O único Deus em que eu creio é aquele que Nietzsche, filósofo alemão do século 19, ridicularizou, chamando-o de “Deus sobre a cruz”
Jonh Stott
Expondo Erros, Mostrando Verdades Bíblicas
O único Deus em que eu creio é aquele que Nietzsche, filósofo alemão do século 19, ridicularizou, chamando-o de “Deus sobre a cruz”
Jonh Stott
Sem uma recuperação das convicções
espirituais e da vitalidade que marcou a igreja quando ela veio a existir, o
cristianismo não tem chances de ser um bom combatente entre as religiões
mundiais. (Carl Henry)
POR C. D. COLE
“Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito,” Romanos 8:1.
O tema do oitavo capítulo de Romanos é a segurança eterna do crente em Cristo. Ele começa com “nenhuma condenação” e termina com “nenhuma separação”. Não há condenação em Cristo nem separação de Cristo; portanto, o crente é salvo e seguro para todo o sempre.
Esta é uma sentença muito especial. Não há condenação em Cristo! O crente deve gritá-la em sua alma cada vez que a ler. Existe um quadro, em algum lugar, chamado “Esperando o Veredicto”. É a cena de um julgamento. Cada rosto no quadro se aguarda o veredicto. Há medo beirando à angústia no rosto do prisioneiro, de pé no banco dos réus. Há uma ansiedade e suspense horríveis por parte da esposa e amigos a seu redor. É um quadro triste. Mas, como
Spurgeon sugere, deveria ser pintado outro quadro intitulado “O Veredicto Favorável Recebido”. O prisioneiro é absolvido! A sala do julgamento se enche de alegria! Há apertos de mão e abraços! O acusado é agora um homem justificado - recebe parabéns de todos os lados. De prisioneiro ele sai para desfrutar a liberdade, pois não há condenação. Seria um quadro muito alegre.
É uma afirmação corajosa: “Não há condenação”. Não há hesitação, nem subterfúgios, nem “espero” nesta sentença. Paulo fala com certeza matemática. Ele emprega cálculo frio. “Não é loucura de fanatismo, mas a dedução inquestionável de um argumento justo: se Jesus foi condenado em meu lugar, não pode haver condenação para mim”. (C. H. Spurgeon). Se Jesus recebeu o castigo por meus pecados em Seu próprio corpo, então é certo que não terei que recebê-lo outra vez no meu.
É uma declaração ampla. “Não há condenação. Nenhuma condenação para qualquer pecado já cometido; nenhuma condenação para qualquer pecado que ainda cometerei; nenhuma condenação em tempo nenhum, nem lugar; nenhuma condenação para pecado de qualquer cor, tamanho ou idade. Um pouco mais adiante, no mesmo capítulo, Paulo rejubila e exclama: “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós”. Romanos 8:33-34. A medida que a mente do Apóstolo alegra-se no Evangelho de como: “Que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras”, 1 Coríntios 15:3-4, ele faz céus e terra e inferno ecoarem este desafio destemido: “Quem os condenará”? Onde não há condenação não pode haver punição justa.
Temos no texto e contexto coisas benditas e gloriosas. Vamos meditar nelas para a glória de Deus e nosso próprio proveito.
1. A CONDIÇÃO FELIZ DO CRENTE - “NÃO HÁ CONDENAÇÃO”.
Condenação é uma coisa triste. Ela nos faz lembrar de uma sala de julgamento onde se relatam acusações e se faz a defesa. Há uma força mais adiante. Foi eregida para um homem condenado. Vêem o homem sendo levado, quase carregado até a plataforma? Ele fica sobre um pequeno alçapão. O ministro ora; o carrasco aperta o nó do laço ao redor do pescoço e ajeita o capuz preto; o delegado solta o alçapão; o coitado cai pela porta aberta, pendurado pelo pescoço e morre em poucos minutos. Porque se fez coisa tão horrível? O homem foi condenado pela lei humana. Estava pagando a pena pelo seu crime.
