A SUPREMA IMPORTÂNCIA DO ESTUDO BÍBLICO

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O indivíduo deve aceitar que a Bíblia é a Palavra de Deus pela fé, pois "sem fé é impossível agradar a Deus, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam" (Hebreus 11:6).

Ao mesmo tempo, a fé bíblica não é um salto cego no escuro. É confiança no Registro que Deus deu, pois "a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus" (Romanos 10:17). Os escritores da Bíblia nos explicam que eles não estavam entregando fábulas engenhosamente inventadas, mas um registro divinamente inspirado baseado em "muitas provas infalíveis" (Atos 1:3; 2 Pedro 1:16).

David Cloud em: A Prova da Bíblia.

 

Uma vez que estamos cientes de que a palavra de Deus é lâmpada para nossos pés e luz para o caminho, segue-se o caminho sensato de que a sobriedade espiritual não vem senão por intermédio de uma vida de oração e muita leitura e estudo da bíblia. Quanto ao cristão que deseja ser remanescente e permanecer fiel diante da crise espiritual que caracteriza o fim dos tempos, é necessário que ele priorize o estudo das Escrituras se deseja andar na luz da verdade. Ler, estudar e aplicar as Escrituras é andar segundo o conselho, vontade e instrução do Espírito de Deus, de modo que quanto mais um homem é cheio do Espírito Santo, mais ele será bíblico.  Muitos equívocos foram promovidos no passado, entre eles está a crença supersticiosa de que um homem cheio do Espírito santo se comporta como um embriagado ou um esquizofrênico! Um homem cheio do Espírito Santo é um homem que tem suas emoções absolutamente controladas e tem um comportamento extremamente temperado!

Agora deixe-me dizer algo mais, o homem cheio do Espírito Santo é o homem que pratica a Palavra de Deus, ele não tem outro desejo senão viver para a glória de Deus, ele ama as Escrituras de tal modo, que está disposto a ouvir bons expositores sem se importar a duração de um sermão e ele deseja permanecer muito tempo no estudo das Escrituras, ainda que tenha que atravessar parte da noite pois ele desfruta muito dos ensinos do livro sagrado. O estudo das Escrituras trazem benefícios extraordinários, Moisés escreveu em Deuteronômio 32:2: “Goteje a minha doutrina como chuva, destile a minha palavra como orvalho, como chuvisco sobre a erva e como gotas de água sobre a relva” A frutificação espiritual não ocorre senão quando nosso espírito é irrigado pela Palavra de Deus. Num contexto mosaico, a chuva, o orvalho e as gotas de águas eram de um significado importantíssimo, pois no oriente médio a benção do orvalho refrescante amenizava aqueles que se submetiam a uma temperatura causticante. A germinação e a fertilidade do solo dependiam das gotas de chuvas e do chuvisco que caia sobre uma sementeira.

Assim nossa vida espiritual ganha vigor e refrescância e frutifica na medida em que a Palavra de Deus é destilada como orvalho em nosso coração.

O cristão que interage com as Escrituras, segue o caminho dos apóstolos e da igreja do Novo Testamento, o zelo foi louvável pelo Espirito Santo em Atos 17:11.  Abrir a Biblia e estudá-la é entrar num lugar santo, seguimos por excelência a regra dos apóstolos, eles não tinham um “magistério” eles tinham o Espírito Santo e o Antigo Testamento como inicio para uma caminhada para dentro da mente de Deus.

