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A Parabola da Grande Aguia

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Numa arvore frondosa havia uma colônia de pequenas e fracas águias que eram lideradas por duas velhas águias obsoletas. As águias velhas, ensinavam que aquela arvore era o mundo delas, havia frutas e sombras, e deveriam permanecer toda a vida ali naquele lugar. Certo dia apareceu uma águia grande com duas asas possantes. Chegando naquela arvore, as duas velhas águias lhe deram boas vindas, e se alegraram muito com a chegada dela. Todavia, a grande águia começou a contar sobre suas aventuras pelas montanhas e os cumes dos montes, falou sobre os grandes riachos e o prazer de voar em elevadas altitudes. As velhas águias, com temor de perder a liderança das águias fracas, tentaram acorrentar a grande águia enquanto ela descansava, mas pela manhã, ao notar as amarras, com seu bico, cortou aquelas cordas, abriu as asas e abandonou aquela arvore. Moral da historia; é impossível aprisionar nas coisas comuns e ordinárias, aquele coração que conhece as coisas mais excelentes e extraordinárias.


Clavio J. Jacinto

A Parabola do Bambu

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Um bambuzeiro é composto de muitas varas compridas, todo o bambuzeiro permanece em pé, mesmo contendo centenas de varias finas e compridas. Essas varas seguem um padrão, elas se entrelaçam uma as outras, de modo que nenhuma delas caem se seguirem esse princípio. Se um bambu não se entrelaça com outro bambu, ele cai. Assim, cada vara cresce se entrelaçando com outras varas, cada uma delas depende uma da outra para permanecerem em pé. Há uma unidade de propósito em cada uma delas, a natureza é magnífica quando apresenta esse princípio de unidade para a permanência do todo. Através dessa unidade corporativa, todos permanecem crescendo para cima. Esse é um modelo maravilhoso de unidade, e esse princípio do entrelaçamento deve ser o modo como uma família se mantém forte, cada um dos integrantes da família devem estar entrelaçados um ao outro, da mesma forma no casamento,  marido e mulher devem estar entrelaçados um ao outro, e o mais importante, esse é um modelo de igreja bíblica. Os membros devem estar todos entrelaçados uns aos outros, de modo que cada um é sustentado pelo outro, num sistema corporativo, funcionando dessa maneira, família, casamento e igreja, serão firmes e fortes, pois o entrelaçamento de cada componente estará fortalecendo toda a estrutura. A unidade pelo entrelaçamento é um composto de atividades;  comunhão, amor, respeito, comunicação, afeto, cooperação, intercessão, assistência espiritual, etc.  Todo indivíduo isolado tende a cair e morrer e todo individuo entrelaçado com outros indivíduos, tende a ser forte no todo. Aqui está uma máxima que diz ”A união faz a força” mas a verdade é que o entrelaçamento perene entre todos numa instituição como a família, casamento e igreja é que dará a possibilidade da perpetuação dessa instituição.

