Livro Gratis: Alegrai-vos na Esperança

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Leitura edificante

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15 princípios para viver como cristão em um mundo crescentemente hostil

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Adrian Warnock


1. Precisamos tomar cuidado para não generalizar. É fácil e intelectualmente preguiçoso assumir que todos os cristãos ou todos os evangélicos e até mesmo todos os muçulmanos pensam de uma certa forma e agirão, portanto, de uma certa maneira. Isso é patentemente falso.
2. Cada indivíduo de fé tem sua própria consciência. É claro que ela será influenciada pelas interpretações dos seus líderes e outros membros da igreja, mas no final das contas todos nós permanecemos de pé ou caímos diante do nosso próprio Mestre (Romanos 14:4). Temos que entender e aceitar que pessoas de fé genuína podem chegar a conclusões muito diferentes de nós em certos assuntos.
3. Jamais devemos compelir outros a agir contra suas consciências. O que não procede de fé é pecado.(Romanos 14:23)
4. Um aspecto crítico que os cristãos têm que trabalhar é a distinção entre apoiar os outros e participar do pecado alheio. Isso nem sempre é tão claro quanto se possa pensar inicialmente.
5. Para usar alguns exemplos, se você está convencido que a aspersão de bebês está errada, você peca por comparecer ao batizado de um membro da família? A maioria provavelmente pensa que não. Mas a maioria de nós concordaria que se você não acredita em batismo de adultos para alguém que já tenha sido batizado quando bebê estaria errado em ser batizado só para que pudesse integrar-se a uma igreja.
6. Precisamos aprender a ser cativantes e a falar a verdade em amor (Efésios 4:15) quando discordamos de outros cristãos ou de incrédulos.
7. Não é razoável esperarmos que aqueles que não conhecem a Jesus sigam códigos morais bíblicos.
8. Devemos cuidar para não sermos mais conhecidos por aquilo que somos contra do que por aquilo que defendemos e cuidar para que sejamos pessoas cheias de amor.
9. Jesus era conhecido como amigo de pecadores e não teve problema algum em comer com cobradores de impostos.
10. Precisamos aprender a estar no mundo sem ser do mundo.
11. Se nós vamos ser uma sociedade que verdadeiramente valoriza a diversidade um dos diversos conjuntos de opiniões que temos que aprender a valorizar como sociedade é o daqueles que levam suas escrituras a sério. Eu digo isso cuidadosamente, porque os cristãos não são os únicos que enfrentam esse problema no século 21.
12. Temos que entender cuidadosamente o que o Estado ordena e exige de nós e em quase todos os casos obedecê-lo. Devemos dar a César o que é de César (Marcos 12:17).
13. Haverá momentos em que o que o Estado pede que façamos estará em conflito direto com algo que Deus ordena e cobra de nós. Nessas circunstâncias, nós temos que obedecer a Deus e não ao homem (Atos 4:19). Devemos dar a Deus o que é de Deus (Marcos 12:17).
14. Há tempos em que precisamos aprender a ser uma Ester, o agente secreto de Deus em um mundo que nos odeia, construindo um depósito de confiança e honra, mas (como ordenado por Mordecai) não dizendo quem realmente somos. (Ester 2:10)
15. Há tempos em que temos que falar. Um dessas vezes é quando somos questionados diretamente sobre algo. Não devemos mentir. Não devemos negá-lo. Devemos ser destemidos, porém gentis, quando chamados a tomar posição por nosso Deus e o Seu glorioso Evangelho. (1 Pedro 3:15-16)


