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A TRANSFIGURAÇÃO DE CRISTO E A VERDADE DO EVANGELHO

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C. J. Jacinto

 

 

 

 

O relato de Mateus acerca da Transfiguração de Jesus, registrado no capítulo 17 de seu Evangelho, apresenta lições fundamentais sobre verdades espirituais, as quais pretendo analisar brevemente neste artigo.
Em primeiro lugar, observa-se que Jesus realiza uma seleção específica entre os seus discípulos. Ele escolhe Pedro, Tiago e João para acompanhá-lo a um monte, onde compartilha revelações singulares. Trata-se de um momento de transcendência, no qual o mundo físico e o espiritual convergem em uma interação profunda. A escolha desse grupo restrito sugere, ao meu ver, dois motivos principais: primeiramente, a maturidade espiritual necessária para discernir e compreender a realidade do mundo metafísico. Embora se note, inclusive em Pedro, uma dificuldade momentânea em apreender as realidades divinas, é possível inferir que o nível de maturidade desses três discípulos foi o critério primordial adotado por Jesus para essa experiência. Quanto à intimidade, observa-se, na narrativa de Mateus, que Pedro, Tiago e João desfrutavam de um relacionamento mais próximo com o Senhor. Eles foram os escolhidos para acompanhá-Lo ao monte, momento em que a realidade espiritual se tornou evidente e a percepção deles foi direcionada ao aspecto transcendental, onde o espiritual e o físico se encontram. É fundamental esclarecer que, neste contexto, o conceito de "espiritual" não se confunde com o misticismo ou com algo meramente abstrato. A Bíblia não apresenta o mundo espiritual como algo intangível; trata-se de uma dimensão composta por uma natureza distinta, dotada de substância própria, capaz de interagir com o mundo físico. É fundamental esclarecer que, no episódio do Monte da Transfiguração, não ocorreu, sob nenhuma circunstância, uma sessão mediúnica. Não houve qualquer invocação dos mortos; a aparição de Moisés e Elias deu-se de maneira voluntária e espontânea. Deve-se ressaltar que não houve comunicação com eles: o diálogo restringiu-se exclusivamente entre Deus Pai, Jesus Cristo e os discípulos. Moisés e Elias não proferiram palavra alguma, tampouco houve interação verbal ou qualquer troca de mensagens entre eles e os presentes.
É imperativo ressaltar que, a partir do terceiro versículo do capítulo 17, depara-se com uma exceção: a aparição de Moisés e Elias em diálogo com Jesus. Embora a natureza exata dessa conversa permaneça desconhecida, o conteúdo do diálogo é compreensível à luz do contexto neotestamentário. Contudo, é fundamental interpretar a presença de Moisés e Elias como uma representação profética inerente à própria transfiguração, um evento que exige uma análise criteriosa. Tratou-se de um acontecimento extraordinário e singular, que transcende o cotidiano da narrativa bíblica e o ministério terreno de Cristo. Longe de constituir qualquer fenômeno mediúnico, o episódio consubstancia um fato único e irrepetível na história de Jesus Cristo e dos três apóstolos que o testemunharam.
Pedro encontrava-se atônito diante daquela extraordinária singularidade. Tratava-se de um fenômeno inédito, um evento absolutamente singular que, por sua natureza irrepetível, estabelecia a imutabilidade daquela verdade momentânea. Não se tratava de uma sessão mediúnica. Ao observar a reação de Pedro, nota-se que, em resposta, ele disse a Jesus: "Senhor, é bom estarmos aqui; se quiseres, farei aqui três tabernáculos: um para ti, um para Moisés e um para Elias". Enquanto ele ainda falava, uma nuvem luminosa os envolveu, e dela surgiu uma voz: "Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; escutai-o". Observamos que a cena descrita possui singularidade ímpar, manifestando