O Verdadeiro Encontro de Poder

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Cristo, os magos encontraram a Cristo (Mateus 2:11) prostraram-se diante do mistério do Deus que se fez carne (I Timóteo 3:16) é a fé diante dos fatos, Cristo estava ali, numa manjedoura, esvaziou-se a si mesmo (Filipenses 2:7)  mas a glória do seu poder não escoou pela Olhamos para aquele que é autor e consumador da nossa fé, e não para homens (Hebreus 12:1 e 2) Essa é a visão do homem que caminha para a eternidade com firmeza: aquele que olha para estrebaria, o esvaziamento da gloria celestial não significa a anulação da sua divindade, de outra forma nunca poderia ser o Emanuel, Deus conosco (Mateus 1:23) os apóstolos o adoraram após a ressurreição (Mateus 28:17) e os vinte e quatro anciãos se prostraram diante daquele que vive para todo o sempre (Apocalipse 5:14) e quem declarou viver para todo o sempre? “Estou vivo para todo o sempre” (Apocalipse 1:18) o próprio Cristo, Ele mesmo! E por mais que os homens rejeitem, pois que os céticos o detestem, por mais que o incrédulo o negue, por mais que falsos cristãos vão após outro cristo, fica firme o fundamento: “Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus (Desejo lembrá-los dos vinte e quatro anciãos) na terra e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Filipenses 2:10 e 11) Então estamos aí diante do fato do Cristo eterno, Bendito Salvador, Ele que na cruz morreu pelos nossos pecados, aquele que derramou seu sangue imaculado para comprar um povo “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para assentardes a igreja de Deus, que Ele resgatou com seu próprio sangue”(Atos 20:28) Note a exortação, olhai por vós, a quem devemos olhar? Pra onde devemos olhar a não ser para o autor e consumador da nossa fé? Quem olha para Cristo pela janela das Escrituras não corre o risco de ser enganado por falsos profetas, porque esses têm o intuito oculto de conduzir as pessoas a irem após outros deuses e outro evangelho, porém o verdadeiro Cristo, Caminho, verdade e vida, nos conduz a Deus (João 14:6) Acredito que esse encontro com Cristo, em suma é o verdadeiro encontro com poder, pois através de Cristo e tão somente por meio dele somos regenerados (II Corintios 5;17)


Clavio J. Jacinto


A Boca Santificada

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A Boca Santificada

Jesus advertiu que todas as palavras ociosas que os homens proferirem irão dar conta no dia do juízo (Mateus 12:26) Existe uma conversa que é de natureza mundana (I João 4:5) então nada de conversa fiada “Tu porém fala o que convém”(Tito 2:1) Nós devemos seguir o conselho “Evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade”(II Timóteo 2:16) o homem iníquo tem a boca pervertida (Provérbios 6:12) a boca do justo jorra sabedoria mas a língua da perversidade será cortada”(Provérbios 10:31) uma geração ímpia será conhecida pelo que falam (Romanos 1:30) a boca do justo é fonte de vida, a violência corre na boca dos perversos (Provérbios 10:11) então temos a diferença do homem santo e profano, de acordo com o que ouvimos de cada um. A bíblia diz que os maldizentes não entram no reino de Deus (I Coríntios 6:10) por esse motivo “Despojai-vos da maledicência”(Colossenses 2:8) Não sai nenhuma palavra torpe da vossa boca (Efésios 4:29)  seja o vosso falar sim, sim ou não, o que passa disso é de procedência maligna (Mateus 5;37) a ruína de muitos foi a murmuração (Números 14:2) esses são cuja diz coisas arrogantes (Judas 1:16) a sua boca fala malicias (Provérbios 24:2). É evidente que a boca fala do que existe em abundancia no coração (Lucas 6:45 com Salmos 28;3)) assim os que não são regenerados não falam a verdade (Jeremias 9:5) esses de bocas profanas não escaparão do juízo (Provérbios 19:4) Salomão concluiu “A boca do tolo é a sua própria destruição”(Provérbios 18:19) mas acima de tudo, ainda que nossa boca seja santificada, devemos nos afastar dos que possuem uma boca maligna, pois há nesse muito muitos “Faladores vãos e enganadores”(Tito 1:10) esses podem corromper a fé com seus falatórios inúteis (I Timóteo 2:18) seja sábio, pois o homem de entendimento tem um espírito precioso (Provérbios 17;28) e então eis a conclusão desse assunto: “Quem quer a vida, e ver dias bons, refreie a sua língua do mal e os seus lábios não falem engano”(I Pedro 3:10)



Clavio J. Jacinto

O Celibato Catolico e a Autoridade das Escrituras.

