Não Suportarão a Sã Doutrina
C. J. Jacinto
Paulo, em sua
primeira epístola a Timóteo, no capítulo 2, versículo 19, afirma: "O
Senhor conhece os que são seus, e aparte-se da iniquidade todo aquele que
professa o nome do Senhor." Nesta declaração e exortação, contidas em um
mesmo versículo, evidencia-se o padrão da vida espiritual de um genuíno servo
de Deus, alguém que experimentou a regeneração. Aquele que professa a fé, por
conseguinte, anseia e se empenha em abandonar a vida ímpia, buscando viver em
santidade. Essa atitude não representa uma obrigação imposta, mas sim uma
consequência natural da vida regenerada. O indivíduo liberto do poder e da
influência do pecado também nutre aversão a este e à impiedade.
A
presente reflexão aborda uma crescente corrente de pensamento, a qual considero
equivocada, que sustenta a possibilidade de alguém professar a fé cristã,
reconhecer Jesus Cristo como Senhor e Salvador, experimentar a regeneração
espiritual, e, ainda assim, persistir em comportamentos ímpios e sob o domínio
do pecado. Essa visão, a meu ver, é insustentável.
Recordo-me
da passagem em João, capítulo 8, onde uma mulher, surpreendida em adultério, é
levada a Jesus. No versículo 11, após receber o perdão e a misericórdia de
Cristo, ela ouve a exortação: "Vai e não peques mais". Essa passagem
ilustra um princípio espiritual fundamental: todo aquele que professa o nome do
Senhor Jesus deve afastar-se da iniquidade. O Senhor não reconhece como seus
aqueles que, embora se autoproclamem cristãos e o invoquem como "Senhor,
Senhor", vivem na prática do pecado e permanecem sob o jugo da maldade.
Não se iludam:
frequentar assiduamente a igreja, ouvir sermões, possuir carteirinha de membro
ou certificado de batismo, e até mesmo deter um diploma em teologia, não
garante a salvação. Se a vida de alguém não demonstra uma busca constante pela
santidade, como consequência da nova vida em Cristo, essa pessoa não é
verdadeiramente salva. Ela pode professar a fé cristã, mas não a vive
plenamente nem experimenta o poder de uma vida regenerada.
É imperativo,
portanto, abandonar a iniquidade. Se a santidade não é uma realidade em sua
vida, você não é um santo, mas permanece na condição de ímpio. Não desejo gerar
confusão. Não se trata aqui de defender a doutrina da salvação pelas obras, mas
sim de ressaltar que a santidade é fruto da salvação. Somos santos porque fomos
salvos, e, por sermos salvos, buscamos a santidade, pois ela é inerente à
natureza daqueles que foram regenerados e que anseiam pelas coisas celestiais.
Atualmente,
observa-se que muitos indivíduos são impelidos a frequentar igrejas motivados
por interesses pessoais e egoístas. A busca por benefícios próprios sobrepõe-se
à disposição para a obediência e à genuína fé. Em vez de buscarem uma relação
de submissão a Deus, parecem desejar que Ele atenda às suas expectativas.
Almejam uma experiência religiosa que lhes proporcione conforto emocional, que
atenue suas consciências ou que sirva como um seguro para a vida após a morte.
Essa postura
fomenta uma espécie de religião comercial, na qual os líderes religiosos
elaboram sermões e promessas direcionadas a esse público específico,
sustentando seus ministérios. As pregações adaptam-se aos anseios dos fiéis,
configurando uma espécie de troca. O crescimento de muitas igrejas se dá
através do uso de estratégias que visam persuadir as pessoas a investir
financeiramente para ouvir o que desejam. Trata-se de uma auto-ilusão.
O conceito de conversão autêntica, fundamentada
no arrependimento sincero, tem sido negligenciado. A discussão sobre pecado, em
muitos casos, foi substituída por discursos que visam unicamente atrair e
manter seguidores, promovendo um falso evangelho sustentado por mensagens
adocicadas com psicologia pragmática e triunfalismo emocional e muito
sentimentalismo religioso.