O método exegético deles era uma direção segura, Abner Chou no livro “A Hermenêutica Bíblica” afirma:

“Os escritores do Novo Testamento não desviam nem se desconectam desse procedimento, mas reforçam e completam; eles também foram exegetas que se atentaram a cada frase e palavra, bem como ao próprio contexto das passagens. Os apóstolos foram também teólogos que conheciam o contexto maior das Escrituras; estavam cientes da interconexão do Antigo Testamento; e, por meio de novas revelações, desenvolveram os temas, idéias e ramificações iniciados por seus predecessores.   Quando ficamos confusos com as conclusões dos apóstolos, na verdade encontramos sua lógica expressa textualmente na intertextualidade do Antigo Testamento. Ao invés de desvalorizar a intenção do autor, eles se basearam nela; esse é um fator que nos ajuda a rastrear sua teologia”

A intimidade com o contexto imediato e distante e o conhecimento da mente de Deus revelada nos escritos sagrados disponíveis naquela época, foi o caminho seguro, oposto dos judeus que examinavam as Escrituras que testificavam a respeito de Cristo e não conseguiram enxergar o testemunho de Cristo nos escritos de Moisés, salmos e profetas, e em certo sentido, alguns como os saduceus, caíram em grosseiras heresias como a negação da ressurreição e de um mundo espiritual.

 

C. J. Jacinto

Anticristo

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Seu nome nos apresenta um dos assuntos mais solenes e agourentos da Palavra de Deus. Um anticristo — alguém absolutamente oposto a Jesus Cristo — somos informados, virá (1 João 2:18). O espírito do anticristo já está no mundo, negando a vinda de Jesus Cristo na carne, seja no passado (1 João 4:3) ou no futuro (2 João 7).

Este espírito do anticristo, agora possuído por muitos, culminará em uma pessoa, o Anticristo, que negará tanto o Pai quanto o Filho (1 João 2:22).

Que ele é um único indivíduo é claramente ensinado em 2 Tessalonicenses 2, onde ele é chamado de "o homem do pecado... o filho da perdição" — "o ímpio", o iníquo.

Assim como Cristo é a imagem expressa de Deus (Hebreus 1:3), assim parece que o anticristo é a manifestação culminante de Satanás, "o príncipe deste mundo" (João 14:30). Sua vinda é "segundo a operação [energia, ou operação interior] de Satanás, com todo o poder, e sinais, e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça..." (2 Tessalonicenses 2:9-10)

Ele será uma “forte [ou interior] ilusão” para aqueles que não crêem na verdade (2 Tessalonicenses 2:3-12).

Este mistério da Iniqüidade já operou nos dias do apóstolo, mas houve um poder impeditivo, que, cremos, é o Espírito Santo, em Sua manifestação presente, ou ofício, a saber: como o reprovador do mundo e reunidor da Igreja. Quando Ele, o que restringe, for tirado do caminho (ou do meio), no arrebatamento da Igreja, então o mistério será desvendado, e o Iniqüidade será revelado (2 Tessalonicenses 2:7-8).

Ele será recebido, até mesmo pelos judeus (João 5:43), que, tendo retornado à sua própria terra e reconstruído seu templo, farão um tratado com ele, chamado pelo profeta de aliança com a morte e um acordo com o inferno (Is. 28:14-18). E o anticristo se exaltará acima de tudo o que é chamado Deus, ou que é adorado, de modo que ele como Deus, se assentará no templo de Deus (o templo reconstruído em Jerusalém) e se mostrará Deus. 2 Tess. 2:4. Sem dúvida, ele é o rei descrito em Dan. 11:36, etc., que fará de acordo com sua própria vontade e se engrandecerá acima de todo deus. Novamente, ele é visto como a besta descrita em Apocalipse 13:11-18 cujo número é o número de um homem, 666, e que realiza "grandes maravilhas ... e engana os que habitam sobre a terra", por meio de seus milagres, e tem o poder de matar aqueles que não adoram a imagem da besta. E novamente ele é visto em Lúcifer, ou a estrela do dia, de Isaías 14:12-16, de quem o rei da Babilônia era um tipo, e que enfraquece as nações, exalta seu "trono acima das estrelas de Deus" e se senta "no monte da congregação".

