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AGOSTINHO, O PECADO ORIGINAL E A ASCENSÃO DO PEDOBATISMO

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 AGOSTINHO, O PECADO ORIGINAL E A ASCENSÃO DO PEDOBATISMO

Uma análise histórica e teológica sob a perspectiva credobatista

Introdução

Poucos teólogos moldaram a história do cristianismo ocidental tão profundamente quanto Agostinho de Hipona (354–430 d.C.). Sua influência sobre a doutrina da graça, da depravação humana, da predestinação e da natureza da Igreja atravessou a Idade Média, influenciou a Reforma Protestante e continua presente na teologia contemporânea.

Todavia, a influência de Agostinho não se limitou às questões soteriológicas. Sua formulação da relação entre pecado original e batismo exerceu papel decisivo no desenvolvimento do pedobatismo (batismo infantil) e da regeneração batismal no Ocidente.

Sob a ótica credobatista, esse desenvolvimento representa um dos mais significativos desvios da prática apostólica. O problema não reside na doutrina do pecado original em si, mas na solução sacramental proposta para sua remoção.

A questão central é simples:

O pecado é removido pelo sangue de Cristo mediante a fé ou pela administração do batismo?

A resposta a essa pergunta determinou séculos de prática eclesiástica.


O Batismo no Novo Testamento: Fé Antes do Sacramento

O padrão neotestamentário é extraordinariamente uniforme.

Em Atos dos Apóstolos, o batismo aparece invariavelmente associado à fé consciente e à conversão pessoal.

No Pentecostes (Atos 2), aqueles que receberam a palavra foram batizados.

Em Samaria (Atos 8), os que creram foram batizados.

O eunuco etíope foi batizado após professar sua fé.

Cornélio e sua casa receberam o Espírito Santo antes do batismo.

O carcereiro filipense creu e então foi batizado.

Em nenhum desses episódios o batismo aparece como instrumento de regeneração. Pelo contrário, ele funciona como sinal externo de uma realidade espiritual já iniciada pela ação divina.

A ordem apostólica é inequívoca:

pregação → fé → regeneração → batismo.

Essa sequência constitui um dos principais argumentos dos defensores do credobatismo.


Os Primeiros Séculos da Igreja

A literatura patrística dos séculos II e III revela uma situação mais complexa do que frequentemente se imagina.

Autores como o apologista Justino Mártir descrevem o batismo sendo administrado a pessoas que haviam sido previamente instruídas na fé.

Em sua Primeira Apologia, Justino apresenta candidatos ao batismo que passaram por ensino, arrependimento e profissão de fé.

Mais significativo ainda é o testemunho de Tertuliano (c. 160–220).

Em sua obra De Baptismo, Tertuliano manifesta reservas explícitas quanto ao batismo infantil, recomendando que ele fosse adiado até que a pessoa pudesse compreender conscientemente sua fé.

Sua objeção demonstra algo importante para o debate histórico: se o batismo infantil fosse uma prática universal e apostólica, dificilmente Tertuliano teria se sentido livre para questioná-la.

Isso não significa que o pedobatismo não existisse no século III. Evidências sugerem que ele já estava presente em algumas comunidades. Entretanto, os registros históricos indicam que sua universalização ainda estava longe de ocorrer.


Orígenes, Cipriano e o Desenvolvimento da Tradição

No século III encontramos testemunhos favoráveis ao batismo infantil em autores como Orígenes e Cipriano de Cartago.

Orígenes chega a afirmar que a Igreja havia recebido dos apóstolos a tradição de batizar crianças.

Todavia, historiadores observam que essa afirmação não constitui prova histórica conclusiva. Ela representa o testemunho de Orígenes sobre a tradição recebida em sua época.

Além disso, mesmo quando o batismo infantil aparece nesses autores, a fundamentação teológica ainda não possuía a estrutura sistemática que mais tarde seria desenvolvida por Agostinho.

É precisamente nesse ponto que ocorre a grande mudança.


A Controvérsia Pelagiana e a Formulação Agostiniana

O contexto decisivo para compreender Agostinho é sua luta contra o pelagianismo.

Pelágio negava que a queda de Adão tivesse corrompido profundamente a natureza humana.

Em resposta, Agostinho desenvolveu uma das mais vigorosas defesas da depravação humana da história da teologia.

Seu diagnóstico era essencialmente correto: a humanidade está caída e necessita da graça divina.

Entretanto, ao perguntar como a culpa adâmica é removida, Agostinho vinculou essa remoção ao sacramento do batismo.

Aqui reside o ponto de tensão com a perspectiva credobatista.

A solução agostiniana deslocou parcialmente o foco da obra consumada de Cristo para o rito sacramental administrado pela Igreja.


