Sinceros e Inculpáveis.

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Paulo inspirado pelo Espírito Santo ensina que sejamos irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo, retendo a palavra da vida para que no dia de Cristo não tenhamos corrido em vão (Leia Filipenses 2:15 e 16). Somos chamados a viver a verdade, na sua essência, pois o cristão verdadeiro é diferente de todos os demais incrédulos. Haverá sempre o realce da gloria do evangelho nos que são verdadeiros homens transformados pelo evangelho são diferentes dos homens caídos que pertence a raça adâmica. Isso é um assunto pertinente ao nosso tempo, pois cada vez mais a diferença diminui, pois um falso evangelho vai produz sempre falsos cristãos. Notamos a questão em si, pois Paulo diz :“sejam sinceros” sejam verdadeiros e não falsos. A conduta, o comportamento, as aspirações e o estilo de vida de um cristão regenerado não diferentes. Somos peregrinos e a marca de um peregrino é  abstinência das concupiscências carnais (I Pedro 2:11). A nossa sociedade é culpada, a geração atual é maligna, jaz no maligno, o espirito do engano ilude e cega os homens do presente século mau, mas o cristão não segue essa tendência, ele é o homem que faz a diferença pois está em Cristo, é nova criatura, não segue o curso do mundo e não se adapta a justiça dos filhos de Adão, mas a justiça do reino de Deus. Quando Paulo fala sobre ser inculpável, devo salientar com muita precisão que não deve haver motivos verdadeiros para um não cristão acusar um cristão. Não deve existir acusações verdadeiras, mesmo que haja perseguição, Cristo foi enfático ao declarar que os anticristãos podem mentir e injuriar os discípulos de Cristo, dizendo todo mal contra os santos, mas as acusações são sempre falsas e nunca são fatos. O que ocorre hoje em dia é que um mundo se levanta contra falsos cristãos com sinceridade pois os homens do presente século olham para os escândalos do comportamento e da vida da maioria dos cristãos, eles podem apresentar uma lista enorme de fatos e então podem fazem seus julgamentos com base nos fatos, a imoralidade, a mentira, o materialismo, o comportamento louco, a sensualidade e os inúmeros escândalos são artilharias que os falsos cristãos montam dentro da cristandade para que o mundo possa tomar posse e atacar os verdadeiros, é nessa perspectiva que devemos entender as declarações de Jesus em Mateus 5:11. Os que estão de fora não podem distinguir entre falso e verdadeiro, na visão de um não cristão, tudo faz parte de um mesmo sistema, mas não é assim. Precisamos entender que um estudo cuidados do Novo testamento, segue com precisão o mesmo fenômeno que ocorreu no Êxodo na liderança de Moisés, um vulgo se infiltrou entre o povo de Deus para corromper o comportamento, esse vulgo é citado nas Escrituras como uma infiltração maligna, o “vulgo que estava no meio deles” (Números 11:4) tinham uma vida vulgar, um comportamento vulgar, gente de qualidade baixa, materialista, mas carregavam um fermento diabólico, e eles estavam ali no meio da “massa”  que eram os hebreus que receberam a libertação seguindo as instruções divinas na liderança de Moisés, Paulo, pela autoridade do Espirito Santo, na harmonia total das Escrituras, ensina que “Um pouco de fermento leveda toda a massa” (Gálatas 5:9) foi isso que ocorreu no Antigo testamento, quando o povo de Deus estava marchando para a terra prometida, o vulgo trazia consigo uma espécie de fermento que tina um poder enorme de levedação, é nosso dever cultivar a vida de piedade e santidade é as exortações no Novo Testamento é que devemos sempre vigiar orar e sermos sóbrios, pois o mundo não sabe distinguir o jugo, que também se infiltrou, o falso misturado com o verdadeiro para confundir aqueles que não tem discernimento, assim Cristo ensina que ocorre também na nova aliança que o joio é semeado pelo inimigo no meio do trigo, o joio é uma planta vulgar, que não dá frutos, mas que se parece muito com o trigo e que cresce para que os que estão de fora e que não possuem a capacidade de discernir , sejam confundidos e trate o trigo como o joio e o joio como se fosse trigo. Somos chamados para dar frutos,  então nossa identificação é com trigo.