Tal, em resumo, é o quadro terrível que a Escritura nos dá deste grande oponente de Cristo. Muitos pensam que ele já foi manifestado em Antíoco Epifânio — ou os Papas de Roma — ou Maomé e seus sucessores, todos os quais consideramos errôneos. Os Papas receberam sua exaltação e poder, como os pretensos vigários de Cristo, e não como Seu oponente. É um grande erro, portanto, chamá-los de anticristo, ou o oponente. Antíoco foi, sem dúvida, um tipo de anticristo. E em sua oposição à adoração de Jeová, seu sacrifício dos porcos odiados no templo e seu tratamento implacável aos judeus, ele nos deu um quadro em miniatura do que o anticristo final fará. Mas ele faleceu muito antes de Paulo e João escreverem sobre o anticristo que viria. Da mesma forma, Maomé pode ser, em algum sentido, um tipo, mas isso é tudo.

Não, o anticristo ainda está no futuro, e ele não será manifestado até que a verdadeira Igreja tenha sido levada, no arrebatamento, como descrito em 1 Tessalonicenses 4:16-18. Pois Paulo diz (2 Tessalonicenses 2:1-2; 7): "Nós vos rogamos, irmãos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com Ele," — isto é, por este mesmo fato do arrebatamento, sobre o qual ele havia escrito anteriormente (1 Tessalonicenses 4:16-18), e que deve ocorrer primeiro antes que a apostasia chegue ao máximo, e o homem do pecado seja revelado. Isto é confirmado pelo versículo 7. O Espírito Santo, que, enquanto ele está reunindo a Noiva (1 Corintios. 12:12-13; Efesios. 4:30), reprova o mundo do pecado, da justiça e do julgamento (João 16:8), irá, quando ele for tirado do caminho, arrebatar a Noiva para encontrar o Senhor no ar, deixando a igreja apóstata, o Israel adúltero e o mundo ímpio, para acreditar em uma mentira (2 Tess. 2:11), e então o iníquo será revelado. Louvado seja Deus, que a Igreja deve ser guardada desta hora terrível de tentação (Lucas 21:36; Apocalipse 3:10). Ela estará com seu Senhor (1 Tessalonicenses. 4:17-18; 5:9-10), enquanto o mundo é governado pelo anticristo.

Mas, embora o anticristo se exalte tanto e governe o mundo com tanto poder, ainda assim "chegará ao seu fim, e não haverá quem o ajude" (Daniel 11:45). O Senhor o destruirá "com o esplendor da sua vinda" (2 Tessalonicenses 2:8), quando Ele vier, com os Seus santos, para executar o julgamento sobre os ímpios (Judas 14-15). Sim, ele será "lançado ao inferno [sheol], aos lados do abismo". Aqueles que o virem olharão atentamente para ele e o considerarão, dizendo: "É este o homem que fazia tremer a terra, que abalava os reinos; que punha o mundo como um deserto, e destruía as suas cidades?" Isaías 14:15-17.

Gostaríamos de chamar atenção especial para o fato de que o anticristo nega o Pai e o Filho (1 João 2:22), e que as palavras gregas em 2 Tessalonicenses 2:7-8 poderiam ser traduzidas como "o mistério da iniquidade" — "o iníquo". Isso, pensamos, dá um significado alarmante ao trio ateu e sem lei do socialismo, niilismo e anarquia, que se espalha tão rapidamente em nossos dias e que busca acabar com todas as leis relacionadas ao casamento, propriedade, etc.

Pode ser que estes sejam os precursores imediatos do anticristo. De qualquer forma, ele certamente está chegando, e triste mesmo é o pensamento de um mundo sem Deus, correndo para tal culminância do mal.

De Jesus is Coming, de W. E .B. 3ª rev. Nova York: Fleming H. Revell, ©1908. Capítulo 12.

Extraido de:  https://www.wholesomewords.org/etexts/blkstone/coming5.html

Contra a Heresia do Purgatório Protestante

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UM PURGATÓRIO PROTESTANTE?