Em alguns lugares os prisioneiros são obrigados a fazer trabalhos forçados. Eles não falam com ninguém, por causa da vergonha que sentem. São homens marcados. Não recebem salário nenhum. Trabalham sob a mira de um revólver e são vigiados como bichos de presa. Porque são tratados tão cruelmente? Foram condenados pela lei humana e agora servem a sentença pelo crime cometido.
Mais adiante, uma cadeia. Uma cela pequena, não convidativa. Nenhum móvel, a não ser uma cadeira de aparência estranha. Um homem é conduzido até lá pelos guardas e colocado na cadeira. Ele é amarrado a ela por fortes correias. O topo da cabeça foi raspado e um prato de aço é fixado lá. Um homem acende um interruptor e o fogo corre por cada canto de sua carne que estremece. O que está acontecendo? Por que tal castigo? Ele foi condenado pela lei humana e está pagando por seu crime. Estas ilustrações mostram a condenação e castigo para crimes contra a sociedade. Há muitas leis que apoiam cidadãos que nunca foram condenados nem punidos pela sociedade. Mas há uma autoridade divina contra cada homem que pecou. Em relação ao pecado, Tiago diz: “Há só um legislador e um juiz que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?” Tiago 4:12. Deus é o Juiz Supremo de toda a terra. A justiça dEle é terrível contra Seus inimigos. Nuvens e obscuridade estão ao redor dele; justiça e juízo são a base do seu trono. Adiante dele vai um fogo que abrasa os seus inimigos em redor.” Salmo 97:2-3. Os que são condenados por Ele aguardam um castigo muito pior que trabalhos forçados, ou sofrimento físico através do enforcamento ou cadeira elétrica. A menos que sejam salvos do pecado, a porção que os espera é o tormento eterno no lago do fogo.
Nosso texto nos mostra como escapar da condenação divina. Ele nos fala de um plano de salvação - o modo de ter a condenação cancelada - e como receber um veredicto favorável. Ele anuncia uma condição feliz diante de Deus, o Supremo Juiz.
1. Esta é uma condição presente. “Portanto agora nenhuma condenação há”. O crente não tem que esperar até morrer para escapar da condenação. No momento em que crê, ele passa da morte (condenação) para a vida eterna (justificação). “Portanto agora nenhuma condenação há”. Já
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houve condenação - mas não agora. Antes eram malditos pela lei e arruinados pela queda de Adão, mas não agora. O veredicto de culpado já soou antes em seus ouvidos, mas essa sentença tão dura foí superada pela notícia gloriosa de que “Não há condenação”.
2. Esta é uma condição eterna. Nenhuma acusação que leve à condenação jamais será feita. Os dons e chamado de Deus são sem arrependimento, isto é, sem nenhuma mudança ou revogação de Sua parte. (Romanos 11:29). Nosso Senhor disse: “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas, passou da morte para a vida”. João 5:24. É muito claro, não acha? Paulo diz que o justificado será glorificado, sim, e no propósito de Deus, já o está. Romanos 8:30. Todos quantos foram libertos da pena do pecado ficarão livres da própria presença do pecado. Cada traço do pecado será apagado para sempre; santidade e glória serão a eterna herança dos santos.
2. A POSIÇÃO ABENÇOADA DO CRENTE - ”EM CRISTO JESUS”.
É a posição do crente em Cristo e não seu caráter ou conduta que o torna salvo. Não há justificação diante de Deus através da conduta humana, a Biblia diz; “Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado”. Romanos 3:20. “Em Cristo Jesus” é a única posição segura.
Estar em Cristo significa estar firme nEle diante de Deus. É ter “Sua” perfeição de Mediador como nossa possessão diante da lei de Deus. Ele fez Jesus Cristo nossa “sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção”. 1 Coríntios 1:30. Não pode haver condenação para quem possui a justiça de Cristo. Condenar o crente em Cristo seria o mesmo que condenar Cristo. Mas como uma pessoa recebe esta posição?
