Nossa Pascoa


 


Cristo é a nossa Páscoa, declarou Paulo em I Coríntios 5:7. Ele foi sacrificado por nós, este é o fundamento da nossa redenção, Paulo não proibiu a celebração da páscoa, apenas deu os reajustes espirituais necessários para que não percamos de vista a essência, se na antiga aliança, páscoa significava libertação, na nova significa REDENÇÃO. Cristo é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Paulo não proibiu os cristãos de celebrarem a páscoa, apenas apresenta o novo significado. No contexto do versículo citado acima, o apostolo ordena: “Por isso façamos a festa...” ele explica: “não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade, e da malicia” e então assevera: “Mas com os ázimos da sinceridade e da verdade” (I Coríntios 5:8). Assim como o natal, simplesmente deixo todas as tradições de fora, e mergulho na teologia da cruz, no sacrifício perfeito e o custo desse tão profundo sacrifício, a redenção consumada e perfeita, a humilhação do Cordeiro e Verbo, a justiça divina sendo satisfeita no horror de todos os sofrimentos do Calvário. Cristo é minha páscoa.

C. J. Jacinto

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