CLAVIO J. JACINTO



A Parabola do Pincel

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Um grande artista tomou seu pincel e com tintas de varias cores vivas, começou a pintar uma tela, pouco a pouco, uma maravilhosa obra de arte estava surgindo, os contornos das montanhas, as flores e o azul celeste mesclado de nuvens passageiras, a relva a beira de um lago espelhado e as arvores tocadas por uma brisa de verão, tudo parecia perfeito, como se fosse o próprio paraíso escrito em imagens inspiradas pela sensibilidade do artista. Depois de concluída a obra, um certo mercador comprou para presentear um rei, que vendo aquele lindo presente, colocou em exposição no seu palácio. Tão arrebatadora era aquela obra de arte, que um estrangeiro; visitando aquelas terras e o palácio, deparou-se com aquele quadro magnífico. Ele perguntou quem era o artista, de modo que o rei respondeu que era um de seus súditos. O estrangeiro procurou o pintor, e chegando à oficina de pinturas daquele homem, procurou o autor daquele quadro artístico que tinha visto no palácio do rei, e então tomando os pinceis do artista, prostrou-se em reverencia aquele pincel, e tomando-o, voltou ao palácio e apresentou o “autor” do quadro, e disse ao rei que chamasse todos os homens daquele reino para prestar uma homenagem solene ao responsável pela grande pintura paisagística em exposição em seu palácio, e assim procedendo, apresentou um pincel ao rei e disse que se fizesse uma homenagem ao instrumento, e desse as condecorações merecidas ao artista. O rei vendo a insensatez daquele homem mandou chamar o artista que fez uso do pincel para pintar aquele lindo quadro, de modo que veio de imediato, então o rei chamou o estrangeiro e disse:
- És insensato, um verdadeiro bobo. Esse pincel que deste para que possa homenageá-lo nada pode por si mesmo, é apenas um instrumento. As mãos que foram usadas e a mente que imaginou, esse é do verdadeiro artista, a ele deve ser dada toda honra gloria e condecorações. E apresentando o artista a todo o povo, lhes deu a devido honra; e todos aplaudiram aquele artista, dando todas as homenagens, aplausos e elogios.                                                                  
No mundo natural, as coisas são assim, os insensatos, são como o estrangeiro dessa parábola, veneram instrumentos, idolatram instrumentos, aplaudem instrumentos, e muitos o fazem quando aplaudem, elogiam, veneram e até idolatram pregadores, cantores, pastores, e qualquer que seja apenas instrumentos nas mãos de Deus. Esse é o grande pecado dessa geração de crentes, que se inclinam diante dos pinceis que “tangem” uma boa musica sacra ou de pregadores que “pintam” um impecável sermão bíblico. Lembre-se de uma vez por todas, somos apenas instrumentos, e que fazemos de bom, é Deus quem está fazendo através de nós, e por isso, é Ele quem merece todo o louvor, honra e glória. “Porque sem mim nada podeis fazer” (João 15:5)


Clavio J. Jacinto

A lição do jardineiro

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Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição em sua frente  um lindo gramado e diversos jardineiros autônomos para fazer aparos nestes jardins. Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa americana contratou um destes jardineiros. Chegando em sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 13 anos de idade, mas como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço, mesmo estando indignado com a pouca idade em questão. Quando o garoto já havia terminado o serviço, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone da casa, e foi prontamente atendido. Contudo, o executivo não pode deixar de ouvir a conversa. O garoto havia ligado para uma senhora e perguntava: – A senhora está precisando de um jardineiro? – Não. Eu já tenho um - respondeu. – Mas além de aparar, eu também tiro o lixo. – Isso o meu jardineiro também faz. – Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço - disse ele. – Mas o meu jardineiro também faz isso... – Eu faço o atendimento o mais rápido possível. – O meu jardineiro também me atende prontamente! – O meu preço é um dos melhores. – Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom. Desligando o telefone, o executivo disse a ele: – Meu rapaz, você perdeu um cliente. – Não - respondeu o garoto. – Eu sou o jardineiro dela. Estava apenas medindo o quanto ela estava satisfeita. (anônimo)

Conclusão: Em Mateus 22:39, Cristo nos ordenou que devemos amar a Deus de todo o coração, alma e pensamento, e em Colossenses 3:23 Paulo ensina que devemos fazer todas as coisas com intensidade de amor , colocando todo o nosso coração nas coisas divinas. Sempre levando em conta que estamos fazendo ao Senhor e não aos homens.