uma evidência de glória e luz intensa. Contudo, conforme aponta o texto bíblico, Pedro encontrava-se em um estado de confusão, não estando preparado para um acontecimento tão extraordinário. Nesse contexto, ocorre a manifestação de Deus Pai, que, com voz de autoridade, instrui os apóstolos a ouvirem a Cristo, e não a Elias ou a Moisés. Portanto, a voz de Cristo estabelece-se como a única autoridade, invalidando quaisquer tentativas de utilizar essa passagem para fundamentar a mediunidade ou a evocação de espíritos. A ordem dada naquele evento singular, extraordinário e único, é inequívoca: todos devem ouvir ao Filho de Deus.
Ao ouvirem aquela voz, semelhante a um trovão, gloriosa e revestida de autoridade, os discípulos prostraram-se imediatamente, tomados por um profundo temor diante da magnitude daquela manifestação. Tal momento descortinou a realidade do mundo espiritual — um domínio pleno de glória, poder e verdade, cuja origem reside na própria fonte da existência: o Deus Triúno. Esta revelação transcendente, vivenciada por Pedro, Tiago e João, permitiu-lhes vislumbrar a eternidade ao contemplarem a Suprema Majestade manifestada sobre o monte. Tal cenário evoca o episódio do Monte Sinai, onde Deus se revela aos homens de maneira irrefutável e tangível. Como testemunhas oculares, os apóstolos foram privilegiados com a experiência inefável de um dos eventos mais extraordinários da história sagrada: a Transfiguração. Em Mateus 17:7, Jesus aproxima-se dos três discípulos e lhes ordena: "Levantai-vos e não tenhais medo". A visão, por sua natureza aterradora e magnífica, causou um tremor profundo na estrutura física daqueles homens ao contemplarem tamanha glória e ouvirem a voz sublime. Nesse instante, Deus tornou-se o centro absoluto da atenção, em um momento de transcendência que evidenciou a superioridade do real sobre o temporário. Enquanto o mundo é transitório, o que é eterno permanece; assim, os discípulos foram conduzidos da temporalidade para a experiência do atemporal, vislumbrando a glória eterna. As realidades celestiais tocaram a terra. Jesus, embora fosse o próprio Deus encarnado, mantinha sua divindade velada pela humanidade; contudo, naquela ocasião, a presença do Pai manifestou-se com tal singularidade e poder que a experiência marcou permanentemente a vida daqueles três discípulos.
O versículo 2 revela a manifestação da glória do Cristo divino diante de seus discípulos. Ao transfigurar-se, seu rosto resplandeceu como o sol e suas vestes tornaram-se brancas como a luz, desvelando a identidade intrínseca de Cristo, habitualmente oculta sob o véu de sua humanidade — um corpo preparado para o sacrifício imaculado e vicário no Calvário. A humilhação da encarnação, necessária para a redenção, cede lugar, naquele monte, à manifestação da glória de Cristo: a união perfeita entre a glória terrena e a glória celestial. Ali, Ele declara sua essência: divino, glorioso e eterno. Cristo afirma sua preexistência e autoridade, fundamentadas na criação de todas as coisas por meio de si mesmo. Ele, que esteve presente na gênese do mundo e pertence à eternidade, veio ao mundo temporal para conduzir a humanidade à vida eterna. A transfiguração, portanto, não é apenas um evento sublime e maravilhoso, mas a revelação real, esplêndida e profunda do Cristo glorioso.
Tudo indica que a espiritualidade genuína, originária da realidade última que é Deus, manifesta-se de forma tangível neste mundo, conforme observamos na passagem de Mateus. Tal fato conduz à compreensão clara de que, quando é da vontade divina, Deus se faz presente nesta realidade. Embora o mundo atual seja passageiro, o vindouro será constituído de matéria indestrutível, a mesma substância revelada aos olhos de Pedro, Tiago e João durante a Transfiguração de Cristo.

