A Apologética e o Compromisso Cristão

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A Importância da Apologética Cristã: Fé Racional em um Mundo Cético

 

Cristãos bíblicos devem estar comprometidos com as verdades bíblicas não com o pragmatismo ou o ecumenismo.  Nesses dias de confusão, um retorno para as Escrituras é um meio de manter-se seguro diante das incertezas promovidas pela cristandade apostata.

1. Obediência ao Mandamento Divino

A apologética cristã não é uma opção, mas uma ordem expressa nas Escrituras. Em 1 Pedro 3:15, somos exortados a "santificar a Cristo como Senhor em nossos corações, estando sempre preparados para responder a todo aquele que nos pedir razão da esperança que há em nós, com mansidão e temor". Essa disposição vai além de possuir informações; envolve a capacidade e o desejo de transmitir as verdades em que cremos, oferecendo justificativas racionais àqueles que questionam nossa fé.​

Esteja certo de que defender a fé que uma vez foi dada aos santos é uma atividade constante de quem de fato é santo! (Judas 3)

2. A Razão como Dom de Deus

Deus criou o ser humano à Sua imagem, dotando-o da capacidade de raciocinar (Gênesis 1:27; Colossenses 3:10). É natural que o crente reflita sobre sua fé. Jesus não exigiu fé cega; Ele apresentou evidências sólidas de Sua divindade. A fé cristã, portanto, não é irracional, mas está fundamentada em provas e argumentos coerentes.​

A voz de um Elias não pode ficar sufocada com as ameaças dos falsos profetas, Deus será com os fieis, os apostatas sofrerão o juízo divino!

3. Necessidade dos Incrédulos

Vivemos em um mundo onde o ceticismo é crescente. Muitos exigem evidências antes de crer. A apologética oferece respostas racionais às objeções, mostrando que a fé cristã é lógica e baseada em fatos históricos e filosóficos. Como escreveu um cristão antigo: "Enquanto há tempo, cada um deve testar e ter certeza, sem sombra de dúvida, se a fé que possui é verdadeira”. ​

Quando Cristo disse que somos  a luz do mundo, isso significa acima de tudo que um incrédulo que se encontra na escuridão espiritual sabe que temos uma direção certa porque temos luz.

4. Fortalecimento da Fé dos Crentes

A apologética não apenas responde aos céticos, mas também fortalece os crentes. Ao compreender as bases racionais da fé, os cristãos se tornam mais confiantes e preparados para enfrentar desafios espirituais e intelectuais. Ela serve como um alicerce sólido em tempos de dúvida.​

5. Evangelismo Eficaz

Em um mundo pluralista, a apologética é uma ferramenta essencial para o evangelismo. Ela permite que os cristãos compartilhem sua fé de maneira relevante e convincente, abordando as preocupações e objeções específicas de diferentes audiências. Ao demonstrar respeito e compreensão, a apologética abre portas para diálogos significativos sobre o evangelho

Conclusão

A apologética cristã é vital para a defesa e propagação da fé. Ela nos equipa para obedecer ao mandamento bíblico de estar sempre prontos para responder sobre nossa esperança, utilizando a razão que Deus nos concedeu, alcançando os incrédulos e fortalecendo os crentes. Em um mundo que frequentemente questiona a fé, a apologética se apresenta como uma ponte entre a fé e a razão, mostrando que o cristianismo é não apenas verdadeiro, mas também racionalmente defensável. ​

Nos últimos dias, a necessidade de uma vigilância espiritual é urgente e uma posição de compromisso inegociável com as verdades bíblicas um divisor de águas, para identificar quem de fato é um salvo e quem é enganado e iludido.

 

C. J. Jacinto

 

nal em um Mundo Cético

 

Cristãos bíblicos devem estar comprometidos com as verdades bíblicas não com o pragmatismo ou o ecumenismo.  Nesses dias de confusão, um retorno para as Escrituras é um meio de manter-se seguro diante das incertezas promovidas pela cristandade apostata.

