O ENGANO DA GRANDE BABILONIA

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O principio da primeira grande rebelião humana começa em Gênesis 11:1 a 4, é uma auge humanista, um domínio global dos homens, babel  é a semente que germina na sociedade adâmica e tem seu ápice na Babilônia descrita em Apocalipse 17 e 18. Um espírito do erro, na mesma linguagem do erro, a linguagem da falsa unidade lingüística, a armadilha idiomática, todos falando uma mesma língua contra Deus e contra os valores judaico cristãos, todos falando contra a verdade revelada pelas Escrituras, contra o propósito de Deus, a ação dinâmica do povo de babel era unir-se contra a vontade de Deus, a prescrição divina rejeitada publicamente e um ideal global humanista e egocêntrico como fundamento social político e religioso como a conquista de um paraíso que transcende a civilização caída. Os aspirantes eram crentes no potencial humano de conquista, não percebiam a influência demoníaca por trás das intenções e aspirações profundas da sociedade. Assim falar uma mesma língua no conceito babélico era cada humano ser governado por um regime global unificado, uma única religião mística, potencialmente ocultista e crédula no potencial humano que pode ser despertado a partir da união entre homens e Anjos caídos, essa era a tendência da época antediluviana e foi reavivada depois do dilúvio, quando foram desenterrado registros do amálgama entre intelecto da alma humana e a influencia das potencias demoníacas que atuam sempre quando a rebelião e a incredulidade se incorporam no coletivo humano (Veja Efésios 2:1 e 2) Assim como o cristão deve ter sua mente cativa a Cristo, e isso ocorre pela operação do Espírito Santo na vida do regenerado, o espírito do erro trabalha para implantar no intelecto e consciência humana o espírito do anticristo.

“O sistema do governo mundial babilônico será uma distopia única onde o homem amará a escravidão, entregará a sua alma em troca da segurança passageira, defenderá o sistema que lhe impõe a cegueira espiritual e por fim não temerá as conseqüências eternas por compactuar com o espírito do anticristo”

A grande aspiração do mundo desde a segunda guerra mundial, o avivamento ocultista que veio décadas depois, pavimentam o caminho de uma unidade global mediante um governo mundial, essa é a mensagem da sociedade pós-moderna, uma unidade em torno de ideais considerados como nobres, porém nada mais é na sua essência do que o orgulho humano sendo colocado no altar do coração, para alcançar o desejo da construção de um grande paraíso através dos méritos humanos.

Olhemos para o progresso da civilização e também para o individuo na sua forma bruta e primitiva, adâmica na sua natureza, o homem adâmico é orgulhoso, é faminto de poder e escravo da avareza, então a Babilônia responde ao êxito dessas coisas implícitas na natureza dos Filhos de Adão, se me Gênesis 11 ocorre a união da força humana para alcançar os céus, no livro de Apocalipse a Babilônia representa a luxuria sofisticada o comercio relevante, o glamour e o conforto e a prosperidade como nunca se viu, então ali estarão unidas as movimentações religiosas, inclusive de caráter supostamente cristão, duvidosos, porém na sua teologia prática, os amantes do materialismo terão a Babilônia como o berço da adoração prodigiosa, um grande enlace de empresas humanas que conseguem alcançar um escalão de êxito financeiro sem precedentes, tecnologia de ponta, muitas riquezas e por trás desse teatro de fantasias de puro erotismo materialista, estão as mãos invisíveis de um agente paranormal e seus aliados, onde outrora pairavam nos ares essas forças demoníacas, depois da sua descida, os demônios e os espíritos imundos se mesclam com a sociedade de forma inimaginável, e por fim farão “ninho” em cima das ruínas dos cadáveres humanos.  Segue a regra do dia; um comercio mundial, uma aliança entre todas as nações, uma religião eclética global, prosperidade e conforto para todos e se alcança a paz mundial, uma espécie de socialismo global, um “admirável mundo novo” erguido depois de eliminar todas os vínculos com o suposto velho mundo com a sua cultura ocidental, tudo deve vir a ruína, para que possa ser erguida a nova torre e o homem gritar por sua independência do Deus bíblico de cima da torre. Quanto mais o homem enxerga a si mesmo como uma grande criatura, maior será a sua inclinação de endeusar-se a si mesmo. Esse é o caminho do anticristo.

