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A Ressurreição de Jesus: Uma Cadeia de Evidências Médicas e Históricas

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 Sobre o autor 

Joseph W. Bergeron, M.D. é especialista em Medicina Física e Reabilitação. Anos de tratamento de traumas musculoesqueléticos o levaram a comparar os relatos dos evangelhos com a biomecânica real da crucificação romana. Seu livro “The Crucifixion of Jesus: A Medical Doctor Examines the Death and Resurrection of Christ” (2023) sustenta o artigo de 2025 que analisamos a seguir.

A lógica que Bergeron quer que todo leitor domine 

Premissa 1 – Jesus estava irrefutavelmente morto às 15 h da sexta-feira. 

Premissa 2 – O cadáver foi colocado em um túmulo conhecido, guardado e selado. 

Premissa 3 – Quarenta horas depois o túmulo estava vazio e os guardas contavam história de anjo. 

Premissa 4 – Cada alternativa naturalista (desmaio, túmulo errado, roubo de corpo, alucinação coletiva) desaba diante de dados médicos, legais ou sociológicos. 

Conclusão – A ressurreição é a única inferência que explica os cinco fatos mínimos: morte, sepultamento, túmulo vazio, aparições pós-morte e nascimento da Igreja sob perseguição.

 

Abaixo reforçamos cada elo com explicações extras e exemplos que você pode usar em sala de aula ou conversas.

 

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1. MORTE CERTIFICADA NA CRUZ 

Evidências de Bergeron 

- A disciplina romana era capital: soldado que deixava um condenado escapar era executado (At 16.27 ilustra a regra). 

- A lançada no lado de Jesus produziu fluxo separado de sangue e soro – patognomônico de ruptura pericárdica ou pleural (Jo 19.34). 

- O único sobrevivente conhecido de crucificação, registrado por Flávio Josefo (Vida 75), morreu mesmo com cuidados médicos romanos.

Reforço didático 

Metanálise de 2021 sobre 44 restos humanos de vítimas romanas (Universidade Masaryk) mostra perfurações bilaterais no calcâneo, mas zero sinais de cicatrização – todos morreram na cruz. A “teoria do desmaio” exige que Jesus sobreviva a 100 % dos casos, role uma pedra de 1 tonelada e derrote uma guarda armada.

 

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2. TÚMULO IMPOSSÍVEL DE SER ESQUECIDO 

Evidências de Bergeron 

- Sepulcro novo de José de Arimatéia, membro do Sinédrio; local público (Mc 15.43-47). 

- Pelo menos cinco mulheres assistiram ao sepultamento; Maria Madalena voltou domingo – sabia exatamente onde era. 

- Uma companhia da guarda do Templo (κουστωδία) foi estacionada lá.

 

Reforço didático 

Em 2020 arqueólogos acharam túmulo judeu do século I a 600 m da Cidade Velha, com sulco de rolamento intacto. Fica de frente para estrada movimentada – exatamente o cenário de alta visibilidade que Mateus descreve. Teoristas do “túmulo errado” precisam acreditar que seguidores, guardas, Sinédrio e censadores romanos esqueceram o endereço de uma das sepulturas mais visíveis de Jerusalém.

 

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3. O CORPO NUNCA FOI EXIBIDO 

Evidências de Bergeron 

- Líderes judaicos tinham um jeito infalível de matar o cristianismo: expor o cadáver no Pentecoste. Não o fizeram. 

- Governadores romanos negavam sepultamento a insurgentes; os fariseus poderiam ter pedido esse corpo. Não pediram.

 

Reforço didático 

Tácito (Anais 6.29) registra que Tibério recusou sepultura a um traidor “para que nem seu nome nem sua memória sobrevivessem”. O silêncio dos inimigos é um brado: eles não tinham o corpo.

 

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4. O TESTEMUNHO DOS GUARDAS CONTRA-ATACOU 

Evidências de Bergeron 

- Mt 28.11-15: guardas admitiram o angelophany, aceitaram suborno para dizer que dormiam enquanto discípulos roubavam o corpo. 

- Dormir de guarda era crime capital; o suborno deve ter sido enorme e incluído promessa de anistia.

 

Reforço didático 

A mais antiga polêmica cristã que possuímos – Justino Mártir, Diálogo com Trifão 108 (c. 160 d.C.) – ainda repete a história do “roubo”. Em termos jurídicos é “atestado de testemunha hostil”: inimigos concedem tanto o túmulo vazio quanto o fenômeno angélico.

 

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5. HIPÓTESE DA ALUCINAÇÃO = MILAGRE MATEMÁTICO 

Evidências de Bergeron 

- Alucinações são eventos privados, patológicos (psicose, drogas, metabólico). 