1. Obediência ao Mandamento Divino

A apologética cristã não é uma opção, mas uma ordem expressa nas Escrituras. Em 1 Pedro 3:15, somos exortados a "santificar a Cristo como Senhor em nossos corações, estando sempre preparados para responder a todo aquele que nos pedir razão da esperança que há em nós, com mansidão e temor". Essa disposição vai além de possuir informações; envolve a capacidade e o desejo de transmitir as verdades em que cremos, oferecendo justificativas racionais àqueles que questionam nossa fé.​

Esteja certo de que defender a fé que uma vez foi dada aos santos é uma atividade constante de quem de fato é santo! (Judas 3)

2. A Razão como Dom de Deus

Deus criou o ser humano à Sua imagem, dotando-o da capacidade de raciocinar (Gênesis 1:27; Colossenses 3:10). É natural que o crente reflita sobre sua fé. Jesus não exigiu fé cega; Ele apresentou evidências sólidas de Sua divindade. A fé cristã, portanto, não é irracional, mas está fundamentada em provas e argumentos coerentes.​

A voz de um Elias não pode ficar sufocada com as ameaças dos falsos profetas, Deus será com os fieis, os apostatas sofrerão o juízo divino!

3. Necessidade dos Incrédulos

Vivemos em um mundo onde o ceticismo é crescente. Muitos exigem evidências antes de crer. A apologética oferece respostas racionais às objeções, mostrando que a fé cristã é lógica e baseada em fatos históricos e filosóficos. Como escreveu um cristão antigo: "Enquanto há tempo, cada um deve testar e ter certeza, sem sombra de dúvida, se a fé que possui é verdadeira”. ​

Quando Cristo disse que somos  a luz do mundo, isso significa acima de tudo que um incrédulo que se encontra na escuridão espiritual sabe que temos uma direção certa porque temos luz.

4. Fortalecimento da Fé dos Crentes

A apologética não apenas responde aos céticos, mas também fortalece os crentes. Ao compreender as bases racionais da fé, os cristãos se tornam mais confiantes e preparados para enfrentar desafios espirituais e intelectuais. Ela serve como um alicerce sólido em tempos de dúvida.​

5. Evangelismo Eficaz

Em um mundo pluralista, a apologética é uma ferramenta essencial para o evangelismo. Ela permite que os cristãos compartilhem sua fé de maneira relevante e convincente, abordando as preocupações e objeções específicas de diferentes audiências. Ao demonstrar respeito e compreensão, a apologética abre portas para diálogos significativos sobre o evangelho

Conclusão

A apologética cristã é vital para a defesa e propagação da fé. Ela nos equipa para obedecer ao mandamento bíblico de estar sempre prontos para responder sobre nossa esperança, utilizando a razão que Deus nos concedeu, alcançando os incrédulos e fortalecendo os crentes. Em um mundo que frequentemente questiona a fé, a apologética se apresenta como uma ponte entre a fé e a razão, mostrando que o cristianismo é não apenas verdadeiro, mas também racionalmente defensável. ​

Nos últimos dias, a necessidade de uma vigilância espiritual é urgente e uma posição de compromisso inegociável com as verdades bíblicas um divisor de águas, para identificar quem de fato é um salvo e quem é enganado e iludido.

 

C. J. Jacinto

 

A TORRE DE BABEL E A PÓS-MODERNIDADE

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A TORRE DE BABEL E A PÓS-MODERNIDADE

 

Gênesis 11:1 a 6

Como um evento histórico revelam as tendências de nossa época 

 

A torre de Babel é a representação do esforço humano de independência, auto-suficiência e auto-redenção, na definição, na sua raiz profunda, a confusão! Um oposto de trevas e de esclarecimento espiritual, pois a construção da torre exigiu sabedoria como engenharia civil, então nela encontramos a dura lição de cegueira espiritual é compatível com uma intelectualidade avançada. Na Torre, há um grito humanista “Façamos” é uma unidade coletiva, a força da civilização em direção a uma unificação. Há uma vontade determinada em movimento, a criação de um ideal distópico, é uma força dinâmica que promove um ideal elevada; “Façamos uma torre”. Esse é o grito primal do homem Adâmico, o clamor da independência, um processo de queda que se desenvolve pela elevação do orgulho, esse é o Grito “subirei acima nos céus e além das estrelas” (Isaías 14:13) é um meio de expressão, uma coletividade rebelde dizendo: “Estamos aqui” “somos fortes” somos importantes” “queremos independência” lavrada na alma manchada pelo pecado está o “queremos ser como Deus” “queremos nosso lugar nas alturas”.