O Mérito que há em uma Gota do Sangue de Cristo

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John Bunyan


Bunyan meditou sobre marcas de uma pessoa que está vindo (veio) a Cristo para a salvação. Tomei a liberdade de atualizar a linguagem onde me pareceu que seria útil quanto à legibilidade. (comentário de Justin Childers no seu blog)
Estas coisas caracterizam a sua vida?
1. Você sente o peso do seu pecado, reconhecendo-o como algo extremamente amargo?
2. Você foge do seu pecado como fugiria de uma serpente mortal?
3. Você reconhece e foge da insuficiência da sua própria retidão aos olhos de Deus.
4. Você clama ao Senhor Jesus para que te salve?
5. Você vê mais valor e mérito em uma única gota do sangue de Cristo para o salvar do que em todos os pecados do mundo para o condenar?
6. Você se preocupa em não pecar contra Jesus?
7. O nome, a pessoa e a obra de Jesus são mais preciosos para você do que a glória do mundo?
8. A fé em Cristo é preciosa para você (como um meio de conectá-lo a Cristo)?
9. Você saboreia a Cristo na Sua Palavra e você deixa o mundo inteiro por ele?
10. Você está disposto (com a ajuda de Deus) a correr riscos por causa do Seu nome?
11. Os Seus santos são preciosos para você?


MAGIA EVANGELICA?

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MAGIA EVANGELICA?