- Prevalência de esquizofrenia (que pode gerar visuais) é 1/222. 

- Probabilidade de 12 homens adultos alucinarem o mesmo complexo visual-auditivo-tátil é 1,88 × 10⁻¹² – 2 em um trilhão.

 

Reforço didático 

O DSM-5 cita “transtorno psicótico compartilhado” (folie à deux), mas limite é “dois” indivíduos. Aparições grupais a mais de 500 (1 Co 15.6) têm “zero” precedente clínico. O cético precisa aceitar um milagre maior que a própria ressurreição: alucinação coletiva nunca observada.

 

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6. OS DISCÍPULOS PAGARAM COM A VIDA POR UMA Afirmação TESTÁVEL 

Evidências de Bergeron 

- At 4.1-3: primeiro arresto (Pedro e João) semanas depois de Pentecostes. 

- Martírio de Estevão seguiu em menos de um ano (At 7). 

- História posterior (Eusébio, Hegesipo, Tertuliano) lista apóstolos executados pela mesma alegação: “Comemos com o Jesus ressuscitado”.

 

Reforço didático 

Morremos por “crenças”, não por “mentiras sabidamente falsas” que inventamos. Se tivessem escondido o corpo, ao menos um conspirador recantaria sob tortura – procedimento romano padrão. Em vez disso, temos Policarpos e Policrates que recusam retractar mesmo com chance de salvar a pele.

 

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7. O “MISTÉRIO” QUE NENHUM PODER PREVIU 

Bergeron fecha com 1 Co 2.8-10: nem governantes humanos nem homens supostamente sabios compreenderam que crucificar o Senhor da Glória desencadearia vida ressurreta para todo crente. A ressurreição não é apenas dado apologético; é “mudança de paradigma cósmica” – o ponto onde história e escatologia se cruzam.

 

“Take-away” de opositores

Quando incredulos pedirem “evidências”, entregue a rede de sete ganchos de Bergeron: 

1. Morte certa 

2. Túmulo conhecido 

3. Corpo ausente 

4. Concessão de testemunha hostil 

5. Impossibilidade matemática de alucinação 

6. Martírio de testemunhas oculares 

7. Movimento global lançado da noite para o dia 

 

Quaisquer conjunto de três dessas evidencias já formariam um caso histórico forte; os sete juntos tornam a ressurreição o evento mais bem atestado da antiguidade.

 

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Fonte (artigo integral em inglês do Dr. Joseph W. Bergeron, M.D.) 

 

https://rtbapac.in/resurrectionofchrist-2025_blog.php

 

 

Livreto: Pequeno Tratado Sobre o Corpo Glorificado

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https://drive.google.com/file/d/1XEuMR0IW4zDCQ8B2-N9_3Crl3YYhqU8D/view?usp=sharing

O MISTÉRIO DA RESSURREIÇÃO

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C. J. Jacinto

 

 

A ressurreição, conforme a promessa bíblica registrada em Daniel, capítulo 12, versículo 13, é um evento de grande significado. Na concepção, o indivíduo recebe a totalidade de seus atributos pessoais, bem como a herança genética de seus antepassados. A complexidade do ser e sua estrutura espiritual são manifestações da experiência terrena.


A morte reconduz o corpo ao pó, conforme descrito em Gênesis, capítulo 3, versículo 19. O pó representa a matéria constituinte do corpo físico. A alma, presumivelmente, preserva as informações genéticas que definem a individualidade do ser. Ela se integra ao espírito, porém, distingue-se dele, como se depreende de Hebreus, capítulo 4, versículo 12. Todos os seres humanos pertencem a Deus. Na morte, ocorre a separação do corpo, da alma e do espírito. De acordo com Lucas, capítulo 23, versículo 46, as almas dos que não alcançaram a salvação destinam-se ao Hades, enquanto as dos redimidos vão para o paraíso. Essa distinção é ilustrada em Lucas, capítulo 16, versículo 25, e em Lucas, capítulo 23, versículo 40. Todas as almas pertencem a Cristo, em quem residem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento (Colossenses, capítulo 2, versículo 3). Ele conhece cada indivíduo, abrangendo o passado, o presente e o futuro, e detém a posse da alma, com todas as informações pessoais de cada ser.


Cada indivíduo que já viveu preserva, em sua essência, a totalidade de sua informação genética e de personalidade. A alma, sendo imortal, retém essas informações, e Cristo detém posse delas. O Senhor as utilizará para ressuscitar tanto os que foram salvos quanto os que se perderam. Os salvos ressurgirão com corpos glorificados; quanto aos perdidos, a Escritura não especifica a natureza de seus corpos ressurretos. A ressurreição de Cristo é a garantia de uma ressurreição universal, como lemos em Apocalipse, capítulo 20, versículo 6. A cruz e o trono branco representam os juízos divinos, nos quais uns serão condenados e outros justificados, com base na aceitação ou rejeição da mensagem do Evangelho.