 A presença de Elias e Moisés simboliza a imortalidade. Eles não estão ali para trazer novas revelações, transmitir informações ou dialogar com os homens, mas para testemunhar que Deus não é Deus de mortos, mas de vivos. Na Transfiguração, vislumbramos o fundamento glorioso: a luz da glória divina atesta que Moisés e Elias vivem, demonstrando de maneira explícita a imortalidade do ser e a preservação da personalidade dos santos. O Senhor, que é o Deus da imortalidade, guarda os seus da morte eterna.
Esta é a essência do Evangelho: ele nos confronta com uma realidade pura, profunda e verdadeira, que precisamos compreender com clareza, pois é real e tangível. Frequentemente, a queda e o pecado nos colocam em uma condição de distanciamento do sublime e do autêntico, incapacitando-nos de contemplar essa verdade em nossa natureza caída.
O evento da Transfiguração nos ensina que Cristo é o caminho para a transcendência e a própria transformação do ser. Ele é o mediador que conduz o homem da condição terrena à comunhão com o Deus altíssimo. É neste contexto que a declaração de Jesus em João 14:6 — "Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" — ganha contornos de clareza absoluta.

 Dificilmente encontraremos em todo o Novo Testamento uma manifestação tão literal desta passagem quanto no Monte da Transfiguração. Ao levar Pedro, Tiago e João ao cume, o Senhor revela a grandeza de Sua essência divina. Ali, Deus não apenas se manifesta por meio de Seu Filho, mas revela a própria natureza da transcendência: Ele é o Senhor da imortalidade, aquele que preserva os seus. A presença de Moisés e Elias reafirma que Ele é o Deus dos vivos, reafirmando Sua soberania como o doador da vida eterna. Sob a perspectiva da escatologia neotestamentária, compreendemos que toda a criação converge para essa glorificação final, rumo ao novo céu e à nova terra. Na transfiguração, observamos a clara distinção entre o Criador e a criatura. O Criador manifesta-se à Sua criação, exercendo domínio e autoridade soberana sobre ela, sem, contudo, confundir-se com a própria natureza criada. Nesse sentido, o evento no Monte da Transfiguração refuta a doutrina do monismo, a qual equivocadamente postula que Deus e a criação constituem uma unidade, onde cada elemento do mundo seria uma parte integrante do Ser divino. Tal concepção é teologicamente insustentável. Deus transcende a criação por meio de Seu poder, manifestando-se a ela, mas mantendo Sua essência distinta; Ele é o agente soberano que rege o universo, não sendo, sob hipótese alguma, parte dele. No Monte da Transfiguração, Deus se revela como uma entidade distinta ao declarar: "Este é o meu Filho; a ele ouvi". Portanto, não devemos nos voltar a místicos, falsos mestres ou àqueles que propagam um evangelho divergente. Nossos corações e ouvidos devem estar atentos exclusivamente à revelação de Deus por meio de Cristo, o Verbo que se fez carne. Aquela voz divina, que se manifesta com tamanha autoridade e poder no monte, profere as seguintes palavras: "Este é o meu Filho amado; a ele ouvi". Nesse momento, contemplamos a grandiosidade da doutrina do Deus pessoal e paternal. A paternidade de Deus revela-se em Sua própria declaração ao apontar para Cristo, evidenciando que Jesus, no Monte da Transfiguração, é o Filho legítimo de Deus, possuidor da mesma essência e natureza. O Deus único e pessoal manifesta-se e revela-se ali, reafirmando que a existência divina transcende a própria criação. Não há postura mais prudente e coerente do que aceitar as Sagradas Escrituras, que apresentam Deus conforme a Sua própria revelação. O Senhor revelou-se pessoalmente aos discípulos — Pedro, Tiago e João —, assim como o fez por intermédio de Cristo e da Sua Palavra. Dispomos de uma revelação plena, o que transforma nossa perspectiva acerca das verdades fundamentais que devemos preservar e defender nestes tempos difíceis. Deus é pessoal, comunica-se por meio do Seu poder e distingue-se, fundamentalmente, da Sua própria criação. Após a grandiosa revelação da transfiguração de Cristo — marcada pela voz audível do Pai e pela presença da nuvem luminosa — voltamo-nos ao versículo 8, onde encontramos o cerne do cristianismo bíblico: a centralidade de Jesus Cristo, autor e consumador da nossa fé. O Novo Testamento é, em sua essência, cristocêntrico, e a Igreja de Cristo deve honrar essa nomenclatura sendo, de fato, absolutamente centrada na pessoa do Senhor. Ela não se fundamenta em figuras marianas ou apostólicas, mas exclusivamente em Cristo. Assim como os profetas do Antigo Testamento apontavam para Ele, o Novo Testamento O apresenta como aquele que retornará triunfante para julgar os vivos e os mortos. Mais do que isso, todo o processo da criação, o tempo e a eternidade convergem para Cristo, conforme Paulo expõe claramente em Efésios 1:10.
Dando-nos a conhecer o mistério da Sua vontade, segundo o beneplácito que propôs em Si mesmo, de reunir em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra. Quão gloriosas são as verdades que orientam nossa vida espiritual e nos conferem a certeza das promessas reveladas pelo Evangelho! O episódio da Transfiguração nos oferece uma esperança inabalável quanto à vida eterna. Pois dele, por meio dele e para ele são todas as coisas; a Cristo, nosso único Senhor, seja dada toda a glória. É Ele quem nos conduz, com firmeza, às verdades eternas que nos foram acessíveis por meio de Sua cruz, a qual nos proporcionou a salvação e nos permitiu contemplar a grandiosa esperança da restauração em Cristo.
Nessa restauração, os redimidos participarão dos novos céus e da nova terra. Aqueles que creem no Evangelho, que reconhecem a Cristo como seu único e suficiente Salvador e que confiam plenamente em Sua obra consumada e perfeita, desfrutarão da vida eterna — uma realidade que transparece na própria lição da Transfiguração. Pedro, Tiago e João representam aqueles que, salvos, foram conduzidos pelo Senhor, enquanto a multidão permanece alheia a essa realidade. Que Deus nos abençoe e nos conceda a graça de corresponder fielmente ao chamado do Evangelho.

A EXISTENCIA DE UM DEUS SANTO: UM FATO!

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A EXISTENCIA DE UM DEUS SANTO: UM FATO!