 

O símbolo da modernidade são as torres, elas representam o domínio total da tecnologia, o controle da humanidade e a quebra do sigilo e a invasão da privacidade. Também os grandes edifícios mostram a opulência da civilização atual, a construção de mega-estruturas, para a concentração de pessoas, é a marca do consumismo, do orgulho humano, da opulência, prosperidade de um capitalismo enfermo. Na antiguidade eram as pirâmides e os zigurates, e o fim deles foi uma trajetória de tragédias, pois já desgastadas pela opulência, as magistrais estruturas dos templos dos povos ameríndios serviam para o sacrifício humano, um anátema que a humanidade nunca deixou, portanto, a sequência sempre será a perpetuidade dessa arrogância, o aborto cumpre muito bem o papel de sacrifício humano no contexto da religião humanista.

 

A torre de Babel também é o símbolo do empoderamento político, é um progresso organizado, a união de todos por uma causa só, não queremos uma religião que nos prenda, queremos a liberdade de subir, alcançar as estrelas, queremos a independência, chegar num “ponto Ômega” assim, é a primeira tentativa de uma ordem mundial unificada, estejamos todos juntos e iremos expulsar a religião de nossas escolas, de nossos edifícios, de nossas instituições e de nossos livros. Se há uma suprema majestade nas maiores alturas, também há um homem fomentado pela força intelectual capaz de desenvolver um projeto de subida acima das estrelas. Se for possível alcançar o trono de Deus, também será possível expulsá-lo de lá.

 

Em suma. Babel é o esforço humano de alcançar uma imortalidade sem a ajuda de Deus, é filosoficamente o trans humanismo, politicamente o marxismo, religiosamente o paganismo e todas as religiões centradas no suor humano como meio licito de obter a graça divina, esotericamente é a reencarnação, cientificamente é o darwinismo cultural, é o desastre humano.

 

Todo esse processo de edificação da Torre gera poluição, isso obscurece a visão da própria altura em que seus mestres e simpatizantes se erguem. Não conseguem perceber que o poder das alturas, a subida no poder sempre tende a causar um impacto maior numa queda. Está no coração humano essa disputa pela evidência, a postura engendrada nos degraus de títulos, a receber os holofotes do sucesso secular. Um homem que sobe os degraus do poder, quase sempre tende a cair, é necessário ter um coração muito puro para permanecer imune do orgulho e da corrupção quando se está em uma posição de poder e de destaque. Quanto mais se dá louvor, veneração, admiração elogios, aplausos a um homem, quanto mais se dá autoridade a ele, mais e mais o diabo duplicará todas as tentações para que ele se torne mais orgulhoso, mais arrogante, mais cego, mais corrupto e como o monarca babilônico, ele se sentirá como uma suprema divindade sentindo que toda a Babilônia está sob suas mãos e que ela subsiste porque ele a construiu.

 

Não é admirável que os homens da Torre de Babel tenham um sentimento similar de orgulho e de arrogância? Naquele momento da história a colmeia humana era o símbolo da rebelião, a evidência de que os filhos de Adão ainda estavam dispostos a contrariar a palavra de Deus, a ordem divina era se espalharem sobre à terra, a decisão deles foi: “não queremos uma ordem divina, não queremos um mandamento para obedecer, não queremos se submeter a nada mais do que aos nossos próprios instintos e desejos” “queremos liberdade de pensamento, escolher o que é melhor para nós.” O dilúvio foi a lição esquecida, e temo que os cidadãos desse presente século maligno esteja se esquecendo das lições dos dias de Noé (Mateus 24:39)

 