Portanto, depreende-se que os justificados alcançarão a vida eterna, conforme a promessa de Jesus em João 3:36. Aqueles que rejeitaram o Evangelho, não crendo na obra redentora e completa de Jesus Cristo na cruz e não confiando nele, experimentarão a segunda morte, conforme descrito e advertido em Apocalipse 2:11. A recompensa dos justos ocorrerá na segunda vinda de Jesus. A bênção da segunda vinda de Cristo será concedida aos justos, enquanto a segunda morte será o destino daqueles que rejeitaram a Cristo, e a condenação será proferida no Juízo Final, diante do trono branco. A segunda vinda de Jesus trará a bênção, e o Juízo Final, para aqueles que rejeitaram o Senhor Jesus como Salvador, trará a condenação.


 A vida é uma dádiva divina, e a formação da personalidade, uma obra do Senhor. O desenvolvimento do caráter, por sua vez, é uma responsabilidade humana, conforme se observa em Provérbios 22:6, e também uma ação do Espírito Santo. A existência não é um mistério, mas um milagre, uma manifestação divina. A morte é uma consequência inevitável, resultante do pecado e da queda. A ressurreição de cada indivíduo que já viveu é um evento certo, uma verdade fundamental estabelecida pela palavra de Deus e confirmada pela ressurreição de Jesus Cristo, após Ele ter triunfado sobre a morte e consumado a obra de expiação e redenção na cruz do Calvário, em benefício de todos aqueles que, ao ouvirem o Evangelho, se arrependerem de seus pecados e crerem em Jesus Cristo. Essa é a mensagem central do Evangelho. A ressurreição de cada pessoa falecida é uma verdade que proporcionará esperança a alguns e poderá gerar desespero em outros.

 

 

 

O Corpo Glorificado dos Redimidos - Como Será?

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PEQUENO TRATADO SOBRE O CORPO GLORIFICADO DOS SANTOS REDIMIDOS

 

Texto integral do Livreto

 

 

 

C. J. Jacinto

 

 

 

 

 

 

 

                                 

 

 

 

 

 

“A ressurreição é o primeiro artigo da fé cristã e a demonstração de todo o resto.” — Paul Beasley-Murray

 

 “Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.”  (II Corintios 3:18)


A Doutrina do Corpo Glorificado

 

“Otimismo é um desejo sem garantia; a esperança cristã é uma certeza, garantida pelo próprio Deus. Otimismo reflete ignorância quanto à possibilidade de coisas boas realmente acontecerem. A esperança cristã expressa à consciência de que, a cada dia de sua vida, e a cada momento além dele, o crente pode dizer com verdade, com base no próprio compromisso de Deus, que o melhor ainda está por vir.” (JI. Packer)

Um dos assuntos mais interessantes na Bíblia Sagrada é a doutrina acerca do elemento que comporá o corpo glorificado dos santos após a ressurreição ou a vinda de Jesus Cristo. Esse tema é abordado em diversas passagens das Escrituras, e sabemos que esse corpo será incorruptível, preparado por Deus para que os salvos possam entrar no mundo vindouro — os novos céus e a nova terra — e desfrutar da eternidade concedida por Cristo por meio de Sua obra consumada e perfeita na Cruz do Calvário, onde Ele derramou Seu sangue para redimir um povo. As Escrituras e o próprio Jesus prometeram a ressurreição e um corpo glorificado, capacitando os redimidos a viver nesse futuro descrito em Apocalipse, capítulos 21 e 22.

A doutrina do corpo glorificado, a ser conferido aos santos, figura entre os temas mais profundos da Bíblia. Revelado em várias passagens, esse corpo incorruptível será divinamente preparado para habitar os novos céus e a nova terra, onde os salvos desfrutarão da eternidade conquistada por Cristo em Sua obra redentora. O próprio Jesus e as Escrituras afirmam essa promessa, assegurando uma existência transformada no mundo vindouro.(Efésios 1:7 Colossenses 1:14I Timóteo 2:6 Hebreus 9:12)

Antes, precisamos entender que o atual sistema de coisas neste universo, que está completamente afetado pela queda, sabemos que tudo tem começo e tem fim. (Hebreus 1:10 a 12 II Pedro 3:10 a 13) A própria ciência, na lei da entropia, afirma que todo o universo está se desgastando, ou seja, esta criação está completamente comprometida e será desmontada, será destruída; todos os seus elementos serão fundidos para dar lugar a uma nova criação, um novo cosmos, um novo universo, um novo planeta Terra. Enfim, toda a criação será novamente restaurada e feita com um novo material, um material eterno, completamente desconhecido ao homem natural. Trata-se de uma doutrina que é bem clara nas Escrituras: que este sistema de coisas, este universo, todo o sistema da criação cósmica em todos os seus reinos será completamente destruído para dar lugar a uma nova criação gloriosa e eterna. (Apocalipse 21 e 22)