Pouco a pouco é necessário que se destrua a democracia tradicional, não deve o povo decidir, mas servir a quem decide por um bem comum, a custa do espetáculo de sinais e prodígios e mentiras, homens aliados a espíritos demoníacos, que conhecem muito bem os anseios psicológicos do homem, usarão jargões, as palavras mágicas e usarão de técnicas de manipulação, discursos cheios de técnicas de persuasão, o discurso apaixonado e fervoroso da paz e da segurança, da prosperidade e da imortalidade a todo o ser humano, a redenção global através do esforço humano, cada homem hipnotizado por um discurso dessa natureza, cairá na armadilha fatal e trocará a sua liberdade pela segurança e os direito de pensar por si mesmo pelo direito de usufruir dos benefícios de um comércio internacional capaz de enriquecer a cada súdito do sistema, enquanto que os inimigos do estado global serão reduzidos a espantalhos, exterminados e colocados em guetos ou forçados a viver numa forma primitiva completamente alheio do sistema global totalitário, a maioria a viverem nessa condição serão os cristãos verdadeiros. No livro de Daniel Capítulo 3 há uma descrição minúsculo a total de um estado totalitário onde uns poucos judeus não se dobraram perante uma estátua gigante e os decretos do monarca Babilônico, eis o espírito da babilônia desde a antiguidade mostrando as garras invisíveis por trás do véu da história da antiguidade, esse espírito do anticristo nunca foi dissolvido, ele acompanha a historia, percorre os milênios e revelará toda a sua astúcia e força no final dos tempos. Assim em Daniel 3 vimos que os povos na dimensão do domínio da Babilônia, todos foram beneficiados pelo sistema, mas os poucos que se opuseram contra o sistema foram considerados como inimigos do estado e do governo, esses foram atados e jogados para o campo de extermínio, uma punição severa contra os opositores do sistema. Esses opositores eram servos do Deus altíssimo que enxergavam a manipulação demoníaca por trás da ditadura da idolatria humanista, como os tempos antigos dizem, toda a estrutura das crenças da idolatria na antiguidade tinha no conceito geral que os deuses desciam e se incorporavam nos ídolos e os hierofantes e sacerdotes se comunicavam com o espírito enganador que se passava por divindade e usava a estátua do ídolo como um portal e se comunicava com o sacerdote médium.

Uma das características da Babilônia de Apocalipse é que ela está tingida com o sangue dos mártires, será a pena capital para os que se negarem a dobrar-se a imagem da besta, como em Daniel 3, Apocalipse 13 descreve muito bem isso. As escrituras assim declaram sobre o sistema babilônico: “"E nela foi encontrado O SANGUE DOS PROFETAS E DOS SANTOS, e dos  todos os que foram mortos sobre a terra ”(Apocalipse 18:24) A nobre espiritualidade do homem redimido será provado pelo fogo, e ele sairá triunfante, pois é declarado que somos mais do que vencedores.  O home redimido, o remanescente sofrerá a condenação pelo fogo e será arrebatado de dentro do fogo, Cristo estará com eles dentro da fornalha pois que está escrito e é promessa no Salmo 23 que ainda que o salvo e redimido ande pelo vale da sombra da morte Ele estará com eles.