 

C. J. Jacinto

 

Watchman Nee é bem conhecido no Brasil e seus escritos tem boa aceitação e apreciação entre os evangélicos daqui. Editoras sérias se comprometeram em publicar vários de seus livros, e eu particularmente fui muito beneficiado pelos escritos de Nee (Mesmo não concordando com todos os seus ensinos), em particular, “O Poder Latente da Alma” a obra que consolidou minha visão sobre a natureza maligna dos fenômenos  paranormais e do espiritualismo. Mesmo assim, Nee nem sempre foi ortodoxo em suas crenças, e talvez a mais emblemática e problemática tenha sido a sua visão herética acerca de um “purgatório protestante” um erro colossal que tem sido pouco discutido entre nós.

Sua heresia vem de um livro: “O Dano da Segunda Morte” que foi publicado no Brasil, na época em que o movimento Arvore da Vida ainda estava associado ao movimento da Igreja Local de Wintess Lee.

Watchman Nee defendeu a idéia que uma classe de cristãos padecerão por pelo menos mil anos no fogo do inferno, esses cristãos de “segunda classe” precisarão passar por um processo de purificação de suas iniqüidades enquanto os “mártires” desfrutarão no reino milenar com Cristo. Nee ensina: “Evidentemente, embora possa sofrer a Geena de fogo, ele não sofrerá para sempre, mas sofrerá somente durante a era do reino” (1) e “O fogo é um fogo eterno, mas aqui não diz que eles permanecerão no fogo eterno para sempre. O que o Senhor Jesus não disse é tão significativo quanto o que Ele disse. Se uma pessoa tornou-se cristã, mas suas mãos ou pés pecam o tempo todo, ela sofrerá a punição do fogo eterno na época do reino dos céus, ela não sofrerá essa punição eternamente, mas apenas na era do reino” (2)

Esse ensino apresenta vários problemas sérios, o primeiro envolvendo a natureza da eficiência da expiação que foi realizada por Cristo na cruz, bem como o propósito pelo qual foi criado o inferno. Mesmo que Watchman Nee tenha em outros livros posições doutrinarias que são ortodoxas, a que abordamos aqui é um ensino perigoso. Não posso me omitir desse fato mesmo que aprecie alguns livros dele.

O inferno, declarou Jesus em Mateus 25:41 foi criado para o diabo e seus anjos, o que envolve a danação eterna e nunca um meio de purificação de pecados (Veja também Apocalipse 19:20 e Judas 1:7 onde o fogo exerce a função de juízo e condenação de Sodoma e Gomorra) Watchman Nee arrancou textos de seus devidos contextos e não usou uma boa exegese para interpretar dos versículos que usou para defender essa idéia herética (Usando como base os mesmos textos que o apologistas católicos usam para defender a doutrina do purgatório, exemplo Mateus 8:12 etc) A purificação de nossos pecados só pode ser processada de modo eficiente e isso é uma doutrina absolutamente biblica, pelo sangue de Cristo, somente pelo sangue de Cristo pode ser efetuado uma obra de purificação dos pecados “O sangue de Jesus nos purifica do nosso pecados” (I João 1:7) “Pelo seu sangue seremos por ele salvo da ira” (Romanos 5:9) não o fogo das trevas exteriores, repito, não o fogo do lago de fogo, mas o sangue de Cristo!

Nee recorre à confusão a fazer distinção entre a segunda morte e o dano da segunda morte. “Entretanto, durante o milênio, os cristãos derrotados sofrerão o dano da segunda morte? Obviamente tal tratamento não será igual ao que os incrédulos terão, pois não será para a eternidade. Se um cristão estiver unido ao mundo e se ele amar o mundo e as coisas do mundo, o Senhor permitirá que ele participe da corrupção do mundo, para sofrer um pouco daquilo que os incrédulos sofrerão” (3). Creio que, segundo as Escrituras, uma leitura bem cuidadosa de Romanos 8 e I João 3 aborda a questão da natureza do cristão, se ele é mundano e carnal, ele não é verdadeiro cristão, se vive na pratica do pecado, não é filho de Deus. O verdadeiro cristão tem uma promessa, Cristo afirmou que o outro Consolador virá para morar para sempre com os redimidos (João 14:16) nesse caso, o Espírito Santo vai ficar mil anos no fogo do inferno  acompanhando o redimido? Cristo fala acerca do verdadeiro cristão, ele não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida (João 5:24, veja também João 10:28 Daniel 12:2) Essa certeza está fundamentada no fato de que o resgate de um redimido ocorre pelo sangue divino, e unicamente através desse sangue (Atos 20:26) pois nos é dito que a purificação dos pecados ocorre através de Cristo que deu a si mesmo em preço de redenção (I Timóteo 2:6 veja também Hebreus 9:14) Assim, testifico, pelas Escrituras que a purificação de nossos pecados ocorre somente através do sangue de Cristo: “Temos a redenção pelo seu sangue” (Colossenses 1:14) e ainda lemos mais: pelo Seu próprio sangue Cristo efetuou uma eterna redenção (Hebreus 9:12) nossa reconciliação se dá através do sangue de Cristo e através da Sua mediação (I Timóteo 2:5 e Colossenses 1:20 com Efésios 2:13) Não através do fogo da punição eterna.