 Nossa missão é termos uma essência, é uma santa convocação divina que sejamos verdadeiros por dentro e por fora, a diferença no meio da confusão. Não importa se o mundo esteja abastecido de coisas falsas, de religiões falsas, não importa se a mentira é um problema crônico no coração humano, não importa se muitos falsos profetas tem se levantado pelo mundo, não importa se há tantos falsos evangelhos sendo pregado, não importa se mundo jaz no maligno que é o pai da mentira, não importa se o mundo passa por uma intensa crise moral e espiritual, o que importa é que sejamos verdadeiros, essa é uma exigência , mais do que isso é uma conseqüência por causa da nossa posição em Cristo, seguimos o Espírito de Cristo, a vida de Cristo e o poder da ressurreição são colocados pelo Senhor dentro do nosso coração. Assim, a virtude de sermos irrepreensíveis nunca dará ao mundo uma justificativa de acusação verdadeira, ele pode nos atacar perseguir e nos acusar, mas com base em mentiras e não em fatos.   Aqueles que professa um falso cristianismo, servem de pedra de tropeço aos outros, a nossa conduta nunca pode desmotivar o próximo a se converter, servir e seguir a Cristo.  Nosso comportamento não pode servir de justificativa para quem faz apologia contra a fé cristã, nossa vida não pode servir de argumento contra o Evangelho. Se isso ocorrer, nossa vida vai de encontro a uma expectativa de terrível juízo, pois o falso cristianismo é gravíssima afronta contra Cristo. Seguimos os passos do Senhor ele era “Santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores” (Hebreus 7:26) mesmo vinculado ao mundo pela encarnação, por principio, sua vida era separada pelo modo que vivia, dava um contraste enorme, a luz da glória ainda brilhava por trás da carne, o esplendor da divindade ainda brilhava por trás da Sua humanidade, ainda que vivesse lado a lado com homens, Ele era um contraste, um modelo de vida e um exemplo de verdadeira piedade.

 

C. J. Jacinto

 

 

O PERIGO DA IDOLATRIA

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Por C. J. Jacinto

 

O Senhor proibiu a idolatria, (Êxodo 20:4 Deuteronômio 5:8 etc) a confecção de imagens que represente Ele ou outros deuses, essa proibição é muito explicita nas Escrituras, “Portanto meus amados, fugi da idolatria” (I Corintios 10:14) não vimos Jesus se prostrando perante ídolos e imagens de escultura, nem mesmo os apóstolos fizeram isso.  Na antiguidade e no contexto do Antigo Testamento, os povos idólatras predominavam e o judeu era a exceção quando estava obedecendo as ordens do Senhor, a historia é muito explicita em demonstrar que a corrupção espiritual do povo de Deus começava quando se envolvia com a idolatria, a historia do profeta Elias é um exemplo. Quando Pompeu invadiu o Santo dos santos, por mera curiosidade e devido aos boatos de que os judeus escondiam um homem preparado para ser vitima de sacrifício humano ou ainda uma estátua de um homem com a cabeça de um burro, surpreendeu-se quando encontrou o “Sanctum Sanctorum”  vazio, o lugar era preenchido pelo Deus Verdadeiro e Invisível.  Não havia lá dentro senão a ausência de coisas físicas.