Ainda desejo salientar que a Torre foi erguida para que todos estivesse em um mesmo lugar, funcionaria como uma espécie de prisão sem grades, uma vida circular, limitada sob uma rotina de subir e descer, seus cidadãos seriam presos por uma rotina tecida sobre um ideal de conquistas espaciais e atemporais, a liberdade que tanto aspiravam era circular, girando em torno de uma impossibilidade, pois a ruptura da Torre era evidente, o esquema humano chegaria ao fim, e não pense que foi um desastre, pois se continuassem erguendo andares sobre andares, a queda posterior por consequência da cegueira produzida pelo orgulho seria catastrófica! Então Deus interveio na história humana, a pergunta a seguir é: para onde a tecnologia nos levará com suas torres de controle e domínio? Quando Deus intervier na história, você estará na torre ou fora dela?

Livro Sobre Papado e Ecumenismo

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Livro : Será que o “Papa” Escravizará os Cristãos?

Magnifico livro do ex-padre Dr Anibal Pereira Reis:

https://www.ebookscristaos.inf.br/_files/ugd/2930e2_00bd82dbecb741e491c7220d3a8019a0.pdf

 

Todos os livros do Dr Anibal Pereira Reis (Um verdade tesouro de conhecimento sobre o romanismo) vale muito, mas muito a pena ler todos, as versões disponiveis em PDF.

Indicado aos

Evangélicos superficiais, cripto-ecumenistas, crentes nominais, e um grupo a parte, que não deve ser confundido com os anteriores, novos convertidos e cristãos comprometidos com a verdade e discernimento:

A versão eletrônica dos livros pode ser adquirida totalmente grátis (Glórias ao Senhor Jesus por isso!) nesse endereço:

https://www.ebookscristaos.inf.br/anibal

Ecumenismo e o Sentimento de Confraternização Universal com o espírito erro

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O Ecumenismo, como afirmava o saudoso pastor Aníbal Pereira Reis, é uma tática política antiga, remonta a era dos césares romanos, que tinham o objetivo de unificar o reino político sob a universalização de uma religião sincretista, representada no sistema universalista do Pantheon, a união de todas as crenças e deuses.

Isso significa uma tolerância com todas as heresias e desvios, não significa evitar os hereges, mas a consolidação de uma comunhão de opostos, uma aberração travestida de unidade para a paz, mas, na verdade o que está por trás é o oposto, é a argumentação de massacrar e assassinar todos os opositores. Cristãos cegos, simpatizantes da causa não entendem sobre essa armadilha. (E já vimos isso de forma descarada no comportamento de muitos evangélicos na ocasião da morte do Papa)

Aníbal Pereira Reis ainda explica: “Em 325, Constantino, convocou e presidiu o concílio de Niceia, o primeiro concílio ecumênico. Durante a sua celebração efetivou-se oficialmente a instalação do catolicismo quando o imperador atribuiu o nome católico (N. A. Universal no sentido ecumênico, a sucção de todos os elementos da cristandade da época num único caldeirão sob a liderança de um pontificado) ao grande grupo dos cristãos nominais, adesistas da sua política ecumênica” (Consolidação do ideal veio mais tarde no Cânone Vicentino no século V)

A universalização da cristandade foi impulsionada por sistema rígido de domínio, perseguição e intolerância contra todos os outros grupos que não aderiram ao sistema imperialista que vai se consolidar posteriormente como um “sacro” império romano. (N. A. Judeus, valdenses, cátaros, etc.) Muitos reis europeus na era dos navegadores tinham em mente expandir o “reino de Deus” estabelecido na terra pela igreja católica, a universalização da cristandade, Nigel Cliff, no seu magnífico livro “Guerra Santa, Como as Viagens de Vasco da Gama Transformaram o mundo”(Globo Livros) mostra de maneira magistral e bem documentado, como essas explorações marítimas para a expansão do suposto “reino de Deus” provocou extermínios e o genocídio de comunidades muçulmanas, o termo “guerra santa” provavelmente se origina nessa cristandade apostata, não entre os militantes Islâmicos atuais.