Observa-se, na
contemporaneidade, uma crescente tendência de indivíduos que buscam a
experiência religiosa motivados por interesses pessoais e utilitários. A adesão
à fé, em muitos casos, parece estar condicionada à expectativa de benefícios e
recompensas, em detrimento da busca por uma vida de acordo com princípios
cristãos autenticos. A obediência aos preceitos cristãos e a transformação
interior, elementos centrais da prática evangelica tradicional, dão lugar a uma
postura em que a divindade é demandada a atender às necessidades e aos desejos
individuais.
Essa abordagem,
que prioriza o bem-estar pessoal e a busca por conforto espiritual, pode se
manifestar na procura por uma religião que ofereça soluções rápidas para as
angústias existenciais, alívio para a consciência ou a promessa de uma vida
eterna livre de sofrimentos.
Nesse contexto,
algumas instituições religiosas adaptam suas mensagens para atender a essa
demanda. Líderes religiosos, em alguns casos, constroem seus ensinamentos em
torno de promessas de prosperidade e sucesso, visando angariar seguidores e
garantir a sustentabilidade de seus ministérios. As pregações, em vez de
focarem na reflexão sobre os valores religiosos e na correção de condutas,
concentram-se em atender às expectativas dos fiéis.
O
resultado é uma dinâmica de troca, em que os fiéis são incentivados a
contribuir financeiramente em troca de mensagens que confirmam suas crenças e
anseios. A ênfase na conversão e no arrependimento sincero, pilares da fé
cristã, dá lugar a uma superficialidade religiosa, na qual a reflexão sobre o pecado
e a busca pela transformação interior são deixadas de lado. O foco recai sobre
um evangelho artificial, que pode desviar os indivíduos da verdadeira essência
da fé.
Contudo, são
numerosas as passagens nas Escrituras, notadamente no Novo Testamento, que
indicam a necessidade de uma conduta santa por parte de todos os servos de
Deus. Em Hebreus, capítulo 12, versículo 14, por exemplo, o autor exorta a
buscar a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.
Assim, uma passagem como essa suscita uma questão relevante: pode uma pessoa
salva e regenerada permanecer em conduta piedosa enquanto totalmente imersa em
uma vida secular?
É evidente que
a graça divina não nos conduz a uma vida de impiedade. Pelo contrário, quando o
indivíduo experimenta a regeneração e é guiado pelo Espírito Santo,
compreende-se que ele, ao ser conduzido pelo Espírito, busca realizar a vontade
de Deus, em vez de se opor a ela. Essa, de fato, constitui a essência da vida
espiritual autêntica.
Assim, o homem
espiritual, aquele que é regenerado e que professa a fé cristã conforme as
Escrituras, vive uma vida de piedade, anseia por ela e nela encontra deleite,
como atesta o Salmo 1: "Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na
sua lei medita de dia e de noite." Sua busca e sua fome espirituais são
direcionadas às coisas de Deus. Em sua mente e em seu coração, ele almeja não
apenas ouvir e guardar a palavra de Deus, mas também praticá-la. Ele não deseja
ser um ouvinte negligente. Sua aspiração primordial é conhecer a vontade de
Deus para cumpri-la, pois essa é a própria natureza de sua experiência
espiritual.
Qualquer cristão das gerações passadas
compreenderia essa verdade. No entanto, hoje, observa-se que, mesmo no seio da
igreja, muitos parecem desconhecer esse princípio fundamental. De acordo com a
observação de um pastor amigo, após muitos anos de ministério pastoral, a maior
parte da cristandade atual, composta por aqueles que se autodenominam
evangélicos, jamais experimentou o novo nascimento ou a regeneração espiritual.
Compartilho dessa mesma convicção e concordo com sua avaliação.