 

C. J. Jacinto


 Em diversas passagens do Antigo Testamento, o juízo divino é retratado de maneira marcante, freqüentemente gerando debates devido à severidade com que Deus lida com a iniquidade, tanto em sociedades quanto em indivíduos. Esse juízo, manifestado tanto de forma coletiva quanto pessoal, é ilustrado em vários trechos bíblicos. No livro de Gênesis, capítulo 19, narra-se a destruição de Sodoma e Gomorra. Em Segundo Livro dos Reis, capítulo 2, versículos 23 e 24, relata-se o episódio em que crianças foram mortas por ursos. No livro de Êxodo, capítulo 12, versículo 29, descreve-se a morte dos primogênitos no Egito como um exemplo do juízo divino. Estes exemplos demonstram o juízo de Deus sobre indivíduos, crianças e cidades. Adicionalmente, a narrativa do dilúvio, encontrada em outros trechos do Antigo Testamento, apresenta um evento de grande magnitude, no qual, possivelmente, milhões de pessoas pereceram, abrangendo diversas classes sociais.

 Ao longo da história da humanidade, o comportamento humano e sua evolução têm sido marcados por guerras, homicídios e diversas formas de criminalidade e perversidade. De fato, sem a existência de leis, muitas delas severas, que visam conter os impulsos humanos, a humanidade provavelmente teria sido extinta há muito tempo. As leis ainda conseguem, em alguma medida, controlar certos aspectos da conduta humana. Contudo, observa-se um crescente descontrole, evidenciado pelo elevado índice de criminalidade praticada em todo o mundo.
  

 A questão transcende a esfera filosófica, possuindo uma natureza espiritual. Muitos daqueles que se opõem às escrituras o fazem, em grande medida, por se chocarem com os juízos nelas expressos, justamente por não compreenderem essa dimensão espiritual. Conseqüentemente, apresentam uma visão distorcida dos assuntos divinos.

 Nessa perspectiva, as Escrituras Sagradas, como o livro de Levítico, no capítulo 18, versículos 19 e 25, já alertavam sobre práticas consideradas iníquas e a associação com entidades demoníacas. A conexão entre sacrifícios idólatras e o satanismo também é evidente. Em consonância com as advertências de Moisés em Levítico, o apóstolo Paulo, em 1ª Coríntios, capítulo 10, versículo 14, e capítulo 10, versículo 20, aborda essa questão. A ligação, direta ou indireta, com demônios, espíritos e o satanismo tem sido, conforme a Bíblia, motivo para o juízo divino sobre nações, cidades e indivíduos.

 A justiça divina, manifestação da santidade de Deus, Criador de todas as coisas e administrador do universo, é inerente à Sua natureza. Compete a Ele, portanto, corrigir e julgar todo espírito rebelde, seja no plano espiritual ou no físico. Em razão de Sua soberania, criação e santidade, os atributos divinos de justiça são aplicados sobre os espíritos rebeldes, sobre a iniquidade e sobre tudo que ofende e perturba a ordem estabelecida por Ele com bondade e perfeição.

 Consequentemente, aquele que professa a fé em Deus sem reconhecer Sua justiça e santidade, crê em uma divindade deturpada. Da mesma forma, aqueles que negam a existência de Deus, justificando-se na alegação de que Ele seria irascível ou vingativo, adotam uma filosofia equivocada. Essa perspectiva demonstra desconhecimento da natureza da realidade, pois a própria sociedade humana, em sua estrutura, aplica a justiça sobre aqueles que cometem atos de desordem e crimes.

 Embora Deus seja justo e santo, é imperativo considerar também o aspecto da Sua infinita misericórdia. A Bíblia apresenta essa característica como um atributo divino essencial. No livro de Tiago, capítulo 3, versículo 11, encontramos a afirmação de que o Senhor é misericordioso e compassivo. De maneira similar, a misericórdia de Deus é exaltada em Salmos, capítulo 111, versículo 4, e no capítulo 103, versículo 8.

 Ademais, no livro de Exodo, capítulo 22, versículo 27, o próprio Senhor declara: "Sou misericordioso". Em Neemias, capítulo 9, versículo 27, Deus é descrito como clemente e misericordioso. Essa perspectiva se repete em diversas passagens, como em Êxodo, capítulo 16, versículos 13 e 14, em 1º Reis, capítulo 17, versículos 6 e 16, em Jonas, capítulo 1, em Gênesis, capítulo 12, versículo 1, e em 2º Reis, capítulo 4, versículo 4, entre outras.
 Essa é, portanto, uma verdade fundamental: mesmo diante das ofensas e blasfêmias que lhe são dirigidas diariamente, o Senhor continua a aguardar com paciência o arrependimento da humanidade. Ironico é que as pessoas que remetem criticas quanto a justiça de Deus, por serem incrédulas, seriam elas as mais poupadas do juízo divino.  A critério, criticam a severidade de Deus enquanto são alvo da misericórdia e paciência dEle e por esse motivo, continuam vivas para justificarem suas duvidas, acusações, blasfêmias e incredulidade. 

