Fuja dos Pregadores e Pastores Progressistas Aliados da Esquerda


  Fuja dos Pregadores e Pastores Progressistas Aliados da Esquerda

 

 


 

 

No livro "A Marca do Cristão", publicado pela Editora Aba Press, o renomado escritor Francis Schaeffer aborda a questão dos falsos cristãos. Ele observa que estes freqüentemente se baseiam em teólogos liberais e filosofia humanista”


Qualquer pregador que pretende defender a agenda relativista do modernismo deve ser rejeitado em absoluto.

 

Em sua segunda epístola a Timóteo, no capítulo 4, versículo 3, Paulo adverte sobre um período de grande dificuldade e apostasia. Ele descreve um tempo em que parte da comunidade cristã não mais suportará a sã doutrina. Em vez disso, buscarão mestres que lhes transmitam aquilo que desejam ouvir. Desta forma, o sistema da enganação se estabelece, através de uma associação mútua entre cristãos apóstatas, que rejeitam a doutrina genuína, e falsos mestres que surgirão nos últimos tempos para satisfazer os anseios desses cristãos.

 Não me admiro que os sistemas do mundo, estejam sob controle de satanás,(com a permissão de Deus) pois esta escrito que o mundo jaz no maligno (I João 5:19) e que os reinos desse mundo pertencem a ele (Lucas 4:5)

 

  É crucial, portanto, exercitar o discernimento, compreendendo que a atuação e a persistência dos falsos profetas dependem do apoio financeiro e da aceitação daqueles que professam uma fé apóstata, perpetuando, assim, a disseminação do engano.

 Uma das correntes de pensamento que mais impactou o cristianismo nas últimas décadas é o modernismo. Ele se manifesta pela recusa de uma interpretação literal das Escrituras e pela tentativa de adaptar a fé cristã à cultura relativista contemporânea. Deseja considerar quase todas as narrativas bíblicas em fabulas, e se apóia no sistema metafórica para tentar justificar pecados que a bíblia condena se os textos forem tomados literalmente. Isso se evidencia na adoção de uma abordagem ambígua, simbólica, superficial e pragmática das doutrinas cristãs, na contestação das narrativas históricas do Antigo e Novo Testamento, e na busca por harmonizar o cristianismo com as tendências culturais seculares, por trás dessa manifestação se encontra a influencia do espírito do erro, o deus deste século e a conformidade com a presente era.   

 

 Em consequência, o modernismo, em suas manifestações, tem sido um importante veículo de influência que contribui para a deterioração espiritual. Vivemos, de fato, em tempos desafiadores.
 É imprescindível compreender que o modernismo, juntamente com seus adeptos religiosos – pregadores, pastores e líderes cristãos que se alinham a essa corrente – demonstra uma inclinação, e de fato, manifesta-se politicamente e ideologicamente alinhado à esquerda. A apostasia deliberada do cristianismo encontra respaldo na esquerda política, partidos de esquerda e defensores de ideologias de esquerda apóiam, aplaudem e amam pregadores e pastores apostatas de trabalham na desconstrução do cristianismo histórico e defendem a agenda modernista. Essa simbiose entre a esquerda política e ideológica e o modernismo cristão resulta em uma associação que se manifesta por meio de falsos profetas e pseudo pastores que abandonaram a fé cristã original, adaptando sua teologia ao modernismo e rejeitam atacam e são inimigos do cristianismo histórico. Estes buscam reconstruir o cristianismo sob a influência do marxismo cultural e das tendências que caracterizam a esquerda, estabelecendo uma relação de apoio mútuo. Observa-se que aqueles que rejeitaram ou abandonaram a fé cristã tradicional e ortodoxa, em sua essência e origem, para abraçar o progressismo e teologias reformistas, como a teologia da libertação, e o modernismo, tendem a se associar a partidos de esquerda, uma vez que estes últimos oferecem suporte ao modernismo e isso é um fato facilmente observável em nossos dias.