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O Celibato Catolico e a Autoridade das Escrituras.

Qualquer apologista católico concorda com a voz de um de seus representantes “Cristo não exigiu o celibato para padre, assim Pedro era casado, porque sabemos que tinha sogra” (1) Para justificar o Celibato, é necessário duas coisas, a primeiro fazer uso de um texto fora de contexto, é o caso do uso indevido de Mateus 19:10 a 13, onde o texto é usado para justificar e defender esse conceito. Ora, é lógico que Cristo não estava tratando sobre presbíteros e diáconos nesse texto, porque o Espírito Santo alguns anos depois vai usar Paulo para escrever sobre o assunto em I Timóteo 3:1 a 6, é ali que encontramos um padrão, por isso mesmo segue a advertência “Ninguém de maneira nenhuma vos engane” (II Tessalonicenses 2:3) a ordem dos presbíteros ou bispos serem casados era uma regra apostólica, a literatura católica mesmo admite que o celibato foi instituído a partir do ano 300 com o sínodo de Elvira, nais a frente Gregório VII (ano de 1084) manda que se em todos os lugares deve ser observado a lei do celibato, note essa descrição não é minha, mas extraída da própria literatura católica (2) Com essa “lei” instituída, quebra-se a ordem divina, e já não se está mais sob a cobertura de Atos 2;42, onde a igreja ainda vivia perseverando na doutrina dos apóstolos, a prática do celibato desobedece a Bíblia porque cada pregador deve ficar a sujeito as ordens do Novo Testamento (I Pedro 4;11) há nas Escrituras todo um meio pelo qual sabemos quem realmente tem ou não a verdade, lendo I João 2:3 a 5 Gálatas 1:8 e Hebreus 13:4, encontraremos evidências claras sobre esse fato. Aliás, quando Paulo fala sobre proibição de casamento, ele associa  essas proibições com doutrina de demônios, como podemos ver em I Timóteo 4:1 a 3. Mas porque se aceita essa “lei”? Mesmo com as Escrituras ensinando o oposto? Simples, porque para o catolicismo, a “instituição” tem mais autoridade que as Escrituras. Com essa superstição em mente, argumenta-se que a bíblia deve estar sujeita aos decretos papais, porque a igreja criou a bíblia, e a bíblia por esse motivo deve estar sujeita  a autoridade de quem a escreveu, com essa superstição, entendemos aquele desconforto que o romanismo tinha em dar a bíblia ao povo. A voz de Cristo e dos apóstolos do Novo Testamento podem ser substituídas e também podem ser negadas, e assim a lógica arruína todo esse absurdo, acontece que mesmo quando Paulo afirma que toda Escritura é inspirada por Deus, e assim ele afirma em II Timóteo 3:16, é irrevogável também o fato de que ao escrever I Timóteo 4:1 a 3, ele afirme pelo próprio Espírito Santo que aqueles que pregam e ensinam o oposto com relação ao casamento dos bispos, preceito instituído em II Timóteo 3:1 a 16, estão sob a influencia do espírito do erro (I João 4:6)
(1)    Revista Cultura Religiosa.Volume II Celibato. Irineu Wilges. Editora Vozes. Ano 1985 Pagina 128
(2)    Idem Pagina 129