A METAFÍSICA DA SÃ DOUTRINA E A REALIDADE TAL COMO ELA É

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A METAFÍSICA DA SÃ DOUTRINA E A REALIDADE TAL COMO ELA É

 

C. J. Jacinto

 

 

Apresento uma questão filosófica relevante para os nossos tempos, à qual desejo oferecer uma resposta fundamentada nas Escrituras. Trata-se da questão da realidade: o que significa realidade? As definições sobre este conceito são diversas e dependem da cosmovisão adotada. Contudo, pretendo apresentar uma perspectiva bíblica, que, em minha convicção, oferece a resposta mais completa e satisfatória sobre o tema.
 Uma definição comumente aceita de realidade é o estado das coisas tal como elas verdadeiramente existem. Ao longo da história, místicos, filósofos e cientistas dedicaram-se a essa questão, formulando diversas teorias. Alguns defendem que a realidade é um construção da consciência, sugerindo que o mundo experienciado é, na verdade, uma espécie de ilusão. Essa visão é compartilhada por certas correntes místicas e por alguns físicos quânticos.

 A ideia de que a realidade é criada pela observação, ou seja, que sua existência depende de um observador, também é comum. Contudo, a meu ver, essa perspectiva, que compara a existência a um sonho dentro de um sonho, ou que reduz a realidade visível a manifestações de um mundo atômico e quântico, pode ser parcial e incompleta. Acredito que essa abordagem não representa fielmente a compreensão da realidade conforme revelada nas Escrituras.

 Na cosmovisão hindu e em filosofias orientais, como a dos gnósticos e o neoplatonismo, a realidade material é frequentemente concebida como ilusória. Contrariamente, a Bíblia, especialmente sob a perspectiva hebraica, apresenta uma visão distinta e não abstratas. Para a Bíblia, as coisas criadas são concretas e possuem existência própria, não sendo emanações da divindade mas distintas do criador. Todo o misticismo que atenta para idéias emanacionistas ou de centelhas divinas no interior do homem são errôneas e perigosas. A criação, portanto, é distinta do Criador, rejeitando-se o panenteísmo e o panteísmo. O universo, como produto de Deus, é real e distinto dele. Esse é o ensino claro dos primeiros  capítulos de Genesis e tem suas implicações escatológicas em Apocalipse.


No que concerne à teodicéia, a existência do mal na criação é compreendida como consequência de um desvio, uma alteração dos propósitos originais de Deus provocados por distúrbios de rebeliões da criatura contra o Criador. O mal, embora presente na criação, não é atribuído a Deus, pois este criou tudo bom. Essa permissão divina para o desvio, embora contingente, resultou em manifestações e influências negativas. Tal como vimos na nossa observação sensata da criação e suas manifestações dentro de nossas experiências de consciência.

Embora não seja o foco principal desta discussão, o mal, e seus efeitos, são evidentes e reconhecidos, inclusive por não cristãos. A compreensão cristã do mal, fundamentada na ideia de que a criação foi originalmente boa e o mal é um desvio, oferece uma resposta consistente e estruturada. Reconhecer o mal como uma criação desviada de Deus, e não responsabilidade Dele, alinha-se com o princípio da bondade intrínseca da criação, como descrito em Gênesis. O desvio para o mal é, portanto, um evento secundário, ocorrido sob a permissão divina.

Retomamos a questão da realidade. A realidade abrange tudo o que existe, em todas as suas variáveis, pois a Bíblia descreve tanto o mundo espiritual quanto o mundo físico. Existe, em última análise, um universo que engloba desde a vasta estrutura cósmica, de dimensões imensuráveis, até os elementos minúsculos e subatômicos. Contudo, tudo integra uma única realidade, no contexto da criação. Essa é a visão hebraica consistente com a revelação progressiva das Escrituras.


Portanto, é fundamental que compreendamos essa realidade. Não se trata de analisar este princípio ou termo sob uma perspectiva filosófica, mas sim de considerar a apresentação bíblica da realidade como algo que transcende o mundo concreto. Acredito que, em essência, a realidade não se resume à criação, mas está totalmente em Deus. Diante disso, podemos compreender, e aqui reside uma forte evidência da divindade de Cristo. Ao analisarmos passagens como João, capítulo 14, versículo 6, onde Jesus declara: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida", notamos que a palavra "verdade", no grego original, significa "realidade". Assim, Jesus declara: "Eu sou a realidade".

Conforme a perspectiva bíblica, a realidade última não reside na criação em si, mas naquele que a sustenta. A existência do universo é dependente daquele que o mantém. Este é o conceito de Pantocrator, derivado do grego e aplicado a Jesus nas epístolas paulinas. A Epístola aos Hebreus, em seu primeiro capítulo, versículos 1 a 3, corrobora essa visão, descrevendo Cristo como o sustentador do universo. Assim, a realidade manifesta se apóia em uma realidade transcendente, uma realidade suprema. A criação, portanto, é o resultado da ação divina e a realidade depende sempre dEle.