Autor: PR VALDEIR DE SOUZA CONTAIFER

A palavra “magia” tem sua origem na língua persa (“magu”) com o sentido primário de “sacerdote”, “mágico”. O grego pediu emprestado do persa e produziu a expressão “arte mágica” (“magikê tékne”), que no latim é “magicars”. Também é do latim o termo correlato “sors” que significa “sorte” (que é a raiz por trás do termo “feitiçaria”). Magia é a capacidade de manipular poderes sobrenaturais para obter resultados pré-determinados na sorte de alguém (para o bem ou para o mal, para si ou para outrem, para individualidades ou para coletividades). Essa é a pretensão do termo. Pensa-se que a existência de realidades sobrenaturais invisíveis (anjos, demônios, deuses, energias) pressupõem influências benéficas ou prejudiciais ao mundo material.
Tais realidades seriam forças e poderes que obedecem a determinadas leis fixas do universo que, se descobertas e utilizadas corretamente, poderiam modificar a estrutura ou o estado de coisas em nosso cotidiano. A Bíblia sempre rejeitou o envolvimento dos fiéis a Deus com  práticas mágicas, chegando a proibir enfaticamente a magia em todos os seus âmbitos. Nos dias atuais  vemos a prática da magia ressurgida em nossa sociedade moderna (ou pós-moderna). Basta ligarmos a televisão em determinados
horários para sermos surpreendidos com anúncios de magos, astrólogos, videntes, numerólogos, cartomantes, esotéricos de vários segmentos. O que se propõe é simples: aprenda o número certo, o encantamento correto, o anjo necessário, o momento adequado para que sua vida alcance o sucesso.
Mude sua sorte para melhor. Saiba destravar os caminhos para prosseguir. Quebre a maldição do fracasso e viva melhor. Conheça seu futuro! Porém, sabemos que só Deus é Soberano. Não podemos lidar diretamente com as “forças ocultas”. Precisamos nos submeter a Deus e em humildade lançarmos sobre Ele as nossas ansiedades, porque Ele tem cuidado de nós.
Tal avalanche de informações esotéricas, de ritos positivistas, de fórmulas para o sucesso e da busca de manipulação direta do poder divino não poderia ficar sem eco no meio religioso mais ortodoxo.
Por isso verifica-se até na esfera evangélica a influência deste grande
movimento emocional em busca do sucesso.
Entre os evangélicos ficou popular o texto de Efésios que diz “nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas contra principados e potestades espirituais nas regiões dos ares”. Nesta base alguns irmãos
têm preferido um confronto direto com o inimigo espiritual. A exegese desse texto não nos aponta a luta invisível. Em nenhum momento da Bíblia os crentes são instruídos a guerrear no invisível, no sobrenatural
(apesar de que esta noção tem sido largamente difundida nas igrejas). Não é esse o interesse da Bíblia em nos treinar.
Nossa luta é diferente. Não ignoramos os ardis de Satanás, mas pregamos o evangelho a vidas humanas, intercedemos pelas pessoas por quem Jesus morreu. Quando prego o Evangelho estou destruindo os sofismas malignos na mente do ser humano, e quando alguém aceita
Jesus a “bagagem” do mal se retira dele. O coração é quebrantado e a paz de Cristo opera fluentemente. O crente que ama e testemunha aos seus na virtude do Espírito Santo vê o estado de coisas mudar ao seu redor. Sua família fica alegre, há unidade no lar. À medida que outros se convertem e também se tornam cristãos autênticos ajudam na prosperidade do lar. Se alguém está endemoninhado e precisa de sua oração, clame pelo nome de Jesus e liberte a vida do mal! Esta autoridade está em Cristo. Mas o que vemos? Ao invés de ir às pessoas e pregar para elas e testemunhar de uma vida transformada em Cristo Jesus, orar uns pelos outros no temor do Senhor, o que fazem alguns irmãos? Querem cercar a cidade com caminhadas ao seu redor, com orações não pelas (ou com) as pessoas que precisam ser tratadas, mas ao “vento”, aos “céus”, procurando atingir as potestades invisíveis. Não
aos espíritos que estão na vida de alguém que precisa ser liberto, mas
aos pretensos “príncipes” do ar.
Agindo assim utilizo elemento material para mudar a sorte do lugar.
Não estou assim lidando com o oculto, diretamente lhe falando, dirigindo-lhe ordens e procurando assim manipular sua influência nas
vidas? Tiro um príncipe aqui, coloco um anjo lá, determino assim, assim, declaro tal e tal, trago a existência algo que não está existindo, ou é latência, ou potência, ou mesmo está em outra dimensão! Tudo isto não é prática bíblica. Será que não estou trazendo para o meio evangélico, nesta onda de “nova era”, elementos e práticas estranhas ao contexto cristão?
A magia é chamada negra quando envolve claramente espíritos demoníacos e tem a finalidade de fazer o mal. Quando se usa orações
e textos sagrados (até bíblicos!) com o fim de bons resultados (coisas
moralmente corretas) diz-se que a magia é branca! Existem três classes de magia: a prática (atos bons, simpatias), a cerimonial (com ou sem sacrifícios, diz respeito a agouros e encantamentos) e a eclética (combina as duas primeiras, os atos são reforçados por rituais e orações). Que não nos classifiquemos em nenhum desses tipos! Conheço irmãos amados e sinceros que estão exagerando tais práticas
“positivas” no meio evangélico e gostaríamos de assim possibilitar um pouco mais de reflexão sobre o tema. Opinião é assentimento
sem medo da contraditória. Bem, essa é a minha opinião. Que se levantem os favoráveis e os contrários para tratar a matéria, mas que
o cristão não fique neutro no que diz respeito a práticas religiosas nas
igrejas cristãs. Alguns textos para análise do leitor: Dt.18:10-14; Lv.20:27; Is.3:18- 23; 8:19; Jr.27:9-10; Ez.13:18; 2Tm.3:1-9; At.8:9; 16:16; Ap.9:21; 18:23; 21:8; 22:15.
O Diabo é o Diabo de Deus É muito curioso que o título deste artigo seja estranho para a maioria dos crentes, porque na verdade, ele é uma frase de autoria de Martinho Lutero, o grande reformador. É uma pena que a maioria dos evangélicos saiba tão pouco de sua origem. Lutero, convicto da soberania de Deus, deixa claro que, conquanto Satanás seja maligno e ardiloso, ele também está sob o domínio de Deus. Satanás é responsável por seus próprios atos, mas não pode fazer tudo o que lhe vem à mente, pois Deus é soberano. E não só isso, a sabedoria de Deus é tão elevada que muitas vezes os atos do diabo acabam, em última análise, contribuindo para os propósitos de Deus.
Um exemplo clássico é o caso de Jó. Sem saber, Satanás estava contribuindo até para a formação do cânon bíblico. Se ele não tivesse se proposto a tentar Jó até os seus limites, não saberíamos quão pacientes e perseverantes devemos ser nas tribulações e não entenderíamos as dinâmicas espirituais muitas vezes envolvidas em nossas experiências diárias. Como Deus a ninguém tenta, Jó não teria passado por aquela experiência se não fosse a “valiosa” contribuição de Satanás, que ao acusá- lo diante de Deus, perdeu uma boa oportunidade de ficar calado. Detalhe: Foi a sabedoria de Deus que transformou o mal em bem e foi a Sua soberania que controlou a fúria
do Caluniador. Por isso, ao invés de ficar de olho em Satanás como a maioria dos supostos “guerreiros” envolvidos na batalha espiritual em moda hoje, desfrute o privilégio de manter os olhos fitos em Jesus. Observe que Jó nem suspeitava o que estava acontecendo nos bastidores celestiais. Ele não amarrou Satanás, não fez inventário de vida para quebrar maldições, não fez declarações proféticas e outras
coisas muito badaladas hoje. Jó apenas tomou a atitude de esperar em
Deus. Ele mesmo disse: “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus
planos pode ser frustrado.” (Jó 42:2). É o que Paulo disse: “tudo é dele,
por meio dele e para ele”. (Rm 11:36). Até o Diabo é o Diabo de Deus. Quando Chegar a hora, ele será lançado no lago de fogo e enxofre
sem a menor resistência (Ap 20:10). A grande arma de um crente
contra o maligno continua sendo a mesma de Jó - santificação.