Em Apocalipse 18:23 temos a afirmação de que todas as nações foram enganadas, em Apocalipse 17:9 é o diabo que engana todo mundo, ele usa seus falsos profetas, falsos religiosos, politicos, usa sistemas ideológicos e filosóficos, por trás de um sistema que se consagra ao espírito do erro, ao pai da mentira, está o próprio diabo, agindo com todo requinte de sofisticação, ele usou meios para alcançar um fim, sem pressa, treinou a humanidade para esse dia, usou de todos os modelos de manipulação, treinando psicologicamente o homem até  nível de maturação, quando num momento ideal, todos se curvem perante ele, imagens holográficas, sinais e maravilhas, métodos de persuasão, técnicas de manipulação, intrusão mental, manipulação midiática, tudo será usado num ataque fatal contra a humanidade, poucos perceberam o engodo, a maioria cairá no mesmo erro dos dias de Noé “E não perceberam...”

O auge desse sistema é liberação do pecado, como certos filósofos diziam que as restrições morais impostas por religiões, principalmente a cristã, contribuíram para a infelicidade e desespero humano, a liberação de todos os conceitos supostamente errados, a abertura para o que dizia Crowley e a sua religião de Thelema, o profeta ocultista dizia ser o porta-voz  da religião de um novo Aeon, a regra básica de Crowley era “Faça o que queres, essa é a lei...”. O sistema mundial da Babilônia provocará orgias universais, a iniqüidade se multiplicará descontroladamente. Esse será o império do homem do pecado, o homem livre para pecar sem reservas, sem tabus, sem limites.

Nas o Babilônia misteriosa ruirá, o império das trevas cairá, o Cristo triunfante vencerá as hordas demoníacas que assolam o mundo, longe de um perpétuo dualismo envolvendo uma guerra, Deus absolutamente soberano triunfará sobre todas as forças contrárias a Cristo, “Caiu, caiu a grande  Babilônia...”(Apocalipse 18:2) “E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo Espírito da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda” (II Tessalonicenses 2:8)

 

O Lixo Do Mundo

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O Lixo Do Mundo

 


Leonard Ravenhill

O que vem a ser “o lixo do mundo?” (1Co 4.13). Seria o ventre do mal, onde nasce o crime organizado? Seria o gênio do mal que mobiliza as insurreições internacionais? Ou seria a Babilônia? Ou, quem sabe, Roma? Seria o pecado? Ou será que descobriram em algum lugar toda uma tribo de maus espíritos e deram a ela esse nome? Ou talvez seja uma moléstia sexualmente transmissível?

Se levantarmos mil suposições sobre essa questão obteremos mil respostas, e nenhuma delas estará correta. A resposta certa é exatamente o oposto do que se poderia esperar. Essa expressão “lixo do mundo” não designa homens nem demônios. E não é nada de conotação maligna; é benigna. Não; não é nem benigna: é o melhor que pode haver. Também não é nada material; é espiritual. Não tem nada a ver com Satanás, mas com Deus. E não apenas é da igreja, mas um membro dela. E não apenas um membro, mas o mais santo dela, a mais preciosa de todas as jóias. Paulo diz: “Nós, os apóstolos, somos considerados lixo do mundo”. E logo em seguida ele acrescenta a essa injúria um insulto, e intensifica a infâmia, aumentando ainda mais a humilhação, pois afirma: “(somos) escória de todos” (1Co 4.13).

Quando um homem chega a dizer que é o lixo do mundo é porque não tem mais ambições pessoais; não possui mais nada que alguém possa invejar. Não tem mais reputação — nada mais a zelar. Não possui bens — e, portanto, mais nada com que se preocupar. Não tem mais direitos — e, portanto, não está mais sujeito a sofrer injustiças. Que bendita condição! Ele já está morto — então, ninguém pode matá-lo. E se os apóstolos tinham tal estado de espírito, tal mentalidade, não foi à toa que eles “transtornaram o mundo”. O crente que ainda abriga ambições pessoais deve pensar um pouco nessa atitude dos apóstolos para com o mundo. E o evangelista popular, que ainda não sofreu perseguições e vive segundo os moldes hollywoodianos, devia pensar um pouco sobre o modo de ser daqueles homens.