O Problema da Regeneração Batismal

A teologia de Agostinho contribuiu para consolidar a ideia de que o batismo não apenas simboliza a graça, mas efetivamente comunica graça.

Essa concepção produziu profundas consequências.

Se o batismo remove a culpa herdada de Adão, então surge inevitavelmente a preocupação com o destino das crianças que morrem sem recebê-lo.

Gradualmente, a urgência pastoral transformou-se em norma eclesiástica.

A partir desse momento, o batismo infantil deixou de ser uma prática periférica para tornar-se uma necessidade teológica.

Sob a perspectiva credobatista, esse processo representa uma mudança fundamental no significado do próprio batismo.

O que antes era visto como testemunho da fé passou a ser visto como instrumento de regeneração.


O Testemunho do Novo Testamento Contra a Eficácia Salvífica da Água

A crítica credobatista não se dirige à importância do batismo, mas à atribuição de poderes salvíficos à água.

O Novo Testamento atribui a purificação do pecado exclusivamente à obra de Cristo.

O sangue de Cristo purifica.

A cruz expia.

A fé recebe os benefícios da redenção.

O Espírito Santo regenera.

A água jamais recebe essas funções.

O apóstolo Paulo afirma que somos justificados pela fé.

O autor de Hebreus ensina que sem derramamento de sangue não há remissão.

João declara que o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado.

A regeneração é obra sobrenatural do Espírito Santo, não de um elemento físico.

O batismo aponta para essa realidade; não a produz.


A Reforma e a Permanência do Paradigma Agostiniano

A Reforma Protestante recuperou verdades fundamentais sobre a salvação pela graça mediante a fé.

Todavia, os principais reformadores permaneceram profundamente influenciados pela herança agostiniana.

Martinho Lutero, João Calvino e outros mantiveram o batismo infantil, ainda que reinterpretando seu significado.

Os anabatistas do século XVI foram os primeiros grupos da Reforma a defender explicitamente um retorno ao padrão neotestamentário de batizar apenas professos crentes.

Por essa razão, muitos historiadores enxergam o movimento anabatista como o principal precursor do moderno credobatismo batista.


Considerações Finais

A história do batismo infantil não pode ser reduzida a uma única causa nem atribuída exclusivamente a Agostinho. Evidências demonstram que a prática já existia antes dele.

Entretanto, é igualmente inegável que nenhum outro teólogo contribuiu tanto para fornecer ao pedobatismo sua fundamentação doutrinária clássica.

Sob a perspectiva credobatista, o erro decisivo de Agostinho consistiu em associar a remoção do pecado original ao sacramento do batismo.

A Escritura, porém, dirige nossa atenção para outro lugar.

Não para a água.

Não para o rito.

Não para o sacramento.

Mas para a cruz.

A esperança do pecador não repousa na água batismal, mas no sangue derramado pelo Filho de Deus.

O batismo possui enorme importância. Ele é uma ordenança dada por Cristo, um testemunho público da união do crente com seu Senhor e um símbolo visível da morte, sepultamento e ressurreição de Jesus.

Mas ele permanece sendo um testemunho da salvação, não sua causa.

Quando essa distinção é preservada, Cristo permanece no centro do evangelho e o batismo permanece no lugar que lhe foi designado pelos apóstolos.

Bibliografia recomendada

 

 

 

 

Considerações Sobre Mateus 28:19

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Considerações Sobre Mateus 28:19