Recentemente,
em conversa com um pastor cristão, abordamos a situação de sua comunidade
religiosa. Observamos que, em contraste com o propósito de uma escola bíblica
dominical, onde se busca o conhecimento e a compreensão dos ensinamentos
divinos, a participação e o interesse demonstrado parecem mínimos.
Constatamos que
muitos cristãos contemporâneos, em vez de buscar o aprendizado e aprofundamento
na doutrina, parecem priorizar a experiência emocional. A busca por sensações
agradáveis e o conforto emocional sobrepõem-se ao desejo de compreender a
santidade, a separação do mundo e os princípios teológicos fundamentais. O
objetivo, muitas vezes, é financiar uma religião que ofereça prazeres e suporte
espiritual, funcionando como uma "muleta" em momentos de
dificuldades.
Na
contemporaneidade, especialmente nas igrejas pós-modernas, percebe-se uma
crescente tendência ao entretenimento, que visa satisfazer os anseios do
coração e abafar a sensação de vazio existencial. Busca-se um "sedativo
espiritual", um alívio que anestesie a consciência do pecado e da
necessidade de redenção, oferecida pelo sacrifício de Jesus Cristo na cruz.
Nesse contexto,
a mensagem central da cruz parece ter sido diluída. O que frequentemente se
encontra são espetáculos, jogos de luzes, apelos emocionais e mensagens
centradas no ser humano, que buscam acalmar a alma em um cenário de ilusão.
Em última análise, observamos em diversas
localidades o desenvolvimento de uma forma de religião utilitarista, um
"Deus utilitarista" cuja função primordial é prover as necessidades
temporais e emocionais do indivíduo. Essa perspectiva, em certa medida,
apresenta grande atratividade e ressoa com os anseios mais profundos do ser
humano, que, em sua jornada terrena, busca poder, prazer, emoções e sensações
prazerosas, com foco, em muitos casos, na satisfação de desejos egoístas,
especialmente aqueles relacionados a bens materiais.
No Evangelho de João, capítulo 6, versículo 26,
observamos a repreensão de Jesus a alguns de seus seguidores. Eles o buscavam
motivados pela saciedade física, tendo sido alimentados pelo pão multiplicado.
Essa motivação, centrada em interesses pessoais e necessidades terrenas,
revelava uma perspectiva limitada. Jesus, então, denunciava essa forma de
seguimento, baseada em propósitos inadequados.
Essa mesma
tendência se manifesta na religião contemporânea, inclusive em algumas
vertentes que utilizam o nome de Cristo, mas se distanciam de seus ensinamentos
e doutrinas. Observamos, atualmente, uma proliferação de denominações
influenciadas pelo pragmatismo, pelo carismatismo e pelo culto às emoções e ao
entretenimento. Os sermões, muitas vezes, priorizam a satisfação pessoal e uma
visão antropocêntrica, em detrimento da vontade de Deus, da obediência aos seus
preceitos e da busca pela santidade. O foco reside, em grande medida, na
gratificação do ego, na satisfação emocional e materialista. É possível que muitos não concordem com esta crítica e
análise sobre o tema, contudo, ela se alinha à advertência de Paulo sobre o
tempo em que as pessoas não suportariam a sã doutrina. A razão para essa
intolerância à doutrina bíblica e a maneira como ela se manifesta são
evidentes.
Observe a
situação: uma igreja com base bíblica, com um pastor que se concentra nas
Escrituras, que prega sobre a santidade e denuncia o pecado, sem se deixar
levar pelo pragmatismo, e que anuncia a mensagem da cruz, muitas vezes enfrenta
dificuldades para manter seus membros. Em contraste, considere igrejas com
formato de espetáculo, que incorporam elementos da cultura pop, com música
contemporânea, e que promovem uma experiência sensorial e emocional intensa.
Nesses ambientes, a mensagem é centrada no ser humano, com foco em prosperidade
e bem-estar, e que podem incluir práticas místicas. Frequentemente, esses
locais atraem um grande público.
