A Heresia da Religião Secular

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Todo sistema de crenças tem uma construção doutrinaria, não importa o quanto ela possa ser materialista ou secular, niilista ou cética, será um sistema com uma cosmovisão, um conjunto de crenças que se dogmatiza, na medida em que tenta justificar-se por conta da antítese.  Reprovando as idéias contrarias oi opondo-se contra o que concorda. De certa forma, tudo é religioso, até mesmo o mais cético dos homens, acaba por ceder altar a própria razão, motivo pelo qual faz tanta gente ser arrogante sustentando os pressupostos da própria racionalidade Na expressão de Nancy Pearcey: “A própria secularidade está fundamentada em crenças básicas, da mesma maneira que o cristianismo”. A razão pela qual isso ocorre é que cada homem que nega a existência do DEUS bíblico, acaba cedendo a própria razão como divindade para preencher o vazio posterior a negação de uma verdade absoluta.

 

 

Clavio J. Jacinto

A Heresia da Regeneração Carnal

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“Os chamados crentes carnais lotam as igrejas apoiados pelo ensino de que viverão na carne e depois entrarão no céu. A bíblia não aceita isso. Esta verdade é para mim também; se eu for carnal, não tenho direito de transpor os portais do lar celestial. A verdade deve ser dita, doa aquém doer. Deus será honrado pela verdade da Sua Palavra

 

Antonio Abuchaim. Importa Renascer. Pagina 65

Etica Aplicada a Vida Regenerada

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“Entre os pressupostos fundamentais da vida realmente moral da pessoa, está também a veracidade. Um homem insincero, mentiroso, não é apenas portador de uma grande desvalia moral, como o avarento ou imtemperante; toda a sua personalidade está doente, toda a sua vida ética, tudo o que nele possa haver de moralmente positivo está ameaçado, tudo é problemático. A sua atitude perante o mundo dos valores como um todo está atingida no nervo vital”

Atitudes Éticas Fundamentais. Dietrich Von Hildebrand. Editora Quadrante. Pagina 32

Sobre Esperança

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É impossível viver sem esperança, pois é na espera otimista que ocorrem todas as mudanças que devem acontecer, a esperança, porém deve ser impulsionada por anseios e escolhas. O agricultor que tem esperança, lança a semente após o sulco da terra, o pescador lança a rede ás águas esperando pegar peixes, o viajante almeja chegar no destino, o alpinista ao pico da montanha, o medico deseja ser bem sucedido na cirurgia, o professor deseja formar doutores idôneos e o pedreiro construir o melhor prédio, o escritor almeja alcançar êxito na formação da cultura, todos porém agem favoravelmente em direção de seus sonhos e anseios, a vida é feita de esperança, nem sempre a meta é alcançada, o poeta não ganha o concurso, o jogador não marca o gol, e até mesmo o medico pode não v curar o enfermo, mas esperança é aquela força que nos faz tentar outra vez, escolhemos tentar de novo, crer novamente confiar outra vez, porque a esperança é feito de longanimidade, insistência e escolhas. Acreditar que o melhor pode acontecer é sinal de equilíbrio psicológico e saúde emocional, e nossas escolhas certas sempre determinam o tamanho da esperança que guardamos no coração.

 

Clávio J. Jacinto

A Heresia da Unidade Sem a Verdade

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Unidade sem verdade é um veneno mortal, eis a armadilha do relativismo religioso. A ênfase dada ao amor como mais importante do que a doutrina é outro erro grave. É certo que a sã doutrina sem o amor é apenas uma manifestação fria de intelectualismo ortodoxo, mas amor sem a sã doutrina é um erro gravíssimo, é a manifestação clara do espírito do erro que oscurece completamente o sentido dos ensinos e advertências sobre a apostasia descritas no Novo Testamento. Primeiro o amor verdadeiro deve ser aplicado aos fundamentos da fé cristã e só assim ele será legítimo aplicado da vida cristã, sem um amor aplicado a  verdade, não haverá fidelidade e compromisso verdadeiro com as verdades do Evangelho.

 

Clavio J. Jacinto

Comentário de Mateus 5:11 e 12

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Quando Cristo faz uma abordagem sobre o homem bem aventurado no sermão da montanha, a mensagem que ele apresenta é oposta aos conceitos modernos do significado de “bênçãos”. Para o religioso de hoje, do evangelho da moda, bênçãos significam supostamente a bem aventurança de ter segurança, conforto, prosperidade, paz com o mundo, vida sem problemas, materialismo e consumismo em larga escala. Significa uma vida cheia de regalias e conforto. Jesus, porém não fala sobre isso, o bem aventurado dentro do sermão da montanha é aquele que chora, que têm fome e sede de justiça, é aquele que é perseguido por causa da justiça, o bem aventurado é abençoado quando sofre perseguições, desprezos, injurias por causa de Cristo e do Evangelho. Quando mentindo, os inimigos da graça de Deus disserem todo tipo de coisas ruins e inventarem todo tipo de mentiras contra os seguidores de Cristo, nessas condições é que o cristão é bem aventurado e então encontra motivos para regozijar-se. Cristo afirma que grande é o galardão, lá no céu, não na terra, grande são as bênçãos celestiais e não terrenas para esses cristãos abençoados. A tendência moderna de enxergar o oposto, ver nas coisas materiais, egocêntricas e passageiras como motivos de regozijo e contentamento espiritual é a alma da apostasia moderna , acima de tudo é o fruto ruim do falso evangelho pregado hoje em dia.



Clavio J. Jacinto

 

Contra a Heresia de Idolatrar Politicos

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 Jesus Cristo e Alexandre o Grande Jesus e Alexandre morreram aos trinta e três anos. Um viveu e morreu para si mesmo; o outro morreu por você e por mim. O grego morreu num trono; o judeu, numa cruz. A vida de um pareceu um triunfo; a do outro, somente uma perda. Um deles comandou imensos exércitos; o outro andou só. Um deles derramou o sangue do mundo inteiro; o outro deu o seu próprio sangue. Um, enquanto vivia, ganhou o mundo e, na morte, tudo perdeu. O outro perdeu sua vida a fim de ganhar, de todos nós, a fé. Jesus e Alexandre morreram aos trinta e três anos. Um morreu na Babilônia; o outro, no Calvário. Um ganhou tudo para si mesmo; o outro deu a si mesmo. Um conquistou todos os tronos; o outro, todos os sepulcros. Um fez a si próprio deus; o próprio Deus fez-se servo. Um viveu para vangloriar-se; o outro, para abençoar. Quando o grego morreu, ruiu para sempre o seu trono de espadas. Jesus, contudo, morreu para viver para sempre como o Senhor dos Senhores. Jesus e Alexandre morreram aos trinta e três anos. O grego fez a todos seus escravos; o judeu a todos libertou. Um construiu um trono sobre sangue; o outro, sobre o amor. Um é nascido da terra; o outro é nascido do alto. Um conquistou toda esta terra e perdeu a terra e o céu. O outro deu tudo a fim de que tudo lhe fosse concedido. O grego morreu para sempre; o judeu vive para sempre. Aquele que tudo recebe perde; e aquele que tudo dá recebe! -- Anônimo