A crença antiga era que os terafins eram estátuas vivas, os povos idolatras circunvizinhos a Israel, adoravam suas estátuas que representavam seus deuses, Egípcios e gregos  e até em nossos dias nos lugares mais misteriosos do Tibete por exemplo,  estátuas são reverenciadas e tratadas como seres vivos, também acreditavam em estátuas vivas, os sacerdotes atuavam como médiuns, o espírito da divindade falava através dessas estátuas, o ídolo era uma espécie de receptor.  Iniciados em mistérios e sacerdotes pagãos conversavam com seus “deuses” e consultavam suas divindades por intermédio das estátuas.  O ex-medium convertido a Cristo Raphael Gassom certa vez afirmou: “Nos ouvimos de nossos missionários acerca de adoradores de ídolos, como figuras são criadas a partir de pedra e madeira e os adoradores pagãos chamam os espíritos para entrar e habitar neles” . Jaime Guedes autor de “Encontro com os Deuses - Pagina 158” explica: “Essas imagens são objetos de cuidados especiais, sendo sempre lavadas, vestidas, ornadas e perfumadas; recebem sempre flores para sua ornamentação e agitam-se luzes ao seu redor” essas cerimônias descrita por Guedes era muito comum na Mesopotâmia e Egito  o motivo era que os antigos consideravam as estátuas dos deuses como estátuas vivas, é que espíritos falavam através desses ídolos, eram os oráculos por onde espíritos enganadores atuavam para enganar os homens,  eles eram consultados e os sacerdotes e iniciados recebiam instruções e conhecimento por intermédio dessas entidades.  A crença antiga era que a divindade vinha habitar no ídolo, a estátua era apenas um invólucro, um receptáculo intermediário onde o espírito da divindade poderia se comunicar com os vivos. A crença comum era que a própria divindade pagã podia habitar muitos ídolos simultaneamente, essa era uma crença fundamental dos povos idolatras da antiguidade. Para defender a pratica pagã e condenar o cristianismo ortodoxo que agiu contra o paganismo e a idolatria, o teosofista Alvin Boyd Kuhn  escreveu que os povos antigos não praticavam idolatria, ele afirmou que essa acusação era falsa, pois os ídolos eram uma representação da divindade, o que ele quis dizer é que o a estátua era o vinculo de uma mediação receptora, servia como uma espécie de antena, o espírito era um emissor captado pela estátua e o sacerdote ou iniciado ou religioso invocador era o receptor, a estátua era apenas uma mediação, um portal de contato.(1)   É verdade que encontramos algumas passagens nas escrituras que descrevem os ídolos como mudos e cegos, e de fato eles são, a natureza da pedra e da madeira é, porém devemos seguir adiante a pesquisa  das Escrituras. (2) Os demônios estão associados à idolatria e isso é muito bem confirmado por Paulo em I Coríntios 10:20 quando acusa aqueles que cultuam e servem aos ídolos a terem contato com os demônios, processos de conjurações para manipular espíritos podem ser observados no comportamento de certos judeus que queriam exorcizar demônios, no contexto da passagem vimos que eles tinham contato com livros de magia e grimorios que ensinavam sobre a pratica de feitiçaria (Atos 19: 13 a 19) E em Apocalipse 13;11 a 18 vimos que a besta que sobe da terra, faz grandes sinais, até fogo faz descer do céu, engana os que habitam a terra, assim como enganou os povos envolvidos em idolatria.  Ela manda que se faça uma imagem, um ídolo, então foi concedido que desse espírito a imagem da primeira besta, foi dado poder para essa estátua falar e também foi dada uma sentença de morte aos que não adorasse esse ídolo falante. É claro que o texto de Apocalipse 13 e I Coríntios 10;20 estão dentro do contexto religioso da antiguidade e a crença nos ídolos vivos. Na verdade as estátuas eram apenas um instrumento, demônios atuavam e ainda atua por trás da idolatria, esse é o motivo da severidade nas proibições quanto a isso nas Escrituras.