Publicado no Jornal Desafio das Seitas, na edição do terceiro trimestre do ano de 1999

Conclusão: Infelizmente há uma completa falta de discernimento hoje em dia por parte daqueles que estabelecem suas crenças pela via do pragmatismo. Há certos princípios que regem de forma errada a maneira como se lida com certos fatos que envolvem o ocultismo. Por exemplo, pelo fato de um vidente acertar certas predições, isso não faz dele um verdadeiro profeta. A prova disso, é que já descobri em mais de 30 anos de pesquisas, que realmente há certas coisas que realmente aconteceram como foi predito pelos prognosticadores, muitos deles de orientação espiritualista. Assim como muitas curas, muitas delas até mesmo documentadas, no espiritismo e em outras religiões, tem sido um fato comum, mas isso não prova que essas religiões estejam com a verdade, milagres não são provas de que Deus está agindo por intermédio de falsos mestres, nem mesmo acerca de artes divinatórias, mesmo que se  acerte por métodos divinatórios, ainda assim isso não pode ser considerada como uma prova de que é Deus quem está revelando. A bíblia é muito clara sobre essas demandas provocadas pelo espírito do erro (I Timóteo 4: Mateus 4:1 a 11 e 7:15 a 21 Apocalipse 13 etc.) O diabo pode se transformar em um anjo luminoso e promover experiências numinosas e proclamar mensagens por meio de revelações sobrenaturais (Compare Gálatas 1:8 com II Corintios 11:14 e I Timóteo 4:1).  A grande maioria das pessoas que se dizem cristãs a acreditam que Deus trabalha por meio de certas superstições e crendices cristianizadas, é porque milagres acontecem, mas não o milagre que atesta se alguém é um verdadeiro cristão, mas as Escrituras. Infelizmente hoje em dia, a ferramenta espiritual que muitos usam para testar espíritos é um equivoco perigoso e trágico: se funciona então é verdadeiro! O correto seria: é completamente bíblico portanto é verdadeiro, mas infelizmente, até onde sei, poucas, aliás são raríssimas as pessoas que encontrei, que professando serem carismáticas, testam os espíritos pelos princípios estabelecidos pela Palavra de Deus. De fato o único livro que aborda esse assunto, ainda que autor tenha sido  carismático, e o fez de uma forma magistral de modo que o livro é uma boa indicação: Proteção Contra o Engano de Derek Prince, tem sido uma obra que dá as Escrituras a posição de autoridade, e acredito que Prince contribui de forma clara contra as tendências do movimento carismático, que ele denuncia como fracassadas em sua pequena obra. (Clavio J. Jacinto)