Então, quem infligiu a Paulo sofrimento maior que o que passou quando recebeu as cento e noventa e cinco chicotadas, sofreu os três apedrejamentos e os três naufrágios? A rixosa, carnal e crítica igreja de Corinto. Ela estava dividida pela carnalidade e por dinheiro. Alguns deles tinham alcançado a fama e haviam-se tornado importantes comerciantes da cidade. Então Paulo lhes diz: “Chegastes a reinar sem nós”. Observemos o contraste gritante entre o verso 8 e o 10, de 1 Coríntios 4: “Já estais (vós) fartos, já estais (vós) ricos: chegastes (vós) a reinar sem nós”. “Nós somos loucos; nós (somos) fracos; nós, desprezíveis; sofremos fome, e sede, e nudez”. Mas há uma compensação no verso 9: “(Nós) nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos como a homens”.

Depois de tudo isso, não era mesmo difícil para Paulo afirmar que ele era “o menor de todos os santos”. E ele levanta essas verdades para confrontar aqueles cuja fé tinha perdido seu foco central. Aqueles coríntios estavam fartos, mas não eram livres. (Se um homem escapa da prisão, mas ainda tem as pernas presas em correntes, não está livre.) Mas o apóstolo não está aborrecido pelo fato de eles desfrutarem de abundância e ele não ter nada. Ele lamenta que a riqueza tenha resultado em fraqueza de alma. Eles vivem em conforto, mas não têm a cruz. São ricos, mas não conhecem o vitupério de Cristo. Não chega a afirmar que eles não pertencem a Cristo, mas que estão buscando um caminho mais suave para chegar ao céu. E então diz: “Sim, oxalá reinásseis para que nós também viéssemos a reinar convosco”. Se eles estivessem reinando de fato, então Jesus já teria voltado; eles estariam vivendo o milênio, e, como diz Paulo: “Nós estaríamos reinando com vocês”.

Mas quem aceita ser desonrado, desprezado e desvalorizado assim? Essa verdade é revolucionária, e põe em cheque nossa doutrina cristã falsificada. Teremos nós prazer em ser considerados loucos? Será que suportaremos ver nosso nome jogado por aí, difamado? O verdadeiro cristianismo é mais revolucionário do que o comunismo, embora, naturalmente, não provoque derramamento de sangue. As máquinas do socialismo tentaram terraplanar os “montes” das riquezas, para aterrar os “vales” da pobreza. Pensaram que, dando educação a todos, iriam “retificar o que é tortuoso”, acharam que com um ato do congresso com um mero aceno da varinha de condão da política, iriam introduzir o milênio tão esperado. Mas na Rússia isso implicou apenas na mudança da chefia; o pessoal das camadas inferiores continuam na camada inferior. Hoje em dia há milhões de pessoas que enriquecem pelo empobrecimento de outros. E Paulo afirma que ele era pobre, mas estava “enriquecendo a muitos”. Graças a Deus que o dinheiro de Simão, o Mago, continua não obtendo nada do Espírito Santo. Se nós ainda não aprendemos a avaliar corretamente as “riquezas de origem iníqua”, como Deus poderá confiar-nos a “verdadeira riqueza?”

Então Paulo, que era material e socialmente falido, achava-se incluído entre os seletos relacionados como “o lixo do mundo”. Certamente isso o ajudou a entender que, sendo lixo, seria pisado pelos homens.

Embora fosse capaz de debater com filósofos, estóicos, epicureus no Areópago, por Cristo estava disposto a ser tachado de “louco”. O antagonismo do mundo para com Jesus é fundamental e perene.