A idéia de que o fogo do inferno tem efeitos purificadores não tem sustentação bíblica, diminui os méritos do sangue que foi derramado no Calvário, enfraquece a doutrina ortodoxa da obra consumada e perfeita de Cristo na cruz, enfraquece a suficiência do sangue remidor, não faz parte do cristianismo histórico do Novo Testamento, trata-se de uma heresia produzida por uma exegese falha. Infelizmente Watchman Nee errou nesse quesito, como também apresentou outras áreas doutrinarias que demonstrou confusão. Essa heresia de Watchman Nee e posteriormente defendida também por Witness Lee, deve ser não somente combatida, mas completamente rejeitada.

 

 

 

(1)                      O Dano da Segunda Morte Pagina 106

(2)                      Idem Pagina 105

(3)                      Idem Pagina 119

Contra a Heresia da Evolução

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Evolução é Paganismo

Por

 Heath Henning

 

 

A moderna “teoria” da evolução, embora não seja uma teoria de acordo com a definição científica, é uma teoria que carrega raízes antigas no paganismo. “O diretor evolucionista do Museu Americano de História Natural do início do século XX, Henry Fairfield Osborn, mostrou em seu livro From the Greeks to Darwin … que todas as ideias essenciais da teoria de Darwin podem ser encontradas nos escritos dos gregos antigos[.]” Osborn escreveu: “A evolução atingiu sua plenitude atual por meio de adições lentas em vinte e quatro séculos. Quando as verdades e absurdos da especulação e observação grega, medieval e dos séculos XVI a XIX são reunidos, fica claro que eles formam um todo contínuo, que as influências do pensamento inicial sobre o posterior são maiores do que se acreditava, que Darwin deve mais até mesmo aos gregos do que jamais reconhecemos.”  Ele reconheceu que “a evolução, como uma explicação natural da origem das formas superiores de vida, sucedeu à antiga mitologia e autoctonia na Grécia, e desenvolveu-se a partir dos ensinamentos de Tales e Anaximandro para os de Aristóteles”. 

Osborn expressou: “Tales também foi o primeiro da longa linha de filósofos naturais que olhou para a grande extensão do oceano-mãe e declarou que a água era a matéria da qual todas as coisas surgiram e da qual elas existem.” Um filósofo grego posterior, “Anaximandro (610-546 a.C.) teve muitas teorias e criações que evoluíram para o nosso pensamento científico moderno.”  Hipólito diz que ele ensinou que “os animais são produzidos (na umidade) pela evaporação do sol. E que o homem era, originalmente, semelhante a um animal diferente, isto é, um peixe.”  Xenófanes de Colofão (570-475 a.C.)

 

um discípulo de Anaximandro, desenvolveu ainda mais as teorias de Anaximandro. Ele observou peixes e conchas fósseis e concluiu que a terra onde foram encontrados esteve submersa em algum momento. Xenófanes ensinou que o mundo se formou a partir da condensação de água e “lama primordial”; ele foi a primeira pessoa conhecida a ter usado fósseis como evidência para uma teoria da história da Terra. 