Anjo de Luz

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Um anjo de luz percorre o caminho das religiões, o espetáculo místico é um show de fantasias, um motivo de aplausos emocionais, quando ele aparece para certos indivíduos, eles se sentem mais espirituais, dotados de uma missão especial, mostrar ao mundo que anjos existem. Outros ainda desejam confirmar suas crenças pelo sobrenatural, então afirmam: “nossa religião é verdadeira, pois a luz do anjo nos ilumina” ainda outros confirmam: “Alcançamos a iluminação espiritual, há milagres na nossa religião, por isso temos a verdade”. A visão do anjo da luz é fenomenal, suas mensagens são bíblicas (1) ele pode citar salmos, o livro preferido os crédulos, ele denuncia a apostasia da cristandade, e então afirma possuir a verdade que restaurará o cristianismo original, e dá ao seu ouvinte aquela impressão de receber uma nova revelação, especial, revolucionaria, a mensagem que salvará o mundo do “erro”, então o anjo é uma entidade corretiva,  revela que se preocupa com as almas dos homens, que caridade! E então anuncia algo que não está no evangelho, o que é outro evangelho (2) sua confissão é ortodoxa, monoteísta, como a fé dos patriarcas (3), isso dá um senso de segurança nos visionários.  O anjo de luz é potente, sua linguagem persuasiva enaltece o ego humano (4) demanda assuntos pertinentes a uma espiritualidade avançada, fala das coisas que o homem gosta de ouvir. O brilho dessa luz angelical não é algo que se vê todos os dias, é peculiar aos períodos de manifestações sobrenaturais evocadas como necessidade para a satisfação religiosa, o caminho da experiência metafísica conduz o homem pelas certeza fundamentada no que ele vê.  É um investimento certo, o anjo de luz carrega um fardo de presentes sentimentais, ele doa esses bons sentimentos, seus êxtases são adocicados e o homem tem tendências viciantes por esse tipo de experiências espirituais. Ele quer agradar a todos, assim usa todos os meios possíveis para dar satisfação a todos, assim, se precisar  dar traços femininos ao seu aspecto, assim faz. Se precisar dar traços no próprio perfil, para parecer-se com um grande personagem humano, assim ele faz, assim como parecer-se com um ente querido evocado das regiões espirituais (5). A sua agenda está cheia das mais sublimes mensagens positivistas, ele admoesta os homens com relação a natureza, guerras, persuade a respeito de doutrinas que interessam a evolução espiritual da humanidade, o bem estar de cada homem, assim fala sobre a liberação sexual e dietas que contribuem para a evolução (6) promove todas as potencialidades humanas, e valoriza muito os méritos dos homens, aplaude, elogia r admira os esforços humanos em prol da auto-justificação, aos olhos do anjo da luz, os méritos humanos são mais sublimes, a supervalorização desses méritos humanos, denota uma suposta preocupação com o destino das almas, uma boa apreciação das boas obras, das ações que podem comprar a graça divina, esse é o seu encanto maior, depois do esplendor do brilho da sua luz, o anjo ergue as boas obras humanas e as coloca no altar da religião que defende de acordo com as suas intenções, e as oferece como meio licito para que o homem se sinta merecedor das bênçãos da vida eterna, mediante o quilate de suas próprias ações.(7) O espetáculo é lindo, convence e arranca a estima e o aplauso dos humanos, mas por fim o que se esconde por trás das mascaras é o próprio satanás que se transfigura em anjo de luz. (8)
Notas:
(1)   Mateus 4:1 a 11
(2)   Galatas 1:8 e 9
(3)   Tiago 2:19
(4)   Genesis 3:5
(5)   Lucas 16:27 a 31
(6)   I Timoteo 4:1 a 3
(7)   Efesios 2:8 e 9 Tito 3:15
(8)   II Corintios 11:14