Livreto Gratis Sobre Crescimento Espiritual

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Erotismo Gospel: A Nova Onda Musical

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Alguns apologistas tem afirmado com razão que a igreja moderna é doutrinada pela musica que ouve e canta. Acredito piamente que isso seja uma verdade, de certo modo a influencia da musica na formação espiritual do cristão é enorme. Veja que na medida em que o materialismo tornou-se numa espécie de religião consumista que mistura cristianismo, psicológica e vãs filosofias (Colossenses 2:8) são introduzidos dentro da igreja contemporânea, isso é facilitado quando a musica toma o mesmo rumo. De certo modo as tendências mais modernas é transformar o culto em um show com todo o ambiente requintado como de uma “casa noturna”. Outro fato perceptível são as letras, elas apelam para truques psicológicos que refletem bem as tendências da igreja apostata: um triunfalismo existencialista, um amor comprometido com as coisas desse mundo. Assim as letras apelam para o egocentrismo e para o triunfalismo pessoal, de modo que isso emociona muito, e a seqüência é arranjos e nuances que levam o ouvinte a extrapolar em suas emoções pessoais, tendo em vista que a musica serve de paliativo para amenizar completamente as dores emocionais e os anseios puramente materialistas.(Veja II Timóteo 3:1 a 8) Quando falo de materialismo, isso envolve qualquer coisa, mesmo a nível eclesiástico, que apela apenas para a satisfação pessoal de alguém, ainda que de forma encoberta. Por exemplo, o desejo de reconhecimento e fama, a sede de êxito e aplausos. Assim, a explosão da musica gospel seguiu essas tendências, musicas ajustadas as necessidades emocionais e consumistas dos ouvintes, com requintes de elementos comerciais. Musica sacra não está na moda, e em certos círculos soa enfadonho e ultrapassado, mas musicas que emergem do da natureza puramente emocional e psicológica aliado a ritmos dançantes,  são as preferidas hoje em dia. Agora, enquanto escrevo, noto uma nova tendência; a musica erótica espiritual. Suas letras remetem o ouvinte para a idéia de que Cristo é um “namorado”, a paixão é puramente emocional,  e carregada de certos aspectos puramente sensuais, como se o apelativo fosse um forte apelo de emoções de um adolescente apaixonado, uma ânsia por um encontro com Cristo como se ele fosse um marido ou um namorado e na pior das hipóteses um amante. Isso abre o caminho da blasfêmia musical. Essa idéia de tratar a vida espiritual como amado e amante é antiga, ela é o cerne da mística medieval, onde certos religiosos viam a entrada  ao monastério e a devoção á Cristo e a consagração da vida a Ele como uma espécie de “casamento”. Essa tendência mística tinha seus elementos claramente  influenciados por uma teologia erótica espiritual.  A interpretação de Cantares de Salomão levou muitos místicos a essa tendência espiritual. De certa forma, isso parece voltar à moda hoje em dia, principalmente em círculos carismáticos e acredito que isso seja influencia em parte do ecumenismo que se emerge a partir da abertura para uma busca de novas experienciais místicas, o dialogo inter-religioso e o universalismo,  muitos lideres carismáticos atuais  apelam para as técnicas e ensinos dos famosos místicos medievais oriundos do catolicismo. Percebe-se que novos místicos evangélicos como Richard Foster contribuíram muito para a introdução dessas técnicas místicas na igreja emergente. Assim, o comportamento exótico dessa doutrinação romântica tem produzido certos cantores midiáticos que apelam para esse erotismo em suas canções. Longe de uma compreensão do amor ágape, a ênfase é colocada sobre um “Eros” cristianizado. Assim vimos como a musica consegue promover a apostasia à crença numa divindade ajustadas aos moldes dos sentimentos terrenos de seus seguidores. Desenvolver um conceito errado de Cristo, ainda que sob a cobertura de uma rotulação parcialmente bíblica é uma forma de idolatria. As veredas antigas foram marcadas por hinos cristocêntricos e sacros, e essa marca jamais deve ser removida pela igreja contemporânea. Alguns cristãos argumentam que os hinos sacros são antiquados, e não estão mais na moda, mas a verdade é que todas as doutrinas bíblicas e ortodoxas nunca estiveram na moda. Sejamos adoradores verdadeiros, pois essa é uma marca de um verdadeiro cristão.