 

(1) Um Renascimento Para o Cristianismo – Alvin Boyd Kuhn - Editora Pagina 107 - Nova Era

(2)  Veja o excelente artigo sobre idolatria e a crença dos antigos sobre os ídolos vivos no seguinte website: www.jewishvirtuallibrary.org/idolatry

 

 

 

 

O Engano Fatal da Filosofia Transhumanista

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O Engano Fatal da Filosofia Transhumanista

 

 

 

 

Então a serpente disse a mulher: Certamente não morrerás” (Gênesis 3:4)

 

“...E sereis como Deus” (Gênesis 3:5)

 

 

A seguinte observação retirada de um artigo sobre as tendências  da religião tecnocrática que ameaça a aurora do porvir ressoa como um claro movimento anticristão: “No início deste milênio, um grupo razoavelmente grande e diversificado de cientistas se reuniu na Califórnia para discutir o futuro próximo da pesquisa científica e do desenvolvimento tecnológico. Após uma série de apresentações e workshops, eles chegaram a um consenso, caracterizando o horizonte técnico-científico por meio de avanços na genética, interfaces homem- máquina, robótica, biologia sintética e inteligência artificial, tudo sustentado pela nanotecnologia. O relatório oficial que saiu disso, Converging Technologies for Improving Human Performance: Nano technology, Biotechnology, Information Technology and Cognitive Science, o precedente formal para o que mais tarde ficou conhecido como “Nano-Bio-In fo-Cogno Convergence”— abreviado para NBIC. A Convergência NBIC visava sincronizar essas Tecnologias Emergentes e definir (como são frequentemente chamadas agora) para um salto qualitativo na ciência em particular e na civilização em geral” (Alcibíades Malapi-Nelson)

 

 O que é relutante no caso acima, é a tendência puramente humana e a crença no esforço potencial da ciência transcender da condição atual para uma conquista que é o anseio dos mais incrédulos dos homens, alcançar uma independência de Deus e pelos méritos da inteligência experimentar uma imortalidade secular para sentir o prazer de perpetuar a crença em si mesmo e rebelar-se contra as leis divinas.

O pós-humanismo é uma religião alternativa, é a rejeição da doutrina da ressurreição, concedida por Deus Criador. O Evangelho é rejeitado, o homem pavimenta um novo conceito de imortalidade, o híbrido homem-maquina, é uma versão pós-moderna do velho paganismo obscuro nas religiões nascidas sobre os escombros da queda, que misturaram insights de verdades primitivas (a partir  de Abraão e os povos semitas mais antigos que receberam a revelação das verdades divinas e espalharam suas ideias pela Mesopotâmia e Egito) com mentiras. Na antiguidade o híbrido homem-animal era um meio de tentar entender que a imortalidade e a ascensão de criatura para divindade, transcende e resulta dessa união “mística” de duas criaturas. O conceito se desenvolveu, no neoplatonismo, a criatura consciente e sesciente se une com o Uno, homem e divindade se unem, essa seria a experiência de salvação que tem o representante máximo em Plotino. O conceito foi introduzido na cristandade por alguns místicos cristãos, a partir dos escritos de Dionísio Aeropagita, a pratica da ascese mística numa união com Deus alcançada através de cerimônias e ritos ou exercícios espirituais tornou-se uma pratica entre muitos místicos católicos. No trans-humanismo, o conceito religioso é abandonado, a fusão é homem-maquina, não é uma união mística com o “sagrado”, mas com as maquinarias cibernéticas, essa é a nova espiritualidade, um processo humanista  de reintegrar matéria e inteligência com propósitos definitivos: alcançar a imortalidade.

 

Essa é a base do humanismo secular e anticristão

 

Durante o Iluminismo, o Luciferianismo foi disseminado no nível popular como humanismo secular. Todos os preceitos governantes do Luciferianismo são abrangidos pelo humanismo secular. Isto fica evidente pela rejeição da filosofia da moralidade teísta e pela entronização do homem como sua própria autoridade moral absoluta. Embora o Luciferianismo não tenha textos sagrados, o Manifesto Humanista I e II delineiam sucintamente os seus princípios centrais. Whittaker Chambers, ex-membro da resistência comunista na América, resume eloquentemente esta verdade: O humanismo não é novo. É, na verdade, a segunda fé mais antiga do homem. Sua promessa foi sussurrada nos primeiros dias da Criação sob a Árvore do conhecimento do Bem e do Mal: ​​Sereis como Deus.

