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Democracia e Anticristo

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Em meados da década de 1990, O conferencista de assuntos escatológicos, Arno Froese, falou sobre a democracia como o um elemento catalisador para o preparo de um governo mundial tirano. Tal como podemos ver no manifesto de pequenas oligarquias, a experiência de quarentena em nossa nação revelou o real perigo por trás dessa suposta democracia que vivemos. As palavras de Froese se ajustam, e mostra o quanto ele estava certo quando escreveu isso: “ O perigo da democracia reside no fato irônico de que ela, em ultima analise, não tolerará qualquer oposição. A nova democracia mundial dos últimos dias virá a ser com efeito, uma ditadura mundial (Arno Froese. Como a Democracia Elegerá o Anticristo. Pagina 197. Actual Edições.)


 C. J. JACINTO


O Dia do Senhor e as Escrituras

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Atentamos para a questão fundamental, a importância suprema da distinção do judaísmo para o cristianismo tomando duas formas distintas. A fé cristã era marcada por dois fatos distintos dos judeus, a primeira era a formulação doutrinaria a partir dos Escritos dos apóstolos, que cedo tomaram forma, dando processo ao Canon do Novo Testamento que vai processar de forma a dar corpo a teologia cristã. A segunda era a distinção do dia de reunião para ler e estudar essas cartas doutrinaria e históricas. Com o surgimento do gnosticismo como uma oposição aos fundamentos iniciais da fé cristã, op Espírito Santo orientou as primeiras assembléias cristãs e os primeiros lideres a tomarem posse dos fatos e escritos verídicos e rejeitarem o que era considerado de origem duvidosa, como no judaísmo, havia um critério rigoroso nessa formulação de Escritos com autoridade apostólica, assim, sob os rigores desse sistema de discernimento espiritual, o Novo Testamento nasceu com todos os vínculos espirituais. Historiadores sérios atestam para esses fatos:
“Tornou-se importantíssimo o registro por escrito dos ensinamentos de Jesus e da historia da sua vida. Felizmente alguns relatos tinham sido anotados, e cópias eram levadas para os encontros de cristãos e lidas em voz alta. Por volta de 150, Justino, um estudioso renomado, descreveu assim os encontros: No domingo, todos os que viviam na cidade ou no campo se reuniam no mesmo lugar, para ouvir as memórias dos apóstolos ou escritos dos profetas, que eram lidos por longas horas.” (Uma Breve Historia do Cristianismo. Geoffrey Blainey. Pagina 49. Editora fundamento.)



C. J. Jacinto

A INFLUENCIA DO GNOSTICISMO NO SEXO E NO CASAMENTO.

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O lado belo do casamento é o amor, amor compartilhado no sentimento de mutualidade e o sexo, no relacionamento sexual, homem e mulher compartilham de intimidade e carinho, no casamento os dois são complementos para uma união espiritual plena, daí a unidade que se consuma no matrimonio. Nós vimos essa percepção bíblica muito clara no livro de Cantares de Salomão, embora tenha um valor místico, e denote símbolos que remetem ao amor entre Cristo e a igreja, o livro de Cantares é um livro erótico sob a ordem da sã doutrina e da moral cristã. Não a nada de errado no erótico dentro dos limites do casamento e da ética judaico-cristã.  A visão de que o sexo é pecado e algo ruim ou nocivo é uma idéia estranha ao Novo Testamento, aliás, é estranha a toda Escritura Sagrada. Essa mentalidade oposta ao sexo como fonte de prazer na intimidade do casamento parece ser uma influencia direta do gnosticismo que vai influenciar o monasticismo e mais tarde alguns dos primeiros lideres cristãos. Temos que olhar para o tema como uma heresia e está de certa forma associada com doutrinas de demônios como podemos observar em textos como I Timóteo 4;1 e 2. Que o gnosticismo que estava associado ao espírito do erro (I João 4:6) tem sido o promotor dessa oposição ao sexo como fonte de intimo prazer que deve perdurar dentro do casamento é notável até mesmo nos escritos católicos. John Stanford por exemplo comentou:  
“A atitude gnóstica, rejeitada teologicamente pela Igreja depois de séculos de brigas e debates teológicos, venceu no dia em que, acima de tudo, conquistou a ética e a psicologia cristãs. Isso pode ser observado na atitude cristã tradicional em relação à vida sexual e ao prazer, uma atitude coerente com a afirmativa de que o sexo seria realizado apenas com os propósitos de procriação. De fato, até santo Agostinho declarou que era pecado se alguém nele encontrasse prazer. A ideia de que o  prazer sexual pudesse ter um espaço no plano de Deus como meio de se expressar amor e proximidade, uma forma de intimidade física que acompanha a intimidade psicológica, ou ainda apenas para se ter um bom momento e expressar a alegria de viver, foi rejeitada como sendo do diabo porque, de acordo com o gnosticismo, o corpo era o mal.”
   (Mal.lado sombrio da realidade idem 127)