1. O crente está em Cristo oficial e eternamente pela eleição do Pai. “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo: como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irreprensíveis diante dele em amor”. Efésios 1:3-4. Isto diz respeito à escolha e propósito secreto de Deus, e ninguém sabe nada a respeito, até ser eficazmente chamado à fé. Atos 13:48 diz: “E os gentios ouvindo isto, alegraram-se, e glorificavam a palavra do Senhor; e creram todos quantos estavam ordenados para a vida eterna”. Todos os crentes eram santos eleitos, ovelhas eleitas desde a fundação do mundo. “Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que foi nos dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos”. 2 Timóteo 1:9.
2. O crente está em Cristo eftcaz, real e vitalmente através da obra do Espírito Santo. “Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte”. Romanos 8:2. Este versículo nos diz como vem o livramento da condenação. O agente da liberdade é o Espírito Santo. A base da liberdade é a obra que Cristo fez na cruz para nos salvar ou que é “vida em Cristo”. A lei do pecado e da morte é a lei moral de Deus, a qual requer justiça perfeita. Não temos esta justiça em nós mesmos, portanto a lei nos condena à morte. O Espírito Santo nos livra dessa lei colocando-nos em Cristo. A mente espiritual nos faz esperar em Crsito. A mente carnal nos faz esperar em nós mesmos.
3. O crente está em Cristo por experiência e legalmente pela fé. De nossa parte ficamos em Cristo pela fé. Estar em Cristo, pela fé, significa que renunciamos a toda a fé e esperança em nossa própria justiça e confiamos na justiça de Cristo. Temos que nos livrar do “eu”, antes que possamos ficar em Cristo!
O fariseu no templo não estava em Cristo, mas em si mesmo ao se gabar do caráter moral e boas obras que tinha. Saulo de Tarso não estava em Cristo, mas em si mesmo, quando como um fariseu cheio de justiça própria, dirigiu-se a Damasco para perseguir os crentes em Cristo. O pobre publicano esvaziara-se de si mesmo e estava em Cristo ao descer para sua casa justificado. Ele condenou seu próprio “eu” e olhou para o sangue do Calvário.
Um homem e sua esposa visitavam uma Casa da Moeda, onde o dinheiro é fabricado. Um operário afirmou que se ele molhasse a mão na água, poderia derramar ouro quente na palma, sem que se machucasse. Ele perguntou ao homem se gostaria de experimentar. “Não; acredito em sua palavra”, rapidamente o homem respondeu. A esposa falou: “Quero experimentar”. Enfiando a mão na água, estendeu-a depois para que o ouro aquecido fosse derramado nela. Virando-se para o homem, o operário declarou: “O senhor creu; sua esposa confiou”.
LIVRO
MEMÉTICA E “HERESIAS” NO MORMONISMO:
Uma viagem pelos memes da “Grande Heresia
Contemporânea”, tais como expressos em seu catecismo
GILSON MARQUES GONDIM
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Percepção de como
oferecer nossa devoção a Deus na arena do dia-a-dia da vida pública.
por
Cheryl Downey
Cientistas agora
dizem que uma série de rachaduras, e não uma grande fenda, destruíram o
Titanic. O luxuoso navio de 274 metros de comprimento afundou em 1912 na sua
primeira viagem da Inglaterra à Nova York no pior desastre marítimo da época.
Após a análise dos seus destroços pela equipe internacional de mergulhadores e
cientistas, foi determinado que seis fendas relativamente estreitas
atravessaram seis compartimentos que eram à prova d’água, ocasionando o seu
naufrágio.
Pequenos danos,
imperceptíveis para a maioria, podem fazer um grande navio afundar. E
“pequenos” desvios dos princípios morais da Palavra de Deus são até mais
perigosos, por terem consequências eternas.