Em vez disso, ele deveria ter concluído que os fósseis são evidências de um dilúvio global.

Irineu escreveu sobre outro filósofo pagão, “Anaxágoras [510-428 a.C.], novamente, que foi apelidado de 'ateu', deu como sua opinião que os animais foram formados de sementes caindo do céu sobre a terra.”  Isso é conhecido hoje como “Panspermia Direta”, propagado por Losif Schlovsky e Carl Sagan, autores de Intelligent Life in the Universe (1966); Francis Crick e Leslie Orgel, que escreveram Direct Panspermia (1973); e mais recentemente por Stephen Hawking em vários artigos. Isso também é sutilmente apresentado dentro dos movimentos do Design Inteligente, pois os líderes permanecem ambíguos para definir o designer com o qual se identificam, apenas que ele é “inteligente” — não onisciente como o teísmo bíblico apresenta. Osborn escreveu sobre Anaxágoras em 1894, declarou: “De acordo com Platão e Aristóteles, este filósofo [Anágoras] foi o primeiro a atribuir a adaptação na Natureza ao Design Intelligent e, portanto, foi o fundador da Teleologia.”  Observe que é a Natureza que se torna o Designer Inteligente. Essas são exatamente as implicações da “seleção natural” — natureza atribuída com inteligência seletiva. “‘Natureza’ não pode selecionar sem ser lançada em termos teleológicos pessoais.”  A seleção natural é na verdade uma falácia lógica conhecida como “reificação” que é “cometida quando uma pessoa atribui uma característica concreta e frequentemente pessoal a uma abstração conceitual.” 

Então veio Empédocles. “Suas obras Sobre a Natureza e Purificações existem em mais de 150 fragmentos. Ele foi considerado de várias maneiras como um físico materialista, um mágico xamânico, um teólogo místico, um curandeiro, um político democrático, um deus vivo e uma fraude.”  O site secular wikipedia diz sobre sua filosofia: “É possível ver essa teoria como uma antecipação da teoria da seleção natural de Darwin, embora Empédocles não estivesse tentando explicar a evolução.”  David Cloud mencionou: “Os epicuristas gregos acreditavam que o universo evoluiu por meio de mecanismos naturalistas separados de Deus ou do sobrenatural.”  Hipólito relata a doutrina de Epikouros: “Reconhecendo a Divindade como eterna e incorruptível, ele diz que Deus não tem cuidado providencial por nada, e que não existe providência ou destino, mas que todas as coisas são feitas por acaso.” 

Mais moderno desses pensadores é o espírita Emanuel Swedenborg. Falando de seu livro The Worship of Love and God , seu biógrafo escreveu: “Ele tenta dar um relato da criação, descrevendo primeiro o nascimento dos planetas a partir do sol. Nossa própria Terra, quando finalmente se libertou do anel nebuloso que cercava o sol e do qual teve sua origem, foi gradualmente preparada para os germes da vida... As primeiras formas de vida vegetal foram ervas e flores humildes, que revestiram a superfície da Terra com beleza, depois destas, arbustos e plantas; e finalmente árvores. Do mundo vegetal procederam as formas primordiais de vida animal, as primeiras sendo insetos... e eventualmente eclodiram em pássaros... Por fim, veio o homem...”  Finalmente, “A história da evolução moderna começa com o influente avô paterno de Charles Darwin, Erasmus... Erasmus acreditava na evolução da vida de uma partícula biológica microscópica orgânica para o homem... Erasmus foi influenciado pela visão de seu amigo James Hutton sobre longas eras geológicas e uniformitarismo... Erasmo proclamou sua doutrina da evolução em um popular conjunto de dois volumes de livros intitulado Zoonomia ; ou, as Leis da Vida Orgânica (1794-96).” 