 Em um contexto espiritual, a posição da esquerda política é complexa. Ela freqüentemente demonstra apoio a regimes islâmicos, os quais, em muitos casos, se caracterizam pela restrição ou proibição da disseminação da fé cristã, por atos de violência contra cristãos e suas instituições, e pela perseguição religiosa, especialmente de evangélicos. Esses regimes podem também restringir o acesso a textos religiosos cristãos e impor uma intolerância a outras ideologias que divergem dos princípios islâmicos.
 Nesse cenário, a esquerda política, em certos casos, parece defender as políticas desses sistemas que se opõem aos valores cristãos. Paradoxalmente, observa-se que alguns líderes religiosos cristãos, incluindo pastores e pregadores, mantêm alianças com esses sistemas políticos, mesmo diante das práticas de opressão mencionadas. Fazem vistas grossas quanto a essa divergência crua, você nunca virá eles proclamarem mensagens contra esses regimes totalitários que a esquerda tanto flerta, apóia, ama e defende, mesmo que no mundo islâmico, muitas cabeças de cristãos tombem, isso não conta, é absolutamente ignorada a selvageria do anticristianismo nesses países, eles nunca se interessam em denunciar, criticar e opor-se a isso, pois teriam ir contra qualquer sistema político que apóie esses regimes. Essa postura representa uma contradição, pois demonstra uma defesa, direta ou indireta, de sistemas políticos associados a tendências religiosas que se mostram antagonistas aos princípios cristãos. Tal postura pode levantar questionamentos sobre a autenticidade dos valores defendidos por esses líderes religiosos.

 A intenção do modernismo e de seus correlatos religiosos, alinhados à esquerda ideológica, é redefinir o cristianismo para conformá-lo a ideologias contrárias aos princípios cristãos. Para alcançar esse objetivo, empregam métodos inadequados, ferramentas incorretas e pressupostos falsos na interpretação da Bíblia, a fim de atribuir-lhe significados que ela não possui. Essa desconstrução é essencial para a sustentação de um cristianismo deturpado, fundamentado em um sistema hermenêutico corrompido. Tal prática é, por natureza, anticristã. Lamentavelmente, muitos indivíduos têm sucumbido a essa artimanha e defendido esses falsos líderes religiosos.

 Em resumo, observa-se que pastores e mestres modernistas, associados a ideologias de esquerda, buscam disseminar interpretações relativistas das Escrituras Sagradas e dos valores judaico-cristãos. O objetivo parece ser minar os princípios absolutos que fundamentam o cristianismo tradicional, como seria evidente para qualquer cristão com conhecimento e discernimento.

 Portanto, a inclinação desses indivíduos consiste em elaborar uma interpretação das escrituras que se harmonize com a justificação de seus próprios pecados e com as posições daqueles que defendem ideologias semelhantes. Essa adaptação, que requer o emprego de ferramentas hermenêuticas inadequadas, visa alcançar conclusões que seriam impossíveis de obter através de uma análise precisa e fiel das escrituras.

 A tentativa de reinterpretar a Bíblia Sagrada sob a ótica de princípios progressistas constitui, em essência, um desvio doutrinário de grande magnitude. O cristianismo progressista, englobando suas diversas expressões evangélicas, procura adaptar o Evangelho aos valores culturais contemporâneos, uma tendência que, em contextos escatológicos, tem sido interpretada como apostasia. Essa postura tem provocado intensos debates e acusações de heresia por parte de setores conservadores e teólogos tradicionais, que a consideram um desvio sério da sã doutrina ortodoxa. Observa-se que as principais distorções perpetradas por esses lideres e grupos, alinhados a ideologias progressistas, modernistas e, acima de tudo, relativistas, caracterizam o cristianismo progressista como o viés adequado para a realização de um novo mundo de “justiça social”. Este movimento busca, acima de tudo, relativizar o conceito de pecado, desvalorizar o significado da crucificação e deslocar a figura central de Jesus Cristo do cerne da fé cristã para dar ênfase em “justiça social”. Não estou tentando justificar o capitalismo, pois sei que muitas injustiças surgem através dele, mas é irônico o discurso fora da realidade dos progressistas em desejar justiça social, pois todo o movimento ideológico segue a agenda intolerante de criminalizar a fé cristã conservadora, nada mais que isso. No cerne da questão, a justiça dessa gente nada mais é do que punir quem discorda, por isso mesmo, nada mais está em pauta em seus anseios, que cristãos conservadores e bíblicos se calem, pois a autoridade bíblica não é relevante, a cultura deve determinar o que é certo ou errado, e isso pouco a pouco nos coloca contra parede, ate chegar no ou cede ou é processado, e na pior das hipótese: ou morre.