Irmãos, será que temos essa mesma disposição? Nada nos irrita mais do que ser associados a pessoas incultas e ignorantes, apesar de sabermos que o homem que escreveu o Apocalipse era inculto e ignorante. Hoje em dia, estamos contaminados por um terrível mal: os pastores estão mais preocupados em encher a cabeça de conhecimentos do que ter um coração em chamas. Quando uma pessoa aprecia muito a intelectualidade é melhor que termine os estudos antes de assumir o púlpito. Pois, depois que o assumir, de nada lhe valerão os títulos que puder obter, já que as vinte e quatro horas do dia serão curtas para que apresente os nomes de suas ovelhas perante o “grande Pastor”, ou cumpra a suprema responsabilidade de preparar-lhes o alimento espiritual. As coisas espirituais se discernem espiritualmente (e não psicologicamente). Nem Deus mudou, nem mudaram seus pensamentos. Por desígnio dele, ainda existem verdades que estão ocultas para os entendidos e que são reveladas “aos pequeninos”. E os pequeninos, meus irmãos, não possuem um intelecto privilegiado. A igreja de hoje está-se gabando do elevado Q.I. dos seus ministros. Mas, antes que alguém se glorie na carne, convém levar em conta que estamos presenciando um dos mais baixos índices de conversões, pois o diabo, irmão Apolo, não se impressiona com sua riqueza verbal.

A linha demarcatória que distingue o crente do homem do mundo é bem definida, bem delineada, mas está totalmente desmoralizada na prática. Os peregrinos de Bunyan, ao chegar à “Feira da Vaidade”, constituíram um verdadeiro espetáculo, pois se achavam em flagrante contraste com o povo mundano em seu modo de vestir, de falar, em seus interesses e senso de valores. Isso ainda acontece hoje?

Durante a última guerra, um general do exército britânico fez a seguinte afirmação: “Precisamos ensinar nossos soldados a odiar, pois se tiverem bastante ódio pelo inimigo lutarão contra ele”.

Nós já ouvimos muita coisa sobre o perfeito amor (embora ainda não tenhamos ouvido o suficiente). Mas agora precisamos também aprender a “irar e não pecar”. O crente cheio do Espírito deve detestar o mal, a iniqüidade e a impureza, e só assim lutará contra essas coisas. Paulo odiava o mundo e por isso o mundo o odiava. Nós também precisamos dessa mesma disposição de fazer oposição.

O evangelista Stanley escreveu “Darkest Africa” (A Face Escura Da África) e o General Booth, fundador do Exército de Salvação, “Darkest England” (A Face Escura Da Inglaterra), em meio a forte oposição. O primeiro falava das florestas impenetráveis, de árvores altíssimas, com seus leopardos à espreita, suas serpentes traiçoeiras e com os espíritos das trevas. Booth via as ruas da Inglaterra com os mesmos olhos com que Deus as via: a lascívia, os esgotos de pecado, a cobiça do jogo, o perigo da prostituição. E então levantou um exército para combater essa situação em nome de Deus. Hoje nossas próprias ruas são campos missionários. Esqueçamos por um pouco que nossa sociedade é civilizada, pois é possível uma senhora elegante, de belas maneiras e voz suave estar tão longe de Deus quanto uma selvagem da tribo Mau-Mau, com seu saiote de capim. Em nossas cidades campeia a impureza. O crente que passa as noites em frente da televisão, a devanear, está com o cérebro morto e a alma em falência espiritual. E vivendo assim, indiferente à licenciosidade que impera nestes dias, a ponto de não chorar por causa da cegueira que domina o pecador, faria melhor se pedisse a Deus que terminasse logo sua vida terrena. Hoje, cada rua de nossa cidade é um poço de pecado, bebida, divórcio, trevas e condenação. E se alguém tomar uma posição contrária a todos esses males, não deve admirar-se se o mundo o odiar. Se fôssemos do mundo, ele amaria o que era seu.