Em contrapartida, rejeito a visão filosófica que postula a emanação do universo a partir do Criador, uma ideia associada, em alguma medida, a Baruch Spinoza e, possivelmente, a Albert Einstein entre outros a defenderem tal conceito de realidade. Essa perspectiva carece de fundamento e de respaldo nas Escrituras. Acredito que a realidade deriva sua existência e sustentação de uma realidade suprema, que identifico como Deus. O Deus Triúno das Escrituras Sagradas.

Diante disso, percebemos a natureza transitória e efêmera desta realidade. Analisando as Escrituras, especificamente nas epístolas de Pedro e no livro do Apocalipse, constatamos que a existência atual – o mundo, os planetas, as galáxias, a natureza e toda a criação – passará por um processo de purificação pelo fogo, uma transformação que antecederá a criação de novas realidades. Contudo, compreendemos que tanto a criação original, em sua forma atual, quanto a nova criação, os novos céus e a nova terra descritos nos últimos capítulos do Apocalipse, são realidades tangíveis e concretas. São visíveis, perceptíveis, possuidoras de natureza e essência próprias. Reiterando, mesmo na nova criação, nos novos céus e na nova terra, toda a criação permanecerá distinta do Criador.

O mundo material, a realidade física que observamos atualmente, foi concebido para interagir com os corpos físicos que conhecemos, a exemplo da constituição dos animais e dos humanos. A diversidade animal, em particular, revela uma ampla gama de adaptações: desde os seres microscópicos até os gigantes, passando pelos que habitam o ar, a água e a terra. Cada um, em seu ambiente, experimenta uma realidade própria, moldada por sua natureza, resultando em percepções distintas em relação ao homem. Este último, dotado de uma capacidade de compreensão mais abrangente, é capaz de interagir com outros reinos e entender seus processos, enquanto outros seres, como anfíbios, répteis, peixes e aves, não compartilham dessa mesma capacidade. Em suma, o universo dinâmico, em sua totalidade, apresenta-se aberto ao homem. Ele possui um sistema de consciência, um aparato cerebral e um intelecto que lhe permitem desvendar mistérios, compreender o universo e apreender o funcionamento e a estrutura da maioria das coisas em seu ambiente.

Em resumo, a minha convicção é que, ao se referir à realidade, Jesus se referia a si mesmo. Deus é a essência da realidade, o Deus Trino: Pai, Filho e Espírito Santo. Essa Trindade é a própria realidade. Sendo Deus a realidade suprema, o universo é uma se sustenta a partir dessa realidade. Consequentemente, considerando que Deus é uma pessoa e é real, Ele cria em conformidade com sua própria natureza, criando realidades. Assim, o mundo que nos cerca não é uma ilusão nem um engodo. Não se trata de matéria inerentemente má, como postularam os gnósticos, como Valentino e Marcião, ao atribuir à matéria um caráter maligno e acusar o Deus do Antigo Testamento, denominando-o demiurgo, de criar uma realidade material essencialmente perversa. Por causa dessa visão, os gnósticos negam a própria essência da realidade, que é Cristo. O Verbo se fez carne. Deus se tornou real através de Cristo, e essa realidade foi tangível, palpável. Os homens contemplaram essa realidade. Ele adentrou o espaço, o tempo, a história, e a transformou, dividindo-a em antes e depois. Este é o nosso Cristo. Ele é a verdadeira realidade. Portanto, quando me perguntam o que é a realidade, elevo meu pensamento ao Senhor, ao Deus Trino, Pai, Filho e Espírito Santo, e compreendo que Ele é a Suprema Realidade. Todas as outras realidades dependem completamente d'Ele, desse Deus único e Trino, como descrito nas Escrituras. Dessa forma, entendo que a realidade revela sua profundidade, seu significado mais profundo, por meio dessa visão, uma visão espiritual e bíblica. Acredito que essa resposta seja uma compreensão mais profunda, mais precisa e superior a qualquer outra explicação sobre o conceito de realidade que eu tenha lido ou encontrado nas correntes filosóficas e religiosas do mundo.

Ademais, considero notável e enriquecedor, no âmbito do Novo Testamento, obra de profunda reflexão, sem qualquer intenção de diminuir o valor do Antigo Testamento, que o Novo Testamento representa uma evolução, uma progressão. É como uma luz que gradualmente se intensifica, alcançando seu ápice na figura de Jesus Cristo, a "estrela da manhã", a verdade que guia a humanidade.

Nesse contexto de iluminação espiritual, conforme apresentado de forma concisa no Novo Testamento, Jesus declara: "Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." Compreendemos que o conhecimento da verdade bíblica, o entendimento da realidade espiritual revelada nas Escrituras, conduz à libertação. Essa jornada espiritual nos conduz a uma esperança grandiosa e gloriosa: a promessa da vida eterna, a expectativa de novos céus e nova terra.