Eis ai a importância de ficarmos somente com as Escrituras e tomarmos muito cuidado com as influencias do gnosticismo no pensamento teológico que vai se desenvolver após o encerramento do Canon do Novo Testamento, principalmente com a teologia que vai se desenvolver dentro da patrística.


Clavio J. Jacinto

REDENÇÃO E AMOR DIVINO

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Acredito na mensagem do evangelho, a suma do Novo Testamento é que amor gera perdão, essa é a essência da mensagem da cruz, a gravidade do pecado e a disposição do ofendido em perdoar. Não é o homem que supera o próprio problema, é DEUS quem supera, e essa superação vem por intermédio da morte de Cristo. Ao amar o homem DEUS dá seu FILHO, o verdadeiro amor frutifica em ações de sacrifício. Quem ama de verdade está disposto a sofrer para perdoar. O amor na maioria das vezes exige perdas enormes por parte de quem ama, assim vimos que o alvo do amor é o homem, mas para ser amado, DEUS de alguma forma perde seu FILHO, o FILHO perde a honra na cruz, perde a vida na cruz, perde a liberdade na cruz, por trás de um amor grande haverá sempre grandes sacrifícios, a medida do amor é muitas vezes a superação da ofensa, a dignidade de prosseguir amando é perdoando sempre que a ofensa ataca. Nada pode ser comparado com o amor de Deus. ELE está sempre disposto a perdoar, o perdão divino é um fenômeno espiritual que vai além da compreensão filosófica, não é a mensagem da cruz escândalo para os judeus e loucura para os gregos? Quando CRISTO morre, éramos ainda pecadores, o amor confronta a ofensa com um ato de compaixão, a miséria humana foi o motivo, a ingratidão do homem não obstrui o clamor da obra divina. João 3:16 é recitado quase que de forma mecânica, sem a paixão necessária para que o fogo da misericórdia espante as assombrações frias alojadas no coração incrédulo. Não! o amor divino não é um amor formal, é além do extraordinário, é um amor radical, a cruz é a resposta mais radical que existe contra o pecado, e a resposta mais radical contra o mundo é aceitar a mensagem da cruz. A cruz não é uma mera escolha humana, não é uma alternativa religiosa que favorece a idéia de um martírio exemplar, a cruz é a resposta mais severa contra o pecado, é o ultimato divino a favor do pobre pecador, a obra da cruz é a semente que faz germinar a redenção perfeita, a justificação mais elevada, mas isso teve um custo muito alto, custou a vida, a honra e o sangue do FILHO DE DEUS. Um cristianismo superficial é incompatível com a mensagem verídica do evangelho.