Algumas décadas atrás, numa forma mais primitiva de crer na ciência como um modelo de divindade criada pelo próprio homem, para promover a imortalidade, nasceu a criogenia. O modelo criogênico era mais rudimentar, cadáveres suspensos em cilindros metálicos cheios de hidrogênio, esperando  o momento em que a ciência conseguisse ressuscitar um cadáver e pudesse fazer todas as adaptações possíveis para dar ao morto a possibilidade de viver novamente sob as condições almejadas. Isso poderia ser uma simples cabeça humana, com a sua consciência em pleno funcionamento adaptado para conectar-se a uma maquina. Atualmente a evolução, ao nível de um salto gigantesco, a crendice científica ganhou notoriedade por desenvolver robótica e nanotecnologia, biologia sintética e inteligência artificial, os avanços na genética e a multiplicação do conhecimento tecnológico abriram novos horizontes para o criogenismo, um salto “quântico".

Agora há  uma perspectiva excessivamente otimista: a filosofia pós-humanista. O otimismo desses filósofos pós-humanistas é que o homem tem um potencial de superar as limitações impostas pelo universo, vencer as consequências do pecado com esforços próprios  e então podem quebrar o paradigma da morte, alcançando por conta própria a imortalidade e a vida eterna, seria esse um passo evolutivo fundamental da raça humana rumo ao ápice do orgulho, em outras palavras, para conquistar a vida eterna, o  transhumanista não precisa nem do Evangelho e muito menos de Cristo, nesse tecnognosticismo, a semente da imortalidade é o potencial dentro do homem, e agora, neste seculo que abre os portais do futurismo, profetas como Ray Kurzweil creem que o salto evolutivo para a imortalidade será alcançado em meados de 2045

Assim notamos que esse salto evolutivo tem implicações teológicas e espirituais sérias, isso não é novidade, desde que Max Planck, introduziu o conceito de física quântica na nossa era, as coisas começaram a tomar um rumo diferente, cada vez mais, pensadores começaram a notar e a buscar paralelos e conexões com o pensamento esotérico oriental, principalmente com o hinduísmo e o budismo, um exemplo claro foi o sucesso do livro “O Tao da Fisica” de Fritjof Capra, e muitos outros físicos e filósofos tomaram esse caminho, tentando equilibrar o pensamento esotérico oriental com conceitos de física quântica, já que de certa forma, segundo eles, existem certas conexões evidentes. Cria-se toda um sistema de novas crenças e a consagração do potencial humano a divindade que conquista com esforços monumentais a imortalidade

 A dogmática transhumanista proporciona um caldeirão alquimico verbal, um conjunto de disciplinas, crenças,  superstições, tecnologias sagradas (ocultismo)  e conceitos de tecnologia avançada tais como; Projeto Avatar , Robótica Androide, Telepresença antropomórfica , Neurociência, Teoria da mente , Neuroengenharia, Interfaces cérebro-computador , criopreservação, Neuropróteses, Neurotransplante , Previsão de longo alcance, Estratégia de evolução futura , Transumanismo evolutivo, Ética , Próteses biônicas, Extensão de vida cibernética ,Singularidade, Neo-humanidade ,Meta-inteligência, Imortalidade cibernética , Consciência, Desenvolvimento espiritual , nanotecnologia, Ciência, Espiritualidade etc.

 A nossa era é caracterizada por tendências que unem o pensamento pós-humanista com a tecnologia emergente, um otimismo humanista secular cada vez mais evidente em um mundo cada vez mais profano, Yuval Noah-Harari é um exemplo disso, sendo ateu promove um otimismo humanista celebre, no final das contas o ateísmo ergue-se sobre o altar da razão para “canonizar o próprio homem á Semi-divindade, a nova mitologia, prosaica, dantesca e avassaladora nos seus conceitos chaves; o Homem alcançará por contra própria, a imortalidade pode ser dizer então: “Os robôs herdarão a Terra; e eles serão Nó” (2) Não mais os mansos, mas as maquinas possantes, um híbrido de homem e maquina. um paganismo avançado numa tecnocracia transhumanista.