Paulo, em 1ª Coríntios, capítulo 5, fala que quando o nosso tabernáculo terreno se desfizer, temos uma habitação celestial, uma nova casa, um novo edifício. Portanto, na perspectiva de Paulo, a ressurreição nos dará a possibilidade de experimentar um corpo incorruptível, completamente diferente do corpo biológico tal como vivemos e conhecemos hoje. O corpo do qual a Bíblia fala - a respeito desse corpo da ressurreição, o corpo glorificado - é feito de outro material completamente diferente deste; é feito de material angélico, ao invés de ser feito de material biológico. (I Corintios 15)

Ainda Em sua epístola aos Coríntios, no capítulo 5, Paulo afirma que, após a dissolução do nosso corpo terreno, aguarda-nos uma habitação celestial, uma nova morada, um edifício eterno. Dessa forma, para Paulo, a ressurreição proporcionará a experiência de um corpo incorruptível, distinto do corpo biológico que conhecemos na vida presente. O corpo ressurreto, também denominado corpo glorificado nas Escrituras, será constituído por uma substância diferente da matéria biológica, sendo composto de uma natureza espiritual porém tangível.

“Nós seremos transformados” I Corintios 15:52)

“Não importa quão devastadoras sejam nossas lutas, decepções e problemas, eles são apenas temporários. Não importa o que aconteça com você, não importa a profundidade da tragédia ou da dor que você enfrente, não importa o quanto a morte espreite você e seus entes queridos, a Ressurreição lhe promete um futuro de bem imensurável.” ( Josh McDowell)

 

 

O Corpo Glorificado e o Mundo Vindouro

 

A ideia de que um ser espiritual é algo sem forma e sem cor é completamente desconhecida nas páginas das Escrituras. Nas Escrituras Sagradas, entendemos que o mundo espiritual pode interagir com o mundo físico. Portanto, temos passagens claras, não somente acerca dos anjos interagindo com os homens, mas também de Deus interagindo com os homens, como com Moisés no Monte Sinai. Até mesmo o mundo espiritual caído consegue interagir no mundo físico, e esse fato pode ser observado por qualquer estudante das Sagradas Escrituras.

Assim cito o exemplo de Paulo que adverte a respeito do mundo espiritual caído, afirmando que Satanás se transfigura em anjo de luz. (I Corintios 11;14 e Efésios 6;10 a 18) Em Galatas 1.8-9, Paulo abre a possibilidade de até mesmo um anjo descer do céu e pregar outro evangelho. Portanto, vemos que o mundo espiritual pode interagir com o mundo físico, transcender inclusive, e assumir forma perceptível aos nossos olhos.

Há uma ressurreição após a morte. Que isso nunca seja esquecido. A vida que vivemos aqui na carne não é tudo. O mundo visível ao nosso redor não é o único mundo com o qual temos que lidar. Nem tudo acaba quando o último suspiro é dado, e homens e mulheres são carregados para seu longo lar na sepultura. A trombeta um dia soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis. Todos os que estão nos sepulcros ouvirão a voz de Cristo e sairão — aqueles que fizeram o bem, para a ressurreição da vida, e aqueles que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação. Esta é uma das grandes verdades fundamentais da religião cristã. Apeguemo-nos a ela firmemente e nunca a abandonemos.” (J. C. Ryle)

 

Podemos, então, entender claramente que o corpo glorificado será um corpo perfeito para viver em um ambiente perfeito, criado por Deus para que o homem desfrute da vida eterna em comunhão com Ele nos novos céus e na nova terra. Essa é uma perspectiva maravilhosa sobre o futuro dos salvos, daqueles que creram em Cristo e aguardam a ressurreição e a Sua vinda, quando seus corpos serão transformados para se tornarem semelhantes ao corpo dos anjos e, sobretudo, ao corpo glorioso de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Essa é uma esperança que enche o coração.

Lemos em  2Co 5.17:

“Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas antigas já passaram; eis que tudo se fez novo.”

Nesta passagem, entendemos que o cristão, estando em Cristo e unido a Ele, passou pelo novo nascimento e é considerada uma nova criatura. O processo de regeneração começa pelo espírito e se conclui no corpo, que também será redimido.