A
explicação para essa realidade reside na profecia de Paulo sobre a aversão à sã
doutrina nos últimos tempos. Se as pessoas a valorizassem, buscariam uma igreja
bíblica, com um pastor comprometido com a pregação da mensagem da cruz e a
denúncia do pecado. Contudo, essas igrejas bíblicas frequentemente enfrentam
dificuldades e até mesmo o fechamento de suas portas, devido à diminuição do
número de membros. Os que se autodenominam cristãos, atualmente, parecem mais
interessados em centros de entretenimento religioso do que em igrejas que se
fundamentam nas Escrituras e em Cristo. Essa preferência, por si só, é
reveladora.
É evidente que
a suposta conversão dessas pessoas é espúria. Uma verdadeira conversão, aquela
que se manifesta na busca pelo conhecimento e amor da Palavra de Deus, na
apreciação de sermões que se aprofundam nos textos bíblicos, em uma igreja que
valoriza a Bíblia, a ordem do culto, a doutrina reguladora do culto e a
tradição de hinos sacros, proporciona uma experiência de culto racional e
edificante. Nesse contexto, o indivíduo é instruído, discernindo a verdade e
sendo nutrido pela Palavra de Deus. A nutrição espiritual não provém do homem
carnal e suas complexidades psicológicas, mas sim do Espírito Santo, que opera
a regeneração da qual Jesus falou no capítulo 3 do Evangelho de João. Aquele
que verdadeiramente nasceu de novo busca viver de acordo com os princípios
bíblicos.
Retomemos, então, o texto bíblico.
Analisaremos com mais atenção a segunda carta de Paulo a Timóteo, capítulo 4,
versículos 3 e 4, dos quais parte do que já foi mencionado. Paulo escreve:
"Porque haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário,
sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo as suas
próprias cobiças; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas."
No contexto da
carta, Paulo dirige-se a Timóteo, um líder cristão. Essa advertência, portanto,
aplica-se a todos os cristãos. A expressão "não suportarão a sã
doutrina" indica que as pessoas não mais se inclinarão para a busca de
conhecimento e verdade por meio do ensino correto. Em vez disso, devido a essa
"coceira nos ouvidos", buscarão mestres que satisfaçam seus próprios
desejos e inclinações. Não terão interesse em ouvir a vontade de Deus, mas em
ver suas próprias vontades satisfeitas.
Consequentemente,
desviarão os ouvidos da verdade. Não procurarão igrejas, pastores e pregadores
que valorizem a profundidade doutrinária e a pregação fiel da Palavra. Não
buscarão ministérios que preguem sermões temáticos e textuais, que os auxiliem
a compreender e viver a vontade de Deus, levando uma vida de santidade. Ao
invés disso, afastar-se-ão dessas práticas.
É por essa
razão que se observa, em muitos casos, a preferência por cultos e eventos com
sermões que enfatizam a autoestima e o sucesso pessoal, em detrimento de uma
mensagem que aborda a seriedade do pecado, a necessidade de arrependimento, e a
importância da santidade. As igrejas que se dedicam a pregar fielmente a
Palavra, com pastores comprometidos em expor as Escrituras e a ensinar os
conselhos de Deus, muitas vezes, observam uma frequência menor de membros.
Observei um
contraste marcante. Ao lado de uma igreja tradicional, cujo pastor se dedica à
pregação bíblica, sem ser pragmático, e que se mantém fiel ao propósito de
ensinar a Palavra de Deus, exortar ao arrependimento e anunciar a mensagem da
cruz, ergue-se uma igreja pós-moderna, com uma abordagem mais abrangente. Esta
última, notadamente, atrai grande público.
O ambiente
assemelha-se a uma casa de espetáculos, com cenografia vibrante, iluminação
colorida e ênfase na música, especialmente rock. O palco transforma-se em um
palco de show. O estacionamento da igreja, e até mesmo as imediações, são
tomados por veículos, acomodando um grande número de pessoas, em especial
jovens.
