“Se
esquecermos a absoluta singularidade da morte de Cristo estamos em heresia.
Logo que colocamos de lado ou minimizamos, logo que diminuímos de qualquer
forma-como fazem os liberais de todos os tipos em sai teologia - o caráter único
e substitutivo da morte de Cristo, nosso ensino não é mais cristão. Por outro
lado, lembremo-nos da outra face do assunto. Se esquecermos a relação que essa
ordem - de rejeição, morte e ressurreição - tem conosco como cristãos, então
teremos uma ortodoxia estéril, e não teremos verdadeira vida cristã. A vida
cristã irá murchar e morrer; a espiritualidade, em todo e qualquer sentido bíblico
verdadeiro, se acabará” (Francis Schaeffer em: Verdadeira Espiritualidade.
Pagina 39)
Pregação Errada...
Pregação
Errada: Conseqüências terríveis:
A pregação falsa induz ao falso evangelho. Algum tempo atrás
ouvi um pastor ensinar para uma multidão, na sua maioria incrédula, que a
certeza da salvação está nos sentimentos. Ele dizia que tinha certeza da
salvação porque sentia a salvação. Essa é uma falácia, a lógica é falsa, não
somos salvos porque sentimos algo bom, somos salvos porque cremos na obra
consumada e perfeita de Cristo na cruz, cremos na substituição penal, cremos em
Cristo, e isso não depende de sentimentos e muito menos de experiências espirituais
subjetivas (II Pedro 2:24 João 3;16 a 18 Atos 4:12) Se a bíblia fala que o
justo viverá por fé (Habacuque 2:4 Romanos 1:17 Hebreus 10:38 Gálatas 3:11)
então é assim que devemos crer, a confiança naquilo que Cristo fez de forma
perfeita nunca depende de nossos méritos e muito menos de nossos sentimentos
para tornarem-se reais, a salvação é um fato consumado para todo o que nEle Crê
e isso não depende de sentimentos.
“Somente as Escrituras são o guia infalível para o crente e a
pratica religiosa. Não nos dizem que estamos salvos se estivermos experiências em
determinada ordem. A palavra de Deus promete salvação somente àquelas que
recebem a graça de Deus e produzem seus frutos. Nunca promete salvação àqueles
que sentem grande convicção do pecado e medo do inferno, seguido por grande alegria
e segurança. O que as Escrituras dizem deveria ser o suficiente para os
cristãos; nossa confiança é na Palavra de Deus, não em nossas próprias idéias.”
(Jonathan Edwards em: A Genuína Experiência Espiritual. Pagina 59)
C. J. Jacinto
Postado por
Clavio J. Jacinto
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Pregação
Religião Falida e Evangelho Vivo
Parece
que hoje estamos bêbados religiosamente em um evangelho diluído e centrado no
homem. Poucos pregadores realmente divulgam as profundas verdades de Deus. Poucas
igrejas realmente assumem uma posição inflexível em relação a Cristo e Seu
evangelho. Nosso dia é o dia em que muitas de nossas grandes igrejas
parecem preocupadas apenas com "o jogo dos números", onde a idéia é
"vamos ver quem pode crescer mais rápido". A glória de Deus
parece ser uma coisa secundária. A popularidade é muito importante. O
"show biz" religioso ganhou o dia. O fato de os homens serem
profundamente convertidos é considerado antiquado. Falta que o Senhor
Jesus Cristo seja verdadeiramente honrado. Tristemente chegamos ao tempo
em que os homens "não suportam sã doutrina" (2 Timoteo. 4: 3)
WF Bell
Pregações Biblicas e Pregadores Apostatas
Os
pregadores bíblicos devem ser:
“Poderosos
nas escrituras, ardorosos com as grandes verdades das doutrinas da graça,
mortos para si mesmos, desejando trabalhar e sofrer, indiferentes as honras dos
homens, quebrantados para o pecado e diminuídos por um sentimento de grandiosidade,
da majestade e da santidade de Deus. A pregação não é mero ensino. A pregação é
a proclamação da mensagem permeada pelo sentido de grandiosidade, de majestade
e da santidade de Deus. Deus planejou
que seu Filho fosse crucificado (Apocalipse 13:8 II Timóteo 1:9) e que o
inferno fosse terrível (Mateus 25:41) para que tivéssemos os testemunhos mais
claros possíveis do que está em risco quando pregamos. O que confere seriedade
á pregação é que o manto do pregador está encharcado com o sangue de Jesus e
queimado com o fogo do inferno. Esse é o manto que tona meros falantes em
pregadores. Apesar disso, tragicamente algumas das mais preeminentes cozes evangélicas
da atualidade reduzem o pavor da cruz e o pavor do inferno- a primeira,
esvaziada do seu poder para suportar nosso castigo, e outro, desmistificado em
