Gritos de Alerta - II




“Tenho convicção nas Escrituras como fonte de confiança para compreender a vontade de Deus, pois seus ensinamentos são úteis como uma lâmpada acesa que ilumina o caminho da vida.”

“Ignorar o impacto dos tempos finais e as enganos espirituais associados a eles representa uma vulnerabilidade às influências negativas, que atuam para desviar os desavisados das verdades essenciais do Evangelho.”

 

“O materialismo, o conforto e a conformidade com os valores relativistas predominantes na nossa era tendem a promover um estado de apatia espiritual. Esse sistema, por sua vez, prejudica nossa sensibilidade e nos conduz a uma aceitação gradual da impiedade e da decadência moral, influenciados por uma visão de mundo que, muitas vezes, está alinhada com interesses que não promovem o desenvolvimento ético e espiritual promovidas pelas Escrituras.”

“O mundo encontra-se sob a influência do mal, e os cristãos residem temporariamente neste cenário. Por essa razão, a vigilância e a sobriedade são essenciais, uma vez que, na atual dispensação, a igreja constitui uma organização que se opõe às tendências de um mundo dominado pelo inimigo.”

“A firmeza na fé não consiste na soma dos momentos de sonolência espiritual de um cristão, mas sim na constância durante todo o tempo em que permaneceu comprometido com seus estudos, a frequência aos cultos e as orações.”

“Jonas desceu ao porão de um navio e adormeceu. Sua postura rebelde e indiferente o levou a cair na armadilha da letargia espiritual. Diante dessa situação, foi necessária a intervenção divina, pois, se Jonas permanecesse em seu estado de sonolência e insensibilidade, enfrentaria as consequências de sua desobediência. A escuridão espiritual oculta as consequências devastadoras que a desobediência pode causar.”

“A luminosa manifestação da glória do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo revela ao cristão que o mundo não constitui o nosso lugar de repouso, mas sim o cenário de uma batalha espiritual. Em um campo de batalha, não nos é permitido dormir; ao contrário, devemos permanecer vigilantes e dedicados à oração.”


Autor: C. J. Jacinto

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