O corpo do cristão será restaurado para se conformar a um corpo glorioso, apto a viver no mundo vindouro, nesse lugar maravilhoso que Deus está preparando, como lemos em João 14.3: “... e vos levarei para mim mesmo.”

“E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo” (Romanos 8:23)

O corpo glorificado será um corpo redimido da corrupção da velha criação para ser conforme os padrões da glória do mundo vindouro.

Portanto, duas coisas acontecem simultaneamente:

 Aqui na terra, o evangelho é pregado para que pessoas creiam em Cristo e passem pelo novo nascimento.  No céu, Cristo, após Sua ascensão e entronização, prepara o lugar para receber os salvos. (João 14:1 a 6)

Na Sua volta triunfante, os que estiverem vivos terão seus corpos transformados, e os que morreram em Cristo ressuscitarão com um corpo glorificado (1Co 15.51-52). Assim, enquanto na Era da Graça os salvos têm a vida eterna garantida pelo novo nascimento, os que se convertem recebem também a promessa de um corpo glorificado. E, no céu, cumpre-se o que Jesus declarou em João 14: Ele está preparando o lugar onde viveremos eternamente no lugar em que Cristo foi preparar para todos os redimidos, e isso ocorrerá com o corpo transformado e glorificado.

“Estou totalmente convencido de que a ressurreição de Jesus é a ponte mais crucial entre a realidade e a vida. Conhecer a verdade deste evento é o motor que impulsiona a busca pela vitória espiritual.” — Gary Habermas

 

A Ressurreição no Antigo Testamento

A doutrina da ressurreição já está registrada no Antigo Testamento. O profeta Daniel escreveu: "Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão: uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno" (Daniel 12:2 veja também Jó 19:26 Salmos 16:10 Isaias  26:19 Oséias 13:14)). O profeta Daniel demonstra claramente que haverá duas ressurreições distintas: uma para os salvos (vida eterna) e outra para os perdidos (juízo eterno). O corpo glorificado dos redimidos lhes permitirá viver plenamente nessa nova realidade, conforme a revelação progressiva das Escrituras, especialmente nas epístolas de Paulo. Essa é uma verdade bíblica memorável, fonte de verdadeiro regozijo e esperança, Sir Walter Scott disse acerca disso: “A Biblia é o único livro completo e perfeito. Sua luz ilumina o tumulo e a eternidade. É o único livro” Porém, temos a afirmação de que as Escrituras ensinam que todo aquele que crê em Cristo tem a garantia da vida eterna (João 3:36), enquanto os que O rejeitam enfrentarão o juízo (Apocalipse 20:15). Assim, a ressurreição universal separará duas classes: os condenados e os redimidos, estes últimos revestidos de corpos glorificados. De que lado você estará naquele grandioso dia?

 

A Natureza do Corpo Glorificado

Surge, então, a pergunta: Como será esse corpo glorificado? A Bíblia oferece respostas claras. Em Mateus 22:30, Jesus declara que os ressuscitados para a vida eterna "serão como os anjos no céu", indicando uma transformação que os assemelhará aos seres celestiais. Isso sugere um corpo adaptado à realidade espiritual do mundo vindouro, livre das limitações terrenas. (Incorruptível, poderoso, que não está submetido às leis físicas como conhecemos atualmente, flutua, atravessa paredes e se desloca de um ponto geográfico a outro em segundos)

Portanto temos as informações claras de que o corpo ressurreto dos salvos terá propriedades angelicais e também será similar ao corpo ressurreto de Jesus Cristo

“Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,  Que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas.”(Filipenses 3;20 e 21)

 

A Esperança da Nova Habitação

Em 2 Coríntios 5:1-2, Paulo escreve:

"Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. Por isso, gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação celestial."

Aqui, o apóstolo contrasta nossa condição atual (onde o Espírito Santo habita em nós) com a realidade futura (onde habitaremos em Deus). Enquanto hoje somos "tabernáculos" do Senhor, no mundo vindouro seremos plenamente integrados à Sua presença, em corpos imortais e perfeitos. Devemos entender todos esses fatos pela cosmovisão hebraica que é concreta e não de acordo com a visão abstrata da filosofia grega e a doutrina do antimaterialismo gnóstico saturado com o espírito do erro. Cristo ressuscitou em um corpo glorioso e tangível, não em um corpo fantasmagórico.

Em I Corintios 15:40 vemos claramente essa distinção de corpos físicos e espirituais, mas ambos são tangíveis, a diferença está na qualidade, um é mortal e outro está revestido de imortalidade, um é corruptível e o outro está revestido de incorruptibilidade, um é fraco o outro é forte:

 “E  corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes e outra a dos terrestres O substantivo neutro grego traduzido para “corpo” é “soma” e faz referencia ao corpo celestial glorificado da mesma forma que faz ao corpo biológico humano e animal. No momento presente é impossível dar pormenores acerca da qualidade e espécie desse corpo glorioso, as pistas que temos nas Escrituras são sobre a natureza dos anjos e sua dinâmica existencial e o corpo glorificado de Cristo depois da Sua ressurreição e suas interações com o mundo físico e suas qualificações reveladas nessa interação com as coisas envolvidas.