  Congressos E movimentos pós humanistas estão agora em todo o mundo promovendo reuniões e conferencias, seus profetas estão escrevendo livros e promovendo um falso evangelho, um exemplo é O Global Future 2045 , um congresso único, baseado na noção de que o mundo está à beira de uma mudança global. Para que a civilização se mova para um estágio superior de desenvolvimento, a humanidade precisa vitalmente de uma revolução científica e de mudanças espirituais significativas que estarão inseparavelmente ligadas, apoiando-se e complementando-se mutuamente.(3)

 A antiga serpente que engana o mundo nunca cessou de negar a Palavra de Deus e exaltar o homem a divindade, seu consorcio é induzir os homens ao erro, e quando se trata de uma sedução tão sutil, homens de intelecto avançado acabam cedendo a sedução demoníaca. Jesus, só Ele venceu a morte e pode nos dar a vida eterna “E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer” (João 10:28)  “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna” (João 6:54) “Aquele que crê em mim tem a vida eterna” (João 6:47) “O salário do pecado é a morte mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna” (Romanos 6:23) “E esta é a promessa que Ele nos deu, a vida eterna” (I João 2:25) “Quem crê nele não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (João 3:18)


Notas Finais:

 Mind Uploading: O processo de transferência da mente de alguém para o cérebro para um novo substrato, geralmente um computador. É matéria de ficção científica, imediatamente reconhecível na literatura e no cinema contemporâneos. No entanto, também se tornou cada vez mais respeitável - ou pelo menos acessível - dentro dos círculos tecnológicos, neurológicos e filosóficos. Este livro começa com uma rica taxonomia de procedimentos hipotéticos pelos quais o carregamento da mente pode ser alcançado, mesmo que apenas no domínio do experimento mental.

 Uma das ideias centrais que percebi no livro “eu, Robot” de Isaac Asimov seria uma vontade dos autômatos, maquinas possantes desejando serem reconhecidos como humanos, então temos agora uma escatologia futurista transhumanista onde a ordem central é humanos querendo ser reconhecidos como maquinas da imortalidade

A preservação química do cérebro pode prevenir a morte. A vida de um ser humano individual está inextricavelmente ligada à existência de sua mente. É amplamente aceito que a mente é um produto do funcionamento do cérebro, que, de acordo com essa visão, nada mais é do que uma máquina fantasticamente complicada. A preservação química do cérebro (imediatamente após a cessação das funções vitais) preserva não apenas a configuração neuronal, mas também grande parte da estrutura molecular. Assim, é plausível que um cérebro quimiopreservado contenha em si a informação do desenho da "máquina cerebral". Se assim for, então a tecnologia do futuro distante pode ser capaz de extrair essa informação e construir uma nova máquina cerebral funcionalmente idêntica (assim como um corpo), permitindo assim que o indivíduo correspondente acorde e viva novamente.

 Argumenta-se que a identidade de alguém é definida pelo que o cérebro faz, e não como ele faz ou com o que faz e, portanto, a substituição do cérebro de alguém por uma máquina funcionalmente idêntica não afeta a identidade de alguém.

 

 

 Fontes das Informações:

 https://www.youtube.com/watch?v=f28LPwR8BdY

http://www.ibiblio.org/jstrout/uploading

http://www.gf2045.com/read/200/

https://www.brainpreservation.org/

https://www.conspiracyarchive.com/2014/05/14/luciferianism-the-religion-of-apotheosis/

https://carboncopies.org/books

(https://www.scopus.com/record/display.uri?eid=2-s2.0-0024008517&origin=inward&txGid=90e46a29bbffbadb69bf6774db3caeb5)

 

 

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Autor: Clavio J. Jacinto

 

 

 

 

 

 

A Conquista do Discernimento

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A CONQUISTA DO DISCERNIMENTO

 


C. J. Jacinto

 