Nas ultimas décadas surgiram muitas correntes heréticas que se introduziram no cristianismo, alguns pregando novidades doutrinarias outros revivendo antigas heresias, de qualquer forma, o que emerge dessas correntezas espirituais são controvérsias e desvios doutrinários sérios.  De modo particular desejo abordar a questão da formula batismal, ela foi definida por Cristo: “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mateus 28:19) essa formula é definitiva, é explicita, é bíblica é cristologica. Abrange no seu contexto uma ordem. Não podemos manipular o texto que é muito claro, não podemos fugir da regra geral de que se uma coisa é simples, não há necessidade de posturas complicadas, e o texto de Mateus 28:19 se encaixa perfeitamente dentro dessa condição. De fato existe uma formula batismal verdadeira.  Note que nos evangelhos, há uma dupla identidade dada ao colégio apostólico, primeiro eles são chamados de apóstolos, esse reconhecimento ultrapassa o tempo e tem uma conotação eterna (Apocalipse 21:14)  e também esses são chamados de discípulos,(Mateus 9:19) ou seja, aqueles que estão sob a jurisdição espiritual de um discipulador: Jesus Cristo, o Senhor! Na qualidade de discípulos, são os apóstolos seguidores de Cristo, como cada cristão deve ser (João 15:8) essa qualificação é a norma espiritual vigente para qualquer cristão verdadeiro, Cristo é o Senhor e Mestre, aqui está algo que desejo salientar, não é somente Salvador e Senhor, mas também Mestre. Na qualidade de discípulos, Jesus se dirige aos seus e faz uma pergunta: Podeis vós ser batizado com o batismo com que eu fui batizado? (Marcos 10:38) ora, a resposta foi positiva. Antigamente os incrédulos eram contra o batismo, agora muitos falsos crentes também rejeitam a doutrina bíblica e opõem-se a ordem de Cristo. Não podemos apelar para textos históricos onde não enfatiza a ordem, mas a comissão sob o aspecto de que estão os novos convertidos sendo batizados em nome de Cristo, como que na força da autoridade do Salvador. Textos como Atos 2:38 não são formulas comissionados, não relatos históricos, portanto em Atos não encontramos um padrão, apenas descrições sob a regência de uma autoridade central: Cristo. (Veja Atos 2:38 , 8:16 e 10:48) essas variantes podem ser observadas de modo mais pormenorizado quando compara-se as variantes nas diversas traduções(O  Autor usa a Corrigida e Fiel da SBTB de forma definitiva como versão padrão) Assim observando de forma sucinta, percebendo que Lucas em Atos não estava semeando confusão muito menos disseminando contradições ou reformulando padrões.  Ao lermos Marcos 10:38 e 39, levamos em conta que seguir os passos de Cristo denota o seguir a Cristo, como um ato de vida pratica, da ordem a obediência. (I Pedro 2:21 I João 2:4 ) por ocasião do batismo de Cristo, a manifestação tripla abre a janela para a natureza sobrenatural da divindade. Primeiro, temos a manifestação do Espírito Santo, uma forma corpórea com identidade independente, á parte proveniente de um lugar e repousando sobre outro (Do céu á Cristo) observe o leitor que esse texto é explicito, de modo que a lógica natural entende a simplicidade clara do texto. Em seguida temos, a voz do Pai, a mesma da transfiguração, e é esse Deus que o Filho Divino declara no sermão do monte: “Pai nosso que está no céu” (Mateus 6:9)e então, a própria pessoa do Messias, é a ação presencial do Salvador, sendo imerso nas águas do Jordão por João Batista. Esse ato processual, litúrgico e simbólico vai expandir-se na revelação divina, atribuindo princípios de identificação com a morte e a ressurreição de Cristo (Romanos 6:4) em todo esse progresso até a obra consumada de Cristo, vimos essa interação sobrenatural, Deus Pai ressuscitou o Filho (Romanos 10:9) e o Espírito Santo ressuscitou a Cristo (Romanos 8:11) e o próprio Senhor Jesus Cristo, Ele mesmo tem as chaves da morte e do inferno (Apocalipse 1:8) assim em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo tem um eco universal na Nova Aliança. O cristianismo histórico retém esse legado espiritual completo, os processos simbólicos de identificação e comunhão com Cristo, a importância desses símbolos que nos conduzem a relação intima com as realidades mais profundas (Gálatas 3:27 com Romanos 6:3 I Coríntios 12:13e Colossenses 2:12). Segue-se as Palavras de Cristo como definitiva, uma ordem dada em Mateus 28:19 e tem em seu contexto a fazer discípulos em todas as nações, o que sugere a amplidão cósmica do evangelho e as vias de identidade cristã, através de formas de identificação social e espiritual, esse é o motivo pelo qual a voz do Espírito Santo deve ser ouvida todas as vezes que brado de Cristo é lido em Mateus 28:19.


CLAVIO J. JACINTO



A CRUZ E OS FALSOS PROFETAS

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“O Getsemani não é um campo de estudo para o nosso intelecto. É um santuário da nossa fé”

“O Getsemani não é um lugar para apressado turismo teológico: é onde o crente deve demorar-se, observar e orar”

“Mas Ele manteve a onipotência do Seu Silencio”
(Extraido de “A Cruz que Ele Suportou”  de  F. Leahy  Editora Fiel)