Paulo menciona que "gememos" na expectativa dessa transformação (Romanos 8:23). A vida terrena, marcada por tribulações e decadência, é apenas um reflexo pálido da glória futura. Desde a queda de Adão, o universo aguarda a redenção final (Romanos 8:19-22). Os novos céus e a nova terra, descritos em Apocalipse, serão um reino de beleza inefável, onde a criação refletirá plenamente a glória de Deus. Cristo está preparado esse mundo vindouro glorioso para os salvos viverem num corpo glorificado.

Em I Coríntios 15:23 Cristo é apresentado como as primícias dessa nova existência corporal tangível e incorruptível, o primeiro a ter posse desse corpo glorioso, assim, penso eu, que de alguma forma, que o corpo glorificado não será totalmente ou completamente angelical, mas da mesma natureza, pelo fato de Cristo ser as primícias, me leva a conclusão que será adicionado também ao corpo glorificado dos santos ressurretos as qualidades elevadas, benditas e santas do corpo glorificado de Cristo.

A Beleza da Eternidade

Imagine um amanhecer mais radiante, um entardecer mais sublime, noites adornadas por galáxias resplandecentes — tudo superando a beleza atual, que já testemunha a majestade divina (Salmo 19:1). Na eternidade, os redimidos contemplarão essa glória com corpos perfeitos, livres da morte e da dor, em adoração perpétua ao Criador.

O homem foi feito para apreciar a beleza, e Deus, como fonte de toda perfeição, preparou um mundo onde Sua obra será manifesta em esplendor eterno. "Maranata! Vem, Senhor Jesus!" (Apocalipse 22:20).

Em I Coríntios 15:22 Paulo ensina que seremos vivificados por Cristo, o poder da ressurreição está nEle e com Ele, e todos os que crêem em Cristo tem a garantia da ressurreição com um corpo glorificado e a vida eterna.

Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.(João 6:40)

Desejo dar mais uma ênfase sobre as palavras de Cristo mencionadas em Mateus 22:30, acerca da qualidade do corpo glorificado como um distintivo, pois os que ressuscitarem em Cristo serão como os anjos do céu.  Em Lucas, capítulo 24, no início do capítulo, lemos: "No primeiro dia da semana, de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que haviam preparado. E, chegando lá, encontraram a pedra removida do sepulcro. Entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus. E, estando elas perplexas a respeito disto, eis que se apresentaram a elas dois homens com vestes resplandecentes." O que entendo que os santos glorificados num corpo ressurreto experimentaram as qualidades de um corpo angelicalm, mas adicionado a isso, também as qualidades benditas do corpo ressurreto e glorioso de nosso amado Salvador.

Na narrativa, observa-se que os anjos presentes junto ao sepulcro no momento da ressurreição de Jesus Cristo exibiam vestes de grande brilho. Ao considerarmos as palavras de Jesus, que indicou que na ressurreição seríamos semelhantes aos anjos nos céus, depreende-se que aqueles que receberem corpos glorificados também serão revestidos de vestimentas resplandecentes, comparáveis àquelas dos anjos presentes no sepulcro.

Interação com coisas físicas

Outro trecho relevante é encontrado em Lucas, capítulo 24, versículos 30 e 31. Nesse relato, Lucas descreve Jesus com Seus apóstolos. Ele toma o pão, o parte e o oferece aos discípulos; em seguida, Jesus, já ressurreto, desaparece de sua vista. Essa passagem apresenta um ponto digno de nota: o desaparecimento de Jesus sugere que o corpo glorificado possui a capacidade de se tornar invisível. A narrativa sugere que essa capacidade implica a possibilidade de deslocamento instantâneo entre diferentes locais. Portanto, o relato de Lucas demonstra que um corpo glorificado pode desaparecer e reaparecer em outro lugar, transcendendo as leis naturais da criação anterior, pois é constituído por uma natureza diferente dos elementos desta criação.

Em Atos, no capítulo 1, é narrada a ascensão de Jesus diante dos apóstolos. Após esse evento, Jesus ascende aos céus, em uma demonstração que transcende as leis da física. Seu corpo eleva-se e desaparece, simbolizando Sua passagem da Terra à presença de Deus, possivelmente ao Terceiro Céu ou a um local ainda superior, onde se encontra o trono da Majestade Divina, para assentar-Se à direita do Senhor. Dessa forma, o corpo glorificado demonstra uma natureza que não está sujeita às leis da física terrena, manifestando a capacidade de ascensão, como testemunhado na ascensão de Jesus descrita em Atos 1, na presença dos apóstolos.

