniqüidade, mas o homem piedoso,
o cristão bíblico, tomará o rumo da solidão. Eu não defendo qualquer tipo de
monasticismo, apenas ressalto que em grandes épocas de crises espirituais
profundas, os santos acabam escolhendo a peregrinação solitária, as Escrituras
apresentam muitos exemplos de santos que tiveram que caminhar sozinho, porque
não se conformaram com as tendências culturais e espirituais de sua época,
Elias e Enoque são dois exemplos no Antigo Testamento que apontam para o
caminho santo da peregrinação solitária como conseqüência de uma escolha: a fidelidade
a Deus, é bem possível que a igreja do final dos tempos seja caracterizada por
uma boa quantidade de homens piedosos que estejam peregrinando por um caminho
estreito e solitário, tal como Jesus mesmo ensinou no Sermão da montanha “E
porque estreita é a porta e apertado o
caminho que conduz que leva a vida, e poucos há que a encontrem”(Mateus 7:14)
Paulo em II Timóteo 3:1 a 5 faz uma
abordagem bem clara sobre o comportamento desses indivíduos ímpios, e então
termina com a admoestação: “destes afasta-te”. O espírito santo clama pelo
afastamento dos santos quando o mundo está potencialmente corrompido, uma afastar-se
da sociedade que é composta na sua maioria por pessoas que evidenciam todos os
comportamentos denunciados por Paulo em II Timóteo 3:1 a 4. Mas não posso terminar aqui, isso pode significar
um afastamento de tudo aquilo que nos liga a essa sociedade, sugere um cuidado
como podemos ver em Salmos 1, há o conselho dos ímpios, o caminho dos pecados e
a roda dos escarnecedores. Isso fala sobre filosofias de vida comportamentos, o
outro fala sobre direção e inclinações e o outro sobre contexto cultural.
Como devemos enfrentar todas essas tendências,
esses dias difíceis que estamos vivendo agora? Ainda buscamos respostas no
contexto do capitulo 3 de II Timóteo, antes é necessário que se apresente a advertência
solene do apóstolo com relação a esses dias e o que eles podem trazer para os
cristãos: “E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus,
padecerão perseguições” (II Timoteo 3;12) qual a causa dessa oposição aos
santos nos dias difíceis? certamente é pelo fato dos cristãos bíblicos não
cederem as tendências malignas do século mau. Eles não concordaram com toda a
corrupção moral que no seu todo corresponde aos comportamentos demoníacos apresentados
em II Timóteo 3;1 a 4. O cristão não
deve ceder ao relativismo e nenhuma vã filosofia mundana, então segue alguns
conselhos de Paulo em II Timóteo 3 para enfrentarmos os dias difíceis;
Primeiro: II Timóteo 3:14. “Tu porém permanece
naquilo que aprendestes” aqui temos um grande principio, permanecer nos
absolutos divinos. A divindade e Salvação através de Cristo somente, inerrancia,
inspiração verbal e total e autoridade das Escrituras em assuntos espirituais e
teológicos, Salvação pela graça, retorno literal e triunfante de Cristo, morte vicária e ressurreição literal de Cristo e enfim, todas as doutrinas fundamentais da fé cristã.
Segundo: II Timóteo 3:10. “Tu porém tens
seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, amor, paciência”
Aqui temos outro grande conselho: que os santos sejam teu exemplo. Vá para as
Escrituras, olhe Daniel e seus amigos, como eles se comportaram na Babilônia?
Olhe para a vida de Elias, como ele se comportou diante da apostasia que
reinava na sua época? Olhe para Enoque e Noé, veja como era a situação cultural
e espiritual daquela civilização e como eles se comportaram dentro dela, estude
Hebreus 11 e veja cada um daqueles apresentados na galeria dos heróis da fé,
estude a vida de cada um deles e tome para si o exemplo de suas vidas e comportamentos
e devoção, a fidelidade diante de tempos difíceis e cada um deles venceram.
Quando Paulo apresenta esse conselho para Timóteo, que siga o exemplo de Paulo,
vemos no seu todo o exemplo de cada homem santo que enfrenta dias difíceis e
de severidades extremas como o apostolo na época de Nero.
Terceiro: II Timóteo 3:15. “As sagradas
Escrituras, que podem fazer-te sábio para salvação, pela fé que há em Cristo
Jesus” os últimos versículos concluem a importância das Escrituras. Uma igreja
que prega a bíblia de modo correto, que valoriza mais a exposição das
Escrituras do que a musica, o entretenimento etc. Uma igreja que tenha pregadores íntegros e bem formados
teologicamente, são regras fundamentais para se viver debaixo da proteção do Espírito Santo, pois em época de trevas espirituais, as Escrituras nos fornecem
a luz necessária para não tropeçarmos nas heresias que precedem a apostasia.
Sigamos esses três conselhos, pois eles nos fornecem os recursos espirituais necessários
para vivermos no presente século com sobriedade e possamos vencer as tendências
e permanecermos firmes diante dos confrontos que ainda temos que enfrentar.
Amém