Autor: C. J. Jacinto

A Sombra Por Trás do Pessegueiro

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Depois que as horas da manhã se desprenderam de meu sono, despertei-me do barulho causado pelos ventos nas folhas secas e os pássaros que cantavam. Tal susto eu tomei.  Uma sombra que percorria lentamente a terra devastada por trás de meu rosto, que sustentava a minha alma na vida, entre as palhas quebradas e meu corpo estendido, como um tronco sonâmbulo ás margens da caudalosa noite que feneceu para sempre. E que sombra nauseante, que invadia meus olhos, como neblinas que vestem colinas, varrendo o verde da face da relva. Eu fui enganado pela conspiração de meus sentimentos, como um insensato insensível, imerso nas formas frontais de tais sombras que invadiam meu rosto e penetravam em meus olhos. Eu que na fome me contorcia, nas dores que por dentro se erguiam, no sufoco da falta de pão. Cedo percebi que as sombras eram meus argueiros, pois na minha frente, no aroma elegante, na frescura da abundancia, no gotejar de belo, cheio de frutos adocicados, frente ao sol, estavam alguns pessegueiros.

C. J. Jacinto

Os Dois Jardineiros

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Um rei tinha dois jardineiros, um era responsável pela colheita de flores silvestres, outro era responsável pela colheita das flores no jardim. Todos os dias, cada um fazia seu trabalho com dedicação, eram homens simples, servos do rei. No palácio havia uma sala de recepção que eram adornadas todos os dias com as flores colhidas. As flores que o jardineiro buscava nos campos eram bonitas, mas as rosas que o outro jardineiro apresentava eram magníficas. Todos admiravam e apreciavam aquele espetáculo de lindas rosas em arranjos magníficos. Um dia, o rei chamou os dois jardineiros e perguntou por que as flores colhidas no jardim eram tão magníficas e seus arranjos tão perfeitos. Então o jardineiro das rosas olhou para o seu amigo colhedor de flores silvestres e então olhou para o rei e disse:

-O segredo está nas mãos
O rei em com a face confusa, pouco entendeu daquelas palavras, mas olhou para o primeiro jardineiro e pediu que mostrasse as mãos, o que ele fez de imediato. Suas mãos eram lisas e macias. Então pediu para o jardineiro das rosas mostrarem suas mãos e elas estavam feridas e cheia de cicatrizes. Este então lhes disse
- Colher rosas e trabalhar com elas não é um serviço fácil, elas possuem espinhos afiados e tenho que lidar com os espinhos o dia todo, mas meu serviço é recolher as rosas sem contudo recolher espinhos. Ao trabalhar com as roseiras, tenho que lidar com os espinhos, eles fazem parte do meu trabalho, tenho que conviver com eles, mas acredite, o fato de ver o palácio tão bem adornado e a felicidade do Rei, compensa todas as aflições da minha missão.

A vida cristã não é diferente, Paulo teve que lidar com espinhos, Cristo suportou uma coroa de espinhos, o homem adâmico vive em uma terra de abrolhos e espinheiros, e mesmo depois da regeneração ainda vive nessa terra amaldiçoada pelo pecado, tal como o lírio que vive entre espinhos (Cantares 2:2) Mas se a vida cristã não remove os espinhos das aflições (João 16:33) nem dos problemas e das dores, ainda assim, desabrocham as virtudes e a fé num coração consagrado. Em Hebreus 11, na plataforma dos heróis da fé, encontramos homens cheios de cicatrizes, mas por essas brechas feitas pelas tribulações e provações, brilham as glórias da vida espiritual profunda, a luz do evangelho resplandece por essas frestas abertas pelas feridas das adversidades. Assim também vimos como a igreja do Novo Testamento lida com os espinhos da perseguição, mas mantém firme como a noiva do cordeiro, pois as rosas da fidelidade adornam a beleza da igreja dos redimidos, enquanto que as cicatrizes atestam sua fidelidade extrema. E como Cristo deixou as pisadas e devemos seguir seu exemplo, (I Pedro 2:21) no nosso Getsemani, diante do cálice de todas as aflições, nunca devemos nos omitir da completa oração “Todavia seja feita a tua vontade e não a minha”(Mateus 26:39)