Tudo em Deus é real, nada é ilusão. Fora de Deus, nada é real, tudo é ilusão.

Deus, ser autoconsciente e eterno, criou o homem à Sua imagem e semelhança, dotando-o de consciência. Esta faculdade permite ao homem a percepção da existência do Criador, constituindo a função primordial e essencial da consciência e do intelecto humanos. A consciência busca a percepção da existência de Deus, enquanto o intelecto procura compreender, em parte, a natureza divina, revelada através de Seus atributos.

Conforme Paulo expõe no capítulo 1 de Romanos, a criação oferece evidências irrefutáveis da existência de um Criador. A consciência, em sua função primordial, busca a percepção e o entendimento dessas evidências, manifestas na complexidade e nas maravilhas da criação, mesmo sob a influência do pecado e da queda. Apesar dessa condição, a criação ainda possibilita o conhecimento e a percepção dos efeitos do pecado e da rebelião da criatura contra o Criador.

Assim, a consciência, quando operante em consonância com os propósitos divinos, permite ao homem compreender a existência de Deus, que criou todas as coisas.

Ao longo da história da humanidade, desde o surgimento das primeiras civilizações, é possível observar que, mesmo em estágios iniciais de compreensão, a humanidade manifestou inclinação ao panteísmo e ao ocultismo. Contudo, ao analisar a evolução da espiritualidade e as concepções divinas ao longo do tempo, a ausência de crença em uma divindade, o ateísmo, se demonstra uma exceção, em vez de uma norma.

 Assim, compreendemos, em consonância com a perspectiva bíblica, que a consciência humana opera sob a função de entender a realidade tal como ela é. A função da consciência é manifestar a realidade do Criador e integrá-la à lógica da existência universal. Deus, como causa primária e realidade fundamental, é o ponto de origem e sustentação de todas as demais realidades. Consequentemente, a consciência, em seu estado de pureza e elevação, reconhece a existência de Deus, o Criador, como um fato inquestionável.


Compreendemos, portanto, que a prática de deificar seres, observada em civilizações antigas como a Suméria, a Grécia, Roma e o Egito, representa uma distorção da consciência. Da mesma forma, a divinização da consciência e da razão, conferindo a esta última uma autoridade absoluta na definição do que é válido ou não, e empregando-a como ferramenta para negar a existência de Deus, constitui outra anomalia. Essa postura, que desvia a consciência de seu curso natural, configurando uma enfermidade espiritual, é igualmente grave. Tanto o panteísmo quanto as diversas formas de negação da existência de um Deus único tendem a essa anomalia.
 Assim, observa-se que muitos homens eruditos, mesmo que tenham buscado a compreensão por métodos não tradicionais, por meio da investigação racional ou de práticas consideradas inapropriadas, esforçaram-se, de alguma forma, por estabelecer contato e união com a divindade. Tal característica se manifesta na trajetória de Plotino, evidenciada nos escritos de Agostinho, e também em muitos místicos do sufismo islâmico. O fenômeno é perceptível no Platonismo e no Neoplatonismo, como exemplificado na filosofia de Plotino. Adicionalmente, essa busca se repete entre os místicos medievais, tanto orientais quanto ocidentais, vinculados às tradições ortodoxas ou católicas. Estes indivíduos, impulsionados pelo anseio de se aproximar e se unir a Deus, adotaram práticas espirituais que, através do êxtase, visavam à experiência da união mística com a divindade. Esse anseio profundo reside no coração humano; contudo, a satisfação plena dessa sede espiritual é alcançada unicamente em Cristo, que declara: "Eu sou o caminho, e ninguém vem ao Pai senão por mim."(João 14:6) Portanto, a verdadeira união com Deus se realiza exclusivamente por meio de Cristo, que é o único caminho e a única verdade. Em suma, no Novo Testamento a realidade é Cristo.

 Assim, o Novo Testamento apresenta uma resposta concisa e elucidativa à busca humana por conexão e relacionamento com Deus, em relação à ansiedade, anseio e necessidade espiritual. Essa resposta se manifesta por meio do Senhor Jesus Cristo e somente por intermédio d'Ele.

 

A Crise Moral e Espiritual dos Nossos Tempos

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Introdução

A crise que enfrentamos hoje representa um defeito moral preocupante, uma covardia que se manifesta dos púlpitos. Uma geração inteira de líderes e pregadores do evangelho sucumbe a essa onda nefasta contra as verdades fundamentais do Evangelho. A razão subjacente para essa tendência é, sem dúvida, de natureza apóstata.

Quais conseqüências eternas as almas enfrentaram no futuro se forem enganadas por um falso evangelho que lhes garante uma salvação sem arrependimento e regeneração?