O adjetivo católico foi uma ideia constantiniana, no Novo Testamento o termo nunca é aplicado a igreja, somente as epístolas que foram escritas para serem lidas em todas as assembleias locais.

Assim como o ecumenismo não é uma ideia estabelecida no Novo Testamento, Paulo apelou mais para a separação dos hereges do que uma unidade com eles.

 

As igrejas eram locais, nunca foram chamadas de católicas e universais, Das 73 vezes que é mencionada no Novo Testamento, nunca está associada ao adjetivo mencionado, mas a cidade onde está localizada

 

“A Igreja de Deus que está em Corinto” (I Coríntios 1:2)

 

“A igreja que está em sua casa” (Colossenses 4:15 veja também Filemon 1:2)

 

“Igreja dos Tessalonicenses em Deus” (II Tessalonicenses 1:1)

 

“A igreja em Esmirna” (Apocalipse 2:8)

 

“A igreja que está em Pérgamo” (Apocalipse 2:12)

 

“A Igreja que está em Tiara” (Apocalipse 2:18)

 

“A Igreja que está em Sardes” (Apocalipse 3:1)

 

“A Igreja que está em Efeso” (Apocalipse2:1)

 

“A igreja que está em Filadélfia” (Apocalipse 3:7)

 

“a igreja que está em Laodiceia” (Apocalipse 3:14)

 

Mas o leitor pode perguntar, mas o autor aos Hebreus não menciona a universal assembleia dos santos? (Hebreus 12:23 ACF) O contexto é claro que não se trata de organização institucionalizada, não é um tratamento ecumênico, mas uma abrangência total de todos os salvos nos registros celestiais, e futuramente em uma unidade de redimido de todos os tempos. Portanto, devemos entender que o contexto de Hebreus é outro, a ideia é de uma assembleia solene onde reúne todos os salvos num evento singular.

 

“Igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (I Timoteo 3:15)

O movimento ecumênico ganhou força a partir do concílio Vaticano II, protestantes também tomaram iniciativas de uma unidade, na verdade, um retorno. H. L. Heijkoop no seu Livro “O Porvir” na página 51, após discorrer acerca do fim dos tempos, fala acerca da possibilidade do retorno de protestantes ao seio do catolicismo (Mais uma vez, um dispensacionalista vendo o futuro com acerto!)

Veja a Sua declaração: “Que a grande prostituta representa o cristianismo nominal é um fato suficientemente claro. Roma terá a direção. Será possível o regresso do protestantismo ao seio da igreja madre?” (O Porvir. H L. Heijkoop Deposito de Literatura Cristã. Lisboa. 1981 Pagina 51)

Não é admirável que o progressismo, a teologia da libertação, o marxismo cultural, ganhe cada vez mais aceitação dentro do neoevangelicalismo?

Há todo um processo de envernização do engano, como foi na época de Constantino, atualmente esta sedução vem em forma de “justiça social”, em “Ecumenismo O Retorno para Babel” (Actual Edições), Michael Urban, afirma: “O que o movimento ecumênico busca a proteção da natureza e a justiça para todos. Seu sonho é ver as pessoas juntas em harmonia, estabelecendo a união entre o cristianismo e as demais religiões” (Pagina 78) É obvio! Perseguindo como inimigos de “Estado” desse tão “elevado” ideal, aqueles que discordam da pauta política/ecumênica! Como a resistência antinazista alemã foi perseguida por ir contra os ideais “elevados” da implantação de uma era áurea milenar defendida pelo III Reich.

Os ministros de Satanás se transfiguram em ministros de justiça, essa é a grande jogada de satanás para os últimos tempos, e todos os cegos espirituais serão seduzidos por esse discurso dourado que enganação generalizada.

Hoje vimos como sociedades biblicas produzem bíblias oriundas do texto critico, tendo ampla aceitação do catolicismo, como uma forma de crenças compartilhadas e unidade religiosa. E essa aceitação ocorre de forma descarada por cristãos que se dizem conservadores, a unidade de versões bíblicas de aceitação universal é um passo gigante para estabelecer um movimento ecumênico.

 

 

C. J. Jacinto