Clavio J. Jacinto

A Prisão da Incredulidade

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As observações feitas em torno da incredulidade, é que ela pode ser apenas um muro de proteção pessoal contra certas verdades que não se encaixam com conceitos pré-estabelecidos e que são fundamentos de toda uma estrutura de crenças. O problema dos muros é que limitam a visão da alma, o coração fica limitado a muitas opiniões pessoais. A bíblia muitas vezes aponta para vãs filosofias (Colossenses 2:8) discursos que corrompem a visão da verdade (Romanos 1:21 ) e até adverte sobre uma falsa ciência (I Timóteo 6:20). A incredulidade pode tornar-se uma prisão, ela dispõe o homem num conceito de muros materialistas, não houve uma criação sobrenatural, mas apenas casualidades e acidentes interconectados uns aos outros até que a ordem do cosmos prevalecesse, não há futuro para o homem, porque a matéria é tudo o que existe, portanto não há uma vida após a morte, ela encerra tudo debaixo da inexistência fatal. Essa é a grande prisão da incredulidade, o homem está limitado aos anos que vive, e está envolto por essa série de causalidades em um universo infinito que o comprime a viver alguns anos em extrema limitação num planeta perdido no cosmos. Esses muros apenas podem ser quebrados quando a verdade vem a tona, e por isso mesmo a verdade é uma libertação da prisão da incredulidade (João 8:32)


Clavio J. Jacinto

A Heresia da Morte de Cristo Como Exemplo.

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A Heresia da Morte de Cristo Como Exemplo.

Há dois meios eficazes de desviar-se da verdade do Novo Testamento, a primeira é a negação da Pessoa de Cristo, sua encarnação e sua divindade, qualquer idéia que enfraquece esses dois fundamentos que caracterizam a Pessoa de Cristo está sob influencia do espírito do anticristo, a segunda é a redução da importância suprema da morte de Cristo e a obra Consumada e perfeita que Ele realizou na cruz, minimizar essa obra, reduzindo a conceitos fracos e menos importante do que uma expiação debaixo da maldição da penalidade de nossos pecados, também segue a mesa influencia espiritual maligna. Cristo é o Salvador, e se realmente é o Salvador então ele é o redentor, e se é o redentor ele teve que efetuar uma compra, e foi morrendo, derramando seu sangue, que ele efetuou essa compra na cruz, quando morreu em substituição penal, pelos nossos pecados. Essa é a idéia central do Novo Testamento.
A morte de Cristo foi vicaria (I Pedro 3:18 e João 1:29) Foi sacrificial (Hebreus 9:14) Foi expiatória (Gálatas 3;13) Foi substitutiva (I Pedro 2:24) Foi redentora (Gálatas 3:13 com Mateus 20:28) foi necessário que Cristo derramasse seu sangue imaculado (Efésios 1:7 Colossenses 1:14 e Hebreus 9:22)
É falsa a idéia de que a morte de Cristo foi apenas um exemplo. Segue a descrição desse falso conceito apresentado com eficácia pelo grande teólogo batista conservador T. P. Simmons, onde ele denunciou essas e outras formas de heresias, que envolvem a obra do Calvário:
“Esta idéia sustenta juntamente com a idéia governamental que a morte de Cristo não foi uma substituição. Ela sustenta que Deus não precisou ter nenhuma satisfação no lugar do pecador; que o único impedimento á salvação dos pecadores jaz na sua pratica continua do pecado. Portanto, uma boa reforma é o remédio adequando e isto pode ser efetuado pela própria vontade do homem. Para encorajar-nos nisto, escolheu a morte antes que falhasse no seu dever para com Deus e com o homem. Somos salvos, não por confiar nEle como Aquele que levou os nosso pecado, mas por confiar em Deus segundo o Seu exemplo e assim entregando-nos a nós mesmos à justiça”
(Teologia Sistematica. T. P. Simmons. Pagina 288. Imprensa Palavra Prudente. Edição de 2013)




Clavio J. Jacinto

Unção ou Hipnotismo?