Nosso cristianismo moderno tirou a ênfase do Calvário, raramente você vai ver entre os falsos profetas que enganam os ignorantes espirituais, uma ênfase sobre a mensagem da cruz. Eles não se importam com regeneração, a cruz é um escândalo para a mente materialista, o calvário não é um lugar de repouso para corações egoístas. Vejamos hoje em dia, com a ênfase sobre o bem humano, a sua segurança e a multiplicação dos bens terrenos seguido da resolução de todos os problemas emocionais, espirituais e biológicos, essa é a suma da mensagem moderna, nas igrejas  de hoje, multidões são atraídas por causa de uma “redenção financeira”  não porque precisam ser libertos do poder dominador do pecado. Assim, o ensino de Cristo com relação a obra da cruz e a vida da cruz, é evitado a todo o custo. “E quem não toma a sua cruz e não segue após mim, não é digno de mim” (Mateus 10:38 veja também 16:24 Marcos 8:34 Lucas 14:27) assim, para esses falsos profetas,  lobos vestidos de ovelhas, que nunca ousam falar sobre a doutrina da cruz, têm pregado outro evangelho, “Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós que cremos é o poder de Deus “(I Coríntios 1:18) assim, por intermédio de nossa pregação e fé, a cruz de Cristo jamais pode ser vã (I Coríntios 1:17) Oh que grande graça é sentar-se e ouvir um pregador bíblico que ousa falar sobre a cruz e a obra consumada de Cristo, nesse era pós-cristã. Bendito é o cristão que ainda considera relevante e fundamental a mensagem da cruz. Homens bíblicos que não se envergonhem de falar como Paulo  “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo”  (Gálatas  6:14) Tome cuidado, pois nesses dias de trevas, estamos vivendo um surto enorme de falsos profetas e de falsos pregadores, que não falam sobre a cruz, não pregam a mensagem da cruz, não proclamam a obra redentora, a causa da morte de Cristo, o efeito da morte de Cristo, a glória da ressurreição de Cristo e a vinda triunfante de Cristo, e porque não? “Digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo” (Filipenses 3:8)


Clavio J. Jacinto

Regeneração Batismal?

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A regeneração batismal é a doutrina de que o batismo nas águas tem efeito salvífico e regenerativo, alguns apelam para textos como Atos 2:38 João 3:5, Marcos 3:21 etc. Embora essas passagens pareçam apoiar tal doutrina, devemos sempre respeitar todo o contexto das escrituras com relação a doutrina da regeneração. O batismo não salva ninguém, porque a salvação não vem por obras humanas, mas através do salvador Jesus Cristo.(João 14:6 com Atos 4:29) essa declaração é uma ortodoxia pura e por si só já refuta a teoria doutrinal da regeneração batismal. Toda a economia da redenção está fundamentada no derramamento de sangue, não na imersão em águas ou meritos humanos titos e cerimonias(Veja Tito 3:5). É o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29) É Cristo quem leva nossos pecados no madeiro (I Pedro 2:24) Sem derramamento de sangue, não há remissão de pecados (Hebreus 9:22 com Levítico 17;11 ) O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado (I João 1:7).  Todo o Novo Testamento apoia-se na inauguração de uma Nova Aliança cujo fundamento é o sangue de Cristo que foi derramado no Calvário. Pedro ensina-nos em I Pedro 1:18 e 19 que não foi com coisas corruptíveis como prata ou ouro (matéria maculada pela queda) que fomos resgatados da nossa vã maneira de viver, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado(Corpo e sangue não maculados pela queda e pelo pecado).  Constitui-se um erro forçar certos textos das escrituras relacionados ao batismo nas águas, para minimizar a obra de Cristo na cruz. Ora o batismo tem  um efeito posterior a redenção, uma identificação com a morte e a ressurreição de Cristo.(Colossenses 2:12) As águas batismais de nada valem, se elas mesmos não estiverem debaixo do poder e da autoridade do sangue redentor do Senhor Jesus Cristo."Com seu sangue nos lavou dos nossos pecados"(Apocalipse 1:5) A realidade de todas as coisas espirituais é a pessoa de Cristo e a sua obra redentora, não os ritos e os processos litúrgicos. Esses últimos  devem estar debaixo dessa realidade que dá vitalidade e substancia a elas. Um salvo é visto no céu com os efeitos da redenção realizado pelo sangue de Cristo, a macula do pecado é purificada por esse sangue imaculado e santo (Apocalipse 7:14) Que as águas do batismo apenas simbolizam o que Cristo fez na cruz, e que essa ordenança está sob os efeitos e os méritos do sangue do Cordeiro de Deus, o nosso Salvador Jesus Cristo, pode ser visto de forma clara em passagens como esta Apocalipse 1:5, já citada nesse artigo “...Aquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou de nossos pecados”.  Ainda em Efésios 1:7 lemos “Temos a redenção pelo seu sangue, a remissão dos pecados”. Esse é o testemunho universal das escrituras. O batismo por sua vez cumpre apenas o papel de simbolizar as realidades da redenção, e é dentro dessa cosmovisão que precisamos entender todas as ordenanças do novo testamento, Cristo é a realidade que dá vida a todas as coisas relacionadas a fé cristã.


 Clavio J. Jacinto