Clavio J. Jacinto


A Parábola da Arvore Maligna

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 Durante muitos anos venho me deparando com problemas nas famílias cristãs de um modo geral.  A vida conjugal muitas das vezes torna-se uma batalha, claro que pela lógica do evangelho, ambos, esposo e esposa devem lutar juntos contra os ataques do diabo, mas de tal maneira o inimigo luta com destreza e astucia que consegue fazer com que a família se torne um campo de batalha onde os cônjuges lutam um contra o outro.
Eu quero deixar aqui uma alegoria de como o diabo trabalha e consegue se infiltrar ou alcançar suas malignas intenções no seio de uma família, e creio que isso ajudará cada casal a olhar para dentro da família com mais cuidado.
 Satanás joga uma pequena semente no jardim do casamento, nesse jardim, as flores do carinho, da compreensão, da ajuda mutua, da oração, do respeito, da sinceridade, da lealdade etc, devem ser cuidadas e regadas sempre. Porém essa semente infernal é uma invasora, que vem de modo sutil e se infiltra no terreno sagrado do casamento. Esta é a obra do diabo. Tal semente tem só um intuito, germinar e crescer. Se sua presença não for percebida, ela depois de alojada, começa a germinar e expandir-se até a forma de uma grande arvore maligna. As raízes se alastram e aos poços elas vão matando as flores do jardim da família e do casamento. Ela cresce, porém ela precisa de esterco, muito esterco para crescer e se desenvolver dentro do casamento. Então, o que é esse esterco que serve como fertilizante para essa arvore alienígena e maligna dentro da família? Há vários tipos de estercos, há o esterco da indiferença, da discussão, das brigas, há o esterco das ofensas, dos insultos. Há um série de estercos que dão fertilidade a essa arvore maligna, que cresce mais a medida em que segue o desentendimento, a falta de compreensão, a falta de perdão e toda espécie de conflitos, dissensões, brigas e contendas dentro da família. Toda essa carga de esterco dá um poder de crescimento imenso para essa arvore do inferno. A arvore vai por fim, quando alcançar certa estatura, os frutos venenosos que irão destruir e matar tudo a sua volta relacionados a família.
 Frutificando essa arvore, depois de tomar a controle total do jardim da família, aparecerão os frutos mortíferos dessa maldita arvore. Então num estagio avançado, surgirão as conseqüências dessa frutificação da arvore maldita: Violência verbal e física, divorcio, depressão, amarguras, filhos rebeldes, etc. O diabo então consegue alcançar seus mais tenebrosos objetivos, sua semente se alojou no seio da família, germinou e não houve resistência por parte dos integrantes. Não houve uma percepção de que uma arvore maligna estava crescendo por estágios e se alimentando do esterco produzido pelos próprios membros da família, agora a arvore produz um ambiente sombrio, serve de abrigo para espíritos demoníacos e produz os frutos venenosos que irão matar cada membro da família, irá matar o amor e o afeto, o respeito, a compreensão, todas as virtudes serão devoradas, até que tudo esteja completamente destruído e uma família e um casamento fiquem completamente arruinados. O que se deve fazer, quando se percebe que essa arvore se encontra crescendo dentro da nossa família? Que atitude devemos tomar,  quando encontramos ela dentro do jardim do nosso casamento? “E também agora está posto o machado á raiz das arvores; toda a arvore que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo”(Mateus 3:10) Essa arvore precisa ser cortada e destruída, deve ser eliminada do seio familiar. Aqui é um caso de vida ou morte. Ou você destrói essa arvore do jardim de seu casamento ou o seu casamento vai ser destruído por essa arvore. É você e sua família que correm o risco, portanto ela deve ser banida. Pare de dar esterco a essa arvore que já se encontra presente dentro do seu casamento, pare de nutrir os intentos do diabo, ceife essa arvore! Queime ela, destrua!  De outra maneira ela vai matar seu casamento. Sua família e seus filhos, ela irá matar você...

Clavio J. Jacinto