Erasmus Darwin foi um maçom líder, que é obviamente onde ele foi influenciado por tais filosofias pagãs antigas das religiões de mistério. Osborn revela:

Quanto à origem da vida, ele se inspirou nos gregos, especialmente em Aristóteles, limitando a geração espontânea, no entanto, aos organismos mais inferiores; eles também lhe deram a ideia fundamental da Evolução, pois ele diz: “Esta ideia da formação gradual e melhoria do mundo animal parece não ter sido desconhecida dos antigos filósofos.”  Portanto, sempre houve uma insinuação religiosa no pensamento evolucionista, embora alguns filósofos gregos fossem ateus.

O livro de Erasmus Zoonomia começa com um poema que retrata o processo de evolução do sol se formando do caos para a “primeira fibra embrionária” da Terra, subindo a escada como uma nova criatura “emergindo de seu leito líquido”, a primeira a respirar ar. Esse processo continua até que o homem seja apresentado com a expressão de seu próximo passo de evolução. “Até que, elo por elo com passo aspirante pisado, Você sobe da NATUREZA ao trono de DEUS.”  Tom DeRosa escreveu, “Erasmus incluiu sua suposição evolucionária ao longo da publicação, que se tornou a primeira expressão abrangente da hipótese da evolução.”  Russell Grigg acrescenta, “quase todos os tópicos discutidos e exemplos dados em Zoonomia reaparecem em Origem [da Vida] ​​de Charles .”  CD Darlington reitera esse fato, “Em favor da evolução dos animais a partir de 'um filamento vivo', Erasmus Darwin reuniu as evidências da embriologia, anatomia comparativa, distribuição sistemática, geográfica e, no que diz respeito ao homem, os fatos da história e da medicina…. Esses argumentos sobre o fato da transformação já eram todos familiares. Quanto aos meios de transformação, no entanto, Erasmus Darwin originou quase todas as ideias importantes que já apareceram na teoria evolucionária.”  A afiliação de Erasmo com a Maçonaria é a influência óbvia dessa evolução metafísica para a divindade, como fica claro pelos principais autores maçônicos que afirmam que tais ideologias se originam de suas raízes pagãs. O autor maçônico WL Wilmshurst escreve: “Isto — a evolução do homem para o super-homem — sempre foi o propósito dos antigos Mistérios, e o verdadeiro propósito da Maçonaria moderna não é os propósitos sociais e de caridade aos quais tanta atenção é dada, mas a evolução daqueles que aspiram aperfeiçoar sua própria natureza e transformá-la em uma qualidade mais divina.”  Novamente, ele afirma: “O homem que surgiu da terra e se desenvolveu através dos reinos inferiores da natureza até seu estado racional atual, ainda precisa completar sua evolução tornando-se um ser divino e unificando sua consciência com o Onisciente — para promover o que é e sempre foi o único objetivo e propósito da Iniciação.”  Ele elabora: “Nenhum nível mais alto de realização é possível do que aquele em que o humano se funde na consciência Divina e sabe como Deus sabe.”  Também encontramos o movimento Purpose Driven forçando seus participantes a fazer pactos de obediência aos líderes antes mesmo de saberem com o que estão se envolvendo, enquanto Rick Warren os convida a serem "construtores do Reino". Até mesmo as versões modernas da Bíblia que são proeminentes no desenvolvimento teológico de Warren desempenham um papel na doutrina dominionista. O método dialético utilizado em suas criações e a diluição de doutrinas para fluir para uma religião inter-religiosa de tolerância por meio da ambiguidade e da diversidade. Ralph Waldo Emerson declarou: "Nós também devemos escrever Bíblias, para unir novamente os céus e o mundo terrestre". É um pensamento terrível considerar como a ideologia evolucionista está influenciando a produção de multidões de versões modernas da Bíblia. Por exemplo, a RSV e a NRSV colocam uma nota de rodapé para Gênesis 1:1, "Quando Deus começou a criar", como se não fosse "no princípio". Alguns estudiosos, como Tremper Longman, na verdade endossam essa leitura para se adequar à sua pressuposição evolucionista teísta. 

 

Fonte:

https://truthwatchers.com/evolution-is-paganism/

 

Magnífica pagina apologética. Vale a pena conferir!