A Tua Palavra é a Verdade (João 17:17) a declaração de Cristo que a Palavra de Deus é a verdade, é muito clara, acima de tudo, Deus deu aos homens para que fosse como uma bussola onde as orientações fundamentais estivessem pautadas em direções certas e verdades absolutas. Quando a antiga serpente tentou Eva, foi exatamente isso que fez, destruiu a orientação vertical pautada num absoluto: a proibição direta de comer do fruto da arvore do conhecimento do bem e do mal. e relativizou e anulou a autoridade central da declaração divina, que foi emitida como uma ordem explicita muito clara, simples e direta: “Não comerás”. Toda a bondade de Deus estava numa disposição de dar aos homens uma lei simples e sem complicações, uma lei explicita, clara e totalmente compreensível e absolutamente viável. Satanás quebra essa ordem com uma duvida que faça com que as declarações divinas tornem-se relativas, pode ser verdade e pode ser mentira, meias verdades; “certamente não morrerás” o discurso satânico foi uma invasão mental, um engano que se processa de modo a enganar despercebidos, pois de fato a morte física não foi imediata, o que talvez levasse Adão a também pecar, pois Eva comeu e estava ali diante dele oferecendo também para que comesse do fruto proibido.  Poucos percebem esse fato, Eva estava viva, então quem realmente tinha razão, Deus ou o diabo? Porquanto o Senhor afirmou que a conseqüência da desobediência era a morte, e o diabo afirmou que certamente não morreria, o porvir da desobediência foi que Eva e Adão não morreram de imediato, mas a morte entrou neles e em toda a humanidade, como Paulo explica muito bem em suas epistolas no Novo Testamento. Assim todo o espírito do erro que atua na presente era é a voz da antiga serpente que continua ainda enganando todo mundo (Apocalipse 12:9). Há todo manifesto do erro antigo ainda prevalecendo em nossos dias para tentar minimizar o peso de todas  conseqüências do pecado e a autoridade da Palavra de Deus. A sutileza do diabo e todos os sistemas religiosos e filosóficos que permanecem na luta contra um só propósito: proclamar que a bíblia não é a verdade. As sutilezas não para e os métodos mais terríveis são usados com o intuito de minimizar a autoridade das Escrituras com uma declaração mentirosa embutida em um “certamente não morrerás”.  Sem uma compreensão do significado da morte, Adão possivelmente pensou que seria um imediato aniquilamento do ser, o que não ocorreu, a morte é uma destituição da glória de Deus que envolvia Adão e Eva (Romanos 3:23) é seguida de uma quebra, uma separação da comunhão plena e abundante com o Criador , a condição de “mortos em seus delitos e pecados” como descrito em Efésios 2:1 é uma perda gradual de toda a vida espiritual e abundante, uma entropia que se processa para separar tudo o que nos dá plenitude de vida, separação de Deus, separação do espírito do corpo biológico, separação de familiares, separação da verdade e perda da vida eterna na sua completitude, e por isso mesmo perceberam que  estavam nus, a perda da glória que os revestia, seguiu a lei da corrupção biológica, que irrompeu sobre a criação a entropia, o processo de um fim a tudo o que tem começo, de desgaste a todas as coisas, uma degeneração das coisas inclusive da consciência, do discernimento, santidade e espiritualidade,  até que tudo seja novamente restaurado, e as coisas realmente já estão em processo desde a ressurreição de Cristo. A ressurreição do Senhor é o fato histórico que está revertendo toda a situação, a ardente expectativa da criatura aguarda a manifestação dos filhos de Deus, a criação geme, mas será libertada do cativeiro que Adão nos colocou, (Leia Romanos 8:18 a 30) Jesus é o libertador que dará definitivamente a verdadeira liberdade, pois Ele mesmo disse: “se o filho vos libertar verdadeiramente sereis livres” A Palavra de Deus nos esclarece sobre essas verdades, e o diabo não quer que estudemos e acima de tudo, luta para que a importância das Escrituras sejam reduzidas, menosprezadas e postas em segundo plano na vida de cada cristão.