Em 1ª Coríntios, capítulo 15, versículo 50, Paulo afirma que "carne e sangue não podem herdar o reino de Deus", isto é, o sistema do corpo biológico que pertence à velha criação. Ele está completamente comprometido e faz parte dessa criação que sofre com a entropia e o desgaste. Em Romanos, capítulo 8, versículo 23, no entanto, Paulo fala sobre a redenção do nosso corpo, a redenção do nosso espírito e a redenção do nosso corpo, uma transformação completa do ser que foi redimido pelo nosso Senhor Jesus Cristo.

Em João, capítulo 20, versículo 20, Jesus exibiu Suas mãos e o lado aos discípulos. Este ato demonstra que o corpo glorificado possui tangibilidade e características físicas, embora não esteja sujeito às limitações do mundo terreno.

Aquele que Se apresenta aos discípulos, exibindo o corpo ressurreto com as marcas da crucificação, é o mesmo Jesus que ascenderá aos céus, assentando-Se à direita de Deus. Esse mesmo Jesus, Cristo, o homem com corpo glorificado, torna-Se o mediador entre Deus e os homens, ocupando posição de honra na majestade celestial, à direita de Deus.

Isso significa que um homem com um corpo glorificado, depois de ressuscitado, pode subir aos céus, entrar na dimensão das realidades celestiais, onde o Deus Todo-Poderoso habita desde toda a eternidade, e interagir completamente com aquele ambiente, como Jesus Cristo faz hoje, sendo mediador e sentado à destra do trono nas alturas.

Após a ressurreição, um homem com um corpo glorificado tem a capacidade de ascender aos céus, ingressar na esfera das realidades celestiais, onde a presença do Deus Todo-Poderoso reside eternamente, e interagir plenamente com esse ambiente, como o próprio Jesus Cristo o faz atualmente, servindo como mediador e estando sentado à direita do trono nas alturas.

Portanto, compreendemos, através da ressurreição de Jesus Cristo e da atuação de Seu corpo glorificado, que interage em nosso mundo, que o corpo glorificado pode coexistir na criação atual e interagir com ela, bem como habitar a nova criação ou as regiões celestiais, que existem desde a eternidade, onde Deus Pai reside.

Prosseguiremos com uma análise do trecho bíblico de João, capítulo 21, versículos 1 a 14. Pedro convida outros discípulos para uma pescaria. Jesus se encontra na margem do mar da Galileia, também chamado de lago de Tiberíades, interagindo com o ambiente. Ele prepara peixe e o oferece aos discípulos. Inicialmente, os discípulos não reconhecem Jesus, mas Pedro o identifica como o Senhor. Observamos, então, a percepção de Jesus em relação ao ambiente, sua atuação, sua compreensão e sua interação com o cenário. Dessa forma, constatamos que o corpo glorificado de Jesus Cristo, após a ressurreição, manifestava-se plenamente ativo no mundo natural. Mais uma vez, a narrativa de João demonstra Jesus, após a ressurreição, atuando naquele ambiente, interagindo com os discípulos pescadores e exercendo pleno domínio sobre o ambiente físico e os elementos materiais presentes.



Considerando que Jesus é plenamente Deus e plenamente homem, após a ressurreição, Sua natureza humana possui um corpo glorificado, mantendo-se, contudo, homem. A Escritura, em 1 Timóteo 2:5, declara-O mediador entre Deus e os homens, referindo-se a Jesus como homem. Desta forma, Cristo permanece sendo 100% Deus e 100% homem, conservando essa dupla natureza. A união hipostática permanece ativa em Jesus Cristo, mesmo após a ressurreição, e continuará, conforme creio, eternamente. Jesus será, para sempre, verdadeiramente 100% homem e 100% Deus.

Um aspecto interessante a ser considerado é o corpo glorificado. No livro de Mateus, capítulo 28, versículo 3, ao descrever o sepulcro após a ressurreição, o relato menciona um anjo com aspecto semelhante a um relâmpago. Este detalhe evidencia uma característica distintiva do corpo glorificado. Dado que Jesus afirmou que os ressuscitados serão semelhantes aos anjos nos céus, inferimos que a natureza desse corpo glorificado de um homem poderá, em certas condições, apresentar um aspecto fulgurante, resplandecente, emitindo luz radiante e gloriosa.