Clavio J. Jacinto


Uma Breve Nota Sobre o Espiritualismo e o Espiritismo

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 A Resposta do ICP (Instituto Cristão de Pesquisas) sobre o Espiritismo


O espiritismo arroga para si a condição de ser autêntico Cristianismo. Será?
A doutrina espírita nos ensina a praticar o Cristianismo em sua forma mais pura e simples, assim, o espírita procura ser um bom cristão. Ele sente que precisa combater seus próprios defeitos e praticar os ensinamentos de Jesus ("O Espiritismo em Linguagem Fácil", p. 61).

Resposta Apologética:
Para praticar o Cristianismo em sua forma mais pura e simples, em primeiro lugar seria preciso que o espiritismo tivesse sua base na Bíblia e suas crenças fossem as mesmas do Cristianismo histórico. Não é o caso. Daí porque o espi­ritismo usa uma falsa propaganda ao fazer afirmações como as citadas e como outras, entre as quais destacamos:
É preciso que nos façamos entender. Se alguém tem uma con­vicção bem assentada sobre uma doutrina, ainda que falsa, é neces­sário que o desviemos dessa convicção, porém, pouco a pouco, eis porque nos servimos, quase sempre, de suas palavras e damos a impressão de partilhar de suas idéias, a fim de que ele não se ofus­que de súbito e deixe de se instruir conosco. (Destaque nosso).
Então, o texto citado afirma que Allan Kardec reco­menda:
Primeiro: nos servimos... de suas palavras...
Segundo: damos a impressão de partilhar de suas idéias...
Com que propósito? a fim de que ele não se ofusque de súbito e deixe de se instruir conosco...

Extraido da Serie Apologetica do ICP

Conclusão:

Nas suas mais variadas formas, o espiritismo é um dos tentáculos do espiritualismo, este ultimo é um vertente que também parece ter se imfiltrado em muitas igrejas evangélicas que a modo de crerem muitos cristãos que de modo místico ou em experiência de êxtase, rebecem revelações vndas de um mundo espiritual. O problema principal nesse caso é total falta de discernimento, uma vez que uma das principais estratégias de o inimigo é:
1)   Usar de transfiguração, fazendo-se passar por um anjo ou espírito de luz, e engana com muita eficácia (II Coríntios 11:14) inclusive fazendo uso da própria Escritura, usando a tática da falsa exegese (Mateus 4:1 a 11)
2)   Assim pode de certa forma, falsificar o evangelho, adulterando a sua mensagem, e isso ele faz, passando-se por um anjo (Gálatas 1:8)
3)   Assim encontramos advertências claras nas Escrituras (I Timóteo 4:1) que surgiriam demônios doutrinadores e ensinadores, que de certa forma irão usar instrumentos humanos como meio de fazer proliferar doutrinas de demônios, farão uso dos órgãos de fala dos homens e por meio deles farão com que doutrinas que negam os fundamentos do evangelho, inclusive, doutrinas como da substituição penal por meio do sangue derramado de Cristo, a Encarnação da divindade, o retorno triunfante, a ressurreição e vitoria absoluta sobre a morte. Quem tem sobriedade e discernimento entenderá: este não é outro senão o espírito do erro em atividade em nossos dias.  (Clavio J. Jacinto)