desumanização e miséria social deste mundo” (John Piper em : A Pregação da Cruz
Pagina 96, 97 e 98 Editora Cultura Cristã)
Três Tipos de Pregadores
Há pelo menos três tipos de
pregadores em nossos dias. O primeiro é o pregador morto, não há vida em suas
expressões, não há expressão de poder espiritual em suas palavras, ele é perito
na retórica, pode ter um bom vocabulário, mas não há paixão verdadeira em suas
palavras. Sua abordagem é comum, não há
diferença de conversa, a formalidade da vida secular caracteriza o ambiente
sagrado, não há paixão na pregação do evangelho, e em muitos casos, certos
pregadores estão tão abaixo do nível que falar sobre o time de futebol ou sobre
o seu arista preferido lhe inspira mais paixão e fervor do que falar sobre o
evangelho. O segundo é mais perigoso do que o primeiro, ele tornou-se perito na
arte de manipulação, não somente adquiriu uma retórica de contrastes, ele
consegue controlar pessoas por táticas emotivas e motivacionais, ergue o espetáculo
por manobras psicológicas, atua como um mágico de palco consegue arrebatar de
certa forma a maioria devido à falta extrema de discernimento em nossos dias,
porem, tudo o que faz não dura nada, seu
avivamento é instantâneo, ele usa magia espiritual, manipula e exerce controle psicológico,
seu agir é muitas vezes um poder quase mediúnico, senão quando opera por meio
do espírito do erro. O movimento carismático está cheio desse tipo de pregador
e a igreja pós-moderna sustenta todo o status dessa espécie de falso profeta. O
terceiro é o pregador da cruz, o mero instrumento do Espirito Santo, nele há
expressão de vida espiritual nele, pois ele é regenerado, é consagrado, é dedicado
a leitura cuidadosa das Escrituras, valoriza em profundidade a obra da cruz, é
servo e está na total dependência do Espírito Santo e busca comunhão permanente
com Deus, A base da sua vida ministerial é proclamar as virtudes daquele que
das trevas o transportou para a glória do evangelho, esse tem fervor e paixão,
sabe o que fala e só lhe interessa agradar a Deus, verdadeiro pregadores são pouquíssimos
em nossos dias, se em sua igreja há pregadores desse quilate, valorize-o porque
só eles podem ser guardiães fieis da sã doutrina. (Clavio J. Jacinto)
“Infelizmente, a maioria das
igrejas se contenta em viver na superfície. O pregador nunca se aprofunda na
pregação, de modo que o povo nunca cresce em adoração. Como resultado, as
igrejas não podem expressar a verdadeira adoração que surge de uma alma cheia
de glória da verdade, então os pregadores substituem isso por manipulação
emocional, melodias bajuladoras e superstições. Eles chamam isso de louvor,
mas, na verdade, é mais uma expressão de sentimentos do que uma expressão de verdadeira adoração
surgindo na mente que compreendeu a profundidade da doutrina”(John MacArthur. A
Pregação da Cruz.Pagina 145 Editora Cultura Cristã)
O QUE É O CAMINHO LARGO?
O QUE É O CAMINHO
LARGO?
Por Jim Eliff
No Sermão da Montanha,
o caminho mais amplo que leva à destruição é o caminho religioso
externo. O caminho estreito é o que Jesus ensinou. Isso é visto
particularmente na seção "antíteses" no Monte. 5. Por exemplo, o
caminho mais amplo é o cumprimento do mandamento: “Não matarás”, mas o caminho
estreito é encontrado na declaração de Jesus: “mas eu digo a você que quem está
zangado com seu irmão é culpado ...” Ou novamente , “Não cometerás adultério” é
o caminho mais amplo; o caminho estreito é visto nas palavras de Cristo:
“mas eu digo a você que todo mundo que olha para uma mulher com desejo por ela
já cometeu adultério com ela em seu coração”.
O caminho amplo é uma
forma de comandos externos, mas o caminho estreito tem a ver com algo mais
profundo - o coração mudado.
Todo o sermão demonstra
o contraste entre o caminho religioso externo e o caminho da justiça de Jesus.
Cristo termina o sermão
com declarações e desafios resumidos. Um é o seguinte:
“Entre pelo portão
estreito; pois o portão é largo e o caminho é largo que leva à destruição,
e há muitos que entram por ele. Pois o portão é pequeno e o caminho é
estreito que leva à vida, e poucos o encontram. ”(Mat. 7: 13-14)
Você apenas desempenha
deveres religiosos como um fariseu ou sua vida é fruto de um coração
mudado? “A menos que sua justiça exceda a dos escribas e fariseus, você
não entrará no reino dos céus.” (Mat. 5:20)
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