REFLEXÕES SOBRE A PIEDADE PRÁTICA


 REFLEXÕES SOBRE A PIEDADE PRÁTICA

 


C. J. Jacinto

 

 

As imagens que se formam no oceano vasto da consciência de um bom  leitor que navega nas paginas de um bom livro  possibilitam a experiência de entrar em uma realidade que deixara marcas profundas em sua vida.




Em Cristo residem todas as nossas convicções. Portanto, devemos abraçar o Evangelho com perseverança, considerando digno suportar as provações que surgem quando professamos nossa fé diante de um mundo descrente.



Na caminhada da vida cristã, pode-se dedicar considerável tempo à aquisição de bens materiais e outros. Contudo, ao término dessa jornada, nada terá maior relevância em nossa existência, em nossas crenças e em nossas convicções, do que a crescente presença de Cristo e ter mais e mais das promessas do Evangelho.


Caso a sua fé não se fundamente em alicerces sólidos, como os princípios da graça divina, e não estiver firmemente estabelecida em Cristo e na Palavra de Deus, se não houver comunhão e relacionamento íntimo com Ele, mas, ao invés disso, a sua espiritualidade se sustentar em emoções e experiências místicas, alicerçando a fé em sentimentos em vez de em Cristo e seu relacionamento com Ele , sua fé sucumbirá diante das provações e a decepção se fará presente nas tribulações, pois a verdadeira consolação será ausente.



A Palavra de Deus, pregada com fidelidade, nutre o espírito do homem regenerado. Contudo, para o crente que ainda não experimentou a regeneração, importa a satisfação do ego, obtida por meio de palavras, experiências e emoções que o agradem. Esse ego, necessitando sobreviver, alimenta-se de elementos superficiais e ilusórios, sustentando, assim, uma religião meramente formal.

 

 

Todo o cristão bíblico não deve buscar ouvir pregadores que falem o que o coração do velho homem deseja ouvir, mas tão somente pregadores comprometidos em falar aquilo que Deus deseja ensinar.

 

 

Todo o regenerado tem o Espírito Santo, o poder vital divino necessário para garantir a todos os redimidos, a superior ressurreição.

 

0 comentários:

Postar um comentário