Observo, adicionalmente, um aspecto interessante após uma análise mais aprofundada da natureza do corpo glorificado. Compreendemos que o corpo glorificado de um cristão ressurreto, a exemplo do corpo de nosso Senhor Jesus Cristo, possui a capacidade de interagir com esta criação presente, que Paulo descreve como nosso atual tabernáculo. Contudo, com este corpo, a interação com a realidade espiritual da era vindoura é impossível. Torna-se imperativo que o indivíduo passe por uma transformação completa para que possa, então, ingressar e participar de um ambiente transformado, representado pelos novos céus e a nova terra.

Gostaria de apresentar outro em Isaías, capítulo 37, versículos 36 a 38, encontra-se o relato de como um anjo ceifou a vida de 185 mil soldados assírios. Diante disso, e considerando as palavras de Jesus sobre a ressurreição dos justos, que serão semelhantes aos anjos celestiais, pode-se inferir que o corpo glorificado possuirá características de grande poder. Conclui-se, portanto, que o corpo angélico, além de sua força, é dotado de inteligência superior.

Portanto, é plausível inferir que o corpo transformado, glorificado após a ressurreição, assemelha-se ao corpo angélico. Consequentemente, pode-se concluir que os santos, após a glorificação, desfrutarão, nos novos céus e na Nova Terra, de capacidades e intelecto sobrenaturais, excedendo nossa compreensão atual.

Contudo, é imperativo compreender que, embora as Escrituras sugiram que o corpo glorificado se assemelhe ao dos anjos, manifestando grande poder e inteligência, devemos atentar para o fato de que, conforme Mateus 24:36, os anjos não possuem onisciência. Este é um ponto crucial, pois os anjos não são divinos. Da mesma forma, aqueles que receberão um corpo glorificado não se tornarão divindades. Em 2 Pedro, somos informados de que seremos participantes da natureza divina. Creio que essa participação se refere à posse do corpo glorificado, conquistado por Jesus através da Ressurreição, e que Ele concederá as características desse corpo glorificado a todos os redimidos. Acredito que participar da natureza divina significa possuir esse corpo, semelhante ao corpo angelical, o corpo pelo qual Jesus foi o primogênito ao vencer a morte e ressuscitar. Ao emergir do túmulo, Jesus já se apresentava com esse corpo transformado e glorificado. Portanto, Ele é o primeiro dentre muitos santos que receberão um corpo com a mesma qualidade e potência.

Aqui está uma preciosa e bendita verdade, pois assim como ele em tudo na encarnação tornou-se semelhante a nós homens pecadores, porém Ele sem pecado, também na ressurreição, nós pela glorificação do nosso corpo, seremos  semelhantes ao corpo ressurreto dele. Que bendita esperança teremos no mundo vindouro! Mesmo hoje gemendo juntamente com toda a criação, todavia seremos transformados em  plenitude na consumação de todas as coisas, então nossos olhos feridos pelo pecado, na visão beatifica que terá o corpo glorificando, veremos a Deus, contemplarmos a suprema majestade do Deus triuno e como os anjos do Senhor, nossa vida numa plenitude espiritual no mundo vindouro, seremos também adoradores eternos, nossa vida será plena de devoção e amor pelo Senhor que nos resgatou.

Ora, lemos em I Corintios 15:26: “ Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte.” Paulo fala acerca do triunfo de Cristo sobre a morte, e como os santos redimidos pelo sangue do Cordeiro receberão corpos transformados e glorificados para viverem no eterno reino de Deus, também os ímpios e profanos irão receber um corpo ressuscitado para serem jogados no lago de fogo eterno, e essa é a segunda morte, não treme o leitor diante dessas verdades? No futuro, cada um de nós estará em um lugar de punição eterna ou em um lugar de glória eterna. Os rediumidos que creram na morte vicária e substitutiva de Cristo e seguiram o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo enquanto peregrinavam nesse mundo venceram com cristo o dano da segunda morte, eles estarão para sempre com o Senhor.

“E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.” (João 14:3)

Ele, a Vida de todos, nosso Senhor e Salvador, não planejou a maneira de sua própria morte para não parecer temer alguma outra. Não. Ele aceitou e carregou na cruz uma morte infligida por outros, e esses outros Seus inimigos especiais, uma morte que para eles era supremamente terrível e de forma alguma impossível de ser enfrentada; e Ele fez isso para que, destruindo até mesmo essa morte, Ele próprio pudesse ser considerado a Vida, e o poder da morte fosse reconhecido como finalmente anulado. Um maravilhoso e poderoso paradoxo ocorreu assim, pois a morte que eles pensavam infligir a Ele como desonra e desgraça tornou-se o glorioso monumento à derrota da morte. (Atanásio de Alexandria)

 

 

 

“Assim pregamos e assim haveis crido” (I Coríntios 15:11)


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