Lições de um Santo Decapitado


João Batista foi o percursor do Messias Salvador, era um homem integro, cheio do Espirito Santo.Havia um vigor espiritual poderoso em sua vida. A verdade merece ser defendida e promovida com tal poder espiritual, a pregação é para os comprometidos com a vontade de Deus. Há duas lições dignas na vida do profeta batista, a primeira é com relação a sua informalidade ministerial e seu estilo de vida rudimentar, sua catedral era o deserto e não havia nenhuma pompa eclesiástica na sua postura. Não há resquícios de glamour nem charme em sua postura, era um simples camponês rude, na plataforma sacra da simplicidade. Por isso mesmo não havia conveniências pessoais para o profeta, a verdade era inegociável, Batista era anti-mercantilista, não era pregador mercenário, seu salario era a sua reputação e nada mais. Ele tinha acesso a gente famosa que lhe renderia boas somas, por seus conselhos, poderia tratar de questões éticas de maneira mais suave, para agradar a todos e obter o aplauso dos corruptos pecadores, mas ele não está interessado em benefícios pessoais, ele não está interessado em aplausos, na fama, em dinheiro, comida boa, conforto, status e na estima dos filhos da iniquidade. Combate frontalmente um caso de adultério, não dá trégua ao pecado, sua posição firme não lhe dá nenhum tipo de segurança, ele foi um homem exposto ao ódio mortal dos vis pecadores por causa do seu amor a santidade, isso o faz completamente diferente dos ministros frouxos de nosso tempos (Há as raras exceções) Mas há ainda algo mais peculiar no Batista, sua declaração é a declaração de um homem santo: Que Cristo cresça e eu diminua (João 3:30) é isso! o Espirito Santo não usa homens excêntricos e egoístas, que querem promover a si mesmos, que buscam a glória da plateia, e por isso mesmo precisam pregar o que elas querem ouvir. Fuja dos megalomaníacos com prerrogativas de arrogância por causa da mania de onipotência religiosa. Esses são  os sócios do diabo, porque promovem a sua teologia egocêntrica e arrastam a turba sem discernimento para o inferno pelo caminho colorido do espetáculo religioso.  Quanto mais o Batista avançava na sua espiritualidade mais diminuía a si mesmo, Cristo teria que aparecer, resplandecer não ele.  sua visão era: "Exaltado seja Cristo, e eu desapareça", essa era a direção do ministério do Batista e será sempre a direção de um verdadeiro profeta. Não estava preocupado consigo mesmo, fazer do seu ministério uma catapulta para exaltar a si mesmo diante dos homens, não havia nele aquela fome de púlpito, aquela idolatria aos títulos eclesiásticos como existe hoje entre tantos religiosos doentes, que não se contentam em serem nada para o mundo para que Cristo seja tudo neles. João Batista perdeu a vida biológica por causa da verdade e muitos ministros hoje senão a maioria perdem a vida eterna por causa do orgulho e da conveniência pessoal. (Clavio J. Jacinto)

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