 Não se deixe iludir, se cristãos considerados como fundamentalistas forem presos ou assassinados, isso será motivo de alegrias, risos, aplausos e celebrações por parte desses militantes que tantos falam sobre amor e justiça, mas no vocabulário deles, esses termos são extremamente ambíguos


Ao relativizar os conceitos de sexualidade, família e pecado, priorizando a transformação social em detrimento da salvação espiritual, observa-se uma inclinação a pautas ideológicas, negligenciando a mensagem central da redenção integral do ser. A obra da cruz, em sua essência, visa a salvação espiritual e a restauração do indivíduo em sua totalidade, não primordialmente a transformação social. Conseqüentemente, há uma tendência a inverter valores tradicionais, desconsiderando a autoridade bíblica e interpretando-a como um texto obsoleto, passível de reinterpretação para se adequar à modernidade. Um exemplo recorrente dessa postura é a crítica ao sistema patriarcal, visto como uma estrutura opressora da qual a sociedade contemporânea deve se libertar.

 Com seus sermões que abraçam o relativismo e o pragmatismo, os clérigos cristãos progressistas de esquerda conquistam aprovação e reconhecimento de um público heterogêneo, composto por pessoas descrentes, anticristãs, intolerantes, adeptas do marxismo, do feminismo e de grupos ativistas com inclinações comunistas. Frequentemente, esses indivíduos se opõem à fé cristã. O equívoco desses pregadores reside em apresentar a libertinagem como liberdade, o relativismo moral como um princípio absoluto e o pecado como uma forma de liberdade individual. Essa postura os aproxima de ativistas intolerantes, por vezes violentos, que manifestam um profundo ressentimento em relação àqueles que divergem de suas posições.


Na prática, observa-se que esses ativistas, embora frequentemente proclamem a aversão ao ódio, cultivam um sentimento de hostilidade intensa contra aqueles que discordam de suas ideologias. Esse comportamento, infelizmente, pode levar a atos extremos, como o assassinato de indivíduos que expressam opiniões divergentes, um fenômeno observado em certos contextos de ativismo político. Tais grupos demonstram um ódio acentuado e uma disposição à violência contra aqueles que se opõem às suas ideias, recorrendo a diversos meios para reprimir, perseguir e até mesmo deter aqueles que discordam de suas pautas. Chegará um tempo que será uma virtude heróica manter-se na posição da fé bíblica conservadora, defendo a bíblia como a autoridade suprema em questões de fé e pratica, e chamar o pecado da maneira como deve ser chamado: pecado!

 

 

 

 

 

 O cristão possui a dupla tarefa de praticar a santidade e o amor, deve demonstrar a existência pessoal e infinita de Deus e o caráter divino da santidade e do amor. Santidade sem amor é severidade e amor sem santidade é transigência. Qualquer coisa que um cristão ou um grupo de cristãos fizer sem equilíbrio entre santidade e amor dará ao mundo uma caricatura de Deus em vez de demonstrar a existência dele. (Francis Schaeffer. A Marca do Cristão Pagina 44)

 

 

C. J. Jacinto

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