 

O abismo que enfrentamos

Nosso mundo “gospel” está descendo para um abismo, e os muros de proteção estão se deteriorando. Os pregadores de hoje parecem mais interessados ​​em entregar uma mensagem de aceitação social generalizada, enraizada na satisfação dos corações de homens pecadores. O mundo deseja uma forma inclusiva de cristianismo que sirva como um anestésico para a consciência, evitando um apelo radical ao drama interior de cada coração. Essa marca de progressismo espiritual leva uma marca distinta, a sua mensagem central: exaltação emocional e humanismo, fomentando uma expectativa universalista e positivista em relação à vida após a morte ignorando todos os ensinos bíblicos com relação ao método como Deus salva os homens na dispensação da graça.

A mudança na pregação

Além disso, há uma ênfase exagerada no utilitarismo que promove uma visão psicodélica entre os ouvintes. Isso também inclui um discurso que aborda os desejos materialistas e egoístas da nossa geração.

A omissão como fator-chave

Como podemos perceber e concluir que isso é um fato? Observando a omissão! temos aqui um pecado de omissão! Os pregadores tendem a omitir o que não está mais na moda, priorizando a satisfação do ouvinte acima de tudo. Essa omissão voluntária é proporcional aos movimentos sociais e é intencional, baseada na satisfação dos corações humanos em vez do coração de Deus. Como resultado, é cada vez mais raro encontrar pregadores que discutem certas doutrinas bíblicas que são consideradas hoje em dia como ofensivas e destruidora de sonhos egoistas.

Doutrinas frequentemente omitidas dos púlpitos ocupados por esse tipo de pregadores.

A Doutrina do Pecado

Discutir o pecado e suas consequências, bem como a natureza extremamente maligna dos pecados socialmente tolerados, está fora de moda. Questões como mentira, engano, hipocrisia, egoísmo, ganância, gula, embriaguez, idolatria, sensualidade, mundanismo e filosofias demoníacas continuam a manchar o ambiente espiritual de nossas instituições cristãs. O discurso moderno do púlpito omite cuidadosamente todos esses pecados e muitos outros. A congregação não pode ser ofendida ou dispersada por algo considerado "espiritualmente pesado" como pregações que denunciam e revelam a natureza maligna do pecado e as consequências devastadoras que ele causa na sociedade atual e no futuro das almas impenitentes.

A Doutrina do Inferno Eterno

Essa doutrina não é mais popular e está sendo cada vez mais omitida. Alguns pregadores atuais em nosso país ainda abordam o tópico seriamente, mas observe as “megaigrejas” e as mensagens transmitidas por seus líderes. Os temas abordados em seus sermões refletem a omissão contínua desse tema, pois a doutrina da condenação eterna e do julgamento final não são mais tópicos populares que agradam a um público descrente ou mesmo aos cristãos modernos. A abordagem mercantil e materialista do cristianismo depende do marketing religioso para sobreviver; sem uma boa dose de dinheiro injetada na religião de consumo, ela não prospera. Sem mensagens atraentes, os congregantes irão embora. Assim, discussões sobre tópicos que ofendem e são desagradáveis ​​interrompem a atmosfera festiva, comemorativa e comunitária entre as pessoas religiosas. Estamos vivendo dias difíceis e perigosos!

Evitando falar sobre a natureza santa, justa e punitiva de Deus

Há uma ênfase desgastante no amor de Deus, acompanhada pela omissão completa de tudo o que represente um Deus que odeia a maldade, a iniqüidade e a rebelião e pune um mundo que jaz no mal, uma sociedade global que está trabalhando continuamente para multiplicar a iniquidade e se rebelar contra seu Criador. Portanto, discussões sobre o caráter santo e justo de Deus são evitadas, sempre focando na salvação que Ele oferece e nunca na condenação advertida nas Escrituras sobre iniquidade, rebelião e pecado. O declínio dessa nova teologia, moldada pelo modernismo, resultou em uma divindade servil disposta a atender e servir às paixões e caprichos da criação. Uma nova forma de idolatria criou raízes nessa plataforma modernista/humanista. É lamentável testemunhar um deslizamento tão contínuo por essa ladeira abissal.

Conclusão

Abstive-me de apresentar versículos bíblicos, deixando deliberadamente este artigo aberto para que o leitor tome a iniciativa de explorar o Novo Testamento. Encorajo você a descobrir por si mesmo o caráter e a qualidade da pregação de Cristo e dos apóstolos, e o que os 27 livros ensinam sobre a doutrina e a seriedade do pecado, suas consequências quanto à condenação eterna e a natureza santa e justa de Deus. Seria benéfico para o leitor se envolver nesta nobre experiência d estudo particular, até porque esta será uma característica de um bom cristão que, por meio do estudo cuidadoso desses temas, fortalece suas convicções com as verdades inegociáveis ​​da fé e da história bíblica cristã, e terá discernimento para perceber esse problema a sua volta.

 

C. J. Jacinto