Clavio J. Jacinto

AMAZIAS: O SEGREDO DA APOSTASIA

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O rei Amazias começou a reinar desde Jerusalém aos vinte e cinco anos de idade, é um modelo de transição espiritual e duplicidade, zelo sem fervor, falta de compromisso, a história é narrada em II Crônicas 25, Amazias começa bem, parece que há um fervor e um zelo no coração, mas o versículo 2 é um divisor de águas “E fez o que era reto aos olhos do Senhor, porém não com inteireza de coração” Você notou? O “porém” é o divisor de águas. Era algo superficial, não era de todo o coração, não era com zelo fiel, ele não queria ser taxado de fanático talvez. É trágico, mas verdadeiro, a ortodoxia morta sempre favorece a apostasia e induz a prática da falsa religião., Não importa temos um homem que era religioso, porém sem fervor, era zelo, porém sem conhecimento, era crente, porém meio incrédulo era santo, porém não totalmente separado, era bíblico, porém colocava experiências acima das Escrituras, era avivado, porém ecumênico, o, porém é o problema. Esse zelo superficial essa espiritualidade sem raízes por fim desmascarou Amazias e ele caiu na apostasia derrotou os edomitas e ao mesmo tempo a religião edomita derrotou Amazias, venceu a batalha contra os edomitas, mas os deuses edomitas venceram a batalha no seu coração. O coração do salvo deve ser um túmulo para o velho homem e deve ser o trono do governo divino, de outra forma, tal homem cedo ou tarde enfrenta a própria ruína espiritual. É uma comedia, os edomitas criam na proteção de seus deuses e foram derrotados e diante dessa evidência Amazias toma o deuses dos derrotados e leva para Jerusalém para serem adorados para que essas falsas divindades dessem proteção à Israel. (II Crônicas 25:14 e 27) A apostasia cega a lógica, a razão e o discernimento do apóstata, ele vira um fantoche de demônios um instrumento ridículo nas mãos do diabo. Onde não há convicções espirituais fortes, haverá sempre escolhas espirituais fracas. O final trágico de Amazias é uma séria advertência contra aqueles que deixam a ortodoxia para trilhar as veredas dos deuses dessa era, e mesmo que muitos nunca tragam uma divindade mundana ou pagã nas mãos, trazem no coração, e fazem no homem interior um santuário para macular o espírito com uma divindade chamada Mamom, prestam adoração a essa divindade pelo ritual íntimo da avareza, amor ao dinheiro e as riquezas deste mundo. Se não estivermos dispostos a considerar nossa fé como valiosa, negociaremos nossa primogenitura por uma colher de sopas de lentilhas acreditando ter feito um bom negócio. Amazias nos ensinou que é possível ter uma atitude ortodoxa com um coração seduzido pelo engano, apreciar a sã doutrina flertando com heresias, professar fidelidade com a boca e cometer prostituição espiritual no coração.

Clavio J. Jacinto

A IMPORTANCIA DA SUFICIENCIA DAS ESCRITURAS

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Há um divisor de águas em nossos dias com relação a firmeza da fé, no que concerne a permanência como remanescente em tempos de confusão espiritual, e é a crença na suficiência das Escrituras. Aqui temos algo fundamental, pois que essa é uma regra de ouro para o discernimento adequado para a permanencia na sã doutrina e ficar distante do risco de abraçar outro evangelho. (Gálatas 1:8) nem mesmo ser seduzido por vãs filosofias (Colossenses 2:8) nem incorrer a influencia demoníaca do espírito do erro (I João 4:6) que vem contaminando muitos corações com doutrinas de demônios (I Timóteo 4:1 e 2) Não um mero retorno a patrística como asseverou Chesterton com relação ao catolicismo, mas como ele mesmo indicou com relação a reforma, um retorno as Escrituras. Porque no chão rochoso das Escrituras podemos fincar as atitudes de confissão, fé, confiança e obediência, estamos em uma base solida e segura se procedermos assim. Então é meu conselho que tenhamos a convicção de que nas Escrituras temos luz suficiente para caminhar seguro em meio a escuridão que assombra o mundo. Quanto mais um cristão crê na suficiência das escrituras, mas ele se estabelece nos fundamentos da verdade, quanto menos ele crê na suficiência das escrituras, mais ele sustentará a falência de suas próprias convicções.