Paulo declara firmemente: “O mundo está crucificado para mim”. Será que isso é demais para o crente do século XX? O morro do Gólgota recebia muitas visitas de curiosos que ali iam para assistir à humilhação dos malfeitores. E aquilo era uma verdadeira festa; zombava-se do sofrimento. Mas, no dia seguinte, quem eram os primeiros a chegar ao local? Os primeiros eram os urubus — que iriam bicar os olhos das vítimas, e a carne das suas costelas. Depois eram os cães, que devoravam as pernas e braços dos infelizes. Assim, todo deformado, com as entranhas à vista, o indivíduo era um espetáculo horrendo. E era assim que Paulo via o mundo crucificado — nada atraente aos olhos dele.

Possamos nós também tremer interiormente e repetir, com lábios trementes, a mesma afirmação do apóstolo: o mundo está crucificado para mim. Só depois que estivermos mortos para o mundo com todos os seus prazeres, sua glória fútil e alegrias efêmeras, poderemos experimentar a mesma libertação que Paulo conheceu. Mas a realidade é que nós, os seguidores de Cristo, respeitamos as opiniões do mundo, e buscamos sua apreciação e suas condecorações. Um moderno crítico da igreja diz que atualmente o deus do crente é o ouro, e o seu credo é a cobiça. Mas graças a Deus que ainda existem algumas exceções a essa regra.

E esse bendito homem, Paulo, para quem o mundo estava crucificado, era considerado “louco”. E mais, ele apresentava sua mensagem de tal forma que alguns procuraram matá-lo, pois ele representava uma ameaça para o comércio deles. Esses apóstolos, com todo o seu santo e sadio desdém pelo mundo e pelas pessoas do mundo nos deixam humilhados.

"Eles escalaram a íngreme ladeira para o céu

Em meio a perigos, sofrimento e labor.

Ó Deus, dá-nos a graça

De seguirmos as suas pegadas”.

Muito breve estaremos dizendo adeus à perecível vida terrena e saudando o início da eternidade. Quero desejar-lhe, prezado irmão, uma vida de serviço sacrificial para Aquele que foi nosso sacrifício. Que também nós possamos terminar a carreira com gozo.


 

“Irmãos, se não levarmos uma vida reta diante de Deus, será uma falsidade clamarmos por um avivamento, dia e noite, meses e meses seguidos. Temos que perguntar a nós mesmos: meu coração está puro? Minhas mãos estão limpas?”

 

Contra a Heresia do Politicamente Correto

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 Se forem destruidos os fundamentos,  que poderá fazer o justo? (Salmos 11:3) Essa é mais que uma pergunta, ela é um clamor do Espírito Santo para a igreja, para os cristãos de nossos dias, nada pode ser mais parecido com a mornidão do que o relativismo ajustado com o politicamente correto, ao ajustar a escala de valores de acordo com a perspectiva relativista do politicamente correto, gera-se potenciais hipócritas e inimigos de verdades vitais para a saúde de uma civilização "O politicamente correto é uma forma de fanatismo atrás da qual os covardes se escondem." ( James Von Brunn) Essa é uma geração decadente, que consegue multiplicar a iniquidade e sentir prazer em viver debaixo das trevas mais medonhas, a geração do amor próprio, (Veja II Timoteo 3:1 a 8) que com esse sentimento perverso de auto-idolatria, abre portais espirituais para o espírito do erro que clama pela vinda do anticristo, e o mundo bem deseja a chegada dele!. "O diabo se encarnou no amor próprio, para apoderar-se da geração atual" dizia Fiodor Dostoievski em : Os Irmãos Karamazov

Apenas para complementar o breve assunto, preciso reiterar com a certeza de um cristão, a bíblia é a verdade, mesmo que seja uma verdade desagradável para a maioria dos homens, isso não muda os fatos, e acima de tudo, o começo é que determina o fim, quem sai para um destino errado não chega no lugar correto, e é preciso que se diga ainda mais alto: O livro de Genesis está fundamentado em fatos sobrenaturais sobrepostos sobre a história da civilização humana


Clavio J. Jacinto


Contra a Tendencia Heretica do Relativismo

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 Em um mundo que se relativiza cada vez mais e tenta dissolver os fundamentos da cosmovisão cristã, se faz necessário fazer repercutir o eco de um grande profeta:


O cristianismo não é uma série de verdades no plural,

mas é a Verdade escrita com V maiúsculo.