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Métodos estranhos de curas, técnicas que na verdade são segredos ocultistas, praticas herméticas, xamânicas e truques mágicos, muitas vezes podem ser evocados ou praticados dentro de igrejas, cujos membros mesmo, professando fé na autoridade das Escrituras, não tem discernimento, porque não conhecem ela, e muito menos aceitam-na como autoridade final, assim não testam os espíritos e não estão dispostos a questionar coisas estranhas que ocorrem diante de sues olhos, porque há um sentimento pragmatista de segurança espiritual, se algo está tendo bons resultados, então não procede do engano, e assim muitos abrem as portas para o ocultismo, por serem completamente passivos diante de fenômenos e praticas que deveriam ser testadas a luz das Escrituras. Segue as anotações de Watchman Nee, sobre um método comum nas igrejas carismáticas:
“A bíblia fala de impor as mãos e de ungir com óleo. Alguns, entretanto, ao impor as mãos sobre a cabeça de outra pessoa, esfregando-lhe com força a nuca ou pescoço e ficam perguntando como ela se sente. Naturalmente ao ser massageado, seu pescoço ficará aquecido. Esse é um truque baixo que até mesmo os hipnotizadores rejeitam usar. Na região da nuca existem nervos que se estendem até as vértebras. Aquele que faz a massagem pode não saber que isso é um tipo de hipnotismo. O que recebe a massagem pode sentir uma corrente d calor passando por suas vértebras e ser até mesmo curado. Todavia, isso é apenas uma manifestação do poder latente psíquico do homem. A despeito de ele ficar bom, não posso considerar isso como cura divina”
Watchman Nee. O Poder Latente da Alma. Pagina 71


Clavio J. Jacinto

SEM RESPOSTAS?

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Sem Respostas?

Eimeleque e Noemi foram peregrinar em Moabe, seus filhos também foram, era uma família feliz em busca de pão, foi uma mobilidade forçada. A história é dramática; Eimeleque morreu e os dois filhos também, Noemi ficou viúva e ainda perdeu os dois filhos, volta pra Belém com três chagas emocionais abertas, no desamparo lhe acompanha outra viúva; a esposa de seu filho, uma mulher chamada Rute. Essa é a nova identidade de Noemi: “Mara” o motivo? “Grande amargura me tem dado o Todo Poderoso” (Rute 1:20) O drama é complexo, as aflições flutuam no coração, há muitas perguntas e nenhuma resposta, nada que pudesse justificar, nada que desse um alivio ao peso das circunstancias.              Noemi está vivendo todo esse processo de mudanças e confrontos, sem entender nada. O tempo, só o tempo tem as respostas para muitas coisas que acontecem na nossa vida (Romanos 8:28). Rute casou-se com Boaz (Rute 4:13) e então as respostas de toda a história de Noemi começa a desdobrar-se com o passar dos anos. Rute e Boaz geraram Obede, a seguir Obede gera Jessé e Jessé á Davi (Mateus 1:5 e 6) essa linhagem chega finalmente á José, (Mateus 1:16). O que aprendemos? Muitas respostas estão no futuro, no desabrochar das eras. Mesmo que Noemi pouco entendesse dos fatos, o Senhor tinha uma resposta, mas ela não estava lá em meio as amarguras que envolviam aqueles momentos de perdas e dores. Posso ter certeza que havia muitas perguntas seqüenciais no coração de Noemi, ela não entendia como Deus poderia permitir tudo isso. As respostas estavam no futuro, as soberanas mãos de Deus tocavam o fio dourado do destino para produzir  o som da redenção. Eu sei que muitos passam por essas crises emocionais, muitas perguntas e não há respostas, elas não se encontram nas circunstancias, Deus é o Senhor da historia, Ele não erra como toma decisões e quando permite tragédias. Podemos ficar num emaranhado de perguntas complicadas, quando algo terrível acontece, e tentamos procurar as respostas, mas procuramos no lugar errado e no tempo errado, não encontramos e nos decepcionamos, mas elas podem ser encontradas pelo caminho da paciência, pois muitas perguntas sem respostas se encontram lá no futuro, é lá que vimos o desabrochar sublime dos propósitos divinos, que foram semeados no sulco aberto da nossa vida. Há respostas que iremos encontrar dentro dos tesouros preciosos da providencia de Deus, a resposta para Noemi era Cristo, autor e consumador da fé, as respostas que você procura existem! Elas estão guardadas no tempo. “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera” (Isaias 64:4) Paulo viu as respostas das suas aflições lá no futuro: “Porque para mim tenho por certo que as aflições do tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Romanos 8:18 leia também os versículos 24 e 25)


Clavio J. Jacinto