Nesse ambiente,
a busca parece ser por entretenimento, por um culto que promove o êxtase e as
emoções. A prioridade não reside na frequência de cultos tradicionais, mas na
busca por mensagens que reforcem o ego e correspondam a expectativas
materialistas. Considero essa postura um desvio da verdade em favor de
abordagens superficiais.
Com efeito, a
descrição de duas abordagens eclesiásticas distintas – uma pós-moderna e outra
tradicional – reflete minha própria vivência. O pastor da igreja tradicional,
dedicado ao ensino bíblico com foco na fidelidade textual e sem apelar ao
pragmatismo, é meu amigo pessoal. Ele tem lidado com o contraste entre sua
igreja, que se dedica à pregação bíblica, com o compromisso pastoral de guiar a
congregação nos caminhos do Senhor e promover a doutrina bíblica por meio de
sermões detalhados e expositivos, e a igreja adjacente, caracterizada por um cenário
diametralmente oposto. A igreja tradicional, apesar dos esforços do pastor,
observa uma frequência reduzida de membros e pouco interesse, enquanto a outra
atrai um grande número de pessoas com uma mensagem superficial, muitas vezes
associada a uma compreensão equivocada do Evangelho.
As igrejas
pós-modernas, portanto, têm atraído um grande número de pessoas, em parte, por
pregarem uma versão simplificada da graça divina, um cristianismo que
negligencia a santidade, caracterizado por superficialidade. A estrutura
doutrinária dessas igrejas frequentemente se fundamenta em experiências
emocionais e no bem-estar pessoal, com ambientes e pregações que visam
proporcionar tais sensações. Multidões são atraídas por esses discursos
religiosos que se apresentam como evangélicos. Milhões de pessoas podem estar
sendo induzidas a um caminho que leva a consequências espirituais negativas,
devido à aceitação de um evangelho superficial. O apóstolo Paulo, em sua
epístola aos Gálatas, capítulo 1, versículos 8 e 9, adverte que mesmo um anjo,
dotado de toda glória, poder e atributos celestiais, se pregar um evangelho
diferente daquele que foi anunciado, deve ser considerado maldito. Isso
demonstra a importância de discernir entre a verdadeira mensagem evangélica e
as deturpações que a desvirtuam, pois a aceitação de um falso evangelho pode
conduzir a uma direção espiritual equivocada. Minhas palavras representam um chamado urgente. Não é minha intenção
causar tristeza com estas afirmações. Pelo contrário, repudio as mensagens
provenientes de certos movimentos que se autodenominam cristãos, mas que se
desviam dos princípios fundamentais da fé, com o único propósito de enganar e
iludir. Exorto os membros e frequentadores dessas congregações a refletirem,
pois percebo um desvio da sã doutrina. Deus não terá por inocentes aqueles que
negligenciarem a verdade.
Convido a todos
a considerarem o que se prega nas igrejas que se mantêm fiéis à mensagem da
cruz, onde a Palavra de Deus é anunciada em sua integridade, mesmo que nem sempre
se ouça o que se deseja, mas sim o que é necessário. Ao alcançarem o
discernimento, começarão a compreender a veracidade das minhas palavras.
Meu apelo é
para que aqueles que frequentam igrejas pós-modernas reavaliem sua posição
espiritual e busquem um relacionamento genuíno com Deus, buscando a verdade em
sua essência, e não uma imitação superficial, uma graça barata ou movimentos
pseudocristãos que atraem multidões por meio de discursos vazios. Esses
movimentos seduzem a busca por bens materiais e prazeres mundanos, enganando
muitos por meio de líderes que não se dedicam a ensinar a Bíblia com seriedade.
Em vez disso, utilizam técnicas retóricas, psicologia e mensagens de autoajuda
para manipular as emoções, anestesiando as pessoas dentro de um ambiente
ilusório, onde o discernimento espiritual se perde. Assim, muitos partem desta
vida enganados, acreditando estarem salvos, quando na verdade estão perdidos,
por terem abraçado um evangelho deturpado.
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