É a Verdade sobre a realidade total,

não apenas sobre assuntos religiosos.

 

 

 

O cristianismo bíblico é a Verdade concernente à realidade total; é a

propriedade intelectual dessa Verdade total,

e então vive segundo essa Verdade.

 

 

 

Francis Schaeffer

Em discurso na Universidade de Notre Dame

Abril de 1981


(Citado no Livro Verdade Absoluta de Nancy Pearcey CPAD)

Livro: As Dimensões do Pós-Morte (Recomendado)

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Sobre Juizos Vindouros

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 O grande Destruidor é uma figura distinta na Sagrada Escritura. Ele age aqui, feriu a Israel nos dias de Davi (2Sm 24:15-16; 2Cr 21:14-15) e matou 185 mil soldados assírios em uma noite (Is 37:36). Em Apocalipse 9:11, em ligação com um dos terríveis julgamentos do fim dos tempos, seu nome é dado na forma hebraica e grega: Abadom e Apoliom, ambos com o mesmo significado de Destruidor. O mundo antigo conhecia- o, temia-o e atribuía-lhe a morte inesperada de homens, como diziam os gregos: “Apolo atirou nele com sua flecha”. O texto em Apocalipse fala que o Destruidor é o anjo-rei do abismo, o mundo dos mortos. A palavra Abadom, como referência ao lugar abissal sobre o qual reina esse anjo do mesmo nome, encontra-se somente em Jó 26:6; 28:22; 31:12; Sl 88:11; Pv 15:11 e 27:20.3 Em cada uma das passagens, o nome está associado com a morte (ou o além) e o Sheol, o mundo dos mortos, e as passagens variam de cerca de 1700 a.C. a 1000 a.C., o que inclui o período do Êxodo. Era uma ameaça terrível que esse poderoso anjo da destruição fosse solto no Egito e matasse em todas as casas. Todas as pragas precedentes foram infligidas por anjos, visto que Deus “lançou contra eles [os egípcios] o furor da sua ira: cólera, indignação e calamidade, legião de anjos portadores de males” (Sl 78:49); não eram meros “anjos destruidores” , mas “mensageiros de males” (ARC). Em outras palavras, eram anjos que, pelo fato de serem de natureza maligna, infligiriam o mal resolutamente. Este último juízo (a matança dos primogênitos) seria o cume da terrível obra do Destruidor e de suas hostes. Não se trata apenas de história passada. Faraó e seus servos endureceram a cerviz e não obedeceram à verdade quanto ao verdadeiro Deus, o Senhor, e à sua vontade, trazidas aos seus conhecimentos por intermédio de Moisés. Pelo contrário, por terem obedecido à injustiça, vieram sobre eles “ira e indignação” e “tribulação e angústia” da parte de Deus (Rm 2:8-9, que denuncia todos os que em todos os tempos desafiam a Deus). A “ira”, “indignação”, “tribulação” e “angústia” são termos solenes e sinônimos com os quais o salmista descreveu os juízos que sobrevieram ao Egito de outrora. A agência é a mesma. Quando o Senhor descer outra vez para julgar seus inimigos, que não conheceram a Deus, nem obedeceram ao evangelho do Senhor Jesus, nem acolheram o amor da verdade para serem salvos, o mesmo Juiz supremo que tratou do Egito será acompanhado pelos “anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança” (2Ts 1:7-9; 2:9- 12)


Robert Govett

Livro : O Sangue da Expiação (Recomendado)

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