Vivemos num mundo
onde corrupção, desonestidade e imoralidade estão cada vez mais presentes na
sociedade. Entretanto, como Cristãos, somos chamados para sermos pessoas de integridade
espiritual, independentemente do ambiente em que vivemos. A Palavra de Deus
estabelece certos princípios eternos que são fundamentais e universais. Por
exemplo, os Dez Mandamentos nos dão alguns princípios morais absolutos. Estes
princípios não mudam com as circunstâncias, culturas ou períodos na história e
eles são os fundamentos que determinam como a vida Cristã deve ser vivida.
Diariamente a nossa
vida é cercada por decisões à serem tomadas. Ter uma vida ética é como o
Cristão aplica os princípios morais imutáveis de Deus nas diferentes
circunstâncias da vida.
José do Egito, cuja
história é relatada no livro de Gênesis nos capítulos 37-50, foi alguém que
exemplificou uma conduta íntegra ao enfrentar circunstâncias difíceis. Quando
José foi vendido como escravo pelo seus irmãos, ele não permitiu que a amargura
ou o ódio destruísse o seu relacionamento com Deus.
Como escravo, na
casa de Potifar, José continuou a tomar decisões éticas que não somente
agradavam a Deus, mas também sua conduta motivou Potifar a colocá-lo como
encarregado do seu casa. Quando a esposa de Potifar falsamente acusou José de
seduzi-lá e ele foi para a prisão, ele ainda continuou a fazer o que era certo
e tratava os carcereiros e companheiros de prisão de maneira ética. Ele teve
compaixão pelo copeiro e pelo padeiro do rei e fez o que estava ao seu alcance
para ajudá-los em seus momentos de sofrimento. Deus verdadeiramente abençoou
José e fez dele a segunda pessoa em comando no reino do Faraó. Mesmo após ter
sido colocado nesta posição de poder, ele não desejou vingar-se de seus irmãos,
mas trouxe sua família para viver no Egito, onde eles seriam bem alimentados
durante o período de grande fome. Em todas as circunstâncias que José
enfrentou, ele fez o seu melhor para refletir os valores de Deus e influenciar
de forma positiva àqueles que estavam ao seu redor.
Daniel é outro
personagem bíblico que manteve sua integridade diante das adversidades que
enfrentou. Quando ele era jovem, Daniel foi levado para longe de sua família e
forçado a viver numa sociedade pagã, onde os caminhos de Deus não eram
respeitados ou obedecidos. Pelo fato de estar muito longe de sua família e das
influências que tinha anteriormente, ele facilmente poderia ter escolhido
rejeitar as leis de Deus e ter participado dos pecados e paganismo do novo
ambiente em que estava vivendo. Ao invés disso, ele escolheu continuar seguindo
as leis de Deus por toda a sua vida.
Quando ele teve que
enfrentar as decisões éticas se ele deveria ou não comer a carne que havia sido
oferecida aos ídolos, ou se ele deveria ou não parar com suas orações por causa
do decreto do rei, ele escolheu as decisões certas de seguir os caminhos de
Deus e não os caminhos do homem. Deus o abençoou e ele teve uma influência
positiva sob os reis pagãos para quem ele trabalhava.
Como Cristãos nesta
época atual, nós também devemos demonstrar a transformação da presença de Deus
em nossas vidas e isto é refletido na maneira que lidamos com as circunstâncias
que vem ao nosso encontro.
Mantendo nossa
integridade em um ambiente mundano está bem relacionado com uma experiência de
inteira santificação. Santificação leva os nossos corações a uma total
submissão a Jesus Cristo e coloca em nós um profundo desejo de agradar a Deus
em todos os aspectos da vida. Quando nos dedicamos inteiramente a Ele e nos
separamos para Seu propósito, os nossos objetivos são transformados. Nossa
consciência passa a ser guiada pela justiça de Deus.
Entretanto, receber
a experiência da santificação não elimina a nossa necessidade de andarmos no
Espírito para que evitemos nos conformarmos com a mentalidade deste mundo.
Paulo falou para os crentes em Galácia: “Andai em Espírito, e não cumprireis a
concupiscência da carne” (Gálatas 5:16). No verso 18, ele fala sobre sendo
“guiados pelo Espírito.” Santificação não é eliminarmos a nossa natureza
humana, mas a nossa submissão ao Espírito Santo resulta em Deus nos dar o poder
que precisamos para negar a carne e viver da maneira que o agrada. Nós não
estamos simplesmente nos conformando com um conjunto de regras, mas nós estamos
nos comportando com integridade através do poder transformador de Deus que nos
dá o poder para sermos livres do pecado e para obedecermos o Seu propósito para
as nossas vidas. Quando nós somos santificados, temos o desejo de recebermos os
ensinamentos de Deus, de obedecer a Sua Palavra e uma motivação para agradá-lo
em tudo o que fazemos.
Como crentes
santificados, nós devemos entender que o domínio de nossa natureza espiritual
sobre a nossa natureza mental e física é imperativa para manutenção da
santidade de Deus em nossas vidas. Precisamos seguir o exemplo de Paulo que
entregou o seu corpo para sujeição (1 Coríntios 9:27). Também devemos nos
disciplinar para abstendermos de toda a aparência do mal (1 Tessalonicenses 5:22).
Devemos ser um exemplo para outros “na palavra, no trato, no caridade, no
espírito, na fé, na pureza” (1 Timóteo 4:12).
Paulo aconselhou os
crentes de Éfeso a “andeis como é digno da vocação com que fostes chamados”
(Efésios 4:1). O nosso posicionamento diante das circunstâncias que enfrentamos
ou a maneira de como nos relacionamos com as pessoas, deveriam refletir tanto o
nosso compromisso com Cristo assim como quem somos como Cristãos. Situações
virão onde deveremos tomar decisões éticas. Como podemos tomar essas decisões
numa posição ética de seguidores santificados de Cristo?
Nosso primeiro
passo seria buscar na Bíblia o que ela diz em relação a um determinado assunto.
Devemos examinar o nosso caminhar diário com Deus, para ter certeza de que não
há nenhum empecilho entre nós e a direção de Deus. Devemos prestar muita
atenção à nossa consciência e ao Espírito de Deus ao Ele falar aos nossos
corações. Talvez poderíamos nos aconselhar com de alguém que vive os valores de
Deus e que entende as nossas circunstâncias. Além disso, fazendo as perguntas
abaixo pode nos ajudar a aplicar os princípios bíblicos no processo de decisão:
·
Isto comprometeria a minha fé e o meu compromisso
com Cristo?
·
O que Jesus faria?
·
Como isto afetaria outros?
·
Isto seria justo à todos os envolvidos nesta
situação?
·
Como isto afetaria quem eu sou?
·
Isto é razoável?
·
Isto vai contra a Palavra de Deus em alguma forma?
Finalmente, devemos
obedecer o que nós sabemos. Devemos responder o que Deus nos pede para fazer
através da Sua Palavra, através do toque do Espírito Santo, da nossa
consciência e pelo que simplesmente sabemos que é correto.
Integridade é
construida através do tempo, ao aplicarmos diligentemente os ensinamentos de
Deus nas escolhas que fazemos na vida. Queremos viver cada dia como pessoas
santificadas que são controladas e guiadas pelo Espírito Santo. Então, as
palavras de Cristo estarão em nossas mentes, o amor de Cristo guiará as nossas
ações e o poder de Cristo guiará e direcionará como respondemos à cada situação
que vem ao nosso caminho. Nós estaremos vivendo da nossa devoção vital a Deus
no dia-a-dia da nossa vida pública.
Os resultados
valerão todo o nosso esforço!
Cheryl
Downey faz parte do grupo de editores da Sede Internacional da Igreja da
Fé Apostólica em Portland, Oregon, Estados Unidos.
http://apostolicfaith.org/library/foreign-languages/article/uma-visao-mais-detalhada-da-